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Blog do Desemprego Zero

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Washington jamais será tão influente na AL, diz Hobsbawm

Postado em 5 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Publicado na FSP de 15/09/2009.

Historiador marxista volta a defender-se com relação a ataques às suas convicções ideológicas “me recuso a dizer que perdi a esperança”

FOLHA – O que mais deveria ser discutido no aniversário de 20 anos da queda do Muro de Berlim?

ERIC HOBSBAWM – A celebração é oportuna porque o capitalismo agora chegou a seu limite. A crise econômica mundial é o fim de um ciclo, que começou a ruir quando caiu o Muro em Berlim. No Leste Europeu, vejo dificuldade em rompimento com o legado comunista. Mas é o Ocidente quem deve refletir mais sobre o que ocorreu na Guerra Fria e o que pode ser feito para evitar um novo colapso.

FOLHA – As “Eras” são consideradas um exemplo de boa análise histórica dedicada a um amplo período. O sr. acha que falta ambição a historiadores hoje?

HOBSBAWM – Para fazer história com uma perspectiva maior, é preciso ser um intelectual maduro. Hoje, os jovens historiadores gastam muito mais tempo em suas especializações. Quando estão aptos a dar um passo maior, hesitam. A história equivocadamente se afastou da “história total” que fazia Fernand Braudel [1902-1985].

FOLHA – O sr. começa “A Era dos Impérios” contando uma história autobiográfica (a do encontro de seus pais no Egito) e então propõe uma reflexão sobre história e memória. Quão diferente foi escrever este volume, que se refere a passagens mais próximas do seu olhar no tempo, do que os anteriores? Leia o resto do artigo »

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O mito da redução do Estado

Postado em 5 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por Luiz Gonzaga Belluzo

Publicado no Valor Econômico de 15/09/2009.

Na edição de segunda-feira, 14 de setembro, a “Folha de São Paulo” publicou entrevista com a “especialista em desenvolvimento” australiana Linda Weiss. Ela proclama que a “a redução do papel do Estado na economia sempre foi um mito”. Disso já sabia o celebrado historiador Fernand Braudel. Em sua obra maior, “Civilização Material e Capitalismo”, Braudel escreveu: “o erro mais grave (dos economistas ) é sustentar que o capitalismo é um sistema econômico… Não devemos nos enganar, o Estado e o Capital são companheiros inseparáveis, ontem como hoje.”

Em seu curso no College de France, oferecido entre 1978 e 1979, mais tarde publicado sob o título de “Nascimento da Biopolítica”, Michel Foucault cuidou de examinar as condições da governabilidade nas sociedades de mercado. A certa altura, Foucault concluiu que a teoria econômica move-se num vazio institucional e histórico, enquanto a vida econômica dos homens concretos se movimenta numa ordem social economicamente regulada pelo direito “com base na economia de mercado”. Não se trata de mercado ou Estado, senão de uma coisa e outra.

As reformas ditas liberalizantes não afastaram, de fato, o Estado da arena econômica, mas foram empreendidas, desde o crepúsculo dos anos 70 do século passado, com o propósito de mobilizar os recursos políticos e financeiros dos Estados Nacionais para fortalecer os respectivos sistemas empresariais envolvidos na concorrência global. Leia o resto do artigo »

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A lua de mel chegou ao fim

Postado em 5 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Por Nouriel Roubini

Nos dez meses desde que George W. Bush saiu de cena, o governo Obama retratou as tarefas que enfrenta como uma série de desafios decorrentes basicamente de uma péssima herança presidencial. Da economia à saúde, da Rússia à Coreia do Norte e ao Irã, palavras como “resgate”, “reforma”, “redefinição” e “reengajamento” se destinam a salientar que o problema foi criado no plantão de outra pessoa. Isto é particularmente verdadeiro na arena geopolítica, um dos poucos lugares em que um presidente tem ampla margem de manobra para agir independentemente do Congresso.

Para a maioria dos presidentes, o prazo de vencimento dessa abordagem retórica é, aproximadamente, de dois anos – o período entre a posse e a primeira eleição de meio de mandato. Depois disso, a regra geralmente é “quebrou, comprou”. Mas, para Barack Obama, os acontecimentos conspiraram para encurtar muito essa lua de mel. Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

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Mantega quer nação pobre no G-20

Postado em 5 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Fonte: O Estado de São paulo

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, propôs adicionar uma representação dos países pobres e em desenvolvimento ao G-20, formado pelas grandes economias avançadas e emergentes. Com isso, o foro passaria a ter porta-vozes de todas as classes de países. Leia o resto do artigo »

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Rio transforma o sonho olímpico em realidade e conquista os Jogos de 2016

Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Fonte: A Gazeta online

É impossível prever quais serão os maiores atletas do planeta daqui a sete anos. Possível, sim, é saber em que palco eles vão brilhar: o Rio de Janeiro. Em uma sexta-feira histórica para o esporte brasileiro, os cariocas conquistaram em Copenhague o direito de sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Até a cerimônia de abertura no Maracanã, serão mais de 2.400 dias. Tempo de sobra para viver intensamente cada modalidade, moldar novos ídolos e, acima de tudo, deixar a cidade ainda mais maravilhosa. Superadas as rivais Madri, Tóquio e Chicago, finalmente dá para dizer com todas as letras: a bola está com o Rio. Leia o resto do artigo »

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Crise de 1929, oitenta anos depois

Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Fonte: Valor

Por Marcio Pochmann

Neste mês de outubro, mais precisamente no dia 24, registra-se 80 anos de ocorrência da mais grave crise do capitalismo de todo o século 20. O capitalismo que emergiu após a grande crise de 1929 jamais foi o mesmo.

Por um lado, o radical abandono dos pressupostos liberais de condução das políticas econômicas e sociais. Diante da clara incapacidade da economia de mercado andar por si mesma, sem o aporte, a vigilância e a politização das forças extramercados, tornou-se evidente a ascensão da mão visível do Estado. Para as nações mais industrializadas, a saída da crise foi longa e diferenciada. Leia o resto do artigo »

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Desigualdade crescente assusta a China

Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2009

Shai Oster, The Wall Street Journal, de Hangzhou, China

Fonte: Valor Econômico (30/09/09)

Quando um jovem rico atropelou e matou outro de origem modesta num racha, em maio, o incidente detonou um inflamado conflito de classe nesta próspera cidade do leste da China.

O motorista de 20 anos, Hu Bin, foi criado como o mimado filho de uma família de comerciantes rica o suficiente para comprar vários carros e apartamentos ao longo das avenidas arborizadas de Hangzhou. A vítima, Tan Zhuo, um engenheiro de telecomunicações de 25 anos, veio de um vilarejo no interior onde seus pais desempregados lutaram para arrumar dinheiro e realizar o sonho do filho de fazer faculdade em Hangzhou, uma das cidades mais ricas da China.

“Garotos ricos em carros de luxo transformam as ruas da cidade em pista de F1″, gritava a manchete de um tablóide da cidade no dia seguinte ao do acidente, detonando uma onda de indignação. Fotos do motorista em seu Mitsubishi vermelho perto do corpo da vítima foram distribuídas de forma viral na internet, transformando mais uma das 70 mil mortes ao ano por acidentes de trânsito na China numa parábola sobre injustiça social que ganhou eco entre milhões de chineses. Leia o resto do artigo »

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How Did Economists Get It So Wrong?

Postado em 30 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

By PAUL KRUGMAN

I. MISTAKING BEAUTY FOR TRUTH

It’s hard to believe now, but not long ago economists were congratulating themselves over the success of their field. Those successes – or so they believed – were both theoretical and practical, leading to a golden era for the profession. On the theoretical side, they thought that they had resolved their internal disputes. Thus, in a 2008 paper titled “The State of Macro” (that is, macroeconomics, the study of big-picture issues like recessions), Olivier Blanchard of M.I.T., now the chief economist at the International Monetary Fund, declared that “the state of macro is good.” The battles of yesteryear, he said, were over, and there had been a “broad convergence of vision.” And in the real world, economists believed they had things under control: the “central problem of depression-prevention has been solved,” declared Robert Lucas of the University of Chicago in his 2003 presidential address to the American Economic Association. Read more…

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