Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Enviado por Arthur Adolfo Guarido Garbayo – 29/01/2008
OIT apresenta o Panorama Laboral da América Latina e Caribe O desemprego urbano caiu pelo quinto ano consecutivo e a tendência continuará em 2008 se forem cumpridos os prognósticos de crescimento econômico
Lima (Notícias da OIT) – A taxa de desemprego urbano caiu pelo quinto ano consecutivo na América Latina e no Caribe durante 2007 e existe a possibilidade de ser mantida a tendência em 2008, ainda que isto dependa da forma pela qual as previsões de crescimento sejam afetadas pela volatilidade da economia, diz o escritório regional da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Leia o resto do artigo »
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Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Resumo da conjuntura econômica Chinesa e seu comércio com o Brasil.
Enviado por Arthur Adolfo Guarido Garbayo – 29/01/2008
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Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Questões e posições chinesas no trimestre.
Enviado por Arthur Adolfo Guarido Garbayo – 29/01/2008
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Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho
do Blog do Jefferson
Na semana passada, a filha do ex-presidente John Kennedy, Caroline Kennedy, declarou apoio a Barack Obama num artigo publicado no New York Times. Também o congressista Patrick Kennedy, sobrinho de Ted, declarou estar ao lado de Obama. Desta vez foi outro integrante da família mais poderosa da política americana que manifestou apoio à candidatura do senador de Illinois. Trata-se de ninguém menos que Ted Kennedy, um dos mais poderosos senadores americanos e herdeiro político dos clã Kennedy – “a família real americana”. Ao anunciar para uma platéia de jovens universitários seu apoio a Barack Obama, Ted Kennedy, que está no Congresso desde 1962, disse que Obama traz de volta a “esperança”. Leia o resto do artigo »
Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Internacional, Jefferson Milton Marinho | 6 Comentários »
Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
O equívoco do plano
Unidos, George W. Bush, durante discurso em White Sulphur Springs, na Virgínia Ocidental
PAUL KRUGMAN
DO “NEW YORK TIMES”
OS DEPUTADOS democratas e a Casa Branca chegaram a um acordo sobre um plano de estímulo econômico.
Infelizmente, o plano -que essencialmente consiste em nada mais que cortes de impostos e dá a maior parte desses cortes para pessoas em situação financeira bastante boa- parece defeituoso.
Especificamente, os democratas parecem ter recuado diante da rigidez ideológica do governo Bush, abandonando as exigências de medidas que teriam ajudado os mais necessitados. E seriam essas mesmas medidas que poderiam realmente ter tornado eficaz o plano de estímulo. São palavras duras, por isso deixem-me explicar o que está acontecendo.
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Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O presidente George W. Bush pediu confiança aos cidadãos norte-americanos no seu último discurso anual ao Congresso dos EUA. Bush Jr. Admitiu que o país passa por um momento de incerteza, mas ressaltou a capacidade da maior economia do mundo em superar crises econômicas.
Na verdade, o presidente dos EUA esqueceu de salientar o papel omisso do ex-presidente do FED (o Banco Central dos EUA), o mago neoliberal Alan Greenspan, que fez vista grossa para o crescimento da bolha imobiliária durante os últimos anos (clique aqui para ler mais).
A história se repete. Na época de bonança, prevalece o ideário liberal, que prega a auto-regulação do mercado, a função da especulação estabilizadora, etc. Já quando bate a crise, o Estado, através de governos e autoridades monetárias, são chamados a campo para dar uma “mãozinha”.
Clique aqui para ler nosso manifesto.
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Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Em um estimulante ensaio publicado ontem na edição dominical do New York Times, Parag Khanna, pesquisador senior do American Strategy Program da New American Foundation, faz um interessante recorrido dos aspectos mais relevantes do declínio da hegemonia americana no mundo contemporaneo. Escapando das análises mais convencionais, Parag Khanna paralelamente aponta o forte declínio de uma Rússia ( ” seu declínio populacional oscila em torno a meio milhão de cidadãos anualmente ou mais, significando que a Rússia não será muito maior que a Turquia por volta de 2025 – população esta que estará dispersa em um país tão vasto que nem fará sentido como um só país” ) condenada a se incorporar à Europa ou torna-se uma petro-vassala da China , assinala o papel crescente dos países que chama de “segundo mundo” – os BRICS que já não são mais integrantes do antigo “terceiro mundo” – e,last but not least, antevê a geopolítica do século XXI ancorada em três pan-regiões hemisféricas – zonas econômicas longitudinais dominadas pelos Estados Unidos, pela Europa e pela China. Leia o resto do artigo »
Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Internacional | Sem Comentários »
Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – Numa decisão surpreendente para alguns, o Banco Central norte-americano (FED), que não é bobo, reduziu a taxa de juros básica da economia norte-americana em 0,75% em reunião extraordinária na última semana. Muitos analistas acreditam que o FED possa dar um repeteco na semana que segue.
De fato, o FED tenta consertar o erro cometido na gestão do “maestro” do neoliberalismo, Alan Greenspan, que fez vista grossa para a bolha que se formava no mercado imobiliário. Agora, não adianta choramingar sobre argumentos como o moral hazard (risco moral). A única saída que se coloca é a injeção de liquidez para que a crise financeira não afete a macroeconomia do emprego e da renda.
No que diz respeito aos países tropicais, resta torcer para que a China mantenha seu crescimento e, por conseguinte, sua demanda por commodities em alta, para que nossas variáveis macroeconômicas não sejam seriamente afetadas. O FED, graças aos deuses, tem ignorado a cartilha econômica convencional, e na hora do “pega pra capar”, tem recorrentemente mandado a ortodoxia econômica às favas. Como dizia minha vovozinha, na prática a teoria é outra.
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