Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Folha de S. Paulo – 1/2/2008
Em defesa de um estímulo fiscal
DOMINIQUE STRAUSS-KAHN – diretor-gerente do FMI
Só cortar juros pode não ser suficiente; é preciso um estímulo fiscal para elevar a demanda
HÁ UMA desaceleração econômica mundial em curso: problemas no mercado de imóveis norte-americano, desgaste no sistema financeiro europeu e dos EUA, e já há um início de desaceleração do crescimento das demais regiões. É evidente que, da perspectiva do FMI, as considerações de médio prazo têm importância crucial. Mesmo assim, isso não impede o emprego de políticas efetivas que contrariem o ciclo econômico. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Um retrato um tanto ou quanto laudatório de Barack Obama, mas mostrando
porquê esta figura enigmática cresceu tanto entre os eleitores jovens a
ponto de colocar em xeque a super-favorita Hillary Clinton…
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Postado em 2 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Publicado no Jornal do Commercio de 29/01/08)
Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia
Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia
Alan Greenspan, o ex-presidente do Banco Central Americano, afirmou em seu
recém lançado livro de memórias: “Entristece-me que seja politicamente
inconveniente reconhecer o que todos sabem, que a guerra no Iraque é,
sobretudo, por causa do petróleo”. Dessa forma, os EUA e seus aliados,
dentre eles a Inglaterra, objetivavam não só garantir o suprimento do
petróleo a partir daquele país, como tornar mais seguros os fornecimentos
da Arábia Saudita e de outros países árabes. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – São Paulo
Brasil
O assunto que dominou Brasília nesta semana foi a posse do senador maranhense Edson Lobão Filho. Lobão Filho acertou uma saída amistosa do DEM. Para o partido, seria inaceitável manter em seus quadros o filho de um ministro do governo. O senador chega ao Congresso sob acusações de utilização de laranjas para sonegação de impostos, ocultação de sociedade e irregularidades na venda de uma emissora de televisão no interior do Maranhão (clique aqui para ler reportagem da Folha).
Economia
Já a economia se encontra em tempos de turbulências. O FED (Federal Reserve Bank ou Banco Central norte-americano) anunciou nesta semana uma nova redução da taxa de juros básica. Desta vez, os juros foram reduzidos para 3% ao ano (clique aqui para ler mais). O FED, que não é bobo, está receoso quanto à possibilidade de uma recessão na maior economia do mundo, resultante da crise do mercado de crédito imobiliário dos EUA. A autoridade monetária deixou claro que tomará as medidas necessárias para conter a crise, mesmo em detrimento da inflação. Lá as prioridades são outras.
Internacional
O destaque internacional fica para as eleições dos EUA (clique aqui para ler mais). Os pré-candidatos Rudolph Giuliani, do Partido Republicano, e Jonh Edwards, do Partido Democrata, desistiram da disputa, após realização das prévias do estado da Flórida. As atenções agora se voltam para a super-terça, dia no qual 20 estados escolherão seus pré-candidatos. Do lado republicano, a disputa permanece entre o senador Jonh McCain e o ex-governador Mitt Romney. Já a contenda democrata será entre os senadores Hillary Clinton e Barack Obama.
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Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
VALOR – 30/01/2008
José Luís Fiori é professor titular do Instituto de Economia da UFRJ e autor do livro “O Poder Global e a Nova Geopolítica das Nações” (Editora Boitempo, 2007). Escreve mensalmente às quartas-feiras.Em agosto de 1823, o ministro de relações exteriores da Inglaterra, George Canning, propôs ao embaixador americano em Londres, Richard Rush, uma declaração conjunta contra qualquer “intervenção externa” na América Latina. O presidente James Monroe, apoiado no seu secretário de Estado John Quincy Adams, declinou o convite inglês. Leia o resto do artigo »
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Postado em 31 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – Em nota divulgada após o corte de 0,50%, o Banco Central norte-americano (Federal Reserve Bank, ou simplesmente FED) enfatizou o peso da crise de crédito nos EUA sobre o mercado financeiro. A crise teve sua origem no mercado de crédito imobiliário subprime, aquele com maior risco, e posteriormente se espalhou para todo o sistema de crédito norte-americano.
Além da pressão sobre os mercados financeiros, o FED assinalou sua preocupação com a macroeconomia do emprego e da renda. Segundo a nota, o nível de emprego vem demonstrando enfraquecimento, o que também justifica a redução da taxa de juros.
Por fim, o FED reconhece os possíveis efeitos de suas decisões sobre a inflação. Mas o que se vê, do ponto de vista prático, é uma preocupação com a manutenção do crescimento e do nível do emprego, mesmo em detrimento de um determinado nível inflacionário. Lá as prioridades são outras.
Clique aqui para ler nosso manifesto.
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Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Análise IEDI (29/01/2008)
Os países em desenvolvimento que não integram a OCDE têm ampliado sua participação nas atividades mundiais de P&D nos últimos anos. Embora o relatório recentemente publicado pela OCDE (Science, Technology and Industry Scoreboard) e objeto de uma resenha hoje divulgada na Carta IEDI, alerte sobre a heterogeneidade e possível superestimação nos dados desses países, a amostra de vinte países pesquisados equivalia, em 2005, a 21,4% do total conjunto dos gastos com P&D (em dólar corrente com paridade de poder de compra) da OCDE e das economias não-membros da OCDE, contra 17% em 2000.

Fonte: www.iedi.org.br
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Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O Banco Central norte-americano (Federal Reserve Bank, ou simplesmente FED) reduziu hoje novamente a taxa de juros, agora para 3% ao ano. Tal fato não ocorria desde os atentados de 11 de setembro.
O interessante desta história é o fato de que o neoliberalismo só vale para as colônias. Na hora do aperto, o FED mais uma vez rasga a cartilha ortodoxa e assume um inevitável pragmatismo, para livrar o país (e talvez o mundo) dos efeitos da bolha imobiliária, que só não percebida pelo mago do neoliberalismo Alan Greenspan (clique aqui para ler mais).
Como bem nos lembrou a Professora Maria da Conceição Tavares (clique aqui para ler a entrevista), o FED, ao contrário da nossa autoridade monetária, olha a inflação, mas também o crescimento. Em outras palavras, não sofre de surtos obsessivos inflacionários.
Clique aqui para ler nosso manifesto.
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