Postado em 2 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
O Burundi é um dos países com o menor índice de poluição per capita do planeta. Uma pessoa nos Estados Unidos polui o planeta quase 400 vezes mais do que um burundiano, segundo dados do governo americano. Clique aqui para ler a matéria na BBC Brasil.
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Postado em 2 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira
Fonte: Folha de S. Paulo
Os governos usam critérios distintos de metas de emissão quando as estabelecem e não há garantia de que as cumpram
À medida que se aproxima a conferência sobre o aquecimento global de Copenhague, aumenta a preocupação sobre a possibilidade de seu fracasso. Nesse clima, Thomas Stocker, presidente do Grupo de Especialistas sobre o Aquecimento Global, manifestou-se em recente entrevista ao “Monde” (24.11.2009) sua indignação contra os “negacionistas” financiados por empresas de petróleo e de mineração que buscam pôr em dúvida as evidências científicas sobre o fenômeno. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por Eduardo Gomes e Rodrigo Medeiros
Fonte: Monitor Mercantil
Há uma desconfiança generalizada no ar quanto à capacidade do encontro de Copenhague de definir efetivos acordos políticos sobre os cortes de emissões dos países ricos. Os países emergentes, por sua vez, também precisariam apresentar ações sustentáveis.
Nesse sentido, chama atenção a proposta chinesa. Segundo informações das agências internacionais de notícias, os chineses estão propondo cortar, até 2020, de 40% a 45% na sua “intensidade de carbono” em relação aos níveis de 2005.
Por intensidade de carbono chinesa deve-se compreender o montante de dióxido de carbono emitido para cada unidade de seu Produto Interno Bruto (PIB). Não se pode deixar de notar como os chineses estão preocupados em conciliar crescimento econômico com ganhos graduais de eficiência e produtividade. Leia o resto do artigo »
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Postado em 27 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
By PAUL KRUGMAN
Op-Ed Columnist
Should we use taxes to deter financial speculation? Yes, say top British officials, who oversee the City of London, one of the world’s two great banking centers. Other European governments agree – and they’re right.
Unfortunately, United States officials – especially Timothy Geithner, the Treasury secretary – are dead set against the proposal. Let’s hope they reconsider: a financial transactions tax is an idea whose time has come.
The dispute began back in August, when Adair Turner, Britain’s top financial regulator, called for a tax on financial transactions as a way to discourage “socially useless” activities. Gordon Brown, the British prime minister, picked up on his proposal, which he presented at the Group of 20 meeting of leading economies this month. Leia o resto do artigo »
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Postado em 26 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Escrito por Octávio Rodriguez, um proeminente técnico da CEPAL, a empreitada de “O Estruturalismo Latino-americano” é ambiciosa. Mais do que uma reconstituição histórica do pensamento econômico e social, o livro procura codificar as “idéias-chave” do estruturalismo, mostrar sua articulação como corpo doutrinário relativamente coeso e reivindicar a sua atualidade como alternativa racional ao neoliberalismo e ao marxismo. O artigo é de Plínio de Arruda Sampaio Jr., para o sexto número do Jornal de Resenhas, que acaba de ser lançado.
Fonte: Carta Maior
Plínio de Arruda Sampaio Jr. – Jornal de Resenhas
O ESTRUTURALISMO LATINO-AMERICANO
Octavio Rodríguez
Tradução: Maria Alzira Brum Lemos
CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA/CEPAL
698 p., R$ 89,00
“O Estruturalismo Latino-Americano” é um substancioso compêndio sobre a formação, consolidação, desdobramento e metamorfose da corrente de pensamento vinculada à tradição política e ideológica do reformismo burguês – tradição que tem como denominador comum a crença de que é perfeitamente possível realizar a utopia de um capitalismo civilizado na periferia do sistema econômico mundial. Escrito por Octávio Rodriguez, um proeminente técnico da CEPAL, a empreitada é ambiciosa. Mais do que uma reconstituição histórica do pensamento econômico e social, o livro procura codificar as “idéias-chave” do estruturalismo, mostrar sua articulação como corpo doutrinário relativamente coeso e reivindicar a sua atualidade como alternativa racional ao neoliberalismo e ao marxismo.
Tendo como referência fundamental as idéias elaboradas no âmbito da CEPAL, o trabalho de Rodriguez não apenas sintetiza e completa seu livro anterior, Teoria do subdesenvolvimento da CEPAL, escrito no final da década de 1970, como amplia o espectro da análise, incluindo temáticas que extrapolam o âmbito estrito da reflexão econômica e incorporando movimentos teóricos que se afastam explicitamente a filiação ao estruturalismo, como é o caso da chamada “Escola de Campinas”, capitaneada por João Manuel Cardoso de Mello e Maria da Conceição Tavares, e da reflexão de Celso Furtado a partir de suas obras O mito do desenvolvimento e Prefácio à nova economia política. Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
“Neutrinos sofrendo mutações? Darwin virou astrofísico?”
Marcelo Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA).
Fonte: Jornal da Ciência
No fim de semana passado, o filme “2012″, dirigido pelo mestre do cinema-catástrofe Roland Emmerich (de “Independence Day” e “O Dia Depois de Amanhã”), explodiu nas telas mundo afora. Segundo o jornal L.A. Times, o faturamento estimado, só no primeiro fim-de-semana, foi de US$ 225 milhões.
Um dos maiores da história. Por que tanta gente quer ver o mundo acabar? Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Fonte: Carta Capital
Por Delfim Netto
Não há clima para salvar o clima na cúpula de Copenhague. Ponto. Toda aquela gigantesca expectativa de que se iria pavimentar um acordo agora em dezembro, limitando a emissão de CO2 para que a Terra aqueça “apenas” 2% até 2020 (o Plano 450), desmanchou-se no ar…
Estados Unidos e China honestamente assumiram, domingo passado, em Cingapura, durante o Fórum de Cooperação Ásia-Pacífico, a posição que não há tempo para costurar nenhum tratado com força de lei. Diante da indignação geral, cinicamente acomodaram-se. Deve-se agora esperar apenas algum tipo de comprometimento político de cortar as emissões. O G-2, formado pelos dois maiores emissores de gases de efeito estufa, decidiu que o mundo deve aguardar o ano que vem e nisso obtiveram a adesão dos demais dezenove países asiáticos presentes no fórum. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
DOCUMENTO INFORMATIVO
A edição de 2009 do Panorama social da América Latina vincula as dinâmicas de pobreza e distribuição da renda com os sistemas de proteção social, dando especial atenção às respostas destes sistemas aos impactos sociais da atual crise e suas projeções no médio e longo prazo. Neste contexto, presta-se especial atenção ao impacto das transferências públicas, dinâmica do gasto social, mecanismos de reprodução da vulnerabilidade social e mudanças em relações de gênero e geração. Estas mudanças apresentam desafios significativos na combinação entre o Estado, o mercado e as famílias na provisão do bem-estar.
Neste contexto, a edição se divide em duas partes. A primeira inclui o capítulo permanente sobre a pobreza e a distribuição da renda na região; no segundo capítulo essa dinâmica se vê matizada com análises sobre o gasto social, transferências monetárias e programas de transferências com condicionalidade; no terceiro, a pobreza e a vulnerabilidade social são examinadas à luz do cenário de crise e pós-crise, e como isso é mediado pelos sistemas de proteção social de que dispõem os países. A segunda parte se dedica com especial atenção à economia do cuidado. Inclui um capítulo sobre o trabalho remunerado e não remunerado, sob uma perspectiva de gênero, que destaca as desigualdades e dívidas pendentes na divisão sexual do trabalho; um capítulo que mostra as dinâmicas e projeções demográficas e como elas colocam urgências de curto e médio prazo nas atividades de cuidado; e um capítulo final dedicado às implicações normativas destas transformações.
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