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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

Territórios da Cidadania no território da discórdia

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em Valor Online (restrito a assinantes), em 20/03/2008

Por Arilson Favareto*

Depois do Bolsa Família e do Programa de Aceleração do Crescimento, é a vez de um novo programa do governo federal despertar polêmicas e polarizações absurdas, o Territórios da Cidadania. Discórdias cuja expressão mais visível foi a recente troca de farpas entre os presidentes da República e do Supremo Tribunal Federal. Em resumo, o novo programa prevê investimentos na casa dos 11 bilhões de reais, através de 16 ministérios, materializados em um pacote de 127 ações. Tudo isso com o objetivo de reduzir a pobreza nas regiões interioranas do Brasil. Para uns, trata-se de uma inovação nunca antes vista na história desse país. Para outros, mais uma manobra visando apenas angariar votos em ano eleitoral.

Esse clima de derby futebolístico não é como a jabuticaba, um privilégio brasileiro. Também na França ou nos EUA é comum que os formadores de opinião dividam-se em querelas absurdas, que costumam mais esconder do que iluminar as contradições que são inerentes a qualquer política pública. Para fugir das simplificações é preciso evitar o que o sociólogo Pierre Bourdieu chamava de amnésia da gênese, e relembrar porque a idéia de território alcança o repertório dos planejadores de políticas. Leia o resto do artigo »

Postado em Crônicas, Desenvolvimento, Desenvolvimento Regional, O que deu na Imprensa, Política Social | Sem Comentários »

DEBATE II, porque o conceito de poupança é subvertido para defender as políticas conservadoras do Banco Central

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Caro Pedro,

Agradeço seus comentários novamente. Sobre o último post que publiquei:

** DEBATE **: O BANCO CENTRAL DO MEIRELLES ESTÁ CERTO OU ESTÁ SABOTANDO O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL

Vou tentar pontuar esses argumentos, assim como os de outros colegas que comentaram.

Desculpe, vou usar um pouco de ironia, primeiro porque quero sublinhar as idiossincrasias de certas teorias, segundo porque estou muito cansado e está difícil ser mais suave, terceiro porque há umas coisas que são melhor compreendidas com um certo humor.

Obrigado,

Meus comentários estão em azul.

Pedro Disse:

Gustavo, não entendi seu argumento sobre poupança e investimento.

Imagine que João possui uma banana e Zeca, uma maçã. Ambos plantam as sementes de cada fruta (capital), trabalham e geram 11 bananas e 11 maçãs, respectivamente. Ou seja, o PIB (fluxo) é 10 bananas e 10 maçãs. Possivelmente (não é necessário), eles realizam trocas e cada um termina com cinco bananas e cinco maçãs para consumir no período em questão.

CASO 1: Se ambos consumirem as cinco bananas e cinco maçãs (ou a sua produção autônoma, caso não tenham ocorrido trocas), não há capital para o período seguinte, e a produção será menor, ou até mesmo zero, caso capital seja um insumo essencial (obviamente, como nesse exemplo e em toda a atividade agrícola). Recessão.

Caro Pedro,

Como eu já disse, não vivemos em um planeta onde só existe 2 pessoas e dois tipos de frutas e no nosso mundo banana não tem semente. Esse mundo Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 18 Comentários »

Políticas de estímulo à produção terão R$ 251 bi

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: VALOR

Escrito por Cristiano Romero

Chama-se “Política de Desenvolvimento Produtivo” a nova política industrial que o governo pretende anunciar nos próximos dias. Ela prevê, segundo apurou o Valor, investimento de R$ 251,6 bilhões, entre este ano e 2010, em 24 setores da economia. Do total a ser aplicado, R$ 210,4 bilhões dizem respeito a recursos do BNDES e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). O restante virá do orçamento do Ministério da Ciência e Tecnologia e do chamado PAC do setor de tecnologia e informação (TI). Além desses recursos, o governo estuda medidas de desoneração tributária e de depreciação acelerada de investimentos.

A nova política industrial, a segunda do governo Lula em quatro anos, tem metas ambiciosas. A primeira meta, segundo documento obtido com exclusividade pelo Valor, é ampliar a taxa de investimento da economia, medida pela Formação Bruta de Capital Fixo, de 18,6% para 21% do PIB até 2010. Para tanto, o crescimento médio anual da FBCF terá que ser de 11,6%, taxa inferior à que vem sendo obtida nos últimos trimestres. Se isso acontecer, a economia estará investindo em 2010 o equivalente a R$ 604 bilhões – em 2006, investiu R$ 390 bilhões. A ampliação dos investimentos numa velocidade superior à do PIB é, segundo um integrante da equipe econômica, crucial para sustentar taxas de crescimento elevadas nos próximos anos, sem perder o controle da inflação ou gerar problemas no balanço de pagamentos. Leia o resto do artigo »

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Entrevista – ROBERTO MANGABEIRA UNGER

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

”Tenho muitas idéias, só não tenho caneta”

Publicado originalmente na Revista ISTOÉ – Independente, em 25/03/2008

Por Rudolfo Lago e Octávio Costa

O ministro diz que há uma nova classe média no País, mestiça e morena, e defende a idéia de o Estado impor o capitalismo

Pelo corredor, circulam diversos soldados e oficiais. Atrás de uma grande porta de carvalho, do centro de uma ampla sala, emerge um senhor de cabelos brancos cortados à escovinha, forte sotaque americano, terno escuro e grossa corrente de um relógio de bolso presa ao colete. O ministro da Secretaria de Planejamento de Longo Prazo é o primeiro civil a despachar numa sala dentro do prédio do Comando do Exército, na Esplanada dos Ministérios. O excelente relacionamento com as Forças Armadas tem sido uma das maiores surpresas de Roberto Mangabeira Unger na sua primeira experiência de governo. Acadêmico de esquerda, o ministro passou boa parte de sua vida nos EUA, onde se tornou um respeitado professor de direito na Universidade de Harvard – mas nunca deixou de pensar o Brasil. Depois de diversas tentativas de ingressar na política brasileira (foi, por exemplo, guru de políticos como Leonel Brizola e Ciro Gomes), Mangabeira Unger chegou ao poder pelas mãos do vice-presidente José Alencar. Agora, ele tem pela frente alguns desafios. Precisa convencer os brasileiros de que por trás da figura exótica de fala enrolada não há um professor aloprado, mas alguém com conteúdo. E de que suas propostas não são um amontoado de quimeras inexeqüíveis, mas um modelo possível e que pode começar a ser realizado desde já. Os militares parecem ter aceitado as suas idéias. Falta convencer o restante da sociedade. À ISTOÉ Mangabeira Unger explicou seu modelo para o Brasil.

ISTOÉ - Qual é a fórmula que o sr. preconiza para o País?

Roberto Mangabeira Unger – Eu fui convocado pelo presidente para a tarefa de ajudar a formular e debater um novo modelo de desenvolvimento para o País. Tradicionalmente, os setores avançados e internacionalizados da economia brasileira crescem e geram riqueza. E parte dessa riqueza é usada para financiar programas sociais. Agora, a Nação quer mais do que isso. Sou um inconformado com essa visão de Suécia tropical, de que esse é o único modelo possível a ser seguido. É preciso que se busque um modelo de desenvolvimento na ampliação dessas oportunidades de inclusão, não apenas de políticas compensatórias. Meu trabalho divide-se em duas vertentes. A primeira é a da visibilidade prática e política. A segunda é a da fecundidade transformadora. Escolhi essas iniciativas em cinco grandes campos: oportunidade  econômica, oportunidade  educativa, gestão política, Amazônia e Defesa.

ISTOÉ – E na economia, qual é a idéia?

Mangabeira – Estamos trabalhando com os ministros da Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio a formulação de uma nova política industrial. Nós temos hoje uma política voltada para as grandes empresas, enquanto a realidade econômica é de um grande número de pequenas empresas e empreendimentos emergentes que não são assistidos. Então, precisamos criar o que chamo de política industrial de inclusão.

ISTOÉ – O que é isso?

Mangabeira – Uma política industrial voltada para o mundo dos emergentes, que compreenda as mudanças que estão acontecendo na economia do País. Crédito, formação de quadros e incremento tecnológico. Isso é fundamental. Nós temos que ter uma Embrapa industrial.

ISTOÉ – Uma Embrapa industrial?

Mangabeira – Uma empresa nos moldes do que faz a Embrapa na agricultura para a difusão de tecnologia industrial. Uma rede que difunda junto aos empresários novas técnicas, modelos e aprimoramento de mão-de-obra. Nós estamos ameaçados de ficar imprensados entre os países de trabalho barato e os países de produtividade alta, sem espaço nem em um nem no outro lado. Eu tenho argumentado que temos de optar pelo lado da valorização do trabalho e não pelo achatamento salarial. Nós não temos futuro como uma China com menos gente. Nós temos que resgatar da informalidade os 60% de trabalhadores brasileiros que trabalham nas sombras, isso é um desastre para o País. Não apenas um desastre econômico, mas político e moral.

ISTOÉ - O que o Sr. chama de estimular não seria uma intervenção do Estado na economia?

Mangabeira – Não é apenas pensar o Estado como interventor na economia, mas como indutor da economia que queremos. Usar o Estado para fazer o mercado. Para estimular e radicalizar a concorrência. Para impor o capitalismo desejado. Para construir o mercado que se quer. Para que mais gente tenha acesso ao mercado, e de mais maneiras. Leia o resto do artigo »

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** DEBATE **: O BANCO CENTRAL DO MEIRELLES ESTÁ CERTO OU ESTÁ SABOTANDO O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Abaixo reproduzo umas trocas de comentários que tive com o economista Pedro. Pedro levantou pontos muito pertinentes sobre meu artigo anterior:

Por que o Brasil ainda é um dos que menos cresce entre os emergentes? Porque o Meirelles ainda não é Presidente da República

Fiz uma réplica sobre seus comentários esclarecendo meus pontos de vista. Gostei do resultado e resolvi colar aqui como um artigo para o blog. Acho que essa é uma discussão importante para os tempos atuais. Segue abaixo o debate:

Prezado Pedro,

Agradeço pelo comentário e pela forma tão educada de expor uma posição que é visivelmente tão divergente da minha. Não é fácil. Dou grande valor a isso.

O debate faz crescer a todos que participam. Vamos os pontos. Vou escrever em azul minhas posições, no meio de uma cópia do seu comentário.

Leia abaixo, por favor:

Caro,

senti falta de alguns pontos na sua análise. Se possível, gostaria de conhecer sua posição.

1) vc não mencionou em nenhum momento a palavra “poupança”. Na China e nos demais caso de sucesso na Ásia (Japão e tigres), a taxa de poupança interna é muito mais alta do que no Brasil (note que não se trata de poupança bruta, mas de taxa, que é determinada por fatores estruturais e não é signitivamente afetada pelo investimento prévio, como na análise keynesiana de curto prazo). Como a taxa de poupança baixa limita o crescimento, o quanto esse fator é que vem determinando o baixo crescimento brasileiro, e não o BC?

Os economistas ortodoxos confundem o conceito de poupança. No debate mais político tratam o conceito quase como o senso comum trata, como estoque de ativos, como uma caderneta de poupança. Mas na economia poupança é fluxo.

Não citei a palavra poupança porque ela é inútil. Na verdade, poupança no sentido que os economistas usam simplesmente não existe. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 13 Comentários »

Perspectivas econômicas da recauchutagem do continuísmo

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Rodrigo Loureiro Medeiros*

O relatório de mercado do Banco Central do Brasil, o Boletim Focus (20/03/2008), vem apontando tendências preocupantes. Segundo as estimativas, há perspectivas de déficits em transações correntes para 2008 (US$-9,75 bilhões) e 2009 (US$-13,00 bilhões). O ritmo de crescimento econômico, por sua vez, deverá sofrer desaceleração nos próximos tempos, 4,5% para 2008 e 4,0% para 2009. Abaixo, portanto, dos 5,4% de 2007.

Onde estariam os efeitos multiplicadores do PAC?

Quanto à Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, o respectivo relatório aponta para 12,00%a.a., em 2008, e 11,75%a.a., em 2009. Profecias auto-realizáveis? Parece até um reforço, uma espécie de tropa de choque, para Meirelles manter elevada a taxa básica de juros brasileira. Não se pode deixar de notar que as médias das taxas básicas nominais dos países estão na casa de um dígito há algum tempo. Quando se descontam as respectivas inflações nacionais, há taxas básicas reais negativas. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Rodrigo Medeiros | 3 Comentários »

Um freio de arrumação

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente Correio Braziliense, em 22/03/2008

Por Vicente Nunes

Com o objetivo de evitar que o forte crescimento do consumo interno leve a uma demanda superior à oferta de produtos, o que poderia provocar reajustes de preços, o governo trabalha em duas frentes: convencer grandes empresas a investirem na ampliação da capacidade de produção e reduzir a oferta de crédito, limitando o prazo dos financiamentos para no máximo 36 meses – hoje, há empréstimos de até 99 meses. Ao longo da próxima semana, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, se reunirá com bancos, siderúrgicas e indústrias para explicar o “freio de arrumação” proposto pelo governo. “Essa velocidade de crescimento da demanda não é saudável. Há hoje um descompasso entre produção e consumo. E o que queremos é equilibrar o jogo”, avisa o ministro.

Conjuntura

Preocupado com o crescimento da demanda acima da capacidade de produção, principalmente devido ao crédito fácil, Fazenda e BC querem reduzir prazos de financiamento e elevar os investimentos

O governo vai usar todos os instrumentos disponíveis para conter o consumo das famílias – hoje, a principal ameaça à inflação – para que o Banco Central não seja obrigado a aumentar a taxa básica de juros (Selic), que, desde setembro do ano passado, está em 11,25%. Os alvos preferenciais para o que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, chama de “freio de arrumação” da economia serão o crédito e os investimentos. De um lado, a meta é reduzir, para no máximo 36 meses, os prazos de pagamento dos empréstimos e dos financiamentos, sobretudo os de automóveis, que chegam a até 99 meses. De outro, o objetivo é convencer as empresas a ampliarem os investimentos nos parques produtivos para que mais mercadorias sejam ofertadas aos consumidores.

A ação comandada por Mantega para manter o crescimento sustentado começará na segunda-feira. O ministro chamou representantes do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS) para um encontro em Brasília. Ele quer saber por que os preços do aço subiram tanto, quais as previsões para a produção do setor e se há riscos de escassez do produto, consumido principalmente pela indústria automobilística, cujas vendas crescem acima de 30%, tornando-se um dos principais focos de inflação. Na quarta-feira, a conversa será com os presidentes dos principais bancos do país. Entre as instituições privadas, já confirmaram presença Márcio Cypriano, do Bradesco; Roberto Setúbal, do Itaú; e Fábio Barbosa, do Santander-Real e comandante da Febraban, a federação do setor. Entre os bancos públicos, estarão presentes Antônio Lima Neto, do Banco do Brasil, e Maria Fernanda Coelho, da Caixa Econômica Federal. Na sexta-feira, em São Paulo, Mantega falará com empresários ligados ao Instituto Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Leia o resto do artigo »

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O pensamento de Celso Furtado

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Ciclo de conferências sobre O PENSAMENTO DE CELSO FURTADO

O Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento tem o prazer de convidar para o

Ciclo de conferências

O PENSAMENTO DE CELSO FURTADO

a realizar-se em sua sede, no Rio de Janeiro, de 1 de abril

Todas as conferências serão às terças-feiras, das 16h às 18h. a 27 de maio de 2008.

O ciclo é aberto a estudantes, pesquisadores e interessados em geral na obra e no pensamento de Celso Furtado, patrono do Centro.
Por questões de limitação de vagas, os interessados devem se inscrever obrigatoriamente pelo email centro@centrocelsofurtado.org.br até o dia 26 de março.

Será conferido um certificado de presença aos que o desejarem e assistirem ao ciclo completo.

PROGRAMAÇÃO:

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