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Blog do Desemprego Zero

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“IBGE: trabalho com carteira assinada é recorde no País” é uma das boas novas de hoje

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transportes, em 27/03/2008

Por José Augusto Valente*

O mês de fevereiro de 2008 mostrou o mais alto patamar de formalização do mercado de trabalho nas seis principais regiões metropolitanas do País desde o início da série histórica do IBGE, em março de 2002.

O gerente da pesquisa mensal de emprego do instituto, Cimar Azeredo, mostrou dados que revelam que, no mês passado, o porcentual de trabalhadores formais no total de ocupados, somando empregados com carteira assinada e funcionários públicos, chegou a 54,6%.

O porcentual é o maior de toda a série e também o maior entre os meses de fevereiro de 2007 (52,9%), 2006 (52,2%), 2005 (50,7%), 2004 (50%), 2003 (51,6%) e 2002 (52%). Segundo ele, a formalização recorde reflete a melhoria no cenário econômico e a mudança da estrutura no mercado de trabalho.

A conseqüência da maior formalização, segundo ele, é um aumento do poder de compra dos trabalhadores, da contratação de crédito e do consumo.

Não cansamos de repetir que esse quadro de aumento da capacidade de consumo da população, pela elevação do emprego e da renda, é um fator que exige uma revisão dos planos estratégicos relativos aos investimentos em infra-estrutura de transportes (em especial o PNLT), já que impacta diretamente na geração de movimentação de cargas.

*José Augusto Valente: engenheiro e trabalho há 35 anos na área de transportes. Fui Presidente do DER-RJ em 2002 e titular da Secretaria de Política Nacional de Transportes, do Ministério dos Transportes, no período de maio/2004 a junho/2007. Atualmente atuo como Consultor em Logística e Transporte.

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Cerco ao desenvolvimento

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

O novo, o coordenador do Grupo de Análises e Projeções do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Gap/Ipea), Miguel Bruno, divulgou Boletim de Conjuntura esta semana trazendo uma série de inovações, mas a imprensa só ressaltou dois aspectos: 

1)      O PIB deve crescer menos em 2008 (verdade)

2)      Inflação preocupa Ipea (mentira) 

Miguel Bruno disse – e ninguém publicou – que a participação da massa salarial como proporção do PIB, após desabar nas últimas décadas, se mantém estagnada atualmente, crescendo, no máximo, na proporção do PIB. O economista afirmou também que a indústria não está repassando os ganhos de produtividade e que o custo unitário do trabalho está caindo. “Portanto, não há risco de pressão da demanda sobre os preços”, enfatizou Bruno, numa coletiva que pode ser considerada histórica se compararmos a postura do Ipea nas últimas décadas.

O novo coordenador do Gap/Ipea classificou como “precipitada” a ameaça do Banco Central de elevar a taxa de juros por conta de um suposto repique inflacionário. “Se a capacidade instalada está no limite, elevar juros vai desestimular o investimento na ampliação e tornar crônico o problema da inflação”, comentou Bruno.O que preocupa o Ipea na realidade – e que ninguém publicou – é a deterioração das contas externas e a sobrevalorização cambial, “outro problema que será agravado se o BC elevar a taxa de juros”, frisou Miguel Bruno. 

Câmbio fez PIB encolher 1,4 ponto no ano passado

Segundo cálculos do especialista em finanças públicas Amir Khair, as importações em alta, estimuladas pela valorização do real, reduziram o PIB em 1,4 ponto ano passado. Em 2008, o Ipea, calcula que a farra cambial vai subtrair 2,6 pp do PIB. “O PIB seria de 6,9% em 2007, se fosse medido exclusivamente pela demanda interna, que considera o consumo das famílias e do governo, os investimentos e as exportações, mas o total importado é subtraído da conta do crescimento”, observa. Já o governo espera que, mesmo sem um câmbio favorável, a taxa de investimento salte de 17% para 21%, em 2010. O economista Marcos Coimbra, o Centro Brasileiros de Estudos Estratégicos (Cebres), porém, duvida. “Pode ser um sonho de uma noite de verão. Partindo de uma análise fria da conjuntura internacional e nacional, é muito difícil que aconteça. O que se visualiza é a intenção do Banco Central (BC), já não tão velada, de voltar a insistir em uma absurda elevação dos juros, talvez mais como um álibi para mantê-lo nos imorais patamares de hoje, bem como, pela política cambial de punir o setor produtivo.” Mesmo que o avanço de 2,2 pontos no investimento se concretize, Coimbra considera que “ainda seria ridículo”, considerando-se que, na década de 70, chegou a 25% do PIB. “Os demais integrantes dos Brics têm taxas muito mais elevadas: China 42,2%, Índia 31,8%, Rússia 19,4%”, contabiliza, acrescentando que para o país voltar a crescer 7% ao ano, “nossa taxa histórica”, o investimento precisaria voltar a 25% do PIB.  

A quem interessa manter o país parado? 

Voltando ao coordenador do Gap/Ipea, Miguel Bruno, ele reiterou na coletiva uma entrevista que publicamos aqui no blog:  a renda financeira supera 29% PIB não são apenas os bancos que se apropriam dela.

“As instituições financeiras se apropriam de sete pontos percentuais dos ganhos financeiros, enquanto os outros 23% são repassados aos demais beneficiários do rentismo. Quase ninguém toca nisso porque muitos estão ganhando”, disse, diante de repórteres apáticos.

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Déficit em conta corrente cresce e BC já prevê US$ 12 bilhões no ano

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Valor Online

Escrito por Alex Ribeiro

O déficit em conta corrente seguiu em trajetória de aceleração em fevereiro, somando US$ 2,090 bilhões, ante um superávit de US$ 376 milhões no mesmo mês do ano passado. Foi o quinto resultado mensal negativo, o que levou o Banco Central a subir de US$ 3,5 bilhões para US$ 12 bilhões sua projeção para o déficit em conta corrente deste ano, cifra que equivale a 0,86% do Produto Interno Bruto (PIB).

O saldo negativo acumulado até agora já chega muito perto do valor projetado pelo BC para o ano. No primeiro bimestre, o déficit somou US$ 6,322 bilhões. Em março, a estimativa do BC é mais um número negativo – US$ 3 bilhões -, que, caso se confirme, elevará o déficit em conta corrente acumulado no ano para US$ 9,322 bilhões.

Em janeiro, o país teve o primeiro déficit acumulado em 12 meses desde 2003, com US$ 2,402 bilhões. Esse déficit, medido na mesma base de comparação, subiu para US$ 4,868 bilhões em fevereiro e deve chegar a US$ 8,133 bilhões em março, caso se confirme a projeção do BC de um resultado negativo de US$ 3 bilhões neste mês.

No BC, o déficit em conta corrente é visto como reflexo natural do maior aquecimento da economia e da valorização da taxa de câmbio. Não seria possível, no entendimento da autoridade monetária, o país registrar a extraordinária expansão dos investimentos públicos e privados que vem sendo observada e, ao mesmo tempo, ampliar aceleradamente o consumo das famílias e do próprio governo. Para as contas fecharem, é necessário recorrer a financiamento externo. Leia o resto do artigo »

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obrigado Nassif: A falácia do social-mercadismo

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Publicado originalmente na Coluna Econômica em 26.03.2008

Por Luis Nassif   

Vamos a uma pequena aula sobre a retórica do mercado para justificar juros elevados.

Juros elevados afetam de diversas maneiras a economia como um todo, especialmente os mais pobres: encarecendo o custo dos empréstimos; aumentando a dívida pública; reduzindo recursos disponíveis para saúde, educação; provocando apreciação do real e competição desigual com produção externa.

O grande argumento a favor de juros elevados é o aquecimento da economia e o suposto risco da volta da inflação.  Em geral, alega-se que o Banco Central é obrigado a exagerar nos juros pelo fato de não ter nenhuma medida, de outra natureza, capaz de auxiliar no combate à inflação.

Há dois pontos que explicam esse aquecimento. Um, o aumento dos prazos de financiamento de bens duráveis, especialmente automóveis. O outro, a apreciação do real que, em um primeiro momento, barateia os produtos.

Esta semana, o Ministério da Fazenda apresentou uma alternativa: redução dos prazos de financiamento de veículos, que hoje em dia chegam há 80 meses.

Para os que acreditam em superaquecimento do mercado, a medida tem lógica. Ataca-se um setor específico (o de veículos), onde o aquecimento é maior, uma ferramenta específica (o prazo de financiamento). Alcançado o objetivo de desaquecer as vendas, não haveria necessidade de manter a taxa Selic elevada. E com Selic menor, não haveria tanta apreciação do real. Portanto, atuaria nas duas pontas.

Pode-se discutir a eficácia ou não dessas medidas, ou as propostas alternativas. Mas o objetivo final de qualquer medida anti-aquecimento da economia é… desaquecer a economia. Ou não?

Ocorre que, ao esvaziar os argumentos pró-elevação das taxas de juros, esse tipo de medida impede a manutenção dos altos lucros do mercado. Razão pela qual passou a ser torpedeada pelos porta-vozes do mercado.

Os argumentos invocados são interessantes para se analisar mais de perto os sofismas de que se vale o tal do mercado para justificar juros elevados.

De repente, pessoas que sempre entram em pânico com qualquer sinal de aquecimento da demanda, tornam-se defensores intransigentes do consumo. Uma colega chegou a alegar que “democratizar o crédito é uma questão de cidadania”.

Concordo integralmente. Tanto que utilizei esse argumento em um debate, quando o economista Eduardo Gianetti da Fonseca ousou atribuir os juros altos à imprevidência dos mais pobres – que aceitam quaisquer taxa desde que a prestação caiba no orçamento.

Falou mais ainda: “Para o pobre que compra e paga em dia. Que não desvia dinheiro. Não tem conta em paraíso fiscal. Honra sua dívida porque ter nome limpo na praça é o seu patrimônio mais valioso. Talvez o único”.

Mas é uma demagogia miserável. Lendo assim, parece que tais analistas são contra qualquer forma de restrição ao consumo. Mas não é isso. Eles propõem que o desaquecimento da economia (isto é, a restrição ao consumo pela queda do nível de atividade) se dê através de juros elevados. É procedimento que afeta a atividade econômica como um todo, a renda, o emprego, o investimento. Gera uma notável transferência de renda para os chamados rentistas. Mas é medida apresentada como se fosse uma decisão científica inevitável. Cidadania, direitos, responsabilidade social? Corta essa, companheira!

Retórica de Gustavo

O mestre desse tipo de retórica foi Gustavo Franco. Leia o resto do artigo »

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“Toda dona de casa sabe que não pode gastar mais do que ganha”: como subverter o significado do conceito ‘poupança’ para fins conservadores. ** DEBATE III **

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Estamos fazendo há alguns dias um debate sobre princípios de economia e a política do Banco Central. O último post que coloquei nessa linha foi:

DEBATE II, porque o conceito de poupança é subvertido para defender as políticas conservadoras do Banco Central

Agora vamos desenvolver alguns pontos.

É comum economistas dizerem que o Brasil não se desenvolve porque “não tem poupança”.

Também é comum economistas dizerem que os juros no Brasil precisam ser altos porque “assim se estimula a poupança”.

Os economistas estão sempre defendendo a redução do consumo para aumentar a poupança.

Contradizendo esse senso comum, nosso editor Heldo, em um debate recente, levantou um ponto importante: “A questão é que poupança não é o ato de se abster do consumo.”

Macroeconomicamente ele está certíssimo. O ato de se abster do consumo é simplesmente não gerar renda. Se não gera renda, não pode aumentar a renda total da economia, portanto, não aumenta a poupança. Lembremo-nos, poupança é renda menos consumo, o que podemos expressar nessa simples equação: Leia o resto do artigo »

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Balanço da aviação comercial brasileira – 2003/2007

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Webtranspo

Escrito por José Augusto Valente

  Passageiros Transportados  
Ano Doméstico Internacional Total
2003 61.268.864 9.946.946 71.215.810
2004 71.489.102 11.217.159 82.706.261
2005 83.483.534 12.595.298 96.078.832
2006 90.005.151 12.180.225 102.185.376
2007 97.951.731 12.618.036 110.569.767
Variação anual (%)  
Doméstico Internacional Total
NA NA NA
16,68 12,77 16,13
16,78 12,29 16,17
7,81 -3,30 6,36
8,83 3,59 8,21

Fonte: Infraero (apenas o primeiro quadro; o segundo é de responsabilidade deste articulista)

O quadro acima nos mostra dados fundamentais para um balanço da aviação comercial brasileira de passageiros.

a) O crescimento do número de passageiros transportados nos vôos domésticos de 2007 em relação a 2006 quase um ponto percentual acima do de 2006 em relação a 2005. Quem acompanhou o noticiário da imprensa, em 2007, pensaria encontrar redução e não aumento. Afinal, não foi o ano do “caos aéreo” (que insistimos em provar que não existiu)?

b) Nos vôos internacionais, em 2007, voltou-se ao patamar de 2005, após uma queda em 2006.

c) O número de passageiros transportados, em vôos domésticos, em 2007, foi 59,7% maior do que em 2003. Essa relação, nos vôos internacionais, foi de 26,85%.

Esses números desmascaram teses – veiculadas no final de 2006 e em todo o ano de 2007 – de que o “caos aéreo” (sic) foi responsável pelo aumento de carros nas rodovias e conseqüentes acidentes, bem como por prejuízos no turismo. Leia o resto do artigo »

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Catanhêde: “Mídia salvou centenas de febre amarela”

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: cidadania.com

Escrito por Eduardo Guimarães

Catanhêde cita, na Folha, representação do MSM ao MPF.

Ao menos a Folha de São Paulo já anuncia que tomou conhecimento do aviso que enviei aos meios de comunicação citados na representação do Movimento dos Sem Mídia que entreguei no último dia 17 ao Ministério Público Federal do Estado de São Paulo.

A colunista daquele jornal Eliane Cantanhêde, em sua coluna de hoje, alude à representação, porém sem dar detalhes sobre do que se trata e distorcendo os fatos, como de costume.

Vejam o que ela escreveu na página A2 da Folha neste 25 de março de 2008: “A mídia teve um papel fundamental ao alertar a população para o aumento da incidência da febre amarela, seus riscos, o combate ao mosquito e a vacinação. Nunca vai se saber quantas centenas de vidas foram salvas neste país pela ação diligente de jornais, rádios, TVs. Apesar disso, a mídia, ao invés de receber só elogios por cumprir seu papel, está ameaçada de processos por ter” gerado pânico “(?!).” Leia o resto do artigo »

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Bê-á-bá do nacionalismo

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: Monitor Mercantil Digital, em 26/03/08

Por Paulo Metri*

Um cidadão de 35 anos de idade me perguntou: “Por que ser nacionalista?” O grave problema é que ele tem educação de nível superior. Pensei, à primeira vista, tratar-se de uma brincadeira, mas, para meu espanto, verifiquei que ele realmente tinha essa dúvida. Posteriormente, lembrei-me que, em 1990, quando começou a implantação no Brasil dos princípios neoliberais e da globalização prejudicial aos países emergentes, ele só tinha 17 anos. Além disso, esses princípios já vinham sendo doutrinados para a sociedade desde a década anterior e os meios de comunicação de massa, com exceções, só difundiam esse pensamento único. Em respeito às gerações que só obtiveram informações deturpadas para processar, ofereço outra visão, buscando responder à citada pergunta.

A sociedade de um país tem o direito de usufruir todos os recursos naturais existentes nele. Se o país é uma colônia escravizada pela força, os habitantes são usurpados desse direito pelo colonizador. As pessoas ficam confusas pelo fato da colonização atual não se dar através das armas, com exceções como a do Iraque, e os novos colonizados desconhecem, em muitos casos, sua condição de dominados. Nesse novo processo, que ocorre basicamente nos países subdesenvolvidos, o dominador e seus asseclas locais têm o controle da comunicação de massas, especialmente as televisões e as rádios, que são os grandes formadores de opinião nesses países, graças, também, ao número catastrófico de analfabetos funcionais. Concede-se um maior grau de liberdade à mídia impressa, até porque poucos são os leitores de jornais e revistas.

As supostas eleições democráticas nesses países são dominadas pelo capital, inclusive o internacional, de forma que os políticos e os membros dos executivos eleitos, com honrosas exceções, estão comprometidos com o poder econômico, pouco se importando se riquezas da sociedade do seu país vão ser entregues ao exterior por benefícios irrisórios. Uma parcela do capital nacional se compõe com os interesses externos, usufruindo algumas vantagens. Nesse estratagema, o país subdesenvolvido será exportador de grãos e minérios, restando no país salários, na maioria de pessoal de baixa renda, alguns impostos, em geral muito baixos, as compensações pagas aos asseclas e alguma parte do lucro para o empresário nacional.

Além dos recursos naturais, o mercado local, pertencente à sociedade do país, é também roubado. A proteção dos mercados dos desenvolvidos, visando o consumo só de produtos locais, é praticada para vários setores desses países, haja vista muitos produtos agrícolas brasileiros não conseguirem entrar nos Estados Unidos e na Europa. No entanto, nós aceitamos a diminuição de barreiras alfandegárias que possibilitou a invasão de produtos estrangeiros. Leia o resto do artigo »

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