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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

Inflação, um poderoso pesadelo

Postado em 1 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Jornal não pode priorizar o ordinário em detrimento do extraordinário. Não quer dizer que o ordinário nunca seja assunto, mas insistir em colocar o debate sobre inflação acima da discussão sobre a rápida deterioração das contas externas ou o risco de desindustrialização que o país corre por causa do câmbio é inverter valores.

O medo da inflação colabora para a manutenção do rentismo e ajuda a vender uma política de semi-estagnação que agrada a nossos “concorrentes” externos: os países que estão em busca de um lugar no mundo desenvolvido ou aqueles que já estão lá e sabem que o cobertor é curto.

Para manter o país parado, a tese do excessivo gasto público anda meio desmoralizada pelo modestíssimo déficit nominal e relação dívida/PIB em queda. A inflação, então, continua sendo a principal variável para aterrorizar aqueles que gostariam de ver juros civilizados neste país.

Ao contrário do que boa parte dos jornais disseram, o nível de preços ainda não superou a linha do extraordinário para o Ipea. Os economistas Maria Andréia Parente e Miguel Bruno foram claros e objetivos na coletiva que divulgou a Carta de Conjuntura ao admitirem que ainda existe alguma pressão dos alimentos sobre os preços, mas em menor grau que no ano passado – e se estamos importando tanto vinho europeu, porque não trazer arroz ou feijão se isso for importante para equilibrar esse mercado? Leia o resto do artigo »

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POLÊMICA

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

Para compreender a força de Lula

Publicado Originalmente em Le Monde Diplomatique, em Novembro de 2007

Por Ladislau Dowbor

Está na PNAD a explicação para a popularidade do presidente, que intriga mídia, direita e parte da esquerda. País tornou-se menos desigual, em múltiplos sentidos. Chamar os avanços alcançados de “assistencialismo” não ajuda a entender a realidade, nem a reivindicar mudanças mais profundas

É tempo de fazer as contas. Com a deformação geral dos dados pelo prisma ideológico da grande mídia, torna-se necessário buscar nas fontes primárias de informação, nos dados do IBGE, como andam as coisas. A reeleição mostrou forte aprovação por parte dos segmentos mais pobres do país a Lula, mas os números reais sobre a evolução das condições de vida do brasileiro surgem com o atraso natural dos processo de elaboração de pesquisas. O IBGE publicou a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio de 2006, e também o Indicadores Sociais dos últimos 10 Anos. Vale a pena olhar a imagem que emerge: ela explica não só os votos, como o caminho que temos pela frente.

O principal número é, evidentemente, o aumento de 8,7 milhões de postos de trabalho no país durante o último governo. Isto representa um imenso avanço, pois se trata aqui de uma das principais raízes da desigualdade: grande parte dos brasileiros se vê excluída do direito de contribuir para a própria sobrevivência e para o desenvolvimento em geral. Entre 2005 e 2006 o avanço foi particularmente forte, com um aumento de 2,4%, resultado da entrada no mercado de trabalho de 2,1 milhões de pessoas. A expansão do emprego feminino é particularmente forte (3,3,%), enquanto o dos homens atingiu 1,8%. A formalização do emprego é muito significativa: 3 em cada 5 empregos criados são com carteira assinada. Atingimos assim, em 2006, 30,1 milhões de trabalhadores com carteira assinada, um aumento de 4,7% em um ano. O avanço é pois muito positivo, mas num quadro de herança dramático, que o próprio IBGE aponta: “mais da metade da população ocupada (49,1 milhões de pessoas) continuava formada por trabalhadores sem carteira assinada, por conta-própria ou sem remuneração [Leia o resto do artigo »

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SUSTENTABILIDADE: Responsabilidade Sócio-ambiental – Vida seca

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente na Gazeta Mercantil, em 24/03/2008

Em um mundo onde as pessoas consomem 20% a mais de água do que a capacidade do planeta para recompor suas reservas, o reaproveitamento torna-se cada dia mais comum

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Assim como o século 20 pode ser considerado a era do petróleo, fonte de energia polêmica e, ao mesmo tempo geradora de grandes riquezas, graves crises econômicas e até guerras territoriais, o século 21 será conhecido no futuro como a era da água. Ou melhor, da falta de água. Até bem pouco tempo, a constatação de que a água é um recurso natural finito era um conceito dificilmente aceito por boa parte da população. Mas o fato é que, embora três quartos da superfície do Planeta sejam cobertos pela água, menos de 3% é água doce, dos quais apenas 0,5% está disponível para consumo – os outros 2,5% estão congelados na Antártica, no Ártico e em geleiras. Recomendações da Organização das Nações Unidas (ONU), que em recente relatório, alerta que um terço da população mundial, ou seja, cerca de 2,7 bilhões de pessoas, enfrentará graves problemas por conta da escassez de água que acontecerá até 2025. De acordo com o documento, em 2050, de cada quatro pessoas, apenas uma terá acesso à água potável.

Estudo realizado pela organização não-governamental WWF, também aponta para o aumento do consumo de água no planeta enquanto as fontes estão secando. De acordo com o documento, o consumo de água no mundo dobrou nos 40 anos compreendidos entre 1961 a 2001. [...]

Clique aqui para ler este artigo na íntegra

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A INTERESSANTE DECLARAÇÃO DO (CONSERVADOR) PREMIER FRANCÊS

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris – O medíocre desempenho econômico da União Européia tem preocupado os franceses nos últimos tempos. Para reverter tal cenário, o premier francês François Fillon, membro da conservadora UMP, que é o partido do presidente Nicolas Sarkozy, anunciou mudanças na orientação da política econômica francesa, que têm como principal ponto a busca do pleno emprego.

Ao diário conservador Le Figaro (clique aqui para ler a reportagem), o premier concedeu a seguinte declaração (a tradução é livre): “Com o pleno emprego, podemos reduzir a pobreza, tornar o mercado de trabalho mais competitivo e, como conseqüência, cria-se uma pressão para o aumento dos salários”.

Não custa repetir. Esta declaração foi dada por um político CONSERVADOR. Quando o mesmo problema ocorre em terras tropicais, a entourage reacionária despeja o arsenal ortodoxo, impondo-nos uma agenda recessiva com aumento na taxa de juros, cortes brutais nas despesas do governo e etc. Esta é mais uma demonstração do extremo conservadorismo da direita brasileira. No Brasil, não se sabe ao certo quem está pior: a direita ou esquerda.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Mangabeira defende política industrial a pequena empresa

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Diário do Comércio, Indústria e Serviços (restrito a assinantes), em 28/03/2008

Por Luciano Máximo

O ministro de Assuntos Estratégicos de Longo Prazo, Roberto Mangabeira Unger, afirmou que o Brasil precisa de uma política industrial voltada exclusivamente às micro e pequenas empresas brasileiras, com sustentação no tripé formação de quadros, expansionismo tecnológico e acesso ao crédito. Esta é uma das medidas “concretas” da pasta, criada no ano passado, apresentada a empresários de vários setores, ontem, em São Paulo.

O ministro esclareceu que os projetos que ele pretende implementar, ao lado de outras áreas do governo, para aumentar a produtividade de pequenos empreendimentos do País não interfere na política industrial de setores mais estruturados, que está em fase de gestação. “Nós temos hoje uma política voltada para as grandes empresas, enquanto a realidade econômica é de um grande número de pequenas empresas e empreendimentos emergentes que não são assistidos, precisamos criar uma política industrial de inclusão”, defendeu Unger.

Embrapa Industrial e crédito

O ministro disse que para alcançar esse objetivo seria necessário criar uma empresa nos moldes da Embrapa voltada para a indústria. “Nós precisamos de uma Embrapa Industrial para difundir aos empresários novas técnicas e aprimorar a mão-de-obra. É uma política industrial nova, que prevê abertura de acessos e disseminação de experiências de sucesso”, disse. Leia o resto do artigo »

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Problemas no trânsito de SP afetam até a Turma da Mônica

Postado em 29 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Logística e Transportes

Escrito por José Augusto Valente

Contrariando aquela já batida expressão, o trânsito de São Paulo está, sim, no gibi.O quadrinista Mauricio de Sousa vai abordar os problemas dos congestionamentos nas grandes metrópoles brasileiras em uma série de tiras da Turma da Mônica que será publicada em jornais brasileiros a partir deste sábado (29).

Fonte: G1 (clique nas imagens para ampliá-las e ver com melhor resolução)
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INHAME, a nova arma contra a DENGUE

Postado em 29 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Fonte: www.correcotia.com/inhame

Escrito por Sonia Hirsch

Do interesse de todos, diante das circunstâncias

DENGUE Infecção virótica que faz doer o corpo inteiro, especialmente as
juntas, e dá muita febre; deixa a pessoa fora de combate por algum
tempo, mas raramente mata. É transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti
e A. albopictus, que se infectam sugando sangue de algum humano ou
macaco infectado nos três primeiros dias da febre. Depois de 8 a 11
dias de incubação, o mosquito começa a transmitir vírus infectantes
a humanos no almoço e macacos no jantar (???) – eles saem nas minúsculas
gotinhas de saliva que o mosquito usa como anticoagulante durante a
picada . Atualmente se diz que há quatro variedades de dengue; quem
teve uma pode ter as outras três. Leia o resto do artigo »

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Vamos fazer a sucessão para continuar governando, diz Lula

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Valor Online

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem, ao assinar ordens de serviço para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em Recife, que irá continuar governando o país após o término de seu mandato, por meio do seu sucessor. ” A oposição pensa que vai eleger o sucessor. Podem tirar o cavalinho da chuva, porque nós vamos fazer a sucessão para continuar governando este País ” , afirmou.

Em tom de desafio, Lula caracterizou a eleição presidencial que acontecerá em 2010 como uma espécie de referendo sobre seu governo. ” Se alguém pensa que vai atrapalhar o projeto de desenvolvimento deste País, vai ter que lutar muito e trabalhar muito. Apenas fazendo discursos, não vão nos derrotar não. É preciso trabalhar mais do que nós e dizer ao povo o que eles fizeram antes de nós, porque eles já governaram. Eles não são marinheiros de primeira viagem, eles já passaram 500 anos governando este País, têm que dizer o que eles fizeram e aí vamos comparar ” , disse. Leia o resto do artigo »

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