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Blog do Desemprego Zero

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IEDI – As Possíveis Conseqüências do Aumento de Juros

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

A despeito de, em grande medida, a inflação brasileira estar sendo influenciada pelo fator global, o Banco Central elevou a taxa básica de juros em sua última reunião do dia 16/04/2008. Não faltaram análises e advertências por parte do setor produtivo de que relevantes novidades vinham ocorrendo na economia brasileira desde o último trimestre de 2007. O IEDI participou desse debate e advertiu sobre esses pontos: (a) a estabilidade ou ligeira queda da utilização da capacidade de produção da indústria desde os meses finais de 2007, indicando que a oferta na economia passou a acompanhar o crescimento da demanda; (b) a elevação da produtividade da indústria em 2007 e sua continuidade no primeiro trimestre deste ano, seguido do aumento da taxa de emprego e da remuneração média do pessoal ocupado no setor. Em outras palavras, esses novos dados indicam um crescimento não inflacionário da economia. Cabe notar que os eventuais incentivos da política industrial não servirão de contraponto à valorização da moeda. Leia o resto do artigo »

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O fim da economia do petróleo barato

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Raymundo de Oliveira*

O petróleo começou a ser economicamente explorado a partir da segunda metade do século XIX. Iniciando pelos EUA, a produção foi crescendo sistematicamente. Da destilação daquela massa preta, se tirava de tudo: querosene, gasolina, diesel, óleo combustível, gás, plásticos…

Os derivados de petróleo se tornaram indispensáveis e ficamos inteiramente dependentes deles na energia que usamos, em nossas vestimentas, na produção de alimentos, nos multiusos dos plásticos, nos transportes, nas tintas, em tudo.

É olhar para os lados e o que vemos é dele derivado, direta ou indiretamente. E mais, sua extração e uso eram muito baratos. Daí nossa crescente dependência. Fomos abandonando nossos costumes antigos e não sabemos mais viver sem ele.

A produção foi crescendo e nossa dependência se acentuando!

Os EUA eram os maiores produtores e nas primeiras décadas do século XX se tornaram os maiores exportadores de petróleo, com a produção crescendo em ritmo acelerado. O petróleo foi o combustível da grande revolução industrial da virada do século XX, sendo a indústria automobilística o grande indicador da industrialização. Ela é filha do petróleo barato, de fácil extração. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

Um acordo selado entre governo e oposição garantiu o adiamento do depoimento da ministra Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para o dia 7 de maio. Dilma, a preferida do presidente Lula para sua sucessão, respira um pouco. O pretexto para sua convocação é o esclarecimento do andamento das obras do PAC. Entretanto, a oposição quer utilizar a oitiva para fazer questionamentos acerca de um suposto dossiê com informações de gastos sigilosos do governo FHC.

 

Economia

 

O Fundo Monetário Internacional (FMI) pediu para que seus países membros suspendam o controle de exportação de alimentos. Alguns países, como China, Argentina e Vietnã, ampliaram os controles após a disparada dos preços internacionais dos alimentos. Tais medidas têm causado graves problemas para os países pobres. Mesmo assim, há ainda quem defenda a plantação de cana para a produção de biocombustíveis.

 

Internacional

 

O presidente francês Nicolas Sarkozy admitiu que ter cometido erros no seu primeiro ano de mandato. Em entrevista transmitida ao vivo pela televisão, Sarkozy afirmou que, apesar disso, avançará na direção das reformas liberalizantes. O mandatário do Elysée enfrenta o pior índice de popularidade da história da V República num primeiro ano de mandato. Estaria o neoliberalismo em crise?

 Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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O desafio de qualificar os recursos humanos

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Aprovada a hidrelétrica do rio Madeira, um curso especial foi criado

“O crescimento dos investimentos em infra-estrutura ampliou a demanda por profissionais, dos níveis mais básicos e técnicos até os mais especializados e gerenciais.”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Gazeta Online (restrito a assinantes)

Por: Paulo Godoy

O retorno do capital privado para mercados de infra-estrutura exigiu uma gigantesca transformação do ambiente para negócios e investimentos. Um amplo arcabouço legal foi instituído, incluindo agências reguladoras, marcos regulatórios, planos de metas e toda uma legislação subseqüente.
Preços e tarifas são regulados e mais realistas. A gestão do meio ambiente tornou-se desafiadora. Um planejamento eficaz, controle de custos e garantia de rentabilidade são fatores fundamentais para manter a liderança em mercados cada vez mais competitivos.

O mercado mudou muito no Brasil e no mundo. Os gestores precisam acompanhar essas transformações. O crescimento dos investimentos em infra-estrutura ampliou a demanda por profissionais, dos níveis mais básicos e técnicos até os mais especializados e gerenciais.

A formação de recursos humanos aptos para gerir os empreendimentos diante de um mercado em rápida mudança é uma responsabilidade conjunta de instituições públicas e privadas. É um desafio posto entre o presente e o futuro do setor.

Esse desafio está, desde 2003, sendo enfrentado pelo EduCorp, programa de educação corporativa para a infra-estrutura, uma iniciativa da Associação Brasileira das Indústrias de Base e Infra-estrutura (Abdib) em parceria com algumas das mais renomadas instituições de ensino. Leia o resto do artigo »

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Biagi: Sucesso do Etanol Provoca Gritaria

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Brasil consegue substituir 50% do consumo de gasolina com 1% das terras agricultáveis.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Conversa Afiada

Por: Paulo Henrique Amorim

Acabei de conversar com Maurílio Biagi, presidente do Conselho da Usina Moema e do Conselho da Única, entidade que reúne os produtores de cana e álcool sobre a acusação de que o etanol brasileiro é responsável pelo aumento do preço dos alimentos no resto do mundo:

Disse Biagi: Essa gritaria é a consagração do modelo brasileiro. Eles não engolem o Brasil conseguir substituir 50% do consumo de gasolina com 1% das terras agriculturáveis.

Então, de quem é a culpa pelo aumento do preço dos alimentos ?

Disse Biagi: O maior responsável é o subsídio à agricultura dos países ricos.

O etanol americano, que usa o milho, também não tem culpa ?

Disse Biagi: Também, mas, há dois anos visitei uma usina na França que produzia etanol a partir de trigo. Trigo ! O engraçado é que eles queimam milho e trigo para fazer etanol e não taxam o petróleo.

Mas é verdade que vocês vão destruir a Amazônia para produzir etanol ?

Disse Biagi: Eu bem que tentei. Nos anos 70, o Governo brasileiro tentou consolidar a ocupação da Amazônia. E eu fui convidado para instalar a usina Abraham Lincoln, no quilômetro 46 da Transamazônica. A usina está lá abandonada, porque a Amazônia não presta para produzir cana. Na Amazônia, chove e faz calor, mas não tem o friozinho que dá a sacarose. Outro dia, na Holanda, me perguntaram a mesma coisa e eu respondi o seguinte: vocês saíram daqui duas vezes para conquistar o Brasil e produzir cana. A distância da Amazônia para São Paulo é menor que a distância da Holanda ao Brasil. Você acha que se desse para produzir cana na Amazônia nós já não teríamos feito isso? Leia o resto do artigo »

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Política industrial é adiada de novo e deve sair só em maio

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Pacote de medidas para o setor industrial brasileiro tem seu nascimento adiado ainda por mais um mês…

*Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Diário do Comércio, Indústria e Serviços

Por Paula Andrade

A política industrial será adiada mais uma vez. Em espera há mais de nove meses, ela deveria ter nascido por volta do dia 15 de abril, como havia prometido o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge.

Os motivos alegados por fontes do governo para que o programa fosse protelado mais uma vez são dois: a indefinição do orçamento deste ano pelo Congresso Nacional e a demora por parte da Receita Federal em dar o aval para as desonerações fiscais pretendidas pelo Ministério do Desenvolvimento. Diante disso, a nova política industrial deve sair do papel apenas na segunda quinzena do próximo mês.

“A Receita Federal ainda estuda as nossas propostas. Por isso estamos demorando. Como o contingenciamento saiu na semana passada, acredito que não deve demorar mais agora. Falta apenas o aval deles”, informou um dos técnicos do governo.

Apesar da demora, praticamente todo o texto foi divulgado para a imprensa antecipadamente pelos ministros da área econômica. Serão beneficiados 24 setores da economia e estão previstos cerca de R$ 256 bilhões em financiamentos públicos e desoneração de impostos para a indústria até 2010.

Os 24 setores serão divididos em três tipos de abordagem: em primeiro estão os programas mobilizadores em áreas estratégicas (saúde, energia, tecnologia da informação e comunicação, defesa, nanotecnologia e biotecnologia).

Em segundo lugar estão os programas para fortalecer a competitividade, com doze áreas, entre elas: o complexo automotivo, os bens de capital seriados, os bens de capital sob encomenda, têxtil e confecções, móveis e madeira, higiene e perfumaria, construção civil, complexo de serviços, indústria naval e de cabotagem, couros, calçados e artefatos, agroindústria e plásticos.

Em terceiro lugar estão os programas para consolidar e expandir a liderança, onde se inserem setores em que o Brasil já é forte, como aeronáutica, carnes, mineração, papel e celulose, siderurgia e petroquímica.

Em princípio, a nova política visa quatro “macrometas” até 2010: aumentar a taxa de investimento do País de 16,5% do Produto Interno Bruto (PIB), registrado em 2006, para 21% do PIB, em 2010; elevar os gastos em pesquisa de 0,51%, em 2006 para 0,65% do PIB até 2010; acrescer de 1,15% para 1,25% a participação das exportações brasileiras no mercado internacional; e aumentar em 10% o número de micro e pequenas empresas exportadoras do País. Leia o resto do artigo »

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DIREITA NÃO CEDE A PRESSÕES DOS “SANS PAPIERS”

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – O ministro da Imigração francês, Brice Hortefeux, concedeu uma entrevista ao diário francês Le Figaro (clique aqui para ler a entrevista). Nela, Hortefeux deixou claro qual a política imigratória francesa.

 

O ministro rechaçou qualquer possibilidade de um processo de regularização em massa de imigrantes ilegais. O movimento dos “sans papiers” (a tradução mais próxima seria “sem documentação”) luta pela regularização dos mesmos. Como forma de protesto, os “sans papires” entregaram cem mil dossiês nas distintas subfrefeituras francesas, que são responsáveis pela emissão de títulos de estadia.

 

Entretanto, as manifestações não têm surtido efeito. A política do Elysée deve continuar na mesma linha dos últimos tempos, ou seja, regularizações raras e caça aos ilegais. Vale lembrar que o endurecimento da política imigratória é diretamente proporcional ao crescimento econômico. Em momentos de vacas gordas, tal política é relaxada. Quando o ciclo inverte e os imigrantes não se tornam funcionais, aperta-se a política de imigração.

Leonardo Nunes:  Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Não custa nada perguntar: cadê o apagão aéreo?

Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Uma das missões autodefinidas por este blogueiro que vos fala é demonstrar que não existiu caos aéreo (clique aqui para ler o que já foi publicado no blog a esse respeito) e muito menos os tais de “apagão aéreo” e “apagão logístico” (clique aqui para saber sobre o “não apagão rodoviário” e aqui para o “não apagão portuário“).

É bom que se diga que o principal apagão que temos, diariamente, é no trânsito da cidade de São Paulo. (clique aqui e saiba tudo a respeito)

O único “apagão” constatado, na área de infra-estrutura, ocorrido nos dois últimos anos do governo FHC, foi o “apagão energético.

Todo o resto são bravatas sem fundamentação alguma que, desde 2003, a oposição e a mídia utilizam na luta política contra o governo Lula.

Na contramão dos parlapatões de plantão, os números mostram que nenhum desses “apagões” anunciados pela oposição e pela mídia existiu e, provavelmente, não existirá num futuro próximo.

Dito isso, vamos mostrar os números acumulados de janeiro a março de 2008, na aviação brasileira, somente nos aeroportos da Infraero, que ajudam a comprovar a nossa tese.

Comparando aos números do acumulado no mesmo período de 2007, temos:

  • aumento 3,32% nos pousos e decolagens;
  • aumento de 4,09% no número de passageiros transportados, sendo que 3,53% nos vôos domésticos e 8,07 nos vôos internacionais;
  • aumento de 3,19% na carga transportada (kg);

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