prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

As serpentes de ouro de Medusa

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

No Brasil, o neoliberalismo é um fenômeno principalmente ideológico, sem base na realidade social, esta ainda fortemente dependente de ações do Estado. É uma ideologia artificial, importada, descolada do processo sociológico. Como toda ideologia, funciona como instrumento de manipulação e de dominação.

José Carlos de Assis*

Fonte: Correio da Cidadania, 13 de Dezembro de 2007.

Creio ter sido um dos primeiros economistas políticos brasileiros a se dar conta, ainda nos anos 1980, de que o neoliberalismo não era um fenômeno puramente ideológico, mas o produto de uma realidade sociológica profunda que se exprimiu em maiorias eleitorais efetivas, sobretudo européias. É o que explica o deslizamento para a ala neoliberal mesmo de partidos tradicionalmente de esquerda, como trabalhistas ingleses (Terceira Via), socialistas franceses e social-democratas alemães.

Acredito que quem originalmente levantou a cortina sobre esse processo de fundo foi William Greider, em seu monumental The secrets of the temple, sobre a história do Banco Central estadunidense. Ele “sacou” que a maioria eleitoral que apoiou Reagan em 1979 era formada em grande parte de classes médias afluentes, indignadas com a perda de renda financeira oriunda da combinação entre inflação alta e juros baixos, prevalecente ao longo dos anos 1970, sobretudo depois da débâcle do sistema de Bretton Woods. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Internacional, José Carlos Assis, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

EDMUND PHELPS, NOBEL DE ECONOMIA 2006, É ENTREVISTADO NA VEJA

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Rodrigo L. Medeiros*

Na sua edição de 30 de abril de 2008, páginas amarelas, a revista Veja entrevista Edmund Phelps, Nobel de Economia 2006. Phelps fala sobre a recessão nos EUA e faz alguns comentários sobre a América Latina e o Brasil.

Na entrevista, a Veja puxa o assunto do “pleno emprego”, sinal de que a gradual oscilação do pêndulo político-ideológico preocupa os conservadores no Brasil. A visita a este blog de anônimos, que se escondem covardemente atrás de pseudônimos, não deve ser encarada como mera coincidência do tempo presente.

Analisando a crise nos EUA, Phelps é enfático: “Seria útil se os Estados Unidos colocassem em prática a regulamentação que já existe. Minha impressão é que o Federal Reserve [o banco central norte-americano] não foi tão crítico quanto deveria ter sido em relação às práticas de empréstimo no mercado” (p.15). Como discordar do doutor Phelps nesse ponto? Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Política Econômica, Rodrigo Medeiros | Sem Comentários »

Mudanças estruturais

Postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Se a expectativa do pré-sal for confirmada o Brasil será um ator, no cenário internacional, muito cortejado. Com os níveis dos preços do barril hoje, ser exportador de porte médio impulsionaria a economia do país, e favoreceria uma melhoria na distribuição de renda.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Folha Online

Por: Rubens Ricupero

Virar exportador de porte médio de petróleo resolveria o balanço de pagamentos, mas fortaleceria doença holandesa.

A extraordinária velocidade da deterioração do déficit em conta corrente traz de volta o fantasma do estrangulamento externo e demonstra como era prematuro falar em mudança estrutural do comércio exterior e da balança de pagamentos. Isso não quer dizer que não estejam em curso mudanças que poderão merecer o adjetivo, caso se mantenham na longa duração dos ciclos de Fernand Braudel. Entre as tendências desse tipo, destaco: 1ª) o impacto das recentes descobertas de petróleo e gás no pré-sal e, em grau menor, da valorização das commodities; 2ª) os efeitos da transição demográfica na economia e distribuição da renda; 3ª) a maneira como o aquecimento do clima afetará a vantagem comparativa brasileira em agricultura.

Mais de dois anos atrás, no artigo “O que há de novo?” (Folha, 19/2/ 06), eu afirmava que apenas dois fatos novos me impressionavam em termos de mudança estrutural das perspectivas do desenvolvimento brasileiro: o país tornar-se não só auto-suficiente mas exportador líquido e crescente de petróleo e o bônus demográfico, que favorecerá por muitas décadas a equação população/potencial produtivo da economia.

As mudanças podem ser fruto de fatores internacionais, apenas internos ou da interação de ambos. Ainda que sejam de signo positivo, elas não garantem por si sós o desenvolvimento. Como prova o destino maldito de quase todos os grandes produtores de petróleo, dos árabes à Venezuela, passando pela Nigéria e Angola. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

Gerdau quer fim de “estruturas medievais”

Postado em 28 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A alta carga tributária brasileira pode ser considerada como fator de impedimento para a competitividade do país.”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Folha Online

Por: Cristiane Barbieri

Empresário aponta deficiência na educação e carga tributária elevada como entraves para a competitividade do país.

“O mundo está em mudança; se fizeram a lei errada, é preciso corrigir; ou vamos ficar com leis que vêm do passado?”, questiona Gerdau

No 7º Fórum Empresarial de Comandatuba, que aconteceu no fim de semana passado, alguns governadores de Estado tinham mais intimidade com o empresário Jorge Gerdau do que seus pares. Dedicado ao conselho do grupo Gerdau, o empresário tem visitado pessoalmente os governos de Estados, nos últimos meses. Segundo os governadores, passa o dia em encontros com secretários.

O objetivo é buscar melhorar em 10% a relação entre receitas e despesas públicas. “Um país com uma carga tributária próxima a 40% e zero de investimentos não pode competir”, afirma Gerdau. “Passamos a usar mecanismos da iniciativa privada na melhoria da produtividade no setor público.” Gerdau, que entrou na briga contra as mudanças no Sistema S, recebeu a Folha para a seguinte entrevista:  

FOLHA – O tema de discussões no Fórum Empresarial foi educação, e a diversidade de opiniões esquentou os ânimos entre políticos e empresários. Os objetivos são tão diferentes?

JORGE GERDAU – Até alguns anos atrás, a grande meta era quantitativa: universalizar a educação para acabar com o analfabetismo. Hoje, existe o analfabetismo funcional, um problema muito sério. Nas nossas empresas, investimos muito na formação do pessoal e conseguimos formar praticamente todos os funcionários no ensino médio. Mas só fizemos isso porque não conseguíamos implantar o programa TQC [Controle de Qualidade Total], 25 anos atrás. Para dominar o processo operacional, as pessoas precisavam ter maior grau de educação. Estabelecemos, então, o conceito de “chega de complexo de Terceiro Mundo”. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Chegou o tempo dos idealistas

Postado em 28 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Rodrigo Loureiro Medeiros** & Gustavo Santos *

Todas as sociedades vivem embates internos parecidos com os descritos por José Ingenieros em ‘O homem medíocre’, cuja primeira edição data de 1913 [i]. Ingenieros analisa como duas forças se chocam nas sociedades e definem os rumos da sua evolução. Idealismo e mediocridade são essas forças.

Os idealistas podem ser divididos em dois grupos: românticos (paixão) e estóicos (virtude). A maturidade e o acúmulo de experiências são caminhos que levam os românticos ao estágio dos estóicos. Medíocres são pessoas sem ideais. Possuem idéias que se baseiam no senso comum; são pragmáticas, intransigentes e rejeitam o bom senso.

José Ingenieros argumenta ao longo do seu clássico ser a mediocracia perigosa para as sociedades, pois ela trava os respectivos progressos sociocultural, institucional, econômico e tecnológico. Uma das faces do projeto mediocrático no Brasil é a seguinte: “O custo da mão-de-obra é caro neste país e, por isso, não se tem competitividade global”.

Não é preciso muito esforço para se demonstrar que os custos do fator trabalho nos EUA, no Japão e na União Européia, por exemplo, são mais elevados do que os praticados no Brasil [ii]. A questão górdia do processo evolucionário das organizações está na busca pelo desenvolvimento de sistemas produtivos mais eficientes (grau de utilização dos fatores de produção) e eficazes (alcance dos objetivos a partir da utilização dos fatores de produção). Dificilmente o Brasil se viabilizará como nação a partir do padrão asiático. O enorme giro da mão-de-obra nas empresas traduz a opção tardia pela internalização do fordismo no Brasil. De 1980 a 2005, houve perdas de 20% do poder aquisitivo dos trabalhadores, ao passo que a produtividade permaneceu estagnada [iii]. Como se pode esperar debater seriamente competitividade sistêmica, produtividade e inovação no século XXI a partir da perspectiva mediocrática? Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Gustavo Santos, Rodrigo Medeiros | 1 Comentário »

A Petrobrás sob pressão

Postado em 26 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Preços de energia reprimidos diminuem o crescimento potencial do País, porque dão sinais errados para usuários e investidores sobre o atual estado da escassez…”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: O Estado de S. Paulo (restrito a assinantes)

Por: Dionísio Dias Carneiro

Há uma notável sobrecarga sobre a Petrobrás na atual conjuntura. Durante os longos anos de monopólio, a empresa mostrou mais deficiências do que petróleo, apesar de contar, desde sua fundação, com o apoio de tantos governos, políticos e da inegável simpatia da opinião pública a partir do slogan “o petróleo é nosso”. Foi um ex-presidente da empresa, militar de tradição nacionalista, Ernesto Geisel, que deu início aos contratos de risco, na pesquisa de novos campos, sob acusações generalizadas de crime de lesa-pátria. Os gastos estrangeiros em pesquisa permitiram que se conhecesse melhor o potencial brasileiro.

A exploração das primeiras jazidas na plataforma continental brasileira rendeu frutos e diminuiu a fragilidade energética que comprometia as possibilidades de crescimento de longo prazo do Brasil. A maior exposição internacional permitiu que frutificasse o mais importante investimento que a Petrobrás fez ao longo de sua trajetória: mostrou que havia uma elite de profissionais formada em casa, que adquiriu reputação internacional de qualidade técnica, além de equipar com especialistas os órgãos do governo que foram, ao longo do tempo, encarregados das questões nas quais os detalhes complexos do setor ultrapassavam a capacidade dos generalistas leigos.

As teorias conspiratórias sempre encontraram terreno fértil nas discussões em torno do petróleo. Onde vicejam a conspiração, o nacionalismo obtuso e o populismo, a racionalidade costuma ser expulsa de campo nos primeiros minutos. É natural que a Petrobrás tenha sido prejudicada, de tempos em tempos, por esses males. O importante, entretanto, é que prevaleceu a qualidade e a racionalidade empresarial, para a qual têm contribuído dirigentes de fora dos quadros da empresa, que arejam o espaço para a discussão livre, a inovação e a formação independente. As nomeações puramente políticas têm seus custos, mas esbarram numa cultura empresarial que se solidifica. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

“Quem são esses brasileiros?” Como a Vale muda a mineração mundial

Postado em 26 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Para diversificar-se além do minério de ferro, a Vale resolveu crescer fora do Brasil…”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)

Por: Antonio Regalado

Quando a Companhia Vale do Rio Doce chegou à pequena cidade mineradora de Sudbury, no Canadá, um ano e meio atrás, o prefeito John Rodriguez se lembra de ter se perguntado: “Quem são esses brasileiros?”

Agora que a gigante da mineração abre caminho para a linha de frente do mundo internacional dos negócios, mais e mais pessoas fora do Brasil estão descobrindo. Em 2006, a Vale absorveu a maior empregadora de Sudbury, a produtora de níquel Inco, por US$ 17,8 bilhões. A Vale é hoje a segunda maior mineradora do mundo, e a maior produtora de minério de ferro, um insumo básico do aço.

Graças a uma alta de seis anos nos preços das commodities, a Vale gerou o maior retorno total aos acionistas, entre 2002 e 2006, de um grupo de 5.000 empresas do mundo consideradas pela Boston Consulting Group. Os investidores tomaram nota: a ação da Vale foi a terceira mais negociada de uma empresa estrangeira na Bolsa de Nova York no primeiro trimestre deste ano. A Vale anunciou ontem um lucro líquido de US$ 2 bilhões para o primeiro trimestre, uma queda de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado que atribuiu à fraqueza do dólar e a uma queda no preço do níquel.

A alta dos preços do minério de ferro está começando a se tornar uma grande preocupação estratégica para empresas e governos ao redor do mundo. Na Índia, autoridades do governo têm discutido a adoção de novos impostos sobre as exportações do minério para ajudar a controlar a disparada nos preços do aço. Este mês, a maior siderúrgica do mundo, a ArcelorMittal SA, que tem sede em Luxemburgo, informou que queria aumentar seu “controle” sobre a matéria-prima ao suprir 70% de suas próprias necessidades dentro de cinco anos. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Social | Sem Comentários »

O novo mercado de combustíveis

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A Cosan e a Tropical Bioenergia – joint venture selaram definitivamente a entrada do setor no mercado de energia, em sentido amplo.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por Luis Nassif

Há cerca de dez anos, quando houve uma imensa crise no setor sucro-alcooleiro, houve um evento na Usina Santa Elisa, de Ribeirão Preto. Presentes, a diretoria do Bradesco, da usina e usineiros da região. Os Biagi, controladores da Usina, tinham sido escolhidos pelo Bradesco para um trabalho de consolidação, que permitisse recuperar usinas e os empréstimos efetuados.

As usinas se converteriam em verdadeiros centrais alcoolquímicas. Produziriam não apenas açúcar, como energia e, com o tempo, seria uma central alcoolquímica.

O setor ainda não estava preparado para processos de fusão. Imperava ainda a visão patriarcal, de cada empresário tocar seu próprio negócio.

Ontem, dois lances selaram definitivamente a entrada do setor no mercado de energia, em sentido amplo. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »