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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

Ministro sinaliza investimentos em novas usinas nucleares

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O Ministro de Ciência e Tecnologia anunciou a intenção do governo em construir novas usinas nucleares no país. O programa nuclear brasileiro está sendo discutido de forma mais aberta dentro do governo e o presidente Lula esta em vias de assinar um decreto criando o Comitê de Desenvolvimento Nuclear Brasileiro. A defesa da instalação de usinas nucleares no país é devido as tarifas competitivas frente a outras fontes de energias e pela disponibilidade de urânio no país, o País possui a sexta maior reserva comprovada do mundo.

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal Vermelho

O ministro de Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, anunciou na noite dessa quarta-feira (7) a intenção de construir novas usinas nucleares no país. Em entrevista a jornalistas da imprensa internacional organizada pela Presidência da República no Rio, Rezende disse que a discussão sobre o programa nuclear brasileiro ganhou força no governo e, em breve, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve aprovar um fórum composto por oito ministérios com a meta de traçar estratégias para o setor.

“Nos últimos três meses, o programa nuclear brasileiro passou a ser discutido de maneira mais aberta dentro do governo e o presidente da República está em vias de assinar um decreto criando o Comitê de Desenvolvimento Nuclear Brasileiro, formado por oito ministros e dirigentes da área nuclear”, informou Rezende. Leia o resto do artigo »

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Operação da PF reduz em 80% desmatamento na Amazônia

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A Operação Arco de Fogo tem caráter permanente e conta com a participação de vários órgãos públicos: Polícia Rodoviária Federal, Ibama e a Força Nacional de Segurança Pública e as forças de segurança estaduais, esta operação fez com que diminuísse o desmatamento na Amazônia, uma redução de 80%. A principal queda ocorreu em Mato Grosso. A operação inclui o combate à extração e comercialização ilegal de madeira.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal VERMELHO

O desmatamento na Amazônia sofreu uma redução de 80% de fevereiro a março deste ano, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), baseado nos levantamentos do Sistema de Detecção em Tempo Real (Deter). São os primeiros números divulgados pelo Inpe desde o início da Operação Arco de Fogo, desencadeada pela Polícia Federal no Pará, Rondônia e Mato Grosso.

A principal queda do desmatamento ocorreu em Mato Grosso: 82,4% a menos no índice de devastação de novas áreas dentro do bioma.  A Operação, que prossegue, inclui o combate à extração e comercialização ilegal de madeira. Além da PF, participam o Ibama (Instituto de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) e a Força Nacional de Segurança Pública. Leia o resto do artigo »

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A crise dos alimentos

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O professor da Universidade de Nova York e economista-chefe do site RGE Monitor, Nouriel Roubini, acredita que o problema da escassez de alimentos será resolvido dentro dos próximos 12 meses. Neste caso, ele prevê que a resposta dos fazendeiros aos altos preços será rápida, com um aumento significativo da produção já nas próximas safras. Portanto, estariam equivocadas as soluções mais imediatistas adotadas por alguns países, como as restrições às exportações, que mantêm os preços em patamares artificialmente baixos. O Brasil, de acordo com o especialista, tem um papel estratégico neste momento, pela capacidade natural de arrancar primeiro na corrida para oferecer comida ao restante do mundo.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Carta Capital

Por: Nouriel Roubini      

Embora se mantenha cético quanto à capacidade de retomada do crescimento econômico global após a crise das hipotecas nos Estados Unidos, o professor da Universidade de Nova York e economista-chefe do site RGE Monitor, Nouriel Roubini, acredita que o problema da escassez de alimentos será resolvido dentro dos próximos 12 meses. Neste caso, ele prevê que a resposta dos fazendeiros aos altos preços será rápida, com um aumento significativo da produção já nas próximas safras. Portanto, estariam equivocadas as soluções mais imediatistas adotadas por alguns países, como as restrições às exportações, que mantêm os preços em patamares artificialmente baixos. Válida, no curto prazo, é a política de apoio às nações mais pobres, nas quais é realmente urgente o combate à fome. O Brasil, de acordo com o especialista, tem um papel estratégico neste momento, pela capacidade natural de arrancar primeiro na corrida para oferecer comida ao restante do mundo. Leia o resto do artigo »

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Meirelles tem às mãos poder e autonomia mais do que suficientes para sabotar o desenvolvimento do Brasil e as eleições de 2010.

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

“Dêem-me o controle do Banco Central

de qualquer país e não me interessa

quem venha a produzir o restante das lei…”

Mayer Amschel Rothschild

Ao contrário do que tentam difundir certos candidatos a “sábios modernos”, economia não tem grandes mistérios. Qualquer estudante de economia sabe que existem três tipos de políticas macroeconômicas indutoras do crescimento: juros baixos, expansão dos investimentos e gastos públicos e câmbio desvalorizado.

Qualquer estudante sabe também que existem três tipos de políticas para redução da taxa de crescimento: juros altos, redução dos investimentos públicos e câmbio valorizado.

Qualquer estudante sabe também que, se os empresários estiverem muito otimistas e investindo muito, pode não ser necessário realizar políticas macroeconômicas adicionais indutoras do crescimento; mas se estiverem muito pessimistas ou não tão otimistas, será, sim, necessário colocar em prática políticas indutoras do crescimento. Desde que o governo tenha realmente como meta o crescimento e o desenvolvimento.

Essas proposições são matéria básica em qualquer curso de economia há pelo menos 55 anos. O jornalismo econômico e o debate político já as consideram triviais há ainda mais tempo.

Nesse sentido, o motivo pelo qual a economia brasileira seguiu na média dos últimos 5 anos com um crescimento abaixo da metade dos emergentes é cristalino. O “governo” mantém há muito tempo fortes políticas de contenção do crescimento. Essas políticas são tão firmes que nos mantivemos semi-estagnados apesar de termos vivido e ainda estarmos vivendo o período contínuo de mais rápido crescimento da história da humanidade. Nem a crise do subprime ainda foi capaz de barrar o crescimento mundial.

As razões desse atraso relativo são evidentes. As três políticas macroeconômicas são escancaradamente estagnacionistas no Brasil. A política monetária, com os maiores juros do mundo, é incrivelmente recessiva, restringindo não só os investimentos, como o consumo baseado em crediário. Restrigem em relação ao que poderíamos ser se tivéssemos uma política monetária normal. Os maiores juros do mundo fazem com que o crédito em relação ao PIB seja o menor entre os emergentes.

A política fiscal também é estagnacionista, pois ela é passiva e não permite expansões contracíclicas como em qualquer país civilizado.

A política cambial também é recessiva, pois manter o câmbio valorizado afunda a rentabilidade dos investidores potenciais na indústria e na agricultura. Com um câmbio supervalorizado, apenas a explosão do preço das commodities e o diferencial da taxa de crescimento brasileira com relação resto do mundo é capaz de sustentar o superávit em conta corrente. Mas mesmo esse, que significa o fim da vulnerabilidade externa e que já foi a grande vitória econômica do início do governo Lula, agora acabou.

É preciso ter claro que o câmbio brasileiro está muito valorizado e isso não foi captado antes pelo saldo em conta corrente, porque a taxa de crescimento do PIB – muito baixa dada nossas carências sociais – limitava a taxa de crescimento das importações. Leia o resto do artigo »

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Nova empresa no Brasil vai se chamar Azul Linhas Aéreas

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Azul Linhas Aéreas é o nome da nova companhia brasileira do empresário americano David Neeleman, escolhido por meio de uma votação na internet.

O nome remete à JetBlue, empresa fundada pelo empresário nos Estados Unidos e que agitou o mercado americano no início da década ao oferecer passagens baratas com um serviço diferenciado, como televisão a bordo.

Azul não foi, contudo, o nome mais votado pelos quase 110 mil internautas cadastrados. Pelo júri popular, a nova companhia se chamaria Brasil. O nome Brasil, com todas as suas variações – AirBrasil, Aero Brasil, Brasil Linhas Aéreas, BrasilAir etc. – foi de longe o mais votado.

Leia mais no G1

A Gol, quando começou, cobrava R$ 50,00 por uma passagem Rio-São Paulo.

Com isso, tirou passageiros dos ônibus levando-os para os novíssimos aviões Boeing 737-800. Se não me engano, eram seis.

Leia o resto do artigo »

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ISTOÉ ofende BNDES e seu corpo funcional com capa que insinua equivocadamente que conversas telefônicas pudessem ter sido gravadas dentro do BNDES ou pudessem envolver funcionários do BNDES. A quem querem atingir com essas falsas insinuações, o PAC e a Ministra Dilma?

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

ISTOÉ ofende BNDES e seu corpo funcional com capa que insinua equivocadamente que conversas telefônicas foram gravadas dentro do BNDES ou pudessem envolver funcionários do BNDES.

 Entretanto, essas insinuações são completamente falsas. Até agora, não há nem mesmo qualquer suspeita contra qualquer funcionário do BNDES.

 A capa da ISTOÉ vai além e coloca uma mulher dentro do prédio do BNDES que só pode fazer referência à prostituição de que trata no artigo.

 Essa capa induz as pessoas a pensarem que ouve corrupção ou prostituição envolvendo o BNDES ou seus funcionários, porém, não há indícios de que isso tenha ocorrido. Até agora, as suspeitas são exclusivamente de corrupção em uma prefeitura do PSDB em São Paulo CLIQUE AQUI PARA ENTENDER ESSA QUESTÃO.

 A revista ISTOÉ não pode acusar diretamente, pois não há nada contra o BNDES. Entretanto, a revista está cheia de insinuações. No texto da reportagem dizem o seguinte:

 “O conteúdo desses diálogos macula a imagem do maior banco de fomento da América Latina, maior indutor do PAC e tido até os últimos dias como um símbolo de eficiência e de rigor técnico na aplicação de seus recursos.”

 O BNDES deixou de ser um símbolo de eficiência e de rigor técnico?

Nada de concreto na reportagem, além das falsas insinuações, mostra que o Banco mudou.

Mas nesse pequeno texto da reportagem, podemos encontrar indícios de onde querem chegar com essas acusações despropositadas. De fato, o BNDES é o maior indutor do PAC, será que essas acusações infundadas são mais uma das tentativas de atacar o PAC e a Ministra Dilma? Ou será que tem relação com o equívoco da última reunião do Copom ? (CLIQUE AQUI PARA ENTENDER ESSA QUESTÃO)

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Safra de grãos será recorde neste ano, segundo Conab

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Companhia estima produção em 142,03 milhões de toneladas; já IBGE eleva projeção em 1,5%, para 142,6 milhões de toneladas. Conforme os técnicos da Conab, as boas condições climáticas registradas nos últimos meses, com melhor distribuição das chuvas em todo o País, além de mais investimentos e melhor tecnologia no campo, continuam elevando a produção nacional.”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Estadão

Por: Fabíola Salvador

O Brasil deve colher safra recorde de grãos de 142,03 milhões de toneladas em 2007/08, resultado 7,8% maior do que o ciclo anterior, quando foram produzidas 131,75 milhões de t. O resultado faz parte da oitava pesquisa da safra 2007/08, divulgada nesta quinta-feira, 8, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Já o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aumentou em 1,5% a sua estimativa sobre a safra, de 140,5 milhões de t em março para 142,6 milhões de t na pesquisa de abril.

Conforme os técnicos da Conab, as boas condições climáticas registradas nos últimos meses, com melhor distribuição das chuvas em todo o País, além de mais investimentos e melhor tecnologia no campo, continuam elevando a produção nacional.

O maior destaque continua com a soja, que participa com 41,89% do total (59,50 milhões de t) e 1,9% superior à produção passada, de 58,39 milhões de t. Em seguida vem o milho, com 40,69% da safra (57,80 milhões de t). Isso representa 6,43 milhões de t a mais que o do período anterior. Juntas, essas culturas são responsáveis por 82,59% da produção nacional. Leia o resto do artigo »

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Itaipu, liquidações e mercado livre

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Por Roberto Pereira d’ Araujo*

O tema do preço da energia de Itaipu entre Brasil e Paraguai, independente das complexas questões de tratados bi-nacionais, é bastante didático. O assunto não é o tratado em si, mas é interessante lembrar alguns detalhes.

A construção da usina solucionou um impasse diplomático envolvendo Brasil e Paraguai numa disputa secular sobre a posse de terras na região do Salto de Sete Quedas que, hoje, está coberta pelo lago. Em 1962 pensou-se numa aliança para produzir energia, mas a solução só se efetivou em 1973 quando Brasil e Paraguai firmaram o Tratado de Itaipu. O governo brasileiro foi responsável pela obtenção de recursos para a obra. O padrão de financiamento de curto prazo de instituições financeiras e de bancos estrangeiros, comum na década de 70, sofreu muito com a alta dos juros da década de 80. O custo da usina é de aproximadamente US$ 1.000 por quilowatts instalados, ou cerca de US$ 14 bilhões. O preço atualizado, com os juros e a inflação em dólar do período, chega a US$ 16 bilhões. Em 1984 a usina entrou em operação e, após 50 anos, em 2023, com uma tarifa no entorno de R$ 75/MWh, a dívida terminará de totalmente quitada.

Apesar das cifras bilionárias, Itaipu ainda é uma usina barata, pois é uma das últimas cuja energia é calculada pelo seu custo. Se nenhuma manobra alterar o que foi acordado, daqui a 15 anos, essa energia é praticamente gratuita. Se o planeta não nos preparar nenhuma tragédia, Itaipu vai gerar energia para nossos netos por preços muitíssimo menores que qualquer outra opção.

Só que, para um país com os graves problemas sociais como o Brasil, seria um absurdo praticarmos tarifas que incentivassem consumos perdulários. A estratégia deveria ser outra. A vantagem de ter uma parte da energia barata é que se poderia apropriar a diferença para a formação de um fundo. Como Itaipu é capaz de gerar cerca de 80 TWh/ano, se apenas R$ 50/MWh fossem dirigidos à um fundo, só ela seria capaz de acumular 4 bilhões de reais a cada ano, um Bolsa Família.

Vejam como isso nos remete à questão dos preços e da apropriação de diferenças de preço em sistemas de base hídrica. O que ocorreu nos últimos anos no Brasil, governo Lula incluso, foi justamente a apropriação não pública desses diferenciais.

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