prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

Emergentes fortes

Postado em 18 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Márcia Pinheiro, de Genebra*

Fonte: CartaCapital

Pascoal Lamy é um dos homens mais importantes do mundo globalizado. Diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), comanda as negociações da Rodada de Doha, que pretende renovar os marcos regulatórios das transações internacionais. Ele recebeu, em Genebra, um pequeno grupo de jornalistas latino-americanos e caribenhos. Em uma conversa franca, criticou os subsídios dos países ricos aos agricultores, que provocam distorções de preços e escassez de comida, admitiu que as eleições nos Estados Unidos afetam as negociações e deixou claro que, hoje, os países em desenvolvimento sentam-se à mesa da plenária da OMC em condições de igualdade com os ricos. Insistiu, ainda, que a negociação é a única saída para resolver os conflitos comerciais que a globalização gerou. Disse que a instituição não dá conselhos, mas tenta ser um árbitro dos conflitos. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Pergunta: Quais são as perspectivas reais, do ponto de vista político, de que a Rodada de Doha se encerre nos próximos meses?

Pascal Lamy: É preciso entender uma coisa. Todos os negociadores na OMC têm um mandato e orgulho profissional, ao voltar para seus países, de ter feito o melhor possível. Existem dois aspectos: o político e o técnico. Do ponto de vista político, converso com presidentes e ministros duas a três vezes por dia. Todos de maior peso querem concluir a rodada até o fim deste ano. Há um consenso sobre isso. Claro que nem sempre Bush, Lula ou Singh (da Índia) têm a mesma visão do que seria uma rodada justa. Mas eles têm uma determinação coletiva para chegar a um acordo. Todos investiram capital político em Doha, também por estarmos em uma fase de crise econômica internacional, com escassez de alimentos. O fato é que estamos chegando ao fim de um ciclo político nos Estados Unidos e todos os grandes players estão dispostos a fazer concessões substanciais, especialmente os norte-americanos. Do aspecto técnico, há muitas especificidades, necessidades específicas. Há países discutindo o comércio de manteiga, aves, têxteis e produtos químicos. Pela complexidade, pode-se sentir uma certa frustração. Acredito que ambos os ingredientes estão à mesa, o que não é uma condição suficiente para a convergência de um acordo. Vai dar certo? Não sei. Estou empenhado que sim. Minha função é tentar chegarmos a um acordo. Não é um assunto de teoria dos jogos, mas psicológica e política. É uma grande maionese: os ingredientes estão na receita, tento ter uma certa flexibilidade, mas às vezes o tempo fica um pouco turbulento e nada funciona. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Internacional | Sem Comentários »

O risco Meirelles

Postado em 17 dEurope/London maio dEurope/London 2008

André Siqueira e Márcia Pinheiro

Fonte: CartaCapital

Entre intermináveis consultas ao palm top e leves bocejos, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, costuma atravessar incólume as reuniões ministeriais no Palácio do Planalto. Mas há quem perceba, nos gestos afáveis ou na recorrente expressão de esfinge, o espírito sempre pronto a evitar que prospere qualquer idéia capaz de abalar os alicerces dos fundamentos da política macroeconômica, na acepção do próprio Meirelles e da turma do BC.

Tivesse o restante da equipe econômica não atrelada ao BC soluções brilhantes para os impasses atuais da economia, e a vida na Esplanada, compartilhada com o guardião Meirelles, já seria difícil. Nestes meados de maio, por exemplo, enquanto uma parte do governo tentava dar sentido ao pacote de política industrial e à criação do fundo soberano, o presidente do Banco Central deixava escapar, à boca pequena, a ameaça de um aumento de 1 ponto porcentual na taxa de juro na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em 4 de junho, caso a União não decida promover um corte substancial nos gastos públicos. O Brasil sustenta hoje um dos juros nominais mais altos do mundo, 11,75% ao ano.

As posições nos mercados futuros das últimas semanas já refletem essa intenção do BC. Postura, no mais, afinada com os principais defensores da ortodoxia econômica na academia e nas finanças. Os efeitos de um aumento nessa proporção são conhecidos: mais entrada de recursos de investidores estrangeiros, maior valorização do real perante outras moedas e a conseqüente piora do déficit das contas externas, cujo rombo, nas condições atuais, deve atingir 20 bilhões de dólares até o fim do ano. Sem falar no freio à expansão dos investimentos privados e no ritmo de crescimento da economia.

Em resumo, Meirelles pretende exercer a função de quem foi eleito pelo voto nas últimas eleições. Segundo o coordenador do Núcleo de Economia Industrial da UFRJ, David Kupfer, “exigir que o presidente corte gastos, simplesmente, é tentar convencê-lo a não governar, diante de tantas demandas da sociedade. Com o câmbio e o juro fora do lugar, resta a alternativa de buscar metas mais flexíveis para a gestão monetária, sem medo de mexer em um time que parece estar ganhando, mas pode ser responsável por uma nova trombada, como a do fim de 2004, quando o ciclo de crescimento foi abruptamente interrompido”, argumenta o economista. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, O que deu na Imprensa, política industrial | 1 Comentário »

Se acabó la hegemonía de EU en América Latina (Council on Foreign Relations, o CFR)

Postado em 17 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Nueva York, 14 de mayo. “Si hubo una era de hegemonía de Estados Unidos en América Latina, se acabó”, concluye un informe sobre las relaciones de Washington con la región emitido hoy por el centro de estudios de relaciones internacionales más influyente del país.

El informe Relaciones Estados Unidos-América Latina: Una nueva dirección para una nueva realidad fue elaborado por un grupo independiente de expertos patrocinado por el Consejo sobre Relaciones Exteriores (Council on Foreign Relations, o CFR), el cual afirma que “la política estadunidense ya no puede ser basada sobre la suposición de que Estados Unidos es el actor exterior más importante en América Latina”.

Establece que “por más de 150 años la Doctrina Monroe ofreció los principios que guiaban la política estadunidense hacia América Latina, afirmando la primacía de Estados Unidos en las relaciones exteriores de la región. Durante las últimas dos décadas estos principios se han vuelto cada vez más obsoletos”.

El problema ahora, añade, es que “el marco básico de la política en Washington no ha cambiado lo suficiente para reflejar esa nueva realidad”. Por lo tanto, sugiere que los formuladores de política hacia la región tienen que cambiar la manera de pensar: “América Latina no es de Washington para perderla; tampoco es de Washington para salvarla. El destino de América Latina está, en gran medida, en las manos de América Latina”. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Internacional | Sem Comentários »

A SEMANA A LIMPO

Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) considerou que diversos contratos entre a Alstom, uma multinacional francesa, e o Metrô de São Paulo, subordinado ao governo tucano, são irregulares. O valor dos mesmos chega a R$ 556 milhões. Segundo reportagem da Folha de São Paulo (clique aqui para ler), os prejuízos aos cofres do governo atingem R$ 70 milhões.

 

Economia

 

A Bovespa atingiu seu nível recorde nesta semana, chegando aos 72 mil pontos. Já o dólar atingiu o valor de R$ 1,64. Como sempre, a autoridade monetária parece indiferente aos possíveis efeitos de uma excessiva apreciação do Real.

 

Internacional

 

Na China, um tremor de terra deixou 22 mil mortos. As seguradoras calculam um prejuízo de US$ 2 bilhões. Este é mais um problema para a China, que sediará os Jogos Olímpicos em agosto.

 

Barack Obama está cada vez mais próximo da indicação democrata para a corrida pela Casa Branca. Hillary Clinton não tem mais chances de alcançá-lo no número de delegados. Suas esperanças, cada vez menores, estão nos superdelegados. Obama, negro e progressista, pode ser um bálsamo diante da estupidez que assola a Casa Branca nos últimos anos.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

 

Postado em A Semana a Limpo, Conjuntura, Desenvolvimento, Internacional, Leonardo Nunes, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »

Implantação do trem-bala não deve ocorrer antes das Olimpíadas

Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A implantação do trem-bala dependerá do licenciamento ambiental e do tempo de negociação do contrato. Além da necessidade do apoio do Governo. O BNDES está elaborando o traçado do trem e das estações e vai dizer que tipo de apoio o Governo pode oferecer.

Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: JB Online

Por: Débora Motta

Em seminário realizado nesta quinta-feira em Ipanema, no Rio, para apresentar o modelo de trem-bala do Japão para o Governo e empresariado cariocas, o secretário de Transportes, Julio Lopes, perguntou aos empresários japoneses se seria possível construir o trem de alta velocidade, para interligar o eixo Rio-São Paulo, antes das Olimpíadas.

- Essa é uma pergunta bastante sensível. Depende de fatores como a desapropriação de imóveis para a construção do trem-bala, de licenciamento ambiental e do tempo de negociação do contrato. Entretanto, a construção do trecho Tóquio-Osaka do trem de alta velocidade no Japão levou cinco anos – disse Masao Susuki, vice-presidente da empresa de consultoria Mitsui Brasileira.

Suzuki acredita que o projeto deve ser construído em parceria público-privada. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Bônus demográfico deve ser bem aproveitado

Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O Brasil apresenta um quadro favorável a economia, se bem aproveitado, que poderá gerar ganhos econômicos e alavancar a qualidade de vida dos brasileiros. A estrutura etária da população apresenta mais pessoas em idade de trabalhar do que jovens e crianças. Contudo esse aumento da população economicamente ativa gera a necessidade de alteração das diretrizes das políticas publicas de um país. O Brasil nunca apresentou tantas pessoas em idade ativa. E esse é o bônus do país.”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Projeto Brasil

Publicado em: Felipe Lessa

O período de “bônus demográfico” que o Brasil atravessa foi discutido em uma reunião, no início do mês, em São Paulo. Realizada no Instituto Fernand Braudel, o evento teve como palestrantes José Diniz Alves, coordenador da pós-graduação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Rubens Ricupero, ex-embaixador, e Norman Gall, jornalista e diretor do Instituto.

Para os presentes, o fenômeno em que a estrutura etária da população apresenta mais pessoas em idade de trabalhar do que jovens e crianças, pode trazer benefícios para a economia e para a população. Se esse momento for bem aproveitado, pode gerar ganhos econômicos e alavancar a qualidade de vida dos brasileiros, já que a produtividade média das pessoas é mais alta. Estima-se que esse ciclo de bonança esteja ativo desde 2000 e chegue até o ano de 2030.

Com o aumento da população economicamente ativa, se faz necessária a alteração das diretrizes das políticas públicas de um país. Por exemplo, o investimento na geração de empregos e de educação continuada tende a aumentar em relação aos da educação básica – destinada a crianças e jovens. Isso aconteceu em países como o Japão e a Coréia do Sul, nos anos 1980 – que renderam bons frutos nas décadas seguintes.  Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Carga tributária líquida é baixa no Brasil, diz presidente do Ipea

Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Levantamento realizado pelo IPEA, ressalta que uma parte de imposto vai para transferência de renda e isso causa uma diminuição da carga tributária líquida. E segundo Pochmann,Presidente do IPEA, a carga tributária líquida é baixa para um país como o Brasil e o sistema tributário do Brasil é injusto e acentua as desigualdades.

Por Katia Alves

Por Karen Camacho

Publicado originalmente na Folha online

Levantamento inédito do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) na área tributária refaz as contas em relação a arrecadação de impostos e aponta que quase dois terços dos impostos vai para transferências de renda. Com isso, a carga tributária líquida cai para 12% do PIB.

Os dados, obtidos pela Folha Online, serão apresentados pelo presidente do Ipea, Márcio Pochmann, nesta quinta-feira ao CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social). O objetivo, segundo ele, é oferecer elementos para a discussão da reforma tributária.

“Queremos ajudar na discussão da reforma e mostrar porque a desigualdade é tão alta e que a tributação não ajuda a acabar com isso”, afirmou.

Para chegar ao índice de 12% o Ipea excluiu os pagamentos previdenciários, as transferências de renda com programas sociais, como o Bolsa Família, o pagamento de juros e os subsídios a empresas. Os dados referem-se à carga tributária de 2005, que bruta chegou a 33,4%. Em 2007, esse índice subiu para 35,7%. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Social | Sem Comentários »

Grau de investimento preocupa exportadores

Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2008

As empresas exportadoras estão reclamando da valorização do real que tende a se valorizar mais ainda com a entrada de investimento estrangeiro causando aumento da entrada de produtos importados e a competição será bem mais acirrada. Essas empresas estão buscando novas alternativas para resolverem esse problema.

Por Katia Alves

Vera Dantas e Andrea Vialli

Publicado originalmente Estadão

Valorização do real reduz a competitividade no exterior

A conquista do grau de investimento pode se tornar um pesadelo para exportadores que já vinham sofrendo com o real valorizado. “A maior entrada de investimento estrangeiro reforça a tendência de alta da moeda”, diz Alessandro Teixeira, presidente da Apex, agência do governo que promove exportações e investimentos.

O temor é compartilhado por economistas e setores com forte viés exportador, como o têxtil, calçados e cosméticos. Negociar com o comprador em euro e não em dólar, vender produtos mais sofisticados, entrar em novos países e disputar o mercado interno são algumas das estratégias que as empresas estão adotando para reduzir riscos.

A centenária Cedro, por exemplo, umas maiores empresas têxteis do País, perdeu 80% do mercado americano.”Há algum tempo não fazemos exportações substanciais para os Estados Unidos. Na Europa, os negócios caíram 40% nos últimos dois anos”, diz Klecius Janduci, gerente de exportação da Cedro. As exportações, que representaram 13% do faturamento, devem cair para 10%. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »