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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

Fundo soberano dará robustez a empresas, avaliam deputados

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O fundo soberano fará com que o BNDEs financie empresas brasileiras que tenham projetos internacionais, poderá enxugar dólares do mercado interno, valorizando o real e também aumentar a rentabilidade da aplicação dos ativos financeiros, numa referência às reservas já mantidas pelo Banco Central. O fundo soberano também usará o excedente das reservas nacionais para a criação de uma poupança interna para momentos de crise de arrecadação.

Por Katia Alves

Por Gabriela Mascarenhas

Publicado originalmente em PT na camara

O fundo soberano anunciado pelo governo esta semana vai capitalizar o BNDES no exterior, para que o banco possa financiar empresas brasileiras em seus projetos internacionais. Terá como objetivo, em primeiro lugar, apoiar projetos de interesses estratégicos do país no exterior, explicou o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Segundo o ministro, servirá também para enxugar dólares do mercado interno, o que poderá ter efeito na valorização do real. O fundo será ainda instrumento para conter o aumento dos gastos públicos, já que esses recursos não serão aplicados em território nacional.

Mantega afirmou que os recursos serão formados por uma parcela do que exceder do superávit primário, hoje em 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de bens e serviços produzidos no país). Em entrevista, Mantega disse que o fundo soberano atua no exterior, retirando os dólares de dentro (do país) para impedir a valorização maior da moeda.

Outro objetivo importante é ampliar a rentabilidade da aplicação dos ativos financeiros, numa referência às reservas já mantidas pelo Banco Central. “As reservas, por sua própria natureza – porque elas têm que dar cobertura cambial ao país – têm de ser aplicadas de forma conservadora – como o são. E, portanto, o rendimento delas costuma ser menor. Porém, o que estamos falando é de um excedente para além das reservas. As reservas continuarão e nós teremos um excedente, que será aplicado de forma mais rentável”, explicou Mantega. Leia o resto do artigo »

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Construção de hidrelétrica em RO barateará energia, diz IPE

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A construção da Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, vai baratear o custo da energia fornecida no país para o consumidor final.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal VERMELHO

A construção da Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, vai baratear o custo da energia fornecida no país para o consumidor final, na avaliação do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim.

Tolmasquim acredita que, apesar de apenas dois grupos estarem participando da disputa pela construção da usina, cujo leilão será nesta segunda-feira (19), haverá forte concorrência, com deságio e benefícios para o consumidor.

 ”As nossas expectativas para o leilão de Jirau são boas. Existem dois consórcios fortes participando e a expectativa é de que haja uma boa disputa”, afirmou. A disputa será travada pelos consórcios Jirau Energia, formado pelas empresas Odebrecht e Furnas, e Energia Sustentável do Brasil, composto por Suez Energy, Camargo Corrêa e pelas estatais Eletrosul e Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf). Leia o resto do artigo »

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Brasil supera a China em investimentos da União Européia

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008

União Européia investiu um volume bem maior no Brasil do que na China, colocando o Brasil em terceiro lugar entre as quatro principais economias emergentes, o bloco investiu 7,1 bilhões de euros no Brasil.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal VERMELHO

O volume de investimentos diretos da União Européia no Brasil durante o ano passado foi maior do que o recebido pela China e colocou o país em terceiro lugar entre as quatro principais economias emergentes, grupo chamado de Bric que inclui também Rússia e Índia. Dados divulgados nesta segunda-feira (19) pelo Gabinete de Estatísticas da União Européia (Eurostat) mostram que o bloco investiu 7,1 bilhões de euros no Brasil em 2007. A Rússia liderou o grupo, ficando com 17,1 bilhões de euros.

A Índia, em segundo, recebeu 10,9 bilhões de euros, mais de cinco vezes os 2,5 bilhões de euros que havia recebido em 2006.

Já os investimentos diretos da União Européia na China – excluindo Hong Kong – despencaram para 1,8 bilhão de euros, ante 6 bilhões de euros em 2006, a despeito do forte interesse da mídia no país oriental, apontado como força econômica emergente na Ásia. A queda colocou a China como o destino menos preferido dos investimentos da União Européia entre as quatro grandes economias emergentes. Leia o resto do artigo »

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Desafios para o desenvolvimento do Brasil: as reformas sociais, a queda nos juros e os investimentos para produção

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O Brasil precisa baixar as taxas de juros, necessita de reformas estruturais, deve ir atrás de investimentos produtivos, assumir o crescimento como prioridade, e levar a serio o desenvolvimento socioambiental. Esses são os desafios que o Brasil precisa encarar para seu crescimento pleno.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Antonio Biondi

A opinião dos sindicalistas e pesquisadores no especial “Trabalho e Renda” é unânime: o país precisa assumir o crescimento como prioridade efetiva e contínua; questões sociais, ambientais e ligadas a o quê e como produzir também surgem com força nas análises.

Os juros precisam baixar. As reformas estruturais de que o país carece são as sociais – e não as de caráter liberal. Os investimento que o Brasil deve buscar atrair são os produtivos, e não os capitais meramente especulativos. O país tem que assumir o crescimento como uma prioridade – não efemêra, temerosa e a qualquer custo, mas contínua, gradativa e qualificada. E o desenvolvimento socioambientalmente sustentável não deve ser relegado ao ostracismo das idéias ou ao passado. Ele é futuro. A receita não é de Carta Maior, mas dos entrevistados ouvidos no especial “Trabalho e Renda”.

Para Sérgio Nobre, presidente eleito do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (toma posse nesta segunda, 19), o rumo atual deve ser mantido em sua essência. “Se programas e políticas como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a recuperação e valorização do salário mínimo, os juros em queda, o estímulo aos financiamentos populares e crédito consignado, etc, seguirem no atual e positivo ritmo, assim como as políticas de inclusão social e distribuição de renda, como o Bolsa Família, o Brasil tende a viver um longo ciclo de desenvolvimento econômico e social”. Leia o resto do artigo »

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Sucesso econômico de Lula cria novos desafios para o Brasil

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O crescimento do PIB em 2007 permitiu vários avanços, foram criadas, entre 2003 e 2007, mais de 6 milhões de empregos formais,  sendo que só em 2007 foram gerados 1,6 milhão de novos empregos. Os trabalhadores viram, em 2008, o salário mínimo chegar a R$ 415, assim como conseguiram aumentos reais na maioria das negociações, além de que mais de 20 milhões de pessoas deixaram a linha da miséria e da pobreza. Espera-se que em 2008 possam ser repetidos os mesmos pontos positivos alcançados até 2007.

Por Luciana Sergeiro 

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Antonio Biondi  

Para presidentes da CUT e Ipea, professores e dirigentes sindicais, o Brasil está diante de uma chance histórica de crescimento qualificado; momento é chave para adoção de medidas que garantam um desenvolvimento com diminuição da pobreza e da desigualdade. Carta Maior começa a publicar nesta segunda-feira uma série de reportagens sobre o tema realizadas por Antonio Biondi.

O Brasil comemora notícias positivas na sua economia. O crescimento do PIB em 2007, de 5,4% permitiu vários avanços – e pode se repetir em 2008. Foram criadas, entre 2003 e 2007, mais de 6 milhões de empregos formais (novas vagas com carteira-assinada), sendo que 2007 estabeleceu o recorde a ser quebrado: 1,6 milhão de novos empregos.

Nos últimos dias, o país lançou uma ambiciosa proposta de política industrial – o Plano de Desenvolvimento Produtivo – e obteve o investment grade de parte de uma agência de classificação de risco, que colocou o Brasil no grupo dos bons pagadores mundiais – e portanto recomendável para novos investimentos (especulativos e produtivos) com menores riscos. E os trabalhadores viram o salário mínimo chegar a R$ 415 em 2008, assim como conquistaram aumentos reais em nada menos que 88% das negociações com seus patrões em 2007. Por fim, em uma das notícias mais comemoradas nos últimos anos, 20 milhões de pessoas deixaram a linha da miséria e da pobreza desde 2003, saindo das classes D e E, fazendo da classe C a mais numerosa e representativa do país. Leia o resto do artigo »

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A política industrial do governo Lula, artigo de Luiz Carlos Mendonça de Barros

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Encontramos só remendos de curto prazo para minorar os efeitos do real valorizado sobre alguns setores exportadores” .

 Luiz Carlos Mendonça de Barros, engenheiro e economista, é economista-chefe da Quest Investimentos.

Fonte: Jornal da Ciência

O governo anunciou nesta semana sua política industrial. Como tem sido o padrão do governo Luiz Inácio Lula da Silva, existe um incrível descompasso entre sua forma e seu conteúdo. O palco montado no auditório do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no Rio de Janeiro, merecia algo mais substantivo.

Prova disso é que, quando escrevo esta coluna, as medidas e as metas anunciadas com pompa e circunstância já caíram no esquecimento. Fala-se hoje mais sobre o cofrinho do ministro Mantega do que sobre a política industrial, que, segundo o discurso oficial, mudaria nossa indústria em três anos.

Em primeiro lugar, quero dizer que acredito na necessidade de um país como o Brasil ter uma política industrial. Não concordo com os que negam que a articulação entre o setor privado e o governo seja um caminho eficiente para desenvolver o tecido industrial de um país em desenvolvimento. Leia o resto do artigo »

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Maior parte do investimento em C&T nos EUA vai para a área de defesa

Postado em 18 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Fonte: Jornal da Ciência

Segundo a Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), orçamento federal para P&D em 2009 terá aumento de 3,4% (4,9 bilhões) em relação ao ano passado, totalizando 147,4 bilhões de dólares.

Um recente estudo divulgado pelo diretor para política e orçamento da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), Kei Koizumi, aponta tendências que revelam as prioridades do Governo dos EUA em matéria de C&T.

Tais tendências podem ser resumidas nos seguintes aspectos, contidos na proposta orçamentária do Executivo para o ano fiscal de 2009, atualmente em tramitação no Congresso:

(a) Se aprovada a proposta, o orçamento federal para pesquisa e desenvolvimento em 2009 terá aumento de 3,4% (4,9 bilhões) em relação a 2008, totalizando 147,4 bilhões de dólares. Desse total, os programas com maior aumento real serão os de desenvolvimento de veículos espaciais (NASA) e de armamentos (Departamento de Defesa – DoD).

(b) Do total orçamentário para o setor, o DoD continuará a receber a maior parcela (80,7 bilhões de dólares). Desse valor, programas de desenvolvimento de armamentos receberão acréscimo de 6,9 por cento em relação a 2008, num total de 69 bilhões de dólares (quase metade de todo o orçamento federal para P&D). O investimento de P&D em defesa, o qual se procura justificar pelo apoio ao esforço de guerra no Iraque, mantém o DoD como a principal agência para o fomento à pesquisa neste país.

(c) As agências contempladas na Iniciativa de Competitividade da América – Instituto Nacional de Padrões Tecnológicos (NIST), Fundação Nacional de Ciências (NSF) e Escritório Científico do Departamento de Energia (DoE-SO) – terão os maiores aumentos percentuais (16,1, 15,5 e 20,7 por cento, respectivamente).

Os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) manterão o mesmo valor nominal de 2007, enquanto que outras agências terão seus orçamentos reduzidos, notadamente nos setores de agricultura, meio ambiente e monitoramento da Terra.

(d) A pesquisa relacionada à segurança interna (“homeland security”) terá acréscimo de 10,2 por cento, totalizando 5,5 bilhões, em apoio a programas de pesquisa em defesa química, defesa biológica e redução de ameaças.

(e) O apoio à pesquisa básica (57,3 bilhões) continuará a ter declínio, em termos reais, pelo quinto ano consecutivo. As disciplinas de física, astronomia e química terão ganhos reais, enquanto que ciências comportamentais, ciências da vida e biológicas e ciências da Terra tendem a ter orçamentos declinantes.

(f) O Governo seguirá priorizando iniciativas de pesquisas multidisciplinares e interagências, como a Iniciativa Nacional de Nanotecnologia (NNI) (que receberá 1,5 bilhão de dólares), a Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias de Informação e Redes (NITRD) (3,5 bilhões) e o Programa Científico sobre Mudança do Clima (CCSP) (2 bilhões). Leia o resto do artigo »

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Marina Silva rebate Lula e vê risco de retrocesso na Amazônia

Postado em 18 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Fonte: Jornal da Ciência

Ex-ministra afirma que se considera isenta e que poderia ter coordenado o PAS. Petista, que negou que fará oposição ao governo na volta ao Senado, disse que seu sucessor é “qualificado” para vaga no Meio Ambiente.

Com a exoneração publicada no “Diário Oficial” da União e ainda sem ter conversado com o presidente Lula sobre a decisão de deixar o Ministério do Meio Ambiente, Marina Silva (PT-AC) apontou ontem (15/5) o risco de retrocesso no combate ao desmatamento na Amazônia, cujo ritmo voltou a crescer.

“É melhor ter o filho vivo em colo de outro do que vê-lo jazendo em seu próprio colo”, afirmou a ex-ministra, numa referência ao título de “mãe do PAS” (Plano Amazônia Sustentável) dado a ela por Lula na semana passada. “Não podemos aceitar nenhum tipo de retrocesso”, insistiu a petista na primeira entrevista desde que se demitiu, na terça-feira (13/5). Marina assumirá sua vaga no Senado.

Ao longo de quase duas horas de entrevista, a senadora apontou pressões contra a política de desenvolvimento sustentável da Amazônia. Os principais alvos dessas pressões seriam: 1) a exigência de licença ambiental na concessão de crédito a partir de julho; 2) a criação de novas áreas de conservação ambiental; e 3) a restrição de que os proprietários de terras na Amazônia não desmatem mais do que 20% de suas áreas.

Marina, 50, evitou prognósticos sobre a gestão de seu sucessor na pasta. Disse que Carlos Minc é um ambientalista “qualificado” para a tarefa, mas afirmou desconhecer em que termos o ex-secretário do Ambiente do Rio aceitou, por telefone, o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Conheci o Minc quando ele ainda tinha cabelo. E corre o risco de perder mais”, disse a ex-ministra sobre as dificuldades que o sucessor deve encontrar no comando do Meio Ambiente. Os obstáculos, segundo a petista, não decorrem do fato de Minc ter declarado desconhecer a Amazônia: “Eu não faria essa simplificação, nenhum ministro é capaz de conhecer questões de A a Z”. Leia o resto do artigo »

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