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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

Petrobrás: dados que impressionam!

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O Blog do Chicão publicou um e-mail de um leitor que comenta os impressionantes números dos investimentos e projetos recentes da Petrobrás, divulgados no Jornal Valor Econômico na edição da última terça-feira. Estes dados evidenciam o quanto uma estatal bem administrada é relevante para o desenvolvimento do país e desconcertam o arcaico discurso neoliberal sobre a ineficiência do Estado produtor…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Blog do Chicão

Abaixo um email mandado por um amigo:

Chicão,

Os dados abaixo estão na edição de hoje do Jornal Valor econômico.

São impressionantes e importantíssimos para nosso país.

“A exploração do megacampo de Tupi e seus irmãos Júpiter, Carioca, Parati, Caramba e Bem-te-vi, só para citar alguns, vai exigir aumento da capacidade instalada dos fabricantes de dutos, sondas de perfuração e plataformas, entre outros equipamentos, e também já detonou um processo de desenvolvimento de novas tecnologias entre a Petrobras e seus fornecedores”.

(Estes dados confirmam nossos estudos. Estatal não é boa e nem ruim por si só. Ela é boa quando desenvolve tecnologia, alavanca o crescimento do país e desenvolve projetos prioritários.)

“A Petrobras arrendou quase 80% dos navios-sonda com capacidade de perfurar águas profundas disponíveis no mercado mundial, já contratou mais dez sondas de perfuração que chegam entre 2009 e 2011 e vai colocar 24 barcos de apoio exclusivos para Tupi”.

(Taí mais uma informação relevante. Só uma empresa estatal correria risco de investir no que é prioritário para o país. As empresas privadas não o fariam. Prova é que 80% destas sondas estão trabalhando para a Petrobrás. Mais do que isto, se a Petrobrás não tivesse investido em extração – mais cara – no fundo do mar, nossas reservas de dólares teriam sido comidas pela importação de petróleo. Com isto haveria menos estabilidade econômica. Os pseudo-liberais não fazem estes cálculos quando atacam os pontos fracos de uma empresa estatal).

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Para diretor da Finep, Brasil deve mudar “modelo mental”

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Eduardo Costa, diretor da Finep, em resposta a crítica ao novo edital de subvenção econômica da Finep para as micro e pequenas empresas, declara que é necessário ao Brasil mudar seu modelo mental, pois o novo cenário econômico é um momento “muito diferente” dos anos 1990, sendo hoje possível financiamento de um montante muito maior.

Por Katia Alves

Publicado originalmente no Jornal da Ciência

Por Tatiana Fiúza

Eduardo Costa ressalta que recursos hoje permitem operar programas com mais de R$ 100 milhões, ou projetos com mais de R$ 1 milhão

O diretor de Inovação da Finep, Eduardo Costa, convidou nesta segunda-feira (19) os participantes da 8ª Conferência Anpei para fazerem uma reflexão e mudar o “modelo mental” para entender o cenário de inovação que está sendo adotado no Brasil.

Costa lembrou o novo cenário econômico mundial, que registra o grande crescimento das empresas asiáticas. Segundo ele, a partir de uma avaliação minuciosa sobre esse cenário é possível se pensar em quais ações o Brasil deve desenvolver para ingressar no mercado mundial.

Ele salientou que a Finep opera hoje recursos na ordem de R$ 1,8 bilhão do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e com mais os créditos, os recursos operados pela financiadora podem chegar a R$ 3 bilhões. “Há dez anos, operávamos R$ 300 mil. Só que o pensamento de que temos hoje é o de dez anos atrás, em que temos que ter projetos pequenos para caber nos R$ 300 mil” enfatizou. Leia o resto do artigo »

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Petrobras investe no futuro do País

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A Petrobras arrendou quase 80% dos navios-sonda com capacidade de perfurar águas profundas disponíveis no mercado mundial, só uma empresa estatal correria risco de investir no que é prioritário para o país. Se a Petrobras não tivesse investido em extração as reservas de dólares teriam sido destinadas para a importação de petróleo”.

Por Katia Alves

Publicado originalmente no Blog do Chicão

Abaixo um email mandado por um amigo:

Chicão,

Os dados abaixo estão na edição de hoje do Jornal Valor econômico.

São impressionantes e importantíssimos para nosso país.

A exploração do megacampo de Tupi e seus irmãos Júpiter, Carioca, Parati, Caramba e Bem-te-vi, só para citar alguns, vai exigir aumento da capacidade instalada dos fabricantes de dutos, sondas de perfuração e plataformas, entre outros equipamentos, e também já detonou um processo de desenvolvimento de novas tecnologias entre a Petrobras e seus fornecedores”.

(Estes dados confirmam nossos estudos. Estatal não é boa e nem ruim por si só. Ela boa quando desenvolve tecnologia, alavanca o crescimento do país e desenvolve projetos prioritários).

“A Petrobras arrendou quase 80% dos navios-sonda com capacidade de perfurar águas profundas disponíveis no mercado mundial, já contratou mais dez sondas de perfuração que chegam entre 2009 e 2011 e vai colocar 24 barcos de apoio exclusivos para Tupi”.

(Taí mais uma informação relevante. Só uma empresa estatal correria risco de investir no que é prioritário para o país. As empresas privadas não o fariam. Prova é que 80% destas sondas estão trabalhando para a Petrobrás. Mais do que isto, se a Petrobrás não tivesse investido em extração – mais cara – no fundo do mar, nossas reservas de dólares teriam sido comidas pela importação de petróleo. Com isto haveria menos estabilidade econômica. Os pseudo-liberais não fazem estes cálculos quando atacam os pontos fracos de uma empresa estatal). Leia o resto do artigo »

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Vivas à produtividade

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Delfim Netto analisa o recente estudo, sobre a produtividade da agricultura brasileira, do economista José Garcia Gasques, pesquisador do IPEA e coordenador de Planejamento estratégico do Ministério da Agricultura.

O estudo intitulado “Produtividade e Crescimento da Agricultura Brasileira” abrange o período 1975-2007.

Delfim Netto faz uma breve síntese do trabalho de José Garcia Gasques, enfatizando os bons indicadores e resultados mostrados no estudo.

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Valor Online (restrito a assinantes)

Por Antônio Delfim Netto*

José Garcia Gasques é, com toda a certeza, um dos economistas agrícolas mais sofisticados de que dispõe o Brasil. Pesquisador do Ipea e coordenador do planejamento estratégico do Ministério da Agricultura, acaba de divulgar um curto, mas denso (e definitivo!), trabalho sobre a produtividade da agricultura brasileira. Ele foi realizado em companhia de outros dois competentes pesquisadores, Eliana Teles Bastos e Miriam Bacchi.

“Produtividade e Crescimento da Agricultura Brasileira” cobre o período de 1975 a 2007. Incorpora pesquisas anteriores e aperfeiçoa a forma de medir algumas variáveis, mas mantém a metodologia e as mesmas fontes de dados de trabalhos já publicados. O índice que compõe o “produto” inclui 70 itens: lavouras permanentes (35); lavouras temporárias (29) e produtos de origem animal (6). O índice dos “Insumos” inclui terras de lavoura, terras de pastagens naturais e plantadas, mão-de-obra, máquinas agrícolas automotrizes, fertilizantes e defensivos.

Para agregar o conjunto de produtos e o conjunto de insumos serve-se do conhecido índice de Torniqvist, o mesmo utilizado pelo Departamento de Agricultura dos EUA. O crescimento da produtividade total dos fatores é a diferença entre o crescimento do produto agregado e o crescimento do insumo agregado. A produtividade é, portanto, uma medida da eficiência com que os “insumos” são transformados em “produtos”.

Uma síntese dos resultados do trabalho pode ser apreciada nos gráficos abaixo. O primeiro gráfico revela que entre 1975 (=100) e 2007 (340,64), a produção agropecuária brasileira cresceu à taxa média geométrica da ordem de 3,9% ao ano, enquanto os insumos utilizados naquela produção cresceram, no período, de 100 para 119,90, ou seja à taxa média geométrica de 0,57%! Isso nos deixa com um crescimento médio geométrico anual da produtividade total dos fatores (PTF) de 3,3% ao ano. Trata-se da mais elevada taxa de crescimento do mundo quando comparada com os resultados registrados num trabalho do Banco Mundial da mesma natureza em diversos outros países. No período mais recente (2000-07), a PTF cresceu no Brasil à taxa de 4,75%.

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Juros, Câmbio e Inflação: dilemas para a retomada do desenvolvimento, por Franklin Serrano

Postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Franklin Serrano – professor titular do Instituto de Economia da UFRJ e um dos melhores macroeconomistas da nossa história – fez um artigo esclarecedor que foi apresentado na Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap). Nesse artigo ele faz uma discussão da retomada do desenvolvimento a partir da política macroeconômica e concentra sua análise no sistema de metas de inflação. E expõe segundo sua visão, como funciona o sistema de metas e as dificuldades que a política econômica vai enfrentar para retomar uma trajetória de desenvolvimento sustentado. Quem se interessa por macroeconomia e política econõmica não deve deixar de visitar o site em que o professor coloca seus programas de cursos e textos (clique aqui). O site mostra apenas o programas dos cursos, mas como está disponível na rede, é uma grande oportunidade para ler bons artigos teóricos e conhecer a visão extremamente clara de alguém que será em breve uma das principais referências em política econômica no Brasil.

Por Katia Alves

Escrito por Franklin Serrano

VERSÃO PARA IMPRESSÃO

Pode parecer estranho começar uma discussão sobre a retomada do desenvolvimento a partir da discussão do regime de política macroeconômica. Para muitos, o regime de política macroeconômica importa apenas para a discussão da estabilidade (ou instabilidade) de curto prazo, o que só afeta de forma muito indireta e mediada o desenvolvimento da economia longo prazo. Não concordo com esta visão em geral e no caso do Brasil, em particular, não é difícil entender como o regime de política macroeconômica tem sido fator crucial, pelo menos para impedir o desenvolvimento nas últimas décadas.

No caso do Brasil, no período mais recente, especialmente a partir de 1999, o entendimento da relação entre regime de políticas macroeconômicas e desenvolvimento tem sido fortemente prejudicado pelo fato de que, tanto os defensores quanto a grande maioria dos críticos do regime de política macroeconômica adotado no país, compartilham de uma mesma visão idealizada de seu funcionamento. Por limitações de espaço, vamos nos concentrar apenas em um dos pilares do regime de política macroeconômica atual, qual seja, o sistema de metas de inflação, e deixar o outro pilar fundamental do regime a política fiscal de grandes superávits primários para outra ocasião.

A imensa maioria tanto dos defensores quanto dos críticos do sistema de metas de inflação brasileiro acredita que ele é operado da forma descrita pelo modelo do “novo consenso” ou “nova síntese neoclássica” de autores como J. Taylor, Blinder e P. Romer.

Neste artigo, eu gostaria de expor minha visão sobre como funciona de fato o sistema de metas de inflação e os difíceis dilemas de política econômica que surgirão caso haja interesse em que a economia brasileira retome uma trajetória de desenvolvimento sustentado, com taxas de crescimento elevadas, maior inclusão social e redução das desigualdades. Leia o resto do artigo »

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Primeiro leilão de energia de biomassa vai ter capacidade de um Madeira

Postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Maurício Tolmasquim, presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), informou que o leilão para construir a usina de Jirau, localizado no rio Madeira, foi arrematado pelo consórcio franco-belga Suez Energy, formado pelas empresas Camargo Corrêa, Chesf e Eletrosul, com deságio de 22%, foi uma ótima surpresa, não era esperado ter no Brasil uma tarifa de R$ 71 por MWh (Megawatt por hora).

Em julho será realizado uma série de leilões de bioeletricidade, que é um leilão para contratar energia do bagaço da cana.

Por Katia Alves

Publicado originalmente no Conversa Afiada

Por Paulo Henrique Amorim

Leia a íntegra da entrevista com Maurício Tolmasquim:

Paulo Henrique Amorim – O consórcio multi-nacional franco-belga Suez Energy associado às empresas brasileiras Camargo Corrêa, Chesf e Eletrosul arrematou ontem o leilão para construir a usina de Jirau, que fica no rio Madeira, com um deságio de 22%. Eu vou conversar agora com Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética, subordinada ao Ministério das Minas e Energia. Maurício Tolmasquim, esse leilão com deságio de 22%, vocês esperavam mais ou menos, ou está de bom tamanho?

Maurício Tolmasquim – Foi uma ótima surpresa. A gente não podia imaginar que a gente tivesse no Brasil uma tarifa de R$ 71 por MWh (Megawatt por hora), com uma energia vinda da Amazônia. E nesses R$ 71 por MWh está incluído a transmissão. R$ 25 por MWh é só de transmissão. Então, na realidade, a energia é muito menos que R$ 71. Então é uma surpresa maravilhosa. Já foi uma surpresa muito boa Santo Antônio. Essa é uma surpresa melhor ainda porque indica que nós temos na região Norte uma energia viável para o Brasil. Viável e barata.

Paulo Henrique Amorim – Em relação a Santo Antônio, o deságio foi de quanto, para esclarecer o nosso leitor?

Maurício Tolmasquim – Olha, Santo Antônio o deságio foi maior, mas o preço inicial foi maior. Porque Santo Antônio o preço inicial foi de R$ 122 por MWh e a usina saiu por R$ 78. Essa o preço inicial, Jirau, foi de R$ 91 por MWh e o preço foi R$ 71. Então, em termos relativos, em termos de deságio, Santo Antônio foi menor, mas o que importa é que o preço final está mais barato, apesar de ser uma usina mais difícil porque gera menos energia Jirau do que Santo Antônio. Apesar disso, foi melhor o negócio. Leia o resto do artigo »

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SWAP CAMBIAL REVERSO: mais um sofisticado instrumento derivativo criado pelo bacen para encher o bolso das instituições financeiras, por Léo Nunes

Postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris - Os chamados instrumentos derivativos têm sido cada vez mais utilizados como armas de política cambial e também como formas não-convencionais de transferência de renda para as instituições financeiras. Os derivativos são conhecidos pela sua obliqüidade e, por tal razão, são inacessíveis à maior parte das pessoas comuns. Neste texto, explicaremos sucintamente o funcionamento do swap cambial reverso, que é o principal instrumento derivativo utilizado pela autoridade monetária para intervenção no mercado de câmbio. Em seguida, mostraremos como este mecanismo tornou-se um importante instrumento para encher os cofres das instituições financeiras.

O swap nada mais é do que uma operação de troca. No mercado de derivativos, por exemplo, dois agentes, que possuem ativos diferentes, podem trocar o rendimento dos mesmos numa data futura previamente acordada. No caso do swap cambial reverso (1), o governo paga, numa data futura, uma taxa de juros (o certificado de depósito interbancário – CDI) e recebe em troca a variação do câmbio, no caso de uma desvalorização do Real. Caso haja valorização, o Banco Central paga o CDI e a apreciação da taxa de câmbio.

Mas por que a autoridade monetária faria tal sandice? A resposta é razoavelmente simples. Ao vender swap cambial reverso, o governo aumenta o preço do dólar futuro, pois é como se “apostasse” na desvalorização do Real. Por arbitragem, o preço do dólar spot seria pressionado para cima e a apreciação da taxa de câmbio seria evitada. Entretanto, a autoridade monetária não tem conseguido sucesso com tal instrumento.

Como é sabido, uma operação de derivativos só ocorre quando há divergência de opiniões, ou seja, um agente só troca seu rendimento por outro ativo se achar o segundo mais atraente. No caso do swap cambial reverso, a operação só ocorre porque alguém, a despeito de toda a expectativa do mercado no sentido da apreciação da taxa de câmbio, devido à absurda política de juros, aposta na depreciação do Real. E este alguém é exatamente o Banco Central. Portanto, enquanto a enorme maioria dos agentes aposta na apreciação da moeda doméstica, apenas a autoridade monetária segue no sentido contrário, sancionando as operações.

Desta forma, as instituições financeiras ganham a taxa de juros, que já é alta, adicionada da apreciação cambial no período. O Banco Central, por sua vez, transfere renda a estes agentes, sem sequer atingir o objetivo de evitar a apreciação do câmbio. Segundo o competente jornalista Rogério Lessa (clique aqui para ler reportagem), o Bacen desembolsou R$ 47 bilhões relativos apenas à apreciação do câmbio em 2007.

Só para se ter uma idéia, apenas esta rubrica representa quase metade dos gastos do governo com Previdência, mais do que três vezes o valor utilizado para programas assistenciais e do valor utilizado nas obras do PAC. Por conseguinte, a luta contra o rentismo atingiu um estágio inimaginável, na medida em que o sistema financeiro tem utilizado sofisticados instrumentos de derivativos, obtusos para a maioria dos cidadãos e sob justificativa “científica”, para criar mais um canal de transferência de renda para a elite rentista.

(1) O nome advém do swap cambial, que era um instrumento utilizado quando havia tendência à desvalorização do Real. Esta operação era o oposto do swap cambial reverso.

Os inocentes do Leblon

TUDO SOBRE SWAP CAMBIAL REVERSO

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Portos e terminais do país movimentaram 746 milhões de toneladas em 2007

Postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Os portos organizados e os terminais de uso privativo (TUPs) do país movimentaram 746.088.688 toneladas de cargas no ano passado, segundo levantamento preliminar elaborado pelos técnicos da área de Gestão e Desempenho Portuário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, com base nas informações enviadas pelos portos e terminais.

O resultado é 7,6% maior que o de 2006, quando foram movimentados 692.833.468 toneladas.

Na movimentação de carga geral (itens com maior valor agregado), os campeões são Santos (SP), com 32.389.061 toneladas, Praia Mole (ES), com 9.218.624 toneladas, e Paranaguá (PR), com 8.549.644 toneladas, das 37.599.164 toneladas de cargas totais que circularam no porto paranaense em 2007.

A expectativa dos técnicos da ANTAQ é que a movimentação nos portos e terminais brasileiros, em 2007, deverá fechar em algo próximo de 446.656.617 toneladas de granel sólido, 193.242.265 toneladas de granel líquido e 108.189.806 toneladas de carga geral.

Ranking por carga geral: 1- Santos-SP (32.389.061); 2- Praia Mole-ES (9.218.624); 3- Paranaguá-PR (8.549.644); 4- Itajaí-SC (7.243.148); 5- Barra do Riacho-ES (7.067.217); 6- Rio de Janeiro-RJ (7.045.491)*; 7- Rio Grande-RS (6.641.130); 8- Vitória-ES (5.514.904); 9- S. Francisco do Sul-SC (3.554.869); 10- Itaguaí-RJ (3.463.718).

Leia mais no site da Antaq

Esses resultados mostram o que não cansamos de repetir, indo na contramão das críticas infundadas: os portos públicos, que movimentam praticamente toda a carga geral, são eficientes e estão dando conta do recado.

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