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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

A falência das metas de inflação

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo publicado no O Globo, Joseph E. Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia faz uma interessante observação sobre o regime de metas de inflação e afirma que os bancos centrais seguem manias e modismos, como foi o caso dos anos 80 com o monetarismo.

 Stiglitz ressalta a importância dos países não implementarem esse  regime de metas de inflação – quando os preços aumentam acima de determinado patamar deve-se elevar os juros. Pois países em desenvolvimento enfrentam taxas mais altas de inflação, e não é por causa de problemas na política macroeconômica, mas porque os preços da energia e dos alimentos estão em alta. Afirma também que a inflação nesses países é, na maior parte, importada. 

 E ao finalizar o texto, Joseph E. Stiglitz diz que aumentar a taxa de juros pode diminuir a demanda e com isso frear a economia e amenizar a elevação dos preços, portanto se isso for feito de forma inadequada essas medidas não acabam com a inflação. Mas sim, tornará mais penoso o desafio de sobreviver nessas condições   

*Por Katia Alves

Publicado originalmente no O Globo  

 Por Joseph E. Stiglitz

 Os bancos centrais formam um fechado clube, dado a manias e modismos. No início dos anos 80 sucumbiram ao encanto do monetarismo, teoria econômica simplista de Milton Friedman. Depois que o monetarismo caiu em descrédito – com elevado custo para os países que o adotaram – começou a busca de um novo mantra.

A resposta veio na forma do regime de metas de inflação, segundo o qual sempre que os preços sobem acima de determinado nível os juros devem ser elevados. A receita se baseia em rala teoria econômica ou evidência empírica; não há razão para esperar que, qualquer que seja a fonte de inflação, a melhor resposta seja elevar os juros. Espera-se que a maioria dos países tenha o bom senso de não implementar esse regime; minha simpatia vai para os infelizes cidadãos daqueles que já o fizeram. Entre eles Brasil, Israel, República Tcheca, Polônia, Chile, Colômbia, África do Sul, Tailândia, Coréia do Sul, México, Hungria, Peru, Filipinas, Eslováquia, Indonésia, Romênia, Nova Zelândia, Canadá, Reino Unido, Suécia, Austrália, Islândia e Noruega.

O regime de metas (inflation targeting) está sendo testado – e quase certamente falhará. Países em desenvolvimento enfrentam taxas mais altas de inflação, não devido a problemas na política macroeconômica, mas porque os preços da energia e dos alimentos estão em alta, e estes itens pesam muito mais no orçamento doméstico do que nos países ricos. Na China, a inflação se aproxima dos 8% ao ano. No Vietnã, deverá chegar a 18,2% este ano, e na Índia está em 5,8%. Em contraste, a inflação nos EUA se mantém em 3%. Isto quer dizer que esses países em desenvolvimento deveriam subir suas taxas de juro muito mais do que os EUA? Leia o resto do artigo »

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Educação e Desenvolvimento

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por: Maria de Fátima de Oliveira*

Vivemos numa época de transformações sociais profundas. Valores novos substituem antigos paradigmas. Novas tecnologias traçam caminhos antes impensados. E até recursos considerados básicos para o progresso de povos e nações cedem lugar a outros, que na visão anterior eram deixados de lado, não apenas como secundários, mas até, em alguns casos, como dispensáveis.

Vejamos, por exemplo, o caso da educação no Brasil. Durante todo o período colonial, ela foi sistematicamente deixada de lado, porque não era um instrumento útil na extração de matérias-primas. E mais ainda, porque poderia tornar-se um fator de instabilidade social, gerando reivindicações inadequadas da mão-de-obra alfabetizada. A educação básica só veio a interessar o governo durante o segundo império, e essa defasagem de séculos gerou um desequilíbrio que ainda hoje emperra o desenvolvimento harmonioso do país, criando legiões de analfabetos reais ou funcionais, incapazes de desempenhar tarefas que exigem um grau mínimo de especialização. E tornando-se, em conseqüência, um dos fatores da enorme desigualdade social que, ainda hoje, condena uma legião de brasileiros a situações de pobreza extrema, sem condições dignas de alimentação, trabalho e moradia. E até pouco tempo atrás, era voz corrente que o Brasil, pela sua extensão territorial e a variedade de seus recursos naturais, poderia desenvolver-se rapidamente apenas com o aumento de recursos financeiros, fossem eles nacionais, ou de origem externa.

Hoje, porém, verifica-se que países detentores de recursos naturais bem mais reduzidos, como é o caso da Finlândia, ou dos chamados tigres asiáticos, atingiram níveis espetaculares de desenvolvimento econômico e social por terem concentrado seu esforço nos investimentos em educação, com ênfase na educação básica. E o Brasil, felizmente, está acordando para essa realidade, embora num ritmo ainda lento. Leia o resto do artigo »

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Dez anos depois

Postado em 6 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No fim do mês de maio aconteceu a Conferencia Internacional de Responsabilidade Social Empresarial (RES) promovido pelo Instituto Ethos. Durante o evento foram discutidos os papéis da mídia, da educação, do agronegócio, do diesel e do desenvolvimento sustentável da Amazônia.

As empresas têm atividades econômicas que causam impacto no meio ambiente. O Instituto Ethos deseja criar uma demanda pela sustentabilidade através do consumidor que exigirá sustentabilidade da empresa da qual vai comprar.

Por Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: CartaCapital

Por: Manuela Azenha

Entre os dias 27 a 30 de maio aconteceu a Conferência Internacional de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) promovido pelo Instituto Ethos. O evento celebrou os 10 anos do instituto e do aparecimento de inciativas de RSE no Brasil com uma exposição dessa trajetória.

Durante o evento, entre outros assuntos, foram discutidos os papéis da mídia, da educação, do agronegócio, do diesel e o desenvolvimento sustentável da Amazônia, além da assinatura de um manifesto pela ARES (Instituto do Agronegócio Responsável) que exprime o compromisso de 20 entidades ligadas direta ou indiretamente ao agronegócio brasileiro em prol do desenvolvimento sustentável, apesar dos interesses econômicos divergentes.

Ainda que voltada para as empresas, a Conferência reuniu jornalistas, educadores, empresários e profissionais na área da responsabilidade social para discutirem o mercado com cultura sustentável. O vice-presidente do Instituto Ethos, Paulo Itacarambi, falou com CartaCapital sobre a décima edição do evento e analisa o panorama da responsabilidade social no País.

CartaCapital: O quê qualifica uma empresa como socialmente responsável e quem é que determina isso?

Paulo Itacarambi: As empresas têm atividades econômicas que causam impacto no meio ambiente. Elas emitem resíduos, gases, extraem minérios. Causam impactos na natureza e na comunidade onde se instalam. Ajudam a produzir riqueza, que pode ser mal ou bem distribuída. A riqueza pode não contribuir para o desenvolvimento da região ou então pode ser investida na cultura, na diversidade, na equidade entre as pessoas, criar oportunidades de trabalho. É o que a gente chama de gestão sustentável. Se a empresa cuida desses impactos, se cria oportunidades para os que sofrem de alguma discriminação como deficientes, os da raça negra. Não existe um órgão que julgue se a empresa é socialmente responsável ou não. O Ethos não faz isso. Quem determina isso são os bem ou mal afetados por esses impactos. Ou seja, o consumidor, o trabalhador, o fornecedor. Leia o resto do artigo »

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Resumo do 4º Balanço do PAC – eixo Infra-estrutura Logística

Postado em 6 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Recordando que o 4º balanço do PAC, apresentado ontem pela ministra Dilma Roussef e já disponível no Portal do Governo Brasileiro (clique aqui para acessar os documentos), refere-se ao quadrimestre janeiro-abril de 2008.

Abaixo, apresentamos o resumo da situação na área de infra-estrutura logística, em que se pode observar a evolução satisfatória das medidas institucionais, dos projetos, das licitações e das obras.

Lembrando sempre que o PAC:

a) não trata apenas de obras;

b) não há sincronia entre o cronograma físico (o que é realizado de fato) e o cronograma financeiro (o que é pago). Em média, há uma defasagem de três meses entre um e outro.

RESUMO

No eixo Infra-estrutura Logística, o número de ações monitoradas subiu de 1.312, em dezembro de 2007, para 1.352 em abril de 2008.

Em quantidade, a situação dessas ações é a seguinte: 94% adequadas, 3% em atenção e 1% preocupante.

As obras concluídas deste eixo representam 2% do total. Em valor, 90% estão adequadas, 4% em atenção, 1% preocupante. Do total, 5% representam obras concluídas.

Quanto ao estágio das ações de Logística, 71% estão em obras, 19% em licitação e 8% em projeto ou licenciamento.

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Lula diz que não vai permitir palpites sobre a Amazônia

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Lula assinou o decreto para criação de três novas reservas na região amazônica e declarou que todo mundo pensa que pode se intrometer e ditar regras para dizer o que o país tem que fazer em relação a Amazônia.

Infelizmente depois de três anos consecutivos de queda na taxa de desmatamento agora ela volta a subir. o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou que a Amazônia perdeu 1.123 quilômetros quadrados de floresta em abril, área pouco menor que a cidade do Rio de Janeiro.  

O presidente defendeu também defendeu uma ajuda mais próxima aos países africanos que enfrentam dificuldades com a alta nos preços dos alimentos.  

*Por Katia Alves

Por Reuters

Publicado originalmente  Estadão

 Ao assinar o decreto de criação de três novas reservas na região amazônica para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva rejeitou palpites externos na Amazônia. Ele voltou a defender a Soberania brasileira na floresta.    

“De vez em quando eu fico pensando que a Amazônia é que nem aquele vidro de água benta que tem na igreja. Todo mundo acha que pode meter o dedo”, comparou o presidente durante solenidade no Palácio do Planalto nesta quinta-feira, 5. ”Nós não podemos permitir que as pessoas tentem ditar as regras do que a gente tem que fazer na Amazônia”, completou.

O presidente também voltou a criticar “pessoas que não têm autoridade política” para opinar sobre a Amazônia. “Pessoas que desmataram o que tinham e o que não tinham. Pessoas que emitem CO2 como ninguém”, reclamou.

“É importante que as pessoas, quando vêm na casa da gente, que elas peçam licença para abrir nossa geladeira”, comparou.

A devastação da Amazônia tem preocupado as entidades ambientalistas. Depois de três anos consecutivos de redução do desmatamento, a taxa voltou a subir em 2007, e especialistas atribuem o avanço ao plantio de commodities, como a soja. Leia o resto do artigo »

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Declaração da cúpula da ONU sobre alimentos é aprovada com objeções e críticas

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Foi aprovada a proposta sobre segurança alimentar que a (ONU) Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) de eliminar a fome do mundo e de não utilizar os alimentos como um instrumento político e econômico. Portanto alguns países criticaram severamente a proposta como, Argentina, Venezuela e Cuba.

Na declaração, os países que integram a FAO se comprometeram a diminuir “à metade, até 2015″, o número de pessoas que passam fome no mundo. A reunião de cúpula da FAO conseguiu recolher mais de US$ 6,5 bilhões para lutar contra a fome no mundo e hoje 850 milhões de pessoas sofrem de desnutrição e a nova crise de preços dos alimentos arrastou outros 100 milhões para a indigência.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente no Folha

A declaração final da cúpula sobre segurança alimentar que a (ONU) Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) propôs em Roma foi aprovada com os compromissos de eliminar a fome do mundo e de não utilizar os alimentos como um instrumento político e econômico.

O diretor-geral da FAO, Jacques Diouf, avaliou que os resultados obtidos após a cúpula sobre segurança alimentar estiveram “à altura das expectativas”.

Diouf se mostrou muito satisfeito por ter havido um consenso que permitiu a aprovação de uma declaração, apesar de o texto ter recebido críticas de países como Argentina, Cuba, Venezuela, Equador, Bolívia e Nicarágua, que condenaram a falta de medidas reais para a erradicação da fome no mundo.

Após a aprovação do texto, Equador, Nicarágua e Bolívia se uniram às críticas de Argentina, Venezuela e Cuba, mas o presidente do plenário impediu que as delegações se manifestassem.

A representante equatoriana disse que “são muitos os países que não estão de acordo” com a minuta da declaração, embora nenhum tenha bloqueado a aprovação do documento, com exceção da Argentina, que fez objeção ao texto inteiro. Leia o resto do artigo »

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Inflação, salários e lucros: Outra vez esta velha maldição argentina

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Fabián Amico

Fonte: Grupo Lujan de Teoria Econômica, Argentina

e Revista Circus

Tradução de Raphael Padula da Revista Oikos

Indicação de Franklin Serrano

Entre as explicações da inflação, existe um amplo cardápio de opções. Na direita ortodoxa, invariavelmente, a inflação é explicada por “excesso de gasto” (usualmente público) ou por “transbordo salarial”, o que configura um quadro de inflação por “excesso de demanda”: se pretenderia consumir mais do que se tem produzido. Por fim aumentam os preços. No fundo do argumento sempre há um governo irresponsável e “populista” que aumenta o gasto e “adoça” a economia com o único e diabólico fim de ganhar as eleições e se perpetuar no poder.

Daí as receitas de frear o crescimento da demanda ou esfriar a economia. O problema com esta tese é que tem existido períodos de baixo crescimento ou recessão com alta inflação, em general as etapas imediatas que sucedem às grandes desvalorizações. O outro problema é que hoje existe certa margem de capacidade ociosa (está utilizando-se cerca de 72% em média) fruto em boa medida de investimentos realizados entre 2005 e 2007. Não parece existir excesso algum de demanda. É notório que muitas análises supostamente críticas costumam ter “recaídas” neste tipo de diagnóstico ortodoxo, associando pressão inflacionária com suposto esgotamento da capacidade instalada.

Oligopólios e preços

Uma explicação mais heterodoxa, freqüente nas análises de esquerda, é que a inflação teria como causa a forte concentração e oligopolização dos mercados. Leia o resto do artigo »

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4º Balanço do PAC mostra evolução satisfatória

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

A ministra Dilma Roussef apresentou hoje o 4º Balanço do PAC, referente ao período janeiro a abril de 2008, disponível neste link no Portal do Governo Brasileiro.

A Apresentação menciona que os primeiros “filhos” do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nasceram entre o final de 2007 e abril deste ano.

São 88 obras concluídas nas áreas de infra-estrutura logística e energética, equivalentes a investimentos de R$ 10,1 bilhões.

Das 2.120 ações acompanhadas no primeiro quadrimestre de 2008 pelo Comitê Gestor do PAC, 1.845 (87%) desenvolveram-se em ritmo adequado.

Destas, 61% são obras em andamento que deverão “vir à luz” progressivamente nos próximos meses.

Já sabemos que a imprensa e a Oposição se restringirão à execução orçamentária, especialmente o que já foi pago, como se cronograma físico tivesse sincronia com o cronograma financeiro, o que é impossível na Administração Pública, assim como na administração privada.

(Clique aqui e leia os comentários críticos que fizemos à matéria sobre a avaliação do TCU na execução do PAC. Esse post expõe de forma mais completa a nossa interpretação sobre esse assunto)

Todos sabemos que a imprensa se ocupa em mostrar a parte vazia do copo. Poderia muito bem mostrar o que foi realizado e o que ainda falta realizar, mas não o faz e, por esse motivo, a sociedade fica desinformada.

Além disso, o PAC não contempla apenas obras. Além destas, há os projetos que precisam ser elaborados, a preparação das licitações e a tramitação destas, até o início daquelas.

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