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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

A deterioração das transações correntes

Postado em 25 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Rodrigo L. Medeiros*

O jornal Valor Econômico, de 24/06/08, caderno de Finanças (p.C1), publicou uma reportagem sobre a deterioração da conta corrente do balanço de pagamentos do Brasil. Utilizando-se de fontes do BACEN, a matéria demonstra ter havido uma deterioração de 331,1% no resultado líquido das transações correntes quando se compara maio/07 a maio/08. A posição do investimento estrangeiro direto, por sua vez, atraído pelo viés de alta da taxa básica de juros, a Selic, cresceu 65% no mesmo período. O swap reverso é parte integrante dessa novela.

De Londres, Henrique Meirelles afirma que “a atual rota de crescimento é explicada pela demanda doméstica (…) em consistência com esse fato, tanto a confiança dos consumidores quanto dos empresários estão em níveis recordes”. O teatro de Meirelles contraria as projeções do Boletim Focus, o relatório de mercado do BACEN. O Focus estima crescimento de 4,8% para o PIB brasileiro em 2008. Abaixo, portanto, do realizado em 2007. Com 51% de sua população economicamente ativa vinculados às relações formais de trabalho, não se pode esperar que a redução do crescimento econômico reduza o desemprego e o subemprego no Brasil.

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Cresce disputa por royalties após descoberta no pré-sal

Postado em 24 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

A arrecadação de royalties crescerá bastante devido às descobertas de petróleo no pré-sal. Portanto a discussão agora é quem deve ficar com a maior parte dos recursos, a União ou Estados e Municípios.

Muitos especialistas defendem que a União deveria ficar com a maior parte dos recursos, pois segundo, Edmar Almeida, do Grupo de Economia da Energia da UFRJ, “é preciso dar capacidade ao governo federal para investir em fundos voltados para educação, tecnologia e desenvolvimento econômico e garantir o benefício de um bem finito às próximas gerações”.

A “batalha” política extrapola os limites do Congresso. A secretária de Minas e Energia de São Paulo, Dilma Pena, defende novas regras de partilha dos royalties e para a delimitação das áreas marítimas de Estados e municípios  usadas para determinar em qual território se localizam os campos e os seus beneficiários.

Por Pedro Soares e Roberto Machado

Publicado originalmente Folha Online

Estados e municípios não-produtores “brigam” por fatia de recursos do petróleo

Tarifas não são dádivas, e sim compensações, afirma secretário do Rio; para especialistas, receita do pré-sal deve ficar com a União

Com as descobertas de petróleo no pré-sal, a arrecadação de royalties crescerá exponencialmente e já existe uma discussão política se a União deve abocanhar uma fatia maior e alocar os recursos para fundos com destinação específica (educação, desenvolvimento econômico e social e infra-estrutura) ou se aumentarão os repasses a Estados e municípios não-produtores. Há no Congresso pelo menos 12 projetos de mudança da Lei do Petróleo em tramitação na Câmara e mais oito emendas à Proposta de Emenda Constitucional da reforma tributária que sugerem alterações.

O único consenso é que atualmente royalties e participações especiais são muito baixos diante da alta do preço do petróleo. Até as petroleiras privadas, representadas pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), defendem um aumento.

A maior parte dos especialistas ouvidos pela Folha defende que a receita adicional gerada pelo pré-sal -cujo pico só deve ser alcançado em mais de dez anos- fique com a União. “É preciso dar capacidade ao governo federal para investir em fundos voltados para educação, tecnologia e desenvolvimento econômico e garantir o benefício de um bem finito às próximas gerações”, diz Edmar Almeida, do Grupo de Economia da Energia da UFRJ. Rafael Schechtman, do CBIE (Centro Brasileiro de Infra-Estrutura), diz que haverá um excedente de recursos “maior do que a capacidade dos municípios em gastá lo”. “Cidades como Campos e Macaé [no norte fluminense] vão virar quase um emirado árabe.” Atualmente, as dez que mais recebem royalties e participações especiais (pagas por campos de alta produção e rentabilidade) abocanham 53% da receita prevista para os municípios. Leia o resto do artigo »

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Brasil será o 6º destino de multinacionais nos próximos 5 anos, diz KPMG

Postado em 24 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

O Brasil será o sexto destino preferido de investimentos das empresas multinacionais nos próximos cinco anos, superando tradicionais economias como a da Alemanha, Itália, Japão e França. A informação é da consultoria KPMG, que destaca que o “balanço de poder econômico” no mercado internacional vai mudar com o crescimento dos emergentes.

Segundo a empresa, entre os seis primeiros destinos de investimentos no mundo até 2013, quatro serão abocanhados pelos emergentes. A China irá superar os Estados Unidos na liderança. Atualmente, o Brasil aparece em oitavo lugar, posição que deve manter no ano que vem. Até 2013, entretanto, o país vai superar mercados europeus, como a França e a Alemanha.

A pesquisa envolveu cerca de 30 países e mais de 300 questionários foram distribuídos, de acordo com a KPMG. A empresa afirma ainda que dez entrevistas com administradores de fundos foram feitas para determinar as posições do ranking.

Leia mais no site G1

Essa boa notícia interessa principalmente ao sistema portuário brasileiro.

Se as matérias divulgadas na imprensa sobre o Decreto da Secretaria Especial de Portos estiverem corretas, o atual marco regulatório dos portos será mantido e reforçado.

Com isso, teremos a estabilidade necessária para que os atuais e futuros operadores privados que operam os portos públicos possa realizar cada vez maiores ofertas públicas de ações na Bovespa, atraindo esses investidores que estão de olho nas oportunidades de investimentos produtivos no Brasil. Leia o resto do artigo »

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Pochmann defende a nacionalização do país

Postado em 23 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por Katia Alves

O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, está descontente com o rumo ortodoxo da política econômica mantido desde o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso.

Pochmann critica a “excessiva” participação do capital estrangeiro no Produto Interno Bruto (PIB) do país e defende o fortalecimento das companhias nacionais. Pois o aumento da participação estrangeira na economia brasileira com a privatização ocorrida a partir dos anos 1990, o país repassou à iniciativa privada 15% do PIB, com redução da força de empresas nacionais e aumento do poder das estrangeiras.

Segundo ele, alguns setores deveriam ter uma forte presença estatal, como o de fármacos, a química fina e a biotecnologia. A participação governamental poderia vir de associações com empresas nacionais ou da mera criação de novas estatais.

Ricardo Allan e Raul Pilati

Publicado originalmente no Correio Braziliense

Presidente do Ipea critica a “excessiva” participação do capital estrangeiro no PIB e propõe o fortalecimento das empresas locais

Desde que tomou posse, em agosto do ano passado, o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, tem feito barulho. Descontente com o rumo ortodoxo da política econômica mantido desde o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, Pochmann se comporta como um livre-atirador dentro do governo. Não poupa críticas à falta de planejamento estratégico do Estado brasileiro nem à condução de assuntos conjunturais, como o uso da velha prática de subir os juros para combater a inflação.

Em entrevista ao Correio, Pochmann falou descontraidamente dos assuntos que mais o preocupam hoje. Sua mais nova obsessão é com a inserção das empresas genuinamente brasileiras na economia internacional. Num discurso que pode soar estranho em tempos de globalização, ele critica a “excessiva” participação do capital estrangeiro no Produto Interno Bruto (PIB) do país e defende o fortalecimento das companhias nacionais. Se necessário, em associação com empresas estatais já existentes ou a ser criadas para que possam competir de igual para igual com as transnacionais.

“Das 500 maiores empresas mundiais, temos apenas cinco: a Petrobras, a Vale e três bancos. O agronegócio no mundo é dominado por apenas nove empresas. Se não passarmos por uma concentração na mão de algumas empresas fortes, capazes de disputar mercado lá fora, seremos esmagados”, diz. Leia o resto do artigo »

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Por que as tarifas foram para os céus? Propostas para o setor elétrico brasileiro

Postado em 23 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: Revista BNDES

Apresentação

Por: Gustavo Antônio Galvão dos Santos

O sistema elétrico brasileiro é um dos sistemas mais confiáveis e de mais baixo custo operacionais e ambientais do mundo. Todavia depois das privatizações a tarifa se tornou talvez a mais cara do mundo e temos tido recorrentes crises energéticas. A privatização do sistema criou uma enormidade de custos desnecessários e tornou o sistema menos confiável. Para que a energia tenha tarifas razoáveis, bom planejamento ambiental e confiabilidade é necessário voltarmos ao sistema de remuneração pelo custo e ter novamente a Eletrobrás no gerenciamento e planejamento do sistema.

A flexibilidade do sistema elétrico brasileiro permite que a demanda por energia cresça antes da oferta. Essa flexibilidade decorre do sistema ser uma única e grande reserva hídrica compartilhada, que funciona como uma imensa bateria, que pode produzir muito mais energia do que o consumo normal.

Estas particularidades foram herdadas do modelo criado pela Eletrobrás, a partir da década de 1960, período em que a estatal passou a ser responsável não apenas pelo funcionamento individual das usinas e pelo gerenciamento do sistema integrado, mas também pelo planejamento de sua expansão em longo prazo.

Todavia, treze anos após o início da privatização, temos uma das mais altas tarifas do mundo e o sistema perdeu confiabilidade. A situação do setor elétrico não é tão grave como foi no final do governo FHC, mas uma coisa é certa: qualquer tipo de solução para a crise de energia – seja definitiva ou emergencial – implica em revelar que o modelo de gestão do sistema elétrico implantado no governo FHC e, ainda seguido de forma reformada, não funciona sem soluções emergenciais e socorros do governo.

Para analisar tais questões, este artigo está dividido em quatro seções, na primeira seção, será apresentada uma avaliação da eficiência do modelo atual, a partir da evolução das tarifas energéticas nos últimos anos e de comparações internacionais. Na segunda seção, buscaremos analisar a formação e evolução do sistema energético brasileiro, identificando o papel exercido pelo Estado nas diferentes fases. Na terceira, tentaremos entender porque as tarifas estão tão caras no Brasil. Por fim serão apresentadas propostas para a reformulação do atual modelo.

Para ler na íntegra o artigo, clique aqui.

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 21 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O PSDB decide neste domingo qual será a postura com relação à candidatura à prefeitura paulistana. A ala kassabista criticou a utilização de urnas eltrônicas na eleição. Quando se sentem ameaçados, nem os tucanos acreditam na urna eletrônica. Já a ala que apóia Geraldo Alckmin acusa os kassabistas de suborno para aderir à candidatura do “demo”. Enquanto isso, Marta Suplicy assiste a briga tucana de camarote.

 

Economia

 

O FMI revisou para cima a previsão de crescimento da economia norte-americana. A nova previsão é de que a economia dos EUA cresça 1%. O FED decidiu manter a taxa básica de juros após inúmeros movimentos de queda. Ainda não se sabe ao certo a dimensão da crise, mas até o momento a situação parece razoavelmente sob controle, devido, principalmente, ao pragmatismo do FED.

 

Internacional

 

O senador Barack Obama ampliou sua vantagem em relação ao senador John MacCain. Na última sondagem, o candidato democrata abriu 15% de vantagem sobre o adversário republicano. Dois motivos explicam tal resultado: o descontentamento dos norte-americanos com a administração Bush e a migração dos votos da senadora Hillary Clinton.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Popularizar a inovação para gerar mais riqueza

Postado em 19 dEurope/London junho dEurope/London 2008

As inovações são surpreendentes e diferentes de tudo o que existia antes. Todas as inovações geram riqueza, renda e empregos onde são implementadas. Por essa razão os países mais inovadores são os que conseguem proporcionar mais bem-estar às suas populações. As inovações fazem bem aos países, às empresas e às pessoas.

Para incentivarem as inovações, países como EUA, Reino Unido e Coréia criaram estratégias de mobilização de toda a sociedade, articulam diferentes atores institucionais para elevar a capacidade inovativa do país e das empresas visando atingir níveis mais elevados de competitividade. Essas estratégias envolvem as escolas em todos os níveis de ensino. Estes movimentos são liderados pela iniciativa privada em parceria com o poder público. 

Ambientes propícios à inovação requerem a valorização da criatividade e da diversidade, o trabalho em grupo, o espírito empreendedor, a aceitação do “erro” e a aptidão para a mudança. Um movimento nacional pela inovação deve procurar impregnar estes valores na mentalidade coletiva da população.

Por: Luciana Sergeiro

Publicado em: Gazeta Online

Por: Rodrigo da Rocha Loures

São essenciais trabalho em grupo, espírito empreendedor e de mudança

O que há em comum entre as sandálias havaianas e a bossa nova? Estas duas criações genuinamente nacionais foram geradas por pessoas inovadoras e impregnadas da cultura brasileira. Conquistaram o País e o mundo e levaram consigo o jeito brasileiro de ser e de viver.

As verdadeiras inovações são assim: surpreendentes e diferentes de tudo que existia antes. São fáceis de serem identificadas e admiradas por todos. Nos produtos, nos serviços, na forma de produzir, na criação cultural, na tecnologia. Inovação não é privilégio de alguns setores ou empresas, mas uma postura que cabe em qualquer setor. Em qualquer lugar na sociedade.
Todas as inovações têm algo em comum: geram riqueza, renda e empregos onde são implementadas. Por essa razão os países mais inovadores são os que conseguem proporcionar mais bem-estar às suas populações. As inovações fazem bem aos países, às empresas e às pessoas. Leia o resto do artigo »

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A nova desordem mundial

Postado em 18 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Luís Nassif

Fonte: Projeto Brasil

A situação mundial continua complexa. O que seria o desfecho positivo da atual crise?

1. A recessão americana começar a refluir e o FED (o Banco Central americano) aumentar as taxas de juros.

2. Ao mesmo tempo, a inflação começaria a ceder na Europa, levando o Banco Central Europeu e o Banco da Inglaterra a reduzir as taxas de juros.

3. Com esses dois movimentos, concatenados, haveria uma revalorização do dólar e uma depreciação do euro e da libra.

4. A conseqüência seria um movimento dos fundos de investimentos em direção ao dólar, desmontando as posições em commodities e, especialmente, em petróleo.

5. Com a redução desse movimento especulativo, cairiam os preços das commodities, reduzindo a inflação mundial.

6. Sem a pressão inflacionária, a economia européia poderia recuperar a vitalidade. Somada à recuperação da economia americana (que precederia o aumento de juros nos EUA) e o ritmo de crescimento dos BRICs, a economia mundial poderia entrar em novo ritmo.

Esse é o cenário benigno, aguardado por muitos bancos para voltarem ao dólar.

No entanto, esbarra na dura realidade atual.

Nos Estados Unidos, ainda não há sinais de que a crise tenha batido no fundo do poço. Os preços dos imóveis continuam caindo, há no ar cheiro de crise financeira. Ainda está longe o momento em que se poderá reverter a trajetória dos juros – embora algumas instituições e publicações respeitadas, como o Financial Times, ainda apostem nessa reversão.

Na Europa, o combate à inflação tornou-se prioridade maior. Em maio houve um recorde da inflação, batendo em 3,7%.

Ontem, o BCE (Banco Central Europeu) se declarou em “estado de alerta avançado” em relação à inflação, especialmente os preços de energia e dos alimentos. A declaração foi do governador do BC de Luxemburgo Yves Mersch, durante apresentação do relatório do seu BC.

Ele anunciou que o conselho de governadores do BCE atuará de forma objetiva, e em tempo oportuno, para impedir os efeitos da alta de preços sobre o conjunto da economia e sobre a estabilidade de preços.

O conselho dos governadores constatou que a inflação deverá permanecer em níveis elevados por um período maior do que o previsto.

Agora, a maioria dos analistas espera que as taxas de juros do BCE aumentem dos atuais 4% ao ano para 4,25%.

É um jogo complexo. Desde a crise da Ásia, na década passada, se acreditava na capacidade de articulação dos bancos centrais. Tinha-se uma situação similar à das primeiras décadas do século 20, em que essa articulação se dava em torno do Banco da Inglaterra. Seus movimentos eram acompanhados por um conjunto de bancos centrais europeus, permitindo uma relativa estabilidade monetária.

Da crise da Ásia para cá se tinha em conta de que, finalmente, os BCs tinham conseguido os movimentos articulados, que permitiriam manter o fluxo de capitais livre, sem restrições.

Esse sonho acabou. As disfunções do mercado financeiro internacional são amplas, há um conflito de prioridades entre os diversos blocos econômicos.

Só o Brasil continua permitindo a apreciação da sua moeda, como se nada tivesse mudado.

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