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Blog do Desemprego Zero

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O que Gil deixará

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz

Segundo aponta o artigo abaixo, de Ana Paula Souza, apesar do tempo de existência somente com o ex-ministro Gilberto Gil o ministério da cultura passou a existir. As iniciativas direcionadas pelo Ministério tiveram pouca visibilidade, pois esta ainda é uma esfera ministerial marcada pela construção histórica caracterizada pela falta de importância. Apesar disso, o então ministro colocou de volta a importância da cultura como algo relevante a intervenção governamental.

Fonte: Carta Capital

Ana Paula Sousa

Com Gilberto Gil, o ministério da Cultura começou a existir. Criada em 1985, a pasta, antes integrada à Educação, foi sempre uma espécie de patinho feio do governo. Para a sociedade, era uma entidade sem rosto e sem nome. Com Gil, escolhido no primeiro mandato do presidente Lula, a contragosto de petistas que haviam idealizado o programa cultural, essa história começou a mudar. Mudou a ponto de, cinco anos e meio depois, sua saída virar manchete.

Gil anunciou que deixaria o posto duas ou três vezes. Queria dedicar-se exclusivamente à carreira artística. Mas, a cada vez que falava com o presidente, voltava atrás. Agora, vai mesmo. É fato também que, neste ano (e isso até as paredes do MinC sabem), quem tocou o Ministério foi Juca Ferreira, secretário-executivo e braço direito de Gil desde o primeiro dia. Seria ele, inclusive, o substituto natural do ministro. Resta ver se as peças políticas permitirão que o tabuleiro se mexa assim. Leia o resto do artigo »

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”Temos de falar com uma voz comum” – Chanceler diz que Mercosul precisa avançar no processo de integração

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Jamil Chade

Fonte: Estadão

Admirado por uns, atacado por outros, o chanceler Celso Amorim foi um dos centros das atenções em Genebra, nas negociações fracassadas da Organização Mundial do Comércio (OMC). Cada vez que aparecia, um batalhão de jornalistas tentava arrancar do brasileiro sua avaliação das negociações.

Amorim decidiu apoiar o pacote de liberalização proposto, mesmo que não estivesse de acordo nem com seus parceiros argentinos no Mercosul, nem com a Índia, um dos pilares do G-20. A decisão surpreendeu vários países.

“Ficamos decepcionados com a posição do Brasil”, disse o vice-ministro de Agricultura das Filipinas, Segfredo Serrano. Para o ministro do Comércio da Venezuela, William Contreras, “a questão é saber se o G-20 ainda existe”. Já o comissário de Comércio da UE, Peter Mandelson, foi só elogios a Amorim, enquanto o porta-voz da OMC, Keith Rockwell, chegou a chamá-lo de “herói”.

Em entrevista ao Estado, Amorim afirma não haver dúvidas de que o G-20 vai continuar existindo, inclusive para superar o impasse no acesso aos mercados emergentes para produtos agrícolas, ponto que fez ruir o processo. Ele não nega que o bloco tenha dimensão política. Ontem, ele e o ministro do Comércio da Índia, Kamal Nath, buscavam um fotógrafo para registrar um aperto de mão e a impressão de que a união entre os dois não havia sido abalada.

A seguir, os principais trechos da entrevista. Leia o resto do artigo »

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CHOMSKY ANALISA O ESCÂNDALO DA GUERRA DO IRAQUE

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - O lingüista e ativista político Noam Chomsky analisa com extrema lucidez e inteligência, em texto publicado no site de Carta Maior (clique aqui para ler), os verdadeiros motivos da invasão do Iraque pela administração Bush. A principal denúncia refere-se às negociações de renovação de concessões petrolíferas, que serão entregues, sem concorrência e redigidas pelas próprias companhias e por oficiais norte-americanos, às empresas Exxon Móbil, Shell, Total e BP, mesmo com o interesse de mais de 40 empresas ao redor do mundo.

 

Há muitos analistas que consideram o nosso tempo como o da dissolução dos Estados e dos interesses nacionais, sendo marcado pelo triunfo do neoliberalismo. A globalização financeira unificou mercados financeiros ao redor do mundo, dissolveu as barreiras dos fluxos de capitais entre muitos países e permitiu a criação de produtos derivativos, hedge funds e de investidores institucionais aparentemente sem pátria.

 

Entretanto, no primeiro sinal de crise, seja econômica ou geopolítica, o Estado é chamado à arena para arbitrar e/ou resolver os conflitos existentes. No caso da crise do subprime, por exemplo, o Federal Reserve Bank (FED, ou o Banco Central dos EUA) foi convocado para socorrer instituições financeiras alavancadas, que foram incompetentes na avaliação dos seus riscos, amparadas pelo ambiente da finança desregulamentada, sendo este sancionada pelas autoridades monetárias.

 

No plano geopolítico, a realidade não é diferente. O capitalismo, e a política externa do Império, não podem prescindir de recursos energéticos, que é a base da “economia real”. Ao menor sinal de discordância do governo iraquiano em relação aos interesses da elite ianque, o Estado foi chamado ao centro do conflito. Por se tratar de um país que possui uma das maiores reservas petrolíferas do mundo, com fácil poder de extração, numa região hostil aos EUA, a resposta não poderia ser outro. Bush Jr. autorizou a invasão do Iraque e o conseqüente massacre de milhares de iraquianos em nome de supostas armas de destruição em massa e de supostas ligações com a Al-Qaeda, que na verdade escondiam o verdadeiro objetivo da empreitada: garantir acesso seguro aos recursos energéticos de forma a manter sua política imperial.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

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Juros altos e contenção do desenvolvimento

Postado em 30 dEurope/London julho dEurope/London 2008

 

Por Rodrigo L. Medeiros*

 

 

O relatório de mercado do Banco Central do Brasil (BCB), o Boletim Focus de 25 de julho, aponta para os seguintes indicadores em 2008:

 

(1)   14,25% a.a. para a taxa básica de juros no final do período;

(2)   Déficit de 24 bilhões de dólares nas transações correntes;

(3)   IPCA de 5,44% para os próximos doze meses;

(4)   Crescimento de 4,8% do PIB.

 

O choque externo dos preços dos alimentos e do petróleo, commodities cotadas nas bolsas de futuros, acendeu os temores do “retorno” da inflação. As aclamadas expectativas racionais dos agentes financeiros, por sua vez, demandaram o viés de alta da taxa básica de juros, a Selic, e o BCB, conduzido de forma ortodoxa, seguiu essa tendência.

 

Segundo a Federação Brasileira dos Bancos, relatório de Evolução do crédito do sistema financeiro de 25 de junho, o volume de crédito na economia passou de 26,0% em junho de 2000 para 36,5% do PIB em maio de 2008. Nada que gerasse pânico quanto ao crescimento exagerado da concessão de crédito numa economia que precisa crescer e gerar oportunidades de trabalho e renda. Nesse contexto, pode-se considerar sensato que o sistema financeiro nacional cobre taxas médias de juros de 47,4% a.a. para pessoas físicas e 26,9% a.a. para pessoas jurídicas quando a expectativa de inflação do próprio sistema para os doze meses seguintes encontra-se abaixo dos 6%? Alguns economistas ortodoxos chamam a atenção para o fato de que a oferta monetária (M3) atingiu a casa dos 60% do PIB brasileiro. Excesso de liquidez na economia? Leia o resto do artigo »

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Ainda o problema dos juros

Postado em 30 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Paulo Rabello de Castro

Folha de S.Paulo: 30/07/2008

“As doses cavalares de juros consumiram trilhões de reais em oportunidades perdidas de criação de empregos”.

JÁ POSSO dizer que, em minha vida, vi a criação de uma divindade. O Banco Central foi alçado a semideus, por uma sociedade que mitifica suas capacidades e atribuições. Defendi a autonomia funcional do BC nos inflacionários anos 70 e 80, quando quase ninguém sabia o que era “banco central independente” e os que sabiam punham-se apaixonadamente contra. Mas a autonomia então defendida não era a absoluta supremacia de hoje.

A elevação dos juros em 0,75 ponto percentual, na última semana, tem essa conotação de marcar o espaço do mito da autoridade suprema. Antevimos a decisão, não por seus contornos técnicos, mas por seus aspectos “teológicos”, pois a taxa brasileira já era, antes do aumento, a maior do mundo, descontada a projeção do núcleo da inflação.

Na teologia do BC, a estabilidade financeira do país está deixada apenas em suas mãos. Segundo a bíblia monetarística, quando as “expectativas inflacionárias” fogem à meta, só resta reprimi-las à força de juros.

É um mundo simples e previsível, mas empobrecedor do potencial brasileiro como nação “emergente”. Leia o resto do artigo »

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O INEVITÁVEL FRACASSO DE DOHA

Postado em 30 dEurope/London julho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris - Após dias e dias de negociação, a rodada de Doha termina como um estonteante fracasso. Dois motivos podem ser apontados para tal resultado. Em primeiro lugar, devem-se apontar as inúmeras divergências entre os principais países presentes nas negociações. Em segundo lugar, a estrutura da Organização Mundial do Comércio (OMC) não reflete a nova correlação de forças da economia mundial.

 

Os divergentes interesses levaram as negociações a uma aporia. Por um lado, EUA e União Européia pressionavam para aumento na tarifa de acionamento do mecanismo de salvaguarda. Por outro lado, países como a China e outros africanos questionavam os altos subsídios agrícolas a produtores europeus, que criavam obstáculos às suas exportações. Por fim, Índia e Brasil eram pressionados a reduzir suas tarifas médias de importação para 11% ou 12%.

 

Não bastasse todo este imbróglio, a União Européia rachou no meio. Um grupo, liderado pelo presidente francês Nicolas Sarkozy, pressionava o negociador europeu para que as propostas não fossem aceitas. Outro grupo defendia uma posição mais branda.

 

O fracasso da reunião de Genebra reflete (i) que o Estado ainda é um agente fundamental na defesa dos interesses nacionais e (ii) que o liberalismo é bom, mas para os outros. Por fim, o impasse nas negociações deve-se ao crescente peso de países como Brasil, China e Índia nesta nova economia. Estes países souberam defender seus interesses com inteligência e preferiram apostar em futuros acordos bilaterais, dado o novo status que possuem na economia global.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

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Ubirajara: o mendigo que superou a situação de pobreza

Postado em 28 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz

A reportagem abaixo nos faz refletir o quanto o Estado tem sido ausente na vida dos cidadãos. O exemplo descrito na reportagem reporta a realidade de milhares de brasileiros que se encontram em situação de rua, mas que não puderam contar com a mesma “sorte” de Ubirajara da Silva que foi aprovado no concurso do Banco do Brasil. É importante salientar o poder que este tipo de histórico pode ter sobre a reflexão da sociedade. Histórias desse tipo pode, tendenciosamente, fazer com que as pessoas tenham uma opinião moralista diante da situação dos moradores de rua. Isso, indiretamente, reforçaria uma das características do neoliberalismo, que seria a culpabilização do indivíduo pois evidencia que as oportunidades existem para todos, visto que o mercado as fornece, e poratnto só não superea a miserabilidade quem não quer.

O exemplo deste ex-morador de rua deve ser colocado no sentido de confirmarmos a necessidade de políticas públicas que atendam a população que não tem os próprios meios para manter-se, refletindo sobre a forma que o Estado tem atendido as demandas destes indivíduos.

Fonte: Carta Capital

Quase ninguém acreditou. Um morador de rua, um mendigo, passar no concurso do Banco do Brasil? Mas Ubirajara Gomes da Silva existe, é de carne e osso, mais ossos que carne, ao menos até ser aprovado pelo BB. Com 1,74 metro de altura, chegou a pesar 50 quilos.

Aos 27 anos, mulato, olhar zen, postura zen, Silva fala mansamente, às vezes é quase difícil entendê-lo. Tem o segundo grau, que conseguiu em exames do supletivo. Mas é diplomado em matéria de sofrer. Filho de uma garçonete com um ex-policial, que não o reconheceu como filho. Sobre essas coisas, digamos, menos materiais, ele não gosta de falar. Dói mais que a fome. Leia o resto do artigo »

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Novo guindaste chega a Itajaí neste domingo (27/7/2008)

Postado em 28 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

O Porto Municipal de Itajaí, em Santa Catarina, recebe neste domingo, 27/7/08, o quarto guindaste de terra Mobile Harbor Crane, também conhecido como MHC.

O investimento, feito através do Teconvi, arrendatário de parte do Porto de Itajaí, foi de, aproximadamente, 3,5 milhões de euros. O novo guindaste tem capacidade para movimentar até 30 contêineres por hora.

Com a chegada do quarto guindaste MHC, o Porto Municipal de Itajaí e o Teconvi poderão atender os navios, sem equipamento de bordo, atracados nos berços 3 e 4. Antes, somente as embarcações no berço 4 eram atendidas pelos guindastes MHC.

Novos equipamentos

Para o mês de agosto está prevista a chegada de mais sete Reach Stacker (foto acima, à direita), empilhadeiras de grande porte, com valor aproximado de US$ 750 mil cada uma. No total o Porto de Itajaí irá disponibilizar 24 empilhadeiras Reach Stacker para atendimento aos clientes.

Também para o mês de agosto está marcada a finalização dos trabalhos de preparação da infra-estrutura para funcionamento da Área C. A nova área irá ampliar em 22 mil metros quadrados o espaço para armazenagem de contêineres.

Até o final de 2008 entra em funcionamento o novo berço do Porto de Itajaí, ampliando a extensão do cais de 740 metros para um quilômetro e permitindo a atracação de até quatro navios. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Desenvolvimento, José Augusto Valente, Logística e Transporte | 1 Comentário »