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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

Armas, drogas y mercados financieros

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

by Dani Rodrik

Fonte: Project Syndicate

La crisis de las hipotecas subprime ha demostrado una vez más lo difícil que es controlar las finanzas, una industria que es al mismo tiempo vital para las economías modernas y la mayor amenaza a la que se enfrentan. Si bien esto no es noticia para los mercados emergentes, que han experimentado varias crisis financieras en los últimos 25 años, medio siglo de estabilidad financiera hizo que las economías avanzadas se volvieran complacientes.

La estabilidad reflejaba un simple quid pro quo : reglamentación a cambio de la libertad de operar. Los gobiernos impusieron reglamentación cautelar a los bancos comerciales a cambio de la prestación pública de seguros de depósitos y la función de prestamista de último recurso. Los mercados de valores quedaron sujetos a requisitos de divulgación y transparencia .

Pero la desregulación financiera de los años ochenta nos llevó a territorio desconocido. La desregulación prometía generar innovaciones financieras que mejorarían el acceso al crédito, permitirían una mayor diversificación de los portafolios y asignarían los riesgos a quienes estuvieran en mejores condiciones de soportarlos. Los liberalizadores argumentaban que la supervisión y la reglamentación estorbarían y que los gobiernos no podrían seguir el ritmo de los cambios.

Qué diferencia ha significado la crisis actual. Ahora nos damos cuenta de que los actores más sofisticados del mercado no tenían idea sobre los nuevos instrumentos financieros que se crearon y ahora nadie duda que la industria financiera requiere una reforma a fondo.

Pero, ¿qué es lo que se debe hacer exactamente? Los economistas que se concentran en esos temas se dividen en tres grupos.

Primero están los promotores de la libertad, para quienes cualquier cosa que se interponga entre dos adultos que se ponen de acuerdo es similar a un crimen. Si me venden un papel que yo quiero comprar, es mi responsabilidad saber qué es lo que estoy comprando y tomar conciencia de cualquier consecuencia adversa posible. Si la compra me daña, sólo yo tengo la culpa. No puedo suplicar al gobierno que me rescate.

Quienes no son partidarios de esta libertad reconocen el defecto fatal de este argumento: los colapsos financieros conllevan lo que los economistas llaman un “riesgo sistémico” – todos pagan un precio. Como lo demuestra el rescate de Bear Sterns, el gobierno puede verse obligado a rescatar instituciones privadas para evitar un pánico que tendría peores consecuencias en otras partes. Así, muchas instituciones financieras, sobre todo las más grandes, operan con una garantía gubernamental implícita. Esto justifica que el gobierno regule las prácticas de préstamo e inversión. Leia o resto do artigo »

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A história não acabou

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Edward Amadeo

Fonte: Valor Econômico (06/08/2008)

Em 1896, o autor inglês E. E. Williams intitulou um ensaio “Made in Germany” porque quando começou a escrevê-lo notou que, para seu horror, o lápis que usava tinha sido produzido na Alemanha. Em 1885, o ministro prussiano Robert von Puttkamer ordenou a expulsão dos trabalhadores imigrantes poloneses. Os países toleram mal as ameaças da globalização – seja na forma de investimentos estrangeiros, da competição de importados, da imigração de trabalhadores. 

O capitalismo passa por sua segunda onda de liberalismo e globalização. A primeira foi no século XIX, quando os fluxos de capital, produtos e migrantes, devidamente normalizados pelo “tamanho” da economia e da população, atingiram patamares iguais ou maiores que nos anos recentes. Mas nem a visão liberal, nem a globalização, duraram muito. A crise das primeiras décadas do Século XX foi o pano de fundo para uma forte reação aos dois movimentos. A resposta veio na forma de proteção do mercado nacional, restrição ao fluxo de capitais e fechamento das fronteiras aos imigrantes, além da introdução de uma série de políticas de proteção social. 

A competição gera insegurança e instabilidade. A regulação dos mercados (de capitais, de bens e serviços e de trabalho) produz segurança e estabilidade. O mundo do pós 1ª Guerra tornou-se pós-liberal.  Leia o resto do artigo »

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Aprovada cota para alunos da rede pública

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz

Foi aprovado pelo senado o projeto que institui cotas pra inserção de alunos da rede pública às escolas técnicas e universidades federais. Apesar de não ser a melhor forma de resolver o problema da educação no país, esta pode ser considerada uma medida imediatista que pode ter resultado direto na mudança do perfil de pessoas que se inserem atualmente nas universidades e escolas técnicas no que diz respeito o poder aquisitivo. De qualquer forma o ideal seria uma verdadeira reforma no ensino básico público, para que os que nele estão incluídos possa ter oportunidade de concorrer num mesmo grau de igualdade com aqueles que podem investir economicamente na própria educação.

Fonte:Projeto Brasil

O Senado aprovou o projeto que institui cotas de 50% para alunos da rede pública nas escolas técnicas e universidades federais. Segundo a proposta, as vagas serão destinadas aos alunos que tiverem estado todo o Ensino Médio em escolas públicas e também serão divididas seguindo a proporção de negros e indígenas do Estado em que a instituição estiver localizada. O texto ainda passará pela Câmara dos Deputados, onde deverá sofrer alterações.

O objetivo do projeto é dar mais oportunidades aos alunos de baixa renda, independente de sua etnia, mas sim da situação econômica – como tem sido feito até então no sistema de cotas. “Em 1993, havia muito mais estudantes da rede pública que ingressavam nas escolas técnicas. Hoje em dia, isso mudou completamente”, disse a senadora Ideli Salvatti (PT-SC) e autora do texto original. Leia o resto do artigo »

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Os limites do câmbio

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Luís Nassif

Fonte: Projeto Brasil

Mensalmente, a Agência Dinheiro Vivo realiza um encontro de economistas de diversas áreas de especialização e tendências – o “Tornos e Planilhas” – tentando encontrar um denominador comum sobre as perspectivas da economia global e brasileira.

Há uma conclusão quase majoritária: a de que se está próximo do fim da trajetória de apreciação do real. Em algum momento haverá a reversão do câmbio.

Segundo Paulo Tenani, do UBS-Pactual, há duas forças puxando o dólar para baixo. Uma delas, a política de juros do Banco Central. A segunda, a constituição de reservas cambiais, que dá uma sobrevida ao processo de apreciação cambial -

Na outra ponta, há um fantasma cada vez mais presente, puxando o dólar para cima: a deterioração das contas externas brasileiras, que desde dezembro assumiu uma dinâmica explosiva.

Aí se esbarram em fatores extra-econômicos. Professor da PUC-SP, Antonio Correa de Lacerda vê a política monetária-cambial atrelada ao calendário eleitoral. A exemplo do primeiro governo FHC, o que se pretende é segurar a inflação, via câmbio até as eleições presidenciais de 2010.

Há um fato adicional, que poderá acelerar o desfecho: a queda nas cotações de commodities agrícolas, que começou a ficar mais nítida na última semana. José Vicente Ferraz, da Agra FNP vê como inevitável as cotações despencarem ante a perspectiva de um desaquecimento da economia global.

Ocorre que – conforme já escrevi várias vezes aqui – os mercados de commodities estão fundamentalmente alavancados por fundos hedge. Quando se sente que o caminho é a alta, os fundos entram pesados tornando mais agudo o movimento – o chamado “overshooting”. O mesmo ocorre no sentido inverso. E isso aparentemente começou.

Na economia global, as mudanças não se restringirão ao comportamento das commodities. Os grandes fundos estão com a mão no gatilho aguardando o início da reversão da desvalorização do dólar frente ao euro e às moedas asiáticas.

Até agora o ajuste do dólar foi feito em cima de países com câmbio flexível – Europa e América Latina, particularmente o Brasil.

No segundo tempo do jogo, prevê Tenani, o ajuste será bancado pelos países que até agora mantiveram suas moedas protegidas, especialmente a China, que será obrigada a permitir a valorização da sua moeda.

Esse movimento está sujeito a fricções variadas. A China tem uma necessidade enorme de manter altas taxas de crescimento. Nos próximos anos enfrentará desafios econômicos e sociais dos mais intensos. No campo industrial, a necessidade de continuar gerando empregos. Na agricultura, o fantasma apavorante da escassez de água. Hoje em dia, lembra Ferraz, a agricultura chinesa tem produtividade das mais altas devido à irrigação. Mas precisará dobrar a capacidade de sua agricultura e em breve se deparará com a escassez de água.

Todo esse quadro sugere que o Brasil deveria se preparar rapidamente para a hipótese de reversão do quadro de euforia que marcou a economia global nos últimos anos.

Mas as mudanças, por aqui, só ocorrem em períodos de crise. É a sina histórica do Brasil.

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Foco na OMC resulta de pressões do agronegócio e de imposições eleitorais

Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Reinaldo Gonçalves

Fonte: CORREIO DA CIDADANIA – 04-Ago-2008

Resoluções tiradas de Doha podem ter sido consideradas um fracasso para o governo brasileiro, mas foram uma vitória para o povo do nosso país.

A derrota da estratégia do Itamaraty nas negociações no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) significa vitória para países que têm estratégias mais abrangentes e inteligentes. O fracasso do governo Lula também implica vitória para o Brasil.  

Poucos dias antes do fracasso da reunião da OMC, o ministro das Relações Exteriores do Brasil acusou os representantes dos países desenvolvidos de algo que tem sido prática recorrente do governo Lula em geral e do Itamaraty em particular: uma mentira contada muitas vezes acaba sendo aceita como verdade. Esta frase expressa a essência da política exterior do governo Lula. Muitos ainda acreditam que esta política defende os interesses nacionais. Mentira pura. Tomemos o caso das negociações internacionais de bens no âmbito da OMC.  

O principal foco da estratégia brasileira era a eliminação dos subsídios concedidos nos países desenvolvidos para a produção local de alimentos. Não resta dúvida que, caso isto ocorresse, as grandes empresas do agronegócio no Brasil aumentariam suas exportações e, portanto, os lucros destas empresas seriam ainda mais elevados. Entretanto, há outros fatos que implicam sérias perdas para o país.  

A eliminação dos subsídios agrícolas causará aumento dos preços internacionais e, portanto, maior pressão inflacionária em escala global. Este fenômeno é grave no atual contexto de inflação crescente que resulta da elevação dos preços do petróleo e dos alimentos. A inflação internacional repercute no Brasil visto que os produtores brasileiros de commodities também elevam seus preços no mercado doméstico. Portanto, o trabalhador brasileiro perde, via maior inflação, com a eliminação dos subsídios agrícolas nos Estados Unidos e na Europa. E, ademais, como corretamente temem os governos de outros países, a elevação dos preços internacionais de alimentos aumentará a fome e a miséria no mundo. Não é por outra razão que muitos países em desenvolvimento não apóiam a posição brasileira.  

A eliminação dos subsídios terá como contrapartida a redução das tarifas dos produtos industriais. Portanto, a competição será maior e cairão os preços dos manufaturados. Por um lado, os consumidores brasileiros se beneficiarão; por outro, haverá redução de renda e emprego na indústria doméstica. A perda de competitividade e produção na indústria brasileira tende a ser generalizada. Assim, os preços de exportação dos produtos agrícolas aumentam, porém os preços de exportação dos produtos industriais brasileiros caem ainda mais. O resultado líquido é a perda de renda real para o país via termos de troca.  

Estudos mostram que as negociações na OMC geram ganhos modestos. No caso do Brasil, o ganho líquido seria muito pequeno: entre US$ 251 milhões e US$ 1,1 bilhão. Para quem acha que isto é muito dinheiro vale lembrar que o maior banco privado brasileiro teve lucro líquido de US$ 4,7 bilhões em 2007. No caso brasileiro os ganhos estariam concentrados na grande propriedade agrícola. Trabalhadores, de modo geral, teriam perda de renda. O capital produtivo na indústria também perderia renda. Para ilustrar, considerando as negociações no setor agrícola, estima-se que haveria aumento de 13,3% do lucro do agronegócio e redução de 0,20% do salário da mão-de-obra qualificada.  

Sob pressão do agronegócio e tendo em vista o financiamento das campanhas eleitorais, o governo Lula tem como foco das negociações na OMC a eliminação dos subsídios agrícolas. Cabe lembrar que o setor primário-exportador aumentou sua contribuição para o financiamento da campanha eleitoral de Lula de 2,9% em 2002 para 10,4% em 2006. Não há dúvida que o foco estreito da política exterior é bom para o agronegócio e para o governo Lula, mas é mentira que seja boa para o Brasil. Ainda bem que Lula foi derrotado em Genebra. Cabe agradecer à China, Índia e Argentina e outros países que não foram capturados por grupos de interesses retrógrados, que têm políticas exteriores conseqüentes e estão em plenas trajetórias de desenvolvimento.

Reinaldo Gonçalves é professor titular de Economia Internacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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O perigoso isolamento da agricultura

Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

*Por Katia Alves

Segundo Rubens Ricupero, a saída é diversificar e não jogar tudo na agricultura. O que depende, por sua vez, de câmbio melhor, juros menores. E que  a mais inquietante lição do fracasso de Genebra foi a revelação de como são poucos os interessados na genuína liberalização do comércio agrícola e que as dificuldades serão ainda maiores em âmbito bilateral ou regional.

Por Rubens Ricupero

Publicado na Folha

A MAIS inquietante lição do fracasso de Genebra foi a revelação de como são poucos os interessados na genuína liberalização do comércio agrícola. O segundo ensinamento é que as dificuldades serão ainda maiores em âmbito bilateral ou regional, não existindo alternativa satisfatória para fórum de 153 países como a OMC (Organização Mundial do Comércio).

A soma dessas duas parcelas é que economias como a brasileira, cujas vantagens comparativas se concentram em pequeno número de produtos agrícolas, terão opções cada vez mais limitadas para sua estratégia comercial.  Nada ilustra melhor essas verdades do que o impasse responsável pelo fiasco final. De um lado, os EUA, cuja posição só pode ser qualificada de cínica: querem manter o dobro dos subsídios efetivamente utilizados e, ao mesmo tempo, obrigar os asiáticos a abrirem os mercados para produção subvencionada e desleal, que liquidará a agricultura interna.

Do outro lado, a Índia e a China. 

Tomam carona na abertura dos demais a suas manufaturas e seus serviços para serem os campeões mundiais do crescimento. Nem por isso abrem o mercado agrícola até para “aliados” como o Brasil, que já se abriram à indústria chinesa e aos serviços indianos e não usam subsídios. Leia o resto do artigo »

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Governo lança ação contra queimada

Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

*Por Katia Alves

Para evitar incêndios nos meses de seca, Ministério do Meio Ambiente vai combater uso do fogo no campo. A medida mais importante para evitar incêndios será o treinamento e a contratação de mil brigadistas – moradores das próprias cidades que atuarão na prevenção e no combate ao fogo.

 Os 32 municípios incluídos no plano de queimadas ficam no Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima. Os brigadistas começarão a ser treinados a partir de 15 de agosto e, depois de uma semana de aprendizagem, trabalharão em ações educativas e de combate aos incêndios.

Publicado no O Estado de S. Paulo   

Por Luciana Nunes Leal

Com a proximidade do período mais crítico de seca nas regiões Norte e Centro-Oeste, o Ministério do Meio Ambiente editará nos próximos dias uma portaria com ações para o combate a queimadas em 32 municípios da Amazônia Legal. A medida mais importante para evitar incêndios será o treinamento e a contratação de mil brigadistas – moradores das próprias cidades que atuarão na prevenção e no combate ao fogo.

A iniciativa faz parte das propostas para redução do desmatamento que vêm sendo colocadas em prática desde janeiro, quando o governo divulgou uma lista dos 36 municípios que mais destroem a floresta.

Os 32 municípios incluídos no plano de queimadas ficam no Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima. “Fizemos uma avaliação técnica com imagens de satélite dos últimos três anos e escolhemos os municípios mais críticos em relação às queimadas. Nesses lugares não havia ação específica contra os incêndios e passará a haver”, diz o coordenador do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), Leia o resto do artigo »

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Sob o domínio do mal

Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

Por Beatriz Diniz

Conforme assinala o artigo abaixo, a implantação da convergência digital no Brasil é alvo de disputa que envolve política e poder econômico. As organizações Globo simplesmente monopoliza os meios de comunicação através da força e apoio político que possui. Isso acaba ocasionando a limitação da população no acesso a internet, TV e telefonia por serem estes de custo muito alto para a realidade brasileira. Como a Globo controla 78% do mercado audiovisual temos uma média de valores em torno de 100 reais para produtos que poderiam custar pelo menos 30, segundo aponta o artigo.

Essa é uma briga que ainda vai dar muito o que falar, afinal a democratização do acesso a cultura e a informação siginifica diretamente perder o controle da opinião nacional.

Fonte: Carta Capital

Está indefinido o confronto em torno do Projeto de Lei 29, que trata da implantação da convergência digital no Brasil. É um choque travado, por ora, na Comissão de Comunicações da Câmara. De um lado, o Sistema Globo. Do outro, as empresas de telecomunicações, juntamente com a Record, a Bandeirantes e o Grupo Abril (TVA).

O confronto é duro. Se as telefônicas têm um poder econômico infinitamente maior, a Globo tem um poder político mais forte, entranhado no Congresso desde os tempos do regime militar, quando a emissora apoiava os generais. Leia o resto do artigo »

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