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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

Entendendo as notícias

Postado em 21 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Luís Nassif

Fatos relevantes a serem acompanhados durante o dia:

1. A decisão de Ben Bernanke de começar a atuar sobre os mutuários inadimplentes. Deveria ter sido tomado desde o início da crise. Mas decidiu-se, inicialmente, privilegiar o setor financeiro. A perda de tempo vai custar caro mas, finalmente, entra-se no cerne da questão.

2. Os dados de desaquecimento mundial – China, Europa, montadoras reduzindo produção.

3. A decisão da China de criar uma espécei de subsídio para sua indústria textil. Se descambar para protecionismo, repetirá os EUA em 1929 e ampliará a crise global.

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Hayek, Keynes e Baumol

Postado em 21 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Roberto d’Araújo 

Seja qual for seu desfecho, pelo menos a crise financeira parece ter recolocado em pauta a questão da intervenção do estado na economia. Afinal, parece ter ficado claro, pelo menos para alguns, que o “mercado”, quanto mais desregulado e livre, mais traiçoeiro. Com tanta desigualdade de oportunidades no mundo atual, a socialização do prejuízo chega a ser desumana. Ela vai atingir o Brasil, e o governo adotará, aos poucos, a mesma política de salvamento dos países desenvolvidos. A grande diferença é que, aqui temos diversas emergências muito mais graves do que ibovespas negativos. Apesar de soarem o alarme diariamente, são incapazes de despertar a mobilização de recursos públicos que agora se percebe. Insegurança pública, corrupção, desordem urbana, desemprego, cadeias e hospitais lotados, educação mais do que precária são apenas alguns sintomas da permanente política de omissão.

Mesmo sob esse cenário profundamente injusto, alguns ainda irão argumentar que não foi bem um defeito do mercado. No Brasil, esse fundamentalismo é tão forte que, a ação direta do estado, uma atividade que pode ser tão capitalista quanto se queira, é reiteradamente confundida com “socialismo”. Esse é um cacoete presente na nossa mídia e, infelizmente, domina algumas mentes de líderes empresariais. No que tange ao setor elétrico, fica quase impossível tratar de questões técnicas sem ser tachado de “ideológico”.

Aconteceu em 2006, mas ilustra bem essa distorção. Durante certo tempo fui colunista do portal Canal Energia[1], um espaço onde o setor elétrico discute seus problemas. Ali, o Instituto Acende Brasil[2] é um poderoso formador de opiniões. Afinal, representa pesos pesados, tais como AES, CPFL, Duke Energy, EDF, Endesa, Iberdrola, Suez/Tractebel, MPX, Grupo Rede entre outros. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Haverá outro APAGÃO?, Política Econômica, Roberto D'Araujo | 8 Comentários »

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia começa em cerca de 400 municípios

Postado em 21 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Jornal da Ciência    

“Educação brasileira é deficiente e queremos mostrar que ela pode ser diferente”, afirma Ildeu de Castro Moreira, coordenador da Semana.

A 5ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, coordenada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), começa nesta segunda (20) em aproximadamente 400 municípios. A mostra segue até o dia 26 deste mês e tem como tema Evolução e Diversidade.

Como os seres vivos do planeta evoluíram até nossos dias? Por que a diversidade da vida na Terra é tão fantástica?. Essas questões poderão ser respondidas durante o evento, o maior da área de ciência no país. No total, 585 instituições ligadas ao setor participam da edição deste ano.

O objetivo da semana é mobilizar a população, especialmente crianças e jovens, em torno de temas e atividades de ciência e tecnologia, mostrando sua importância para a vida de cada um e para o desenvolvimento do país.

Em Brasília, a mostra ficará no gramado central da Esplanada dos Ministérios, onde são esperadas cerca de 70 mil pessoas nos seis dias do evento. Serão abordados temas como a evolução da vida, a seleção natural, a evolução social e a diversidade biológica, ambiental, étnica e cultural, a partir dos conhecimentos diversificados da ciência.

As escolas terão prioridade na mostra deste ano na capital. De acordo com o secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) do MCT, Joe Carlo Viana Valle, a semana será importante para discutir políticas públicas de inclusão. “Este ano, pretendemos envolver todas as escolas do Distrito Federal. Queremos fazer um trabalho para que as pessoas entendam a importância da ciência e tecnologia na vida delas”.

O coordenador nacional do evento, desde a sua primeira edição, é o físico Ildeu de Castro Moreira, diretor do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia do ministério. Para ele, a proposta é aproximar a comunidade científica, mostrando que a ciência é relevante, influenciando principalmente professores e escolas. Leia o resto do artigo »

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FERNANDO CARDIM – “Será preciso repensar um projeto para o país”

Postado em 20 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

O Brasil tem alguns trunfos significativos para enfrentar a crise. Ao contrário de muitos países da periferia do capitalismo, a escala do mercado interno e a existência de uma base industrial ampla e sofisticada dá boa margem de manobra à economia brasileira. Mas é preciso realmente ativar essas potencialidades, defende o economista Fernando Cardim, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Carta Maior

Ainda é cedo para antecipar o alcance transformador dos abalos sísmicos que sacudiram o sistema capitalista nas últimas semanas. Solavancos desse porte, todavia, quase sempre empurraram o debate intelectual e a luta política na periferia do capitalismo, renovando a agenda do desenvolvimento e a da democracia.

O Brasil não figurou entre as exceções em nenhum dos grandes marcadores dessa linha do tempo que vai de 1929 à Segunda Guerra, passando pelos choques do petróleo e o do juros, nos anos 70, ao colapso da dívida externa nos anos 80, apenas para citar algumas pontos de baldeação estratégica.

Ainda que menos vulnerável desta vez, ancorado em reservas de US$ 205 bi; e tendo conquistado a auto-suficiência energética; uma ampliação do mercado interno; renovado o leque comercial e promovido uma retomada do investimento público com o PAC, ainda assim, o país não escapará à necessidade de um aggiornamento econômico.

Essa é a opinião do economista Fernando Cardim, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A discussão de um novo projeto econômico, no seu entender, tende a se impor à medida em que fica cada dia mais claro que o assoalho que sustentava a dinâmica anterior se desfez. A liquidez abundante e o comércio internacional aquecido dificilmente sobreviverão ao esfarelamento do sistema financeiro mundial.

A etapa seguinte à emergência financeira – centrada, por enquanto, no esforço para destravar os mecanismos de crédito da economia -, requisitará linhas de passagem para um outro padrão de crescimento. Carta Maior acredita que esse debate vai redefinir a agenda política do país, e fará de 2010 uma disputa histórica, marcada por forte sentido de mudança na matriz do nosso desenvolvimento.

A seguir, excertos da conversa de Fernando Cardim com Carta Maior: Leia o resto do artigo »

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A teoria e a lógica desenvolvimentista

Postado em 13 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

* Heldo Siqueira

Freqüentemente nos deparamos com a distinção entre economistas liberais e desenvolvimentistas. Trata-se de um entendimento incompleto, afinal, em certo sentido, todos os economistas são desenvolvimentistas, no sentido de buscarem, ao menos em discurso, o desenvolvimento econômico através da elaboração das recomendações de política econômica.

Os liberais, por um lado, acreditam que o motor do desenvolvimento é a busca pelo lucro individual. A impessoalidade do mercado garante a justiça das negociações, favorecendo o espírito empreendedor e levando a eficiência econômica. Por isso, defendem a liberalização dos mercados, para fazer florescer esse espírito competitivo, levando ao desenvolvimento econômico. Nesse caso, a atuação do Estado, frequentemente voltada para alguns grupos específicos, gera ineficiência econômica, pois garante remunerações a agentes ineficientes. A tarefa do Estado, nesse caso, se encerrara em garantir o cumprimento das regras do mercado (segurança, marco jurídico, marco regulatório, e em alguns casos, saúde e educação). Leia o resto do artigo »

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O abalo dos muros

Postado em 10 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Frei Betto

Folha de S.Paulo, 5.10.2008

NO PRÓXIMO ano, completam-se 20 anos da queda do Muro de Berlim, símbolo da bipolaridade do mundo dividido em dois sistemas: capitalista e socialista. Agora assistimos ao declínio de Wall Street (rua do Muro), na qual se concentram as sedes dos maiores bancos e instituições financeiras.

O muro que dá nome à rua de Nova York foi erguido pelos holandeses em 1652 e derrubado pelos ingleses em 1699. Nova Amsterdam deu lugar a Nova York.

O apocalipse ideológico no Leste Europeu, jamais previsto pelos analistas, fortaleceu a idéia de que fora do capitalismo não há salvação. Agora, a crise do sistema financeiro derruba o dogma da imaculada concepção do livre mercado como única panacéia para o bom andamento da economia.

Ainda não é o fim do capitalismo, mas talvez seja a agonia do caráter neoliberal que hipertrofiou o sistema financeiro. Acumular fortunas tornou-se mais importante que produzir bens e serviços. A bolha especulativa inflou e, súbito, estourou.

Repete-se, contudo, a velha receita: após privatizar os ganhos, o sistema socializa os prejuízos. Desmorona a cantilena do “menos Estado e mais iniciativa privada”. Na hora da crise, apela-se ao Estado como bóia de salvamento na forma de US$ 700 bilhões (5% do PIB dos EUA ou o custo de todo o petróleo consumido em um ano naquele país) a serem injetados para anabolizar o sistema financeiro.

O programa Bolsa-Fartura de Bush reúne quantia suficiente para erradicar a fome no mundo. Mas quem se preocupa com os pobres? Devido ao aumento dos preços dos alimentos, nos últimos 12 meses, o número de famintos crônicos subiu de 854 milhões para 950 milhões, segundo Jacques Diouf, diretor-geral da FAO (Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação). Leia o resto do artigo »

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Fim da regulação superficial

Postado em 10 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Martin Wolf

Artigo publicado no jornal Valor Econômico (17/09/2008)

Estes são tempos dramáticos. Até segunda-feira desta semana, três dos cinco maiores bancos de investimento – Bear Stearns, Lehman Brothers e Merrill Lynch – desapareceram como entidades independentes. A seguradora AIG está em sérios apuros. Aquilo que até recentemente foi o bravo novo sistema financeiro dos EUA se dissolve diante dos nossos olhos.

O que deu errado? O pior já passou? Quais são as lições para as instituições financeiras? Quais são as lições para os governos? Adiante estão as minhas respostas atuais a essas questões.

O que deu errado? A resposta curta: Minsky estava certo. Um período prolongado de crescimento acelerado, inflação baixa, taxas de juros reduzidas e estabilidade macroeconômica geraram complacência e maior disposição para assumir risco. A estabilidade levou à instabilidade. Inovação, securitização, financiamentos fora dos balanços patrimoniais e outros mostraram-se, de novo, como a grande parte da história. Como alertou Minsky, a fé exagerada nos mercados não-regulados comprovou ser uma cilada.

É a ascensão do libertino, desfrutada pelos EUA ao longo da década passada. Mas o país não esteve só. As bolhas das ações e dos preços das residências também afetaram parte da Europa. Mas foram importantes em especial para o Reino Unido.

O pior já passou? Com certeza, não. O desenrolar de excessos nessa magnitude envolve quatro processos gigantescos: a queda dos preços dos ativos inflados a um nível sustentável desalavancagem do setor privado reconhecimento das perdas resultantes do setor financeiro e a recapitalização do sistema financeiro. Agravando tudo isso estará o colapso na demanda do setor privado, num momento em que o crédito se retrai e a riqueza retrocede. Leia o resto do artigo »

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Os antecedentes da tormenta

Postado em 7 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Ao examinarmos todo o período do pós-guerra, este por certo é o momento de maior fragilidade na administração da economia capitalista. Está claro que os efeitos deste novo capítulo da crise, deflagrado pelo estouro da bolha imobiliária, não desacelera apenas a economia norte-americana. O lubrificante da desregulação parece ter esgotado a capacidade de azeitar a engrenagem do sistema. A análise é de Luiz Gonzaga Belluzzo.

Carta Maior

O crescimento da última década foi celebrado como a expressão de um triunfo inexcedível da experiência capitalista dos Estados Unidos sobre o resto do mundo. Avaliações peremptórias não hesitaram em apontá-la como superior não só à experiência socialista, como também a de outros tipos de capitalismo, como o japonês e os modelos europeus de sociedade e de economia. (1)

O crescimento desse período teve início na segunda metade de 92, foi lento até mais ou menos 1995/1996 e, paradoxalmente, começou a se acelerar após as crises mexicana, asiática e brasileira. Em boa medida a economia norte-americana se nutriu das crises na periferia do sistema para ganhar nervos e musculatura. O período que vai do final dos anos 70 até esse salto, marca uma lenta recuperação do poderio econômico, militar e financeiro dos Estados Unidos. Ele se fez não só com a derrota política e econômica da URSS, mas também com a imposição do padrão capitalista norte-americano e, sobretudo, do capital financeiro do país às demais nações.

Desde os anos 70, os Estados Unidos já vinham abandonando certas referências que marcaram seu crescimento no pós-guerra, bem como desmontando regras prudenciais de gestão financeira adotadas a partir dos anos 30 e consolidadas durante o esforço bélico. Tais características haviam contribuído significativamente para a recuperação da Europa no pós-guerra, além de abrirem espaços para a industrialização de países do Terceiro Mundo. A existência de um bloco socialista competindo com o capitalismo foi igualmente decisiva na ampliação das oportunidades de desenvolvimento no planeta.

O modelo pós-II Guerra

É importante lembrar que a direção política do capitalismo estadunidense nesse período era bem mais heterogênea do que a atual. Havia, por exemplo, dentro do governo Roosevelt, uma fração muito importante do Partido Democrata que preconizava um futuro salvaguardado pela aliança entre os Estados Unidos e a União Soviética. O inimigo verdadeiro, desse ponto de vista, seria o velho imperialismo europeu, o que explica, em parte, as dificuldades do representante inglês em Bretton Woods, John Mayanard Keynes, para viabilizar suas propostas de reforma do sistema monetário internacional.

Ao contrário do que ocorreu no final da I Guerra Mundial, porém, e que levou à crise do capitalismo desregulado de então, cujo ápice foi a Depressão de 29 e dos anos 30 – em 1944 os EUA tomaram a decisão política de não repetir os erros do passado. O Plano Marshall e o impulso dado à reconstrução européia para a unificação econômica, foram decisivos para as economias alemã e a francesa se rearticularem. Da mesma forma, o financiamento norte-americano foi o divisor que permitiu a reconstrução econômica japonesa. Leia o resto do artigo »

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