Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
O período de junho de 2003 a julho de 2008 foi o melhor para a economia brasileira nos últimos 30 anos, segundo estudo divulgado hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Nesses cinco anos, a indústria se expandiu, as vendas do comércio registraram alta e a geração de emprego e renda cresceu. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Do IEDI:
“O Brasil tem passado por mudança de perfil produtivo distinta, com redução na participação da atividade manufatureira em sua estrutura produtiva. Se, na média do período 1972/1980, respondia por 30% do valor adicionado (VA) total, em 2007, respondia por 23,7%, 6,3 pontos percentuais a menos. Ou seja, ocorreu uma desindustrialização relativa na economia brasileira. Isso, considerando a referida base de dados que trabalha com valores constantes de 1990 (em dólar).”
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Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
By Thomas I. Palley
In this paper the author argues that the interpretation of the financial crisis as a Minsky crisis is misleading, as the processes identified in Minsky’s financial instability hypothesis, even when playing a critical role in the crisis, are part of a larger economic drama involving the neoliberal growth model. Interpretation of the financial crisis as a purely financial crisis–in the spirit of a pure Minsky crisis–and the attendant policy prescription of simply fixing the financial system may, in fact, worsen stagnation.
Link: http://www.networkideas.org/featart/dec2009/Minsky.pdf
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Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Em uma co-edição da Boitempo e da Editora da Fundação Perseu Abramo, o livro “Brasil, entre o passado e o futuro” busca contribuir com o debate sobre o que virá após o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para tanto, contou com a colaboração de alguns intelectuais – integrantes do governo ou não – que nunca deixaram de pensar e sistematizar ideias sobre o processo em curso no país: Marco Aurélio Garcia, Emir Sader, Marcio Pochmann, Guilherme Dias, Luiz Dulci, Nelson Barbosa, José Antonio Pereira de Souza e Jorge Mattoso. Além dos artigos, completa o volume uma entrevista com a ministra Dilma Rousseff, feita por Garcia, Sader e Mattoso. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Com uma comparação dos incentivos fiscais para inovação adotados no Brasil e em países selecionados e a identificação de lacunas no sistema brasileiro de incentivos, o IEDI dá início a uma série de estudos sob a temática geral de “Desafios da Inovação”. Inovação é o que em última análise promove o crescimento de longo prazo de uma economia e assegura sua competitividade a nível global, razão pela qual, no modo de ver do IEDI, deve figurar no primeiro bloco de preocupações de um programa de desenvolvimento econômico para o país e merecer os melhores esforços na formulação da política econômica. A série “Desafios da Inovação” procura dar subsídios para impulsionar a inovação no Brasil. Abordará diversos aspectos que envolvem o tema: financiamento, políticas de demanda (compras governamentais), comércio exterior de bens de conteúdo tecnológico, estrutura industrial e inovação, questões institucionais (insegurança jurídica e outros temas) e programas mobilizadores. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 10 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Luiz Carlos Bresser-Pereira (web site)
A grande crise de 2008 foi também a crise da teoria econômica ortodoxa ou neoclássica, dominante desde os anos 1980 foi a crise da teoria do equilíbrio geral e da macroeconomia neoclássica baseada nas expectativas racionais. Esse fracasso não foi surpreendente. Essas duas teorias ensinadas nos cursos de pós-graduação das grandes universidades têm aparência científica, porque o método hipotético-dedutivo empregado para desenvolvê-las permite o uso abusivo da matemática.
Na verdade, são castelos no ar que possuem alguma coerência lógica, mas não têm base na realidade dos sistemas econômicos reais. Além de não terem utilidade prática, essas teorias apresentam alta periculosidade. Foram essas construções matemáticas que legitimaram a principal causa da crise financeira global: a desregulação dos mercados. Leia o resto do artigo »
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Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Luís Nassif
Falta uma perna no novo desenho da política industrial brasileira: a interação entre grandes conglomerados amparados por políticas públicas e pequenas e micro empresas.
Os financiamentos do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico s Social) são um poderoso indutor para práticas empresariais. Se condicionar a liberação de um financiamento selo verde – de boas práticas ambientais -, todas as candidatas a financiamento tratarão de adquiri-lo. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Para Yvo de Boer, a próxima conferência climática pode terminar como a de Copenhague
Ele comandou a Conferência do Clima da ONU, a COP-15, em Copenhague, em dezembro, um dos encontros que mais mobilizou líderes e a opinião pública do mundo. Apostou alto num grande acordo que não aconteceu, por conta da batalha entre grandes emissores, como China e EUA.
Em entrevista exclusiva, o secretário-executivo da Convenção da ONU sobre o Clima, Yvo de Boer, diz que não aposta num novo acordo no próximo encontro sobre clima, no México, em novembro: “Só aposto quando sei que vou ganhar”. De Boer avalia os acertos e os erros de Copenhague e diz que os países em desenvolvimento estavam certos ao não ceder às nações ricas. Clique aqui para ler mais.
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