Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2010
Luiz Carlos Bresser-Pereira é um economista de muitas ideias na cabeça, todas contrárias à ortodoxia. Uma pode facilmente ser classificada como uma autêntica obsessão, conforme reconhece o professor da FGV-SP e ex-ministro da Fazenda (governo Sarney) e da Reforma Administrativa (FHC). “Há dez anos venho falando do equívoco que é o país crescer com poupança externa”, diz Bresser-Pereira, no confortável escritório onde recebe CartaCapital, em sua casa no bairro do Morumbi, em São Paulo. Cultivada em seminários mundo afora, sua ideia fixa ganhou corpo a ponto de virar um livro (Globalização e Competição, de 2009), com direito a versões em inglês, francês e, ainda no prelo, espanhol.
“Somente na introdução da edição espanhola cheguei ao nome da teoria que está por trás, que inventei depois do livro pronto, a Macroeconomia Estruturalista do Desenvolvimento.” Na entrevista a seguir, Bresser navega por essas e outras águas. Sempre sem perder a chance de alfinetar os seus colegas de ofício, em especial os “phdezinhos” de corte ortodoxo. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 3 dEurope/London março dEurope/London 2010
O anúncio da abertura de capital do estaleiro OSX seria uma indicação de que o mercado de oferta de ações no Brasil “mantém sua atratividade”, afirma reportagem publicada nesta quarta-feira pelo diário econômico americano The Wall Street Journal. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 27 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
A geração de vantagens competitivas advém cada vez mais, além da tecnologia, de negócios inovadores, novas combinações de cliente-alvo, oferta e modelo de operação.
Por Maximiliano Carlomagno, sócio-fundador da Innoscience e autor do livro Gestão da Inovação na Prática:
Ouso de novas tecnologias tem sido uma das alternativas para o desenvolvimento de vantagens competitivas e sustentação de desempenho superior em tempos de hipercompetição. Nesse cenário, a noção de inovação como algo relacionado a produto e tecnologia permeou a visão de empresários e executivos por muitos anos. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 26 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Júlio Gomes de Almeida, professor da Unicamp
No ano da crise mundial, dificilmente se poderia esperar um resultado melhor para um setor de atividade como o varejo. O crescimento real das vendas chegou a 5,9% no conceito mais restrito de comércio varejista e a 8,9% no conceito ampliado que inclui os segmentos de veículos e de material de construção.
Tal desempenho é ilustrativo do fato de que no Brasil os níveis de emprego e a renda foram preservados em plena recessão, o que tornou possível a elevação real do consumo de produtos básicos por parte da população. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 26 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Joaquim Falcão, professor da FGV.
China e Estados Unidos competem e divergem. Mas, pelo menos num ponto, ambos estão de acordo. É sobre qual deve ser o fator decisivo na disputa pela hegemonia no mundo. Se é que essa hegemonia ainda é possível na multipolaridade. Não será a política econômica sozinha. A política de desenvolvimento científico será, já é, um fator estratégico indispensável. Decisivo, talvez. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Em 2002, uma promissora empresa sem fins lucrativos que queria colocar em contato professores em busca de suprimentos básicos para a sala de aula e doadores dispostos a fornecê-los quase malogrou em razão do receio dos doadores de que, apesar do objetivo digno, a empresa não seria capaz de executar sua missão de forma competente.
Quanta diferença hoje: passados alguns anos, a Donorschoose é uma empresa próspera. Contudo, a experiência quase fatal por que passou foi uma das razões pelas quais uma equipe de pesquisadoras acadêmicas se viu compelida a explorar de que maneira consumidores, investidores e outros com alguma participação na vida da empresa insistiam em classificá-la recorrendo a estereótipos, muitas vezes desabonadores. O estudo – o primeiro desse tipo jamais feito – mostra que o consumidor, de modo geral, vê de forma estereotipada as empresas sem fins lucrativos como a Donorschoose.org, classificando-as de simpáticas, generosas e solícitas, mas sem a competência necessária para produzir bens ou serviços de alta qualidade e incapazes de gerir negócios financeiramente sadios. Por outro lado, as empresas com fins lucrativos são vistas como mais competentes do ponto de vista do balanço de pagamentos, mas não necessariamente mais conscientes do ponto de vista social. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
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Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010
Por Júlio Gomes de Almeida
O percurso da indústria nacional nos últimos 25 anos pode ser considerado um caso de insucesso porque a sua participação no PIB de um país que ainda tem renda per capita baixa regrediu significativamente, ao contrário de outros países emergentes. Clique aqui para ler mais.
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