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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

Entraves ambientais reduzem em 20% geração de energia

Postado em 15 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Estão atrasadas 18 obras de construção de hidrelétricas no país
Fonte: O Globo
Por Gustavo Paul

A despeito do discurso otimista do governo, a expansão do sistema elétrico nacional está esbarrando em entraves ambientais e jurídicos envolvendo questões indígenas. Aguardando esse sinal verde, o país está deixando de iniciar a construção de hidrelétricas capazes de produzir cerca de 19,5 mil megawatts (MW) de energia nos próximos anos, quase 20% da atual capacidade de geração brasileira. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), estão atrasados pelo menos 18 empreendimentos hidrelétricos, que representam três vezes a potência das duas usinas do Rio Madeira – Jirau e Santo Antonio – em Rondônia, as maiores obras do setor em andamento. As novas hidrelétricas são consideradas fundamentais para possibilitar o crescimento do país, a um custo menor, na comparação com outros tipos de geração de energia.

Jirau, com seus 3.300 MW de potência, deixou de fazer parte da conta dos atrasados no início de junho, mas protagonizou um episódio exemplar dos problemas vividos pelo setor elétrico. Por semanas, a empresa Energia Sustentável do Brasil travou uma queda de braço com os governos de Rondônia e de Porto Velho em torno da mitigação do impacto ambiental. Enquanto isso, a obra ficou parada. Só depois de se comprometer a pagar mais R$114 milhões em ações para prefeitura e estado, a obra foi liberada pelo Ibama. Leia o resto do artigo »

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SUGESTÕES CONCRETAS PARA O SETOR ELÉTRICO

Postado em 13 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Algumas sugestões bem concretas para facilitar a análise de projetos de hidroelétricas pela ANEEL e o seu licenciamento ambiental, acelerando as obras e os efeitos do PAC. 

O secretário  Altino Ventura Filho trouxe uma ótima notícia do MME na última semana. Mas falta agora alocar pessoal, estreitar contato com o setor ambiental nos estados e não dar mais “aceite” a projetos incompletos e de baixa qualidade. Nem na ANEEL nem nos órgãos ambientais.

Por Ivo Pugnaloni*

São extremamente alvissareiras as afirmações do secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho, durante audiência nessa semana da Comissão Mista Permanente de Mudanças Climáticas para debater mudanças na matriz energética. 

Mas tenho quase certeza que as palavras do Dr Altino, perante a Comissão, foram mal interpretadas quando ele explicou com “a falta de projetos de hidroelétricas” a primazia das termoelétricas nos leilões realizados até aqui. 

Afinal, está no site da própria ANEEL, para quem quiser saber: a agência tinha 37.000 MW em inventários e projetos para analisar, elaborados pelas estatais e por centenas de empreendedores privados, interessados em investir. 

De qualquer forma se as noticias se confirmarem na prática e o Governo Federal quiser realmente retomar a prioridade das hidroelétricas para o atendimento do crescimento planejado da demanda de energia elétrica, estaremos corrigindo o  rumo do nosso caminho ao desenvolvimento sustentável. Leia o resto do artigo »

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Já sabem o que será 2010?

Postado em 11 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Carta Capital 

Por Delfim Netto 

Cícero disse que há pessoas capazes de interpretar os desejos (profecias) dos deuses. Concluiu, portanto, que deveríamos admitir que os deuses existem, mesmo quando se possa argumentar que as profecias às vezes não se realizam. O contra-argumento é falso, diz ele. Do fato de que nem todos se curam de suas doenças não podemos deduzir que a ciência médica não existe. O problema é que é conveniente ter deuses. Ademais, o Evangelho aconselha que se dê atenção ao que dizem os outros (até os inimigos). São Paulo, em particular, afirmou que nunca se deve desprezar uma profecia. 

Os escolhidos transmitem a vontade dos deuses a qualquer momento. O instante mais propício, entretanto, é quando a Terra reinicia (por convenção do calendário gregoriano) o seu movimento quase circular em torno do Sol. Misteriosamente, janeiro deixa de ser a continuação do dezembro que o antecedeu e parece haver uma descontinuidade que nos assombra. Isso obriga os escolhidos a revelarem as profecias confiadas pelos deuses. Uma hipótese alternativa para a conclusão de Cícero, que não compromete nem o Evangelho nem São Paulo, é que talvez quem transmita os desejos (as profecias) não seja intérprete dos deuses, mas os próprios sob máscaras humanas. Entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009, assistimos a pelo menos seis pítias (com máscaras de economistas) transmitindo profecias pelo Delfos moderno: a imprensa escrita, falada e televisiva. Leia o resto do artigo »

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A dívida pública e as gerações futuras

Postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Por José Carlos de Assis

Fonte: Valor Econômico (05/06/2009).

Tomando emprestado o dinheiro parado nas empresas, por meio de títulos públicos, o Estado pode investi-los.

O imperativo da sobrevivência está impondo a todas as economias importantes do mundo a realização de grandes déficits públicos para salvar seus sistemas financeiros e estimular a demanda. É tempo, pois, de revisitar as teses acadêmicas segundo as quais o déficit, que leva a um aumento da dívida pública, deve ser evitado a todo o custo para não sobrecarregar as gerações futuras com as crescentes obrigações por conta de juros e de amortizações, e o risco de aumento de tributos.

Houve tempo, dos anos 70 para cá, em que economistas neoclássicos, depois chamados neoliberais, como os americanos Robert Lucas e Robert Barro, encantavam políticos conservadores de todo o mundo com suas teses de que o déficit público, mesmo em recessão, era fonte de desequilíbrios permanentes na economia e não funcionavam como estímulo à recuperação. Era melhor esperar e deixar que as livres forças do mercado promovessem o relançamento, que seria inevitável.

Vivíamos num mundo inocente, no qual ocorriam recessões periódicas e crises financeiras periódicas, mas nunca as duas juntas. Ou seja, pensava-se que estávamos vacinados contra crises globais do tipo da Grande Depressão. Vemos agora que não é bem assim. Uma crise de demanda sem a ocorrência simultânea de uma crise financeira pode ser revertida com adequadas políticas monetárias, mediante uma redução consistente da taxa de juros básica. Uma crise financeira podia ser revertida em sua própria órbita, sem comprometimento fiscal. As duas juntas não aconteciam desde os anos 30. O que é melhor fazer quando acontecem? Leia o resto do artigo »

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Por que os jornais investem contra o blog da Petrobras?

Postado em 10 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Conversa Afiada

1 – Porque perdem o “monopólio da informação” e, com isso, autoridade sobre o público;

2 – Porque os leitores agora podem saber quais são TODAS AS PERGUNTAS feitas pelos jornais à Petrobras;

3 – Porque comparando todas as perguntas feitas pelos jornais e todas as respostas dadas pela Petrobras com o que é efetivamente publicado os leitores podem descobrir as manipulações feitas com as respostas no processo de edição;

4 – Porque essa comparação permite ao público descobrir quais as respostas da Petrobras serão simplesmente omitidas do jornal impresso para não “atrapalhar” a pauta;

5 – Porque comparando as perguntas feitas pelos diferentes jornais, o público pode entender que há gente alimentando simultaneamente os jornais com informações em busca de levantar a bola para a CPI;

6 – Porque as perguntas fornecem pistas sobre quem está alimentando os jornais com o objetivo de criar o “escândalo” necessário ao sucesso do palanque eleitoral da CPI;

7 – Porque essas pistas poderão levar o público a descobrir que os jornais são usados em campanhas eleitorais ou com objetivos inconfessáveis, como o de entregar o pré-sal a empresas estrangeiras;

8 – Porque o blog da Petrobras desloca público do jornal impresso para a internet, onde o público poderá receber informações, por exemplo, sobre como a grande imprensa brasileira atacou Getúlio Vargas quando ele criou a Petrobras;

9 – Porque todo esse processo pode deixar claro que a grande imprensa não é isenta, nem imparcial, nem honesta; que diz não ter lado, mas tem; que está a serviço de “uma causa”, assim como esteve quando fez campanha contra a criação da Petrobras ou em favor do golpe militar de 1964;

10 – Porque eles ainda não sairam do século 20.

Vá ao blog da Petrobras e contribua com a investigação dos jornais.

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Proposta de Reforma Tributária ameaça direitos básicos

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania       

Por Waldemar Rossi   

Tramita no Congresso Nacional projeto de iniciativa do governo Lula para mais uma reforma da nossa já combalida Constituição – tamanhos são os remendos pelos quais tem sido alterada. Trata-se de proposta de nova Reforma Tributária (*) que visa desvincular os deveres do Estado dos direitos sociais garantidos pela Constituição de 1988, direitos constantes no princípio da Seguridade Social.  

Por este princípio (e lei) o Estado tem o dever de garantir bons serviços nas áreas da previdência, saúde e bem estar, seguro-desemprego a todos os cidadãos: mulheres e homens, crianças, jovens, adultos e idosos, garantindo-lhes padrão de vida em conformidade com suas necessidades básicas e sua dignidade de seres humanos. Esses deveres estão garantidos pelo Orçamento da Seguridade Social. Essa obrigação deriva também do fato que todos e todas, direta ou indiretamente, contribuímos compulsoriamente com os cofres da Receita Federal e das receitas estaduais e municipais.  Leia o resto do artigo »

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Razões do atraso do Brasil

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Léo de Almeida Neves     

Na segunda metade do século 19, o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos e do Brasil eram praticamente equivalentes. Os Estados Unidos avançaram celeremente e o Brasil estagnou ou retrocedeu. Por quê? 

Porque os norte-americanos fizeram a reforma agrária e nós até agora não a completamos. A América do Norte incrementou a indústria de base, a navegação marítima, explorou minério, tirou de suas entranhas o petróleo e, principalmente, praticou a democracia, estimulou a iniciativa individual e o desejo de crescer na vida ensinados pela religião protestante. 

De sua parte, o Brasil mantinha o regime escravocrata, sendo a derradeira nação do mundo a abolir a escravidão. Os anos finais de império e a primeira República marcaram-se por equívocos e inépcia generalizada. Nos pleitos escolhiam-se candidatos a bico de pena, isto é, escrevendo o nome ditado pelos chefetes políticos e por famigerados coronéis dos currais eleitorais. Leia o resto do artigo »

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Pré-sal ou pré-escola?

Postado em 8 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: O Globo

Por Cristovam Buarque

Diversos recursos econômicos do Brasil foram apresentados, cada um à sua época, como o caminho para o progresso nacional e a emancipação pessoal dos brasileiros: o açúcar, o ouro, o café, a borracha, a indústria. Em todos esses momentos, o futuro do país foi prometido como o resultado de uma atividade econômica central. Agora surgiu o pré-sal.

O açúcar gerou riqueza, mas não emancipou o povo do Nordeste, nem deixou o país mais civilizado. O ouro serviu mais para embelezar Portugal e enriquecer a Inglaterra do que para desenvolver o Brasil. A industrialização fez do Brasil uma potência econômica, mas ao custo de uma sociedade campeã em violência e desigualdade.

Com o pré-sal não será diferente. Depois de gastar centenas de bilhões, aproveitando toda a reserva a um preço satisfatório do petróleo, o resultado final será igual ao dos anteriores. Terá apenas duas diferenças: o custo financeiro será muito maior, sacrificando o presente; e os impactos ecológicos muito maiores, sacrificando o futuro. Como o ouro acabou, o petróleo do pré-sal acabará. Ou será substituído, como foi a borracha.

Outra vez, prisioneiro da economia baseada em recursos naturais, o Brasil não percebe que a saída está em se transformar em produtor de conhecimento: ciência, tecnologia, cultura. O único recurso capaz de superar dificuldades, substituir obsolescências e dinamizar a economia é o conhecimento: capaz de explorar o pré-sal, e mais – de inventar substitutos para o petróleo. Leia o resto do artigo »

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