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Blog do Desemprego Zero

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As mensagens tóxicas de Wall Street

Postado em 21 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Um dos legados desta crise será uma batalha de alcance global em torno de idéias. Ou melhor, em torno de que tipo de sistema econômico será capaz de trazer o máximo de benefício para a maior quantidade de pessoas. É possível que a crise atual não tenha ganhadores. Mas sem dúvida produziu perdedores e, entre esses, os defensores do tipo de capitalismo praticado nos EUA ocupam lugar de destaque. A análise é de Joseph Stiglitz.

Fonte: Carta Maior (16/06/2009)

Toda crise tem um fim, e ainda que hoje as coisas pareçam obscuras, esta crise econômica também passará. O certo em todo caso é que nenhuma crise, e muito menos uma tão grave como a atual vai-se sem deixar um legado. Um dos legados desta crise será uma batalha de alcance global em torno de idéias. Ou melhor, em torno de que tipo de sistema econômico será capaz de trazer o máximo de benefício para a maior quantidade de pessoas. Em lugar algum essa batalha é mais inflamada do que no chamado Terceiro Mundo. Algo como 80% da população mundial vive na Ásia, na América Latina e na África. Dentre esses, uns 1,4 bilhões subsistem com menos de 1,25 dólares por dia. Nos Estados Unidos, chamar alguém de socialista pode não ser mais que uma desqualificação exagerada. Em boa parte do mundo, contudo, a batalha entre capitalismo e socialismo – ou ao menos entre o que muitos estadunidenses consideram socialismo – segue na ordem do dia. É possível que a crise atual não tenha ganhadores. Mas sem dúvida produziu perdedores e, entre esses, os defensores do tipo de capitalismo praticado nos EUA ocupam lugar de destaque. No futuro, de fato, viveremos as consequências dessa constatação.

A queda do Muro de Berlim em 1989 marcou o fim do comunismo como uma idéia viável. Certamente, o comunismo se arrastava com problemas manifestos há décadas. Porém, depois de 1989 tornou-se muito difícil sair em sua defesa de maneira convincente. Durante um certo período parecia que a derrota do comunismo supunha a vitória segura do capitalismo, particularmente do capitalismo de tipo estadunidense. Francis Fukuyama chegou a proclamar “o fim da história”, definiu o capitalismo de mercado democrático como a última etapa de desenvolvimento social e declarou que a humanidade toda avançaria nessa direção. A rigor, os historiadores registrarão os 20 anos seguintes a 1989 como o breve período do triunfalismo estadunidense. O colapso dos grandes bancos e das entidades financeiras, o descontrole econômico subsequente e terminou com as tentativas caóticas de resgate. E também com o debate acerca do “fundamentalismo de mercado”, com a idéia de que os mercados, sem qualquer controle e restrição, podem por si sós assegurar prosperidade econômica e crescimento. Hoje, só o auto-engano poderia levar alguém a afirmar que os mercados podem auto-regular-se, ou que basta confiar no auto-interesse dos participantes no mercado para garantir que as coisas funcionem corretamente e de forma honesta. Leia o resto do artigo »

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Fornecedores montam estratégia para disputar as encomendas do pré-sal

Postado em 19 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Valor

Por Chico Santos 

A crescente expectativa do mercado brasileiro e internacional quanto às perspectivas de produção de petróleo na camada pré-sal é o principal fator que explica a reunião de 636 empresas de 34 países para quatro dias de exposição, que terminam amanhã, em uma área de 31 mil metros quadrados de Macaé, Rio de Janeiro, principal centro da indústria do petróleo do país. 

Empresas como a suíça Sulzer, cuja filial brasileira prepara-se para fabricar bombas centrífugas para injeção de água em poços (para aumentar a pressão dos reservatórios) de até sete megawatts de potência que deverão ser usadas nos campos do pré-sal. Ou como a francesa Bardot, que espera fechar até julho seu primeiro contrato no Brasil, fornecendo para a Petrobras envoltórios especiais para proteção de equipamentos que irão operar nas altas pressões do campo de Tupi, se sua parceira Technip vencer a licitação da estatal.  Leia o resto do artigo »

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Com a cumplicidade do governo e da mídia, ‘Vale é uma máquina de destruição’

Postado em 19 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania                                             

Por Gabriel Brito e Valéria Nader*   

Depois de escabrosas e evidentes irregularidades da época da privatização, cujas vantagens apregoadas seguem desconhecidas do grande público, a Companhia Vale do Rio Doce voltou a ser alvo de denúncias no Senado. Desta vez por diversas irresponsabilidades ambientais, dentre outras, apontadas por três advogados trabalhistas da cidade de Parauapebas-PA (Carlos Viana Braga, Geraldo Pedro de Oliveira Neto e Rubens Motta de Azevedo Moraes Júnior).  

Comprovados como estão, e de total conhecimento público, os prejuízos ao meio ambiente causados pela empresa – contrariamente ao apregoado nas várias incursões midiáticas da Vale -, o Correio da Cidadania conversou com duas importantes figuras das regiões de atuação da Vale – das poucas que ainda combatem as mazelas provocadas pela multinacional que, desde sua privatização, provoca danos ambientais e sócio-econômicos crescentes ao país, repassando a seu critério os ‘royalties’ devidos ao governo e criando nichos de miséria por onde seus tratores escavam.  

Na entrevista que se segue, o jornalista Rogério Henrique de Almeida e o cientista social Raimundo Gomes da Cruz Neto, também agrônomo, tentam explicar por que um dos símbolos máximos da exploração no Brasil ainda causa tanta desgraça na vida de milhares de brasileiros, ao mesmo tempo em que seu prestígio segue intacto com todos os governos que cruzam seu caminho. Leia o resto do artigo »

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Novas rotas da cana

Postado em 18 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Agência Fapesp 

Por Thiago Romero

 Açúcar, etanol, eletricidade, plásticos e hidrocarbonetos. Para Marcos Jank, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), essa é a rota de utilização da cana a ser seguida pelas atividades de pesquisa científica e tecnológica nos próximos anos.

Em palestra no Workshop on the Impact of land use change and biofuel crops on soils and the environment, promovido pelo Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN) nesta terça-feira (16/6), na sede da Fundação, Jank apontou novos potenciais da cana-de-açúcar.

“É muito provável que, daqui a dez anos, o Brasil esteja investindo em estudos e na produção de hidrocarbonetos a partir de açúcares convencionais, quando a cana poderá dar origem a um combustível de terceira geração, principalmente se o preço do petróleo voltar a patamares elevados”, disse.

“Essas novas rotas de utilização da cana são uma possibilidade extremamente concreta e bem próxima da realidade. Pelo menos uma dezena de empresas americanas está investindo pesadamente nessa área, seja por vias biológicas ou não biológicas. Essa nova fronteira acontecerá tão mais rápido quanto maiores forem a escassez do petróleo e os problemas do clima”, afirmou. Leia o resto do artigo »

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“Ou o Brasil se desenvolve ou vira mero produtor de commodities”

Postado em 18 dEurope/London junho dEurope/London 2009

“E enquanto não tivermos industrialização os empregos gerados continuaram sendo de no maximo 2 salarios minimos ” – Requião

Governador do Paraná defende investimento maciço no setor produtivo para transpor os efeitos da crise econômica internacional

Fonte: Brasil de Fato Brasil de Fato

Por Mário Augusto Jakobskind

O Governador do Paraná, Roberto Requião, acredita que o Brasil está numa encruzilhada: ou se fazem fortes e maciços investimentos industriais, criando condições para o desenvolvimento real, ou “selamos a nossa história como meros produtores de commodities agrícolas, consolidando augusta presença no mundo subdesenvolvido, do atraso, da periferia”. E, se isso acontecer, acrescentou, o Brasil se reduzirá a espaço para as plantationsdas multinacionais”.

Essa opinião foi apresentada por Requião no seminário “Alternativas para o Brasil enfrentar a crise”, evento realizado na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, e organizado por dez entidades, entre as quais o Conselho Regional de Economia, além do jornal Monitor Mercantil.

No entender de Requião, uma das medidas para se enfrentar a crise financeira cada vez mais presente no setor produtivo da economia brasileira é a estatização do crédito. O governador defende que, em vez de repassar dinheiro para os bancos investirem em títulos do Tesouro, o Estado deve conduzir uma política de financiamento extremamente agressiva, forçando também o sistema bancário a abrir linhas de crédito para ao empresariado brasileiro, especialmente para a indústria. Requião cobrou a efetivação de uma política industrial, que nunca sai do papel, e lembrou o que considerou óbvio, ou seja, que “sem industrialização não há desenvolvimento”. Leia o resto do artigo »

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O País não completou a industrialização

Postado em 17 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Monitor Mercantil

Brasil teve déficit de US$60 bilhões em metal-mecânica, química e alimentos.

“O Brasil não é um país industrilizado, apenas detém alumas regiões desenvolvidas”. Afirmação do economista Gustavo Santos em entrevista exclusiva ao Monitor Mercantil .  A defesa parte de um estudo no qual se propõe o desenvolvimento de indústrias dos setores metal-mecânico, químico e eletrônico na região Nordeste, a exemplo dos países desenvolvidos.

Clique aqui para ler na íntegra a entrevista

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Por que não uma montadora brasileira?

Postado em 17 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Por Gustavo dos Santos e Rodrigo L. Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil (17/06/09).

A crise oriunda do mercado de capitais norte-americano transbordou rapidamente para a chamada economia real. O episódio recente da intervenção do governo dos EUA na GM demanda reflexão sobre a importância estratégica de certas indústrias.

Os setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico respondem por algo entre 55% e 75% das exportações dos países mais desenvolvidos e dos tigres asiáticos. Chamamos esses setores de indústrias centrais em um artigo recentemente publicado na revista Custo Brasil, edição de fevereiro/março, páginas 26-39. Demonstramos então que a metal-mecânica é o núcleo duro da indústria dos países mais desenvolvidos e também como uma nova política industrial brasileira deveria prestigiar as regiões menos desenvolvidas, como é o caso do Nordeste, a partir de estímulos e ações indutoras da instalação competitiva de indústrias centrais. Leia o resto do artigo »

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A exaltação ao ódio: o medo do desemprego incita o ódio ao estranho

Postado em 16 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Jornal do Brasil

Por Mauro Santayana 

Uma das mais inquietantes lições do julgamento de Nurenberg foi a da aceitação do ódio como fé e a doentia sublimação do rancor, seja lhe concedendo falsos valores de transcendência, seja amparando-o com supostos fundamentos científicos. O nazismo não foi só a banalização do mal, segundo Hannah Arendt. Com aquele conjunto de insânias e de insanos, militou a presunção de enobrecer o crime, enaltecer a vulgaridade, perfumar as sarjetas da consciência. Quando o conjunto de provas foi examinado pelos acusadores e juízes, eles se assustaram com a adesão quase absoluta da população da Alemanha e de parcelas ponderáveis de alguns dos países ocupados, como a França. “Se eles tivessem sido finalmente vitoriosos – disse o procurador francês, Xavier de Menthon – estaríamos agora repetindo seriamente esses slogans que a nossa inteligência repudia”. Leia o resto do artigo »

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