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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

Modelo do setor elétrico brasileiro

Postado em 29 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Rubens Ghilardi

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Celso Furtado não merecia isso

Postado em 26 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Promessa de campanha do presidente Lula, a Sudene foi recriada, mas, na prática, sobrevive sem força política e recursos

Fonte: JORNAL DO COMÉRCIO, Recife (25/07/2009).

Bem diferente da obra do seu principal idealizador, o economista paraibano Celso Furtado (1920-2004), a Sudene parece a cada dia mais dissociada dos ventos que empurram a economia do Nordeste para um crescimento acima da média nacional. Promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a recriação da autarquia de fato aconteceu. Mas não há motivo para festa. Na prática, a Sudene sobrevive sem força política, sem recursos e quase sem pessoal. Pode-se até dizer que a recriação não adiantou de nada. No ano do cinquentenário do clássico Formação Econômica do Brasil (leia matéria vinculada), de Celso Furtado, a Sudene nada mais é do que um monumento a uma fracassada e quase inexistente política de desenvolvimento regional. Definitivamente, um dos mais destacados intelectuais do Brasil não merecia isso.

A Sudene ocupa hoje apenas parte da Ala Norte do edifício de 13 andares que já abrigou seus mais de 3 mil funcionários, nos tempos áureos, e que foi tomado por varas da Justiça do Trabalho. Tem um quadro de 140 funcionários e já recusa cartas-consultas para concessão de incentivos fiscais do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) porque o seu orçamento de 2009, da ordem de R$ 1,4 bilhão, está praticamente todo comprometido com o projeto da Ferrovia Transnordestina, da Transnordestina Logística (antiga Companhia Ferroviária do Nordeste, CFN), que absorve R$ 1,3 bilhão, a ser liberado com a execução da obra. Mesmo que isso não ocorra, os recursos estão empenhados e não podem ser destinados a outros projetos privados. Leia o resto do artigo »

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Sábios dizem como mudar nosso olhar

Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Um dos ângulos mais complexos está nos campos da educação e da saúde, na valoração de seus benefícios.

Washington Novaes é jornalista

Fonte: Jornal da Ciência

Há poucas semanas (3/7) foi mencionado aqui o relatório produzido pela chamada Comissão Stiglitz-Sen-Fitoussi, liderada pelos Prêmios Nobel Joseph Stiglitz e Amartya Sen e encarregada pelo presidente da França de definir novos caminhos para avaliar a situação do mundo que superem as limitações dos indicadores apenas econômicos e financeiros – cuja precariedade ficou evidenciada na não-previsão da atual crise global.

Seria importante que muitas pessoas tomassem conhecimento dessa primeira versão já trabalhada durante mais de um ano e a discutissem, já que os autores pedem “contribuições da sociedade”.

O texto começa pela afirmação de que “há grande distância” entre as medidas comumente usadas por especialistas para avaliar importantes variáveis socioeconômicas (como crescimento, inflação, desigualdades sociais, etc.) e a percepção que delas tem a sociedade. O “gap” é tão profundo e universal, diz a comissão, que não pode ser explicado apenas por ilusões monetárias ou pela psicologia humana. Leia o resto do artigo »

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Seis Meses de Crise: O Impacto na Indústria Segundo a Intensidade Tecnológica

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Nos seis primeiros meses da crise, a retração da indústria de transformação foi de 10,3%. Tomando-se só o 1º trim/2009, a queda foi maior, de 14,6%. Mais grave é que foram atingidos os fabricantes de bens de capital (média-alta tecnologia). Leia mais no IEDI…<-->

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Um Bric “no topo do mundo”

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira

O Brasil é o exemplo a ser seguido, mas, como bom caipira, fico desconfiado com tanto elogio para nosso país.

Em sua coluna de 12 deste mês, Clóvis Rossi escreveu que o Brasil, que agora deve participar do G14, chegou ao “topo do mundo”, mas continua caipira. Não sei se nosso problema é realmente o caipirismo. A dialética entre o elemento nacional e o cosmopolita foi sempre uma fonte fértil do progresso humano. Mas, como ao notável jornalista, também me preocupa esse “topo do mundo”. No início do século 20, os brasileiros foram vítimas do ufanismo local; no início do século 21, é a vez de sermos vítimas do ufanismo alheio. Viajo bastante, e nunca vi tanto elogio para o Brasil e para Lula como atualmente. Fico feliz pelo presidente, mas, como bom caipira, fico desconfiado com tanto elogio para nosso país. Leia mais…

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A estratégia chinesa

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Do Estadão

China vai usar reservas para comprar empresas

A China vai usar suas reservas internacionais, que já superam os US$ 2,132 trilhões, para expandir e apoiar aquisições de empresas no exterior pelas companhias chinesas, afirmou Wen Jiabao, o primeiro-ministro chinês. “Devemos acelerar a execução de “estratégias de saída” e combinar o uso de reservas de divisas com a “saída” das nossas empresas”, disse a diplomatas chineses, segundo informou o jornal britânico Finantial Times.

O governo quer que as empresas chinesas aumentem sua participação nas exportações mundiais, disse Wen. A estratégia de saída da crise para a China é o incentivo aos investimentos e aquisições no exterior, principalmente por grandes grupos industriais, de propriedade estatal, como a PetroChina, Chinalco, China Telecom e o Banco da China. Leia o resto do artigo »

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Ainda sobre o pré-sal

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Ainda há certa confusão sobre o papel da nova estatal, que será criada para administrar o pré-sal. Algumas pessoas acham que ela substituirá a Petrobras, que já tem experiência, tecnologia e porte para a exploração. Na verdade, são funções totalmente opostas.

Há duas atribuições distintas, para a exploração do pré-sal. Uma, é a exploração em si, os trabalhos de prospecção e desenvolvimento dos poços descobertos. Aí, é atribuição das empresas petrolíferas, Petrobras e empresas privadas nacionais e estrangeiras. O segundo, é a gestão dos contratos de concessão e dos recursos auferidos com a exploração. A Petrobras jamais poderia absorver essa função pelo fato de ser parte interessada na exploração e de seu capital ser misto – com a maior parte em poder do mercado. Não haveria lógica em uma empresa cumprindo o papel de regulador. Leia o resto do artigo »

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Estratégia e inovação numa hora dessas?

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Adriano Proença

Fonte: Valor Econômico (15/07/2009).

Rupturas no padrão de concorrência impõem reconsiderações sobre estratégias até  então bem-sucedidas

Em meio à turbulência financeira global em curso, o arco-reflexo empresarial é acertar o caixa, reduzir o endividamento e poupar-se de investimentos arriscados. Apostas para o futuro se apresentam muito perigosas; como avaliar esforços de mudança de estratégia e de promoção da inovação quando não se sabe nem mesmo que mercados e que concorrentes estarão lá no futuro?

Estamos, de fato, de forma radical, sob o império da incerteza. A crise financeira global se desdobra de maneiras variadas e imprevisíveis pela chamada economia real, afetando de diferentes formas setores e empresas. As reações em curso incluem não só os grandiosos movimentos de governos nacionais, mas também a própria revisão das ideias, convenções e instituições que regiam a ordenação da economia global. Tais perspectivas de mudança vêm a se compor com outros processos complexos e de andamento imprevisível, tais como o desenvolvimento dos esforços de prevenção do aquecimento global, os grandes avanços em ciência e tecnologia em diversas áreas, e a dinâmica de inserção da China e das empresas chinesas no tecido produtivo global. Leia o resto do artigo »

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