Postado em 3 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
de Immanuel Wallerstein
“Immanuel Wallerstein destaca-se como um dos maiores críticos da globalização capitalista e da política internacional dos Estados Unidos, ao lado de intelectuais como Noam Chomsky e Pierre Bourdieu””
Luiz Alberto Moniz Bandeira
A retórica das potências dominantes para justificar seu império é o tema deste novo livro do sociólogo norte-americano Immanuel Wallerstein. Como os poderosos criam narrativas e conceitos que justificam ataques com interesses econômicos e geopolíticos contra outros países? Com apresentação de Luiz Alberto Moniz Bandeira, a obra analisa, entre outros casos, as raízes da mentalidade dos neoconservadores na defesa da Guerra do Iraque e os paradoxos, limites e contradições das chamadas “intervenções humanitárias”, como as que ocorreram em Kosovo e a missão que o Brasil hoje lidera no Haiti; além da farsa do conceito conhecido como “choque de civilizações”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Roberto Nicolsky
DCI OPINIÃO
01/08/07 – 00:00 > (www.dci.com.br)
O atual debate sobre a aceleração do crescimento econômico mostra que o País não suporta mais a mediocridade das taxas de 2,5% anuais nem aceita mais desculpas e promessas. Como a população cresce 1,7%, seriam necessários 87 anos para dobrar o Produto Interno Bruto (PIB) per capita. As conseqüências são sentidas na violência do cotidiano. Toda uma geração está sem futuro por falta de trabalho, imolada no altar da incompetência do poder público que já se arrasta por mais de um quarto de século. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Bruno Galvão do Santos
A transição das ex-repúblicas soviéticas do socialismo para o capitalismo é o maior desastre econômico já registrado em tempos de paz. Em oposição, a transição chinesa – ocorrida no mesmo período - é provavelmente o maior sucesso econômico da história.
Apesar disso, os economistas ortodoxos insistem em afirmar que a política adotada nas ex-repúblicas soviéticas (desregulamentação de mercados, superávit primário e Banco Central preocupado exclusivamente com a inflação) conduziria a maior prosperidade econômica possível, enquanto a adotada pela China (política de manutenção de câmbio desvalorizado, pesados investimentos e gastos estatais, política industrial ativa e prioridade para o crescimento econômico) só poderia resultar em caos e desastre econômico.
É evidente que a realidade foi oposta a essas crenças neoliberais. As explicações neoliberais para o fracasso da ex-repúblicas soviéticas e para o sucesso chinês são totalmente incoerentes.
Porque as indústrias estatais que seriam ineficientes na ex-União Soviética não atrapalharam o desenvolvimento chinês? Porque a educação soviética que era e é muito superior à chinesa não favoreceu seu crescimento econômico?
Os neoliberais dizem que a China estaria crescendo em decorrência da liberalização da economia. Então, porque nas ex-repúblicas soviéticas - onde a liberalização foi muito mais veloz – o PIB cresceu como nunca antes na história da humanidade? Leia o resto do artigo »
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Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Luiz Guilherme Piva – Economista e doutor em Ciência Política, diretor da Stratus Investimentos. (Gazeta Mercantil; 31/07/2007)
Apesar da baixa inadimplência no sistema, os spreads continuam no Olimpo. Com as reduções da taxa Selic, que caíram de 19,75% ao ano em agosto de 2005 para 11,5% ao ano neste mês, tem havido expansão do crédito na economia brasileira. Em dezembro de 2005, o total de créditos no sistema financeiro correspondia a 28,5% do PIB. Em maio último, chegou a 32% do PIB. Governantes e analistas almejam atingir o percentual de 50% do PIB em médio prazo.
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Postado em 30 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Fábio Konder Comparato
Professor-titular da Faculdade de Direito na USP e membro do Conselho Federal da OAB.
A falta de um projeto para o Brasil faz com que a sociedade navegue ao sabor de crises anunciadas e governos onipotentes, diz o jurista
Flávia Tavares Folha de S. Paulo 29/7/2007
Hoje parecem viver em planetas distintos e remotos o viajante que dorme no chão do aeroporto e o político que dribla crises anunciadas. São personagens que não se falam. Vivem como estranhos num País sem projeto de futuro. Preocupado com esse estado de coisas, o jurista Fábio Konder Comparato decidiu ir à luta. Sua meta é aproximar instituições autônomas da sociedade, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) ou o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), apostando que elas podem atuar como depositárias dos anseios da população. “Esse movimento deve impulsionar a reforma política de que o País precisa”
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Postado em 25 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Gastos Públicos, Crescimento e Bem-Estar Social
Nick Trebat
Respostas semanal aos colunistas neoclássicos.
“O “welfare state” existe sim no Brasil, e serve para transferir renda do setor público para a pequena percentagem da população que já tem grana (já detém títulos públicos). É essa transferência de renda que é “excessiva”, e que precisa ser eliminada para que a economia do país volte a “merecer crescer”"
Gráficos do Artigo
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Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Luis Otávio Reiff, Gustavo Galvão dos Santos e Marcelo Trindade Miterhof
O primeiro turno da eleição presidencial mostrou uma marcante divisão regional dos votos entre os dois principais candidatos. O Norte/Nordeste votou a favor do governo, beneficiados pelos efeitos do bolsa-família e da recuperação do salário mínimo. Os estados do Centro/Sul, por sua vez, prejudicados pela valorização cambial, favoreceram a oposição.
A diferença econômica central entre esses dois pólos é que um é industrial ou de agricultura empresarial (pólo sul) enquanto o outro tem uma economia subdesenvolvida (pólo norte). Tal desequilíbrio, conforme identificou, entre outros, Celso Furtado, é uma das razões que explicam por que a industrialização no século 20 não foi suficiente para o Brasil romper com o subdesenvolvimento.
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Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Gustavo Antônio Galvão dos Santos,
Nosso país foi o que mais cresceu nos 100 anos anteriores a 1980, graças às políticas industrializantes implantadas a partir da revolução de 30. Isso não é pouco, pois crescimento é uma das coisas mais desejadas por todos os países. Isso não é pouco, pois se tivéssemos mantido as mesmas taxas de crescimento após 1980, hoje seríamos desenvolvidos. Ser desenvolvido não é pouco. É praticamente eliminar a miséria. Porém, essa possibilidade tem sido desconsiderada nos últimos 20 anos. Leia o resto do artigo »
Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Todos (nossos autores) | 13 Comentários »