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Blog do Desemprego Zero

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Desenvolvimento e Instituições: um debate necessário

Postado em 30 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

IDÉIAS, INSTITUIÇÕES E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO NO BRASIL: ALGUMAS BREVES REFLEXÕES

John K. Galbraith, em seus numerosos e preciosos trabalhos, chama constantemente a atenção de seus leitores para “a tirania das circunstancias”. Institucionalistas certamente consideram que há circunstâncias nas quais os processos em curso impõem uma lógica perversa que, em muitos casos, estrangula a capacidade dos governantes e das sociedades na realização de transformações profundas, por mais desejadas que sejam. Ainda que o Brasil esteja navegando por esses mares, avanços podem e devem ser feitos.

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Uma nova agenda de desenvolvimento

Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

Jornal Monitor Mercantil, 20-06-07.

por Rodrigo Loureiro Medeiros 

“Idéias, conhecimento, ciência, hospitalidade, viagens – estas são as coisas que por sua natureza deveriam ser internacionais. Mas deixe-se que os bens sejam caseiros sempre que seja razoável e conveniente, e acima de tudo deixe-se que as finanças sejam principalmente nacionais”. John Maynard Keynes, National Self-Sufficiency (Yale”s Review, 1933).

Logo após o término do Programa de Metas, mergulhou-se intelectualmente na investigação das causas da inflação brasileira. Diversos estudiosos buscaram diagnosticar as dificuldades de se sustentar o processo de desenvolvimento econômico brasileiro com uma inflação moderada. A inovadora análise de Ignácio Rangel destacou-se.

O problema precisaria ser encarado de forma estrutural, ou seja, qualquer política ortodoxa agravaria o quadro recessivo e não seria capaz de desenvolver de forma sustentada o país. Situações inflacionárias de câmbio e de custos permeavam a história econômica brasileira ao longo do século XX. Leia o resto do artigo »

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Porque fazer política industrial?

Postado em 18 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

Essa veio de Portugal. O António, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egypt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã. Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in the Chech Republic),barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China). Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Switzerland). Depois de preparar as torradas de trigo (Made in USA) na sua torradeira(Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand)para ver as previsões meteorológicas. Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego. Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seutelemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes. Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made inDenmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL… 

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“Façam o que eu digo, não façam o que eu faço”

Postado em 15 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

  Na maior cara de pau, os Estados Unidos sempre defenderam que o Brasil nunca deveria ter qualquer tipo de restrições ao capital estrangeiro. Entretanto, levando a cara de pau ao quadrado, aprovam lei que define proíbe empresas estrangeiras a adquirir empresas americanas nos setores que o governo definir. Admitem, assim, que a origem do capital importa para o desenvolvimento.

Fundos soberanos já preocupam FMI
Cristiano Romero
15/10/2007

Países de economia emergente, como China, Coréia do Sul e Malásia, estão criando fundos com recursos de suas reservas cambiais e investindo o dinheiro na compra de participações acionárias de bancos e empresas de nações desenvolvidas. Em julho, dois desses fundos – um chinês (o State Foreign Exchange Investment Corporation) e outro de Cingapura (Temasek Holdings) – compraram 5,2% do capital do tradicional banco britânico Barclays, ganhando o direito de indicar um representante para o conselho de administração.

A operação chamou a atenção das autoridades dos países ricos para uma novidade: endinheiradas, devido à forte acumulação de reservas feita nos últimos anos, as economias em desenvolvimento estão indo às compras. Leia o resto do artigo »

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Um relato impressionante sobre a China

Postado em 8 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 ”Acho curioso como ainda muitos jornalistas insistem em dizer que a China está cheia de mão-de-obra escrava e que os operários trabalham 12 horas por dia. Uma deslavada mentira”.
Norton Cheng, brasileiro com 12 anos de trabalho em Pequim. Leia o resto do artigo »

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Agências reguladoras

Postado em 24 dEurope/London agosto dEurope/London 2007

 Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia

Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia

(Publicado no Jornal do Commercio de 23/08/07)

Muitas empresas estrangeiras operam no Brasil, há muitos anos, e sempre tiveram garantido direito de propriedade, possibilidade de retorno para os investimentos, remessa de lucros, repatriação do capital etc. Nos anos 80, começou-se a ouvir que as empresas requeriam, para se estabelecerem no país, a expansão de garantias. O que motivou essa mudança de postura?

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O Estado Brasileiro é muito pequeno

Postado em 17 dEurope/London agosto dEurope/London 2007

CARTA MAIOR – Data: 15/08/2007  

ENTREVISTA EXCLUSIVA: “O Estado brasileiro é raquítico” 

O professor Márcio Pochmann, da Unicamp, assume nesta quarta-feira (15) a presidência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Colaborador assíduo da Carta Maior, Pochmann concedeu entrevista a Flávio Aguiar. Para ele, o Estado brasileiro, ao contrário do que prega o conservadorismo, “é raquítico” e não tem condição de gerir o país do jeito que está. Leia o resto do artigo »

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Crise?!? China continua crescendo a taxas recordes

Postado em 17 dEurope/London agosto dEurope/London 2007

A taxa de crecimento chinês continua impressionante. Só para termos um exemplo, a produção de energia elétrica está crescendo a taxas superiores a 20% ao ano. No maior produtor mundial, isso significa que acrescentam em capacidade várias produções brasileiras por ano. Enquanto estamos aterrorizados pela iminência de uma crise energética por “não sabemos” como fazer a produção crescer mais de 4% ao ano…

Desempenho chinês no primeiro semestre de 2007 (clique)

Segundo os economistas ortodoxos, a China seria um mistério, pois cresce muito, apesar de não seguir nenhuma das recomendações das “reformas” neoliberais. Enquanto, nós, que as seguimos à risca, continuamos patinando. Será, então, que essas recomendações estão erradas. Nunca vamos ouvir um economista neoliberal admitir isso. Eles preferem dizer que a China cresce porque tem mão de obra escrava ou que ganha salário “de fome”. Mas isso é outra mentira, felizmente para os chineses. Os salário médio na China é quase o dobro do nosso salário mínimo, que em muitas regiões do país é um sonho distantes (vide a gratidão do povo, pelas míseres dezenas de reais do bolsa família, atenção: por família!). E nem estamos considerando aqui que o custo de vida na China é imensamente inferior ao custo de vida no Brasil. Para conhecer esses dados trabalhistas chineses e sua comparação com a América Latina clique aqui.

Se baixo salário gerasse crescimento, a África estaria crescendo muito. A China está crescendo porque tem tecnologia, infra-estrutura pública e escala industrial de primeiro mundo, com salários de terceiro mundo. Apesar de não serem salários tão baixos como o nosso salário mínimo.

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Todos (nossos autores) | Sem Comentários »