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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

Capitalismo familiar e desenvolvimento nacional: tradição x modernidade?

Postado em 4 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

Rodrigo Loureiro Medeiros*

Famílias controlam de 60% a 90% do total das empresas no mundo. Dois terços do Produto Nacional Bruto e dos empregos em diversos países são administrados pelas mesmas. A lista da Fortune 500 revela que um terço das quinhentas maiores empresas eram controladas por famílias ao longo da década de 1990. Seu desempenho médio foi superior ao das concorrentes não-familiares.

Estranho silêncio quanto a essa temática presencia-se no Brasil. O livro Dinastias (Rio de Janeiro: Elsevier, 2007), do renomado professor David Landes, representa uma oportunidade de se retomar o debate do desenvolvimento nacional, em alto nível, a partir de uma perspectiva considerada “fora de moda”. Pode-se seguramente dizer que os adeptos do neoliberalismo deverão reagir. Sua concepção ideológica da impessoalidade das relações nos mercados seria seriamente abalada. A mão visível das relações sociológicas, por sua vez, dificilmente poderia ser descrita por modelos abstracionistas de uma suposta economia matemática. Leia o resto do artigo »

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Hipocresía financiera

Postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

El País, 30/11/2007

Joseph Stiglitz

Este año vivimos el décimo aniversario de la crisis del Este asiático, que comenzó en Tailandia el 2 de julio de 1997 y se extendió a Indonesia en octubre y a Corea en diciembre. Acabó por convertirse en una crisis financiera mundial que alcanzó a Rusia y a varios países latinoamericanos, como Brasil, y desató una serie de fuerzas que siguieron actuando en años sucesivos: podría decirse que Argentina, con la situación que vivió en 2001, es una de sus víctimas.

Tras la crisis de 1997 no hubo ninguna reforma financiera mundial importante.

Hubo muchas otras víctimas inocentes, entre ellas países que ni siquiera participaban en los flujos internacionales de capitales que constituyeron el origen de la crisis. Uno de los más afectados, por ejemplo, fue Laos. Aunque todas las crisis acaban pasando, en aquel momento nadie sabía la amplitud, la profundidad ni la duración que iban a tener las recesiones y depresiones derivadas. Fue la peor crisis mundial desde la Gran Depresión. Leia o resto do artigo »

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Aquecimento – Embrapa

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

GAZETA MERCANTIL

Eduardo Delgado Assad – Pesquisador da Embrapa

Entrevista concedida à repórter Ciça Ferraz

São Paulo, 26 de novembro de 2007 – Parece pouco, mas nos últimos anos a Terra ficou 0,7ºC mais quente. O aquecimento global virou assunto no mundo, afinal, ele vem alterando o clima em todo o planeta, causando derretimento de geleiras, elevação do nível do mar, furacões mais intensos, enchentes e secas cada vez mais fortes. Caso medidas drásticas não sejam tomadas para controlar esse fenômeno, o planeta enfrentará tempos muito difíceis. A temperatura irá aumentar mais de 2ºC e pode provocar riscos de extinção em massa, colapso dos ecossistemas, falta de alimentos, escassez de água e grandes prejuízos econômicos.

O assunto definitivamente é preocupante, como afirma Eduardo Delgado Assad, pesquisador da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária, em Campinas (SP) e engenheiro agrícola com mestrado e doutorado em climatologia na França e pós-doutorado, na mesma área, pela Unicamp (Universidade de Campinas). O pesquisador é autor do estudo ‘Impacto das variações do ciclo hidrológico no zoneamento agroclimático brasileiro em função do aquecimento global’. Nesta entrevista exclusiva à agência Investnews, Assad fala dos principais problemas que o aquecimento global vem causando no Brasil, principalmente nas regiões Nordeste e Sul, e expõe técnicas e alternativas que os agricultores podem ter acesso para ajudar a reverter esse quadro.

Investnews – Acredita mesmo que o planeta está passando por grandes alterações climáticas? Leia o resto do artigo »

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LANÇAMENTO

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

A economia latino-americana – formação histórica e problemas contemporâneos

Celso FURTADO

Ed. Companhia das Letras

São Paulo, novembro de 2007

496 páginas

ISSN: 9788535910926

www.companhiadasletras.com.br

Prefácio de Luiz Felipe de Alencastro

Como já fizera em Formação econômica do Brasil (reeditado pela Companhia das Letras em fevereiro de 2007), neste livro Celso Furtado estuda a América Latina com o duplo enfoque histórico e econômico. As estruturas criadas pelos conquistadores, voltadas para os interesses da metrópole, as conseqüências da inserção no sistema internacional de trabalho como continente fornecedor de matérias-primas, a fase de industrialização, as reformas agrárias do México, Bolívia, Peru e Chile, a economia de Cuba, as dificuldades de formação de mercados comuns continentais – são apenas alguns dos temas estudados. A economia latino-americana, cuja primeira edição é de 1969, e que estava esgotado desde 1982, é também uma análise da contribuição dos economistas latino-americanos da CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina) para a solução de problemas como a inflação, o planejamento e a superação do subdesenvolvimento.

Os temas tratados por Celso Furtado se apóiam em dados quantitativos que se estendem até o primeiro choque do petróleo, em meados dos anos 70. O autor preferiu não atualizar as estatísticas nas sucessivas reedições, por considerar que A economia latino-americana é, acima de tudo, uma introdução à história e à economia da sociedade da América Latina desde os tempos coloniais, e um estudo das tendências de longo prazo do desenvolvimento do continente.

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Outra globalização é possível

Postado em 29 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Le Monde Diplomatique Brasil (16/01/2007)

Por Susan George* 

Resgate de uma utopia viável: em 1942, Keynes propunha, em detalhes, um sistema de comércio internacional voltado para o pleno emprego e os direitos sociais. Por que a proposta jamais foi adotada; como foi substituída pela OMC; que estratégias poderiam ressuscitá-la. Leia o resto do artigo »

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REFORMA TRIBUTÁRIA

Postado em 28 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

  Paulo Passarinho* 28/11/07

Em meio às negociações para a aprovação da prorrogação da CPMF/DRU, no Senado Federal, o governo havia se comprometido em apresentar até o final deste mês de novembro uma nova proposta de reforma tributária. Dada a complexidade da matéria e seu potencial de divergências – em termos de interesses que sempre podem ser afetados em uma discussão desse tipo – o governo agora adia naturalmente o cumprimento de sua recente promessa. Contudo, desde o anúncio da “promessa”, quem tem um mínimo de noção sobre o assunto e especialmente a consciência sobre a natureza do governo Lula sabia que a jogada era mera encenação. Pela forma com que Lula governa, pelas suas atuais crenças e compromissos com o sistema financeiro é lógico que o que poderemos ter, mais à frente, será no máximo mais um remendo – nos moldes do que vem sendo feito nos últimos anos, tanto por FHC, quanto pelo próprio Lula.

Não que essa não seja uma importantíssima discussão e uma premente necessidade, mas o que precisamos, na área tributária, é de uma nova estrutura que garanta que quem venha a pagar impostos com mais rigor sejam os ricos e detentores de propriedades, especialmente na área rural, ao mesmo tempo em que pobres e assalariados venham a ter a sua respectiva carga tributária reduzida. Leia o resto do artigo »

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Desenvolvimento local

Postado em 27 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Jornal da Ciência, 27/11/2007 

Em seminário sobre APLs, pesquisadores criticam visão polarizada entre políticas de inovação e de desenvolvimento e chamam atenção para a importância da elaboração de tecnologias de caráter social

Paula Lacerda escreve para “Agência Fapesp”:

A preocupação em articular teorias em torno dos arranjos produtivos locais e a difusão e implementação dos conhecimentos inovadores como estratégia para a diminuição da desigualdade social foram os assuntos em destaque na abertura do Seminário Internacional RedeSist “Dez Anos de Sistemas e Arranjos Produtivos e Inovativos Locais”, nesta segunda-feira (26/11), no RJ.

“É preciso valorizar o retorno imediato do investimento nos arranjos produtivos locais, que se verifica na maior inclusão social e na geração de renda para as regiões mais pobres do país”, disse Luis Manuel Rebelo Fernandes, presidente da Finep. Leia o resto do artigo »

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Infra-estrutura pode dar fôlego para país crescer entre 6% e 7%

Postado em 26 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

  VALOR – 26/11/2007

Sergio Lamucci e Denise Neumann, de São Paulo
 

Antônio Delfim Netto acredita que o Brasil pode voltar a crescer, em breve, em um ritmo de 6% a 7%. A última vez em que essa velocidade foi alcançada foi no chamado milagre econômico, nos anos 70, período durante parte do qual ele foi o comandante da área econômica. A chave para essa mudança, diz ele, está na aposta que a União e Estados importantes – entre eles São Paulo e Minas Gerais, comandados pelo PSDB e por potenciais candidatos a sua sucessão – estão fazendo na infra-estrutura. E a aposta, explica, vem junto com a convicção de que agora parte importante deste investimento cabe ao setor privado, 

Para Delfim, o BC, apesar de sustentar “o último peru disponível no mundo fora do Dia de Ação de Graças e do Natal”, não tem mais o poder de frear esse crescimento porque o investimento privado não “obedece” à Selic. A seguir, os principais trechos da entrevista. 

Valor: Quais suas perspectivas para o crescimento da economia nos próximos anos? 

Delfim Netto: Estou com uma visão Leia o resto do artigo »

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