Postado em 8 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Por Roberto Pereira d’Araujo*
“Só chuvas salvam Brasil do apagão” diz o JB de 7 de janeiro. Leio também na Folha de São Paulo do dia 4/1/2008 que “termelétricas produzem perto do limite” e que “há poucas opções para gerar energia se reservatórios chegarem a patamar de risco neste mês”. Ora, não parece esquisito? Se os reservatórios ainda não atingiram o nível de risco, como é que as térmicas já produzem “perto do limite”? Quer dizer que, ao chegar ao limite, não há nada mais a fazer a não ser se desesperar?
Essa é uma demonstração de que o setor elétrico brasileiro não tem um critério de garantia coerente. Se o efeito La Ninã do oceano pacífico aumentar a probabilidade de uma seca no sudeste, poderemos ter outro racionamento. Leia o resto do artigo »
Postado em Desenvolvimento, Haverá outro APAGÃO?, O que deu na Imprensa, Roberto D'Araujo | 2 Comentários »
Postado em 7 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Por Tânia Bacelar de Araújo*
Criada por Juscelino, em dezembro de 1959, extinta por Fernando Henrique Cardoso em 2001, por simples Medida Provisória, a SUDENE tenta renascer desde o início do Governo Lula.
No início de seu Governo, o novo Presidente instituiu um Grupo de Trabalho Interministerial, que tive a honra de coordenar, para propor a recriação da instituição.
Respeitada pelo seu passado e pela contribuição que deu ao desenvolvimento da região, a primeira reação a essa iniciativa foi positiva. Todos pareciam querer ver sua volta. O tempo foi revelando que as aparências encobriam uma outra verdade: não há, na região e nem fora dela, apoio suficiente para o retorno de uma SUDENE forte.
http://www.blogdafolha.com.br/ver_post.php?id=6224&secao=artigos
*Doutora pela Universidade de Paris I, França, professora a UFPE e uma das idealizadoras da nova SUDENE.
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Postado em 7 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Pobres dos que perderem o passo, inexoravelmente serão colonizados pela Sociedade da Informação e do Conhecimento.
Paulo Bancovsky é presidente da Academia Nacional de Engenharia (ANE). Artigo enviado pelo autor ao Jornal da Ciência (04/01/08):
Fundamenta-se a “Nova Economia” na aceleração vertiginosa do desenvolvimento tecnológico e, este, nos resultados práticos “engenheirados” nas cadeias econômico-industriais produtivas intensivas. No vértice do processo, numa visão síntese e objetiva, está a Engenharia. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Nessa entrevista, o presidenciável Ciro Gomes fala da transposição do Rio São Francisco, derrota da CPMF, reforma política e outros assuntos colocados na pauta política nacional. Vale a pena conferir.
Ciro Gomes: Golpe fracassa, mas adversários querem inviabilizar governo Lula.
Os adversários de Lula sonharam dar um golpe no presidente da República e, diante do insucesso, derrubaram a prorrogação da CPMF, com o objetivo de impedí-lo de governar. Esta é a interpretação do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) para a rejeição “subalterna, politiqueira e eleitoreira” da prorrogação do imposto do cheque.Apontado como um dos possíveis candidatos da base aliada ao Palácio do Planalto em 2010, Ciro julga fundamental a manutenção de uma coalizão partidária, a mais ampla possível, para o sucesso naquele ano das forças do centro à esquerda que detém o poder no País hoje. “O que está em jogo é grave e não estaremos à altura da responsabilidade que o país espera de nós neste momento se não conseguirmos isso”, adverte o deputado.
[ José Dirceu ] Eu gostaria de começar falando sobre a transposição do rio São Francisco, porque há muita desinformação na opinião pública. Diz-se que não há um projeto para o agronegócio e para o hidronegócio e que a transposição não vai levar água para famílias, para as comunidades, apenas para o empresariado e que a elite vai dominar a água. Leia o resto do artigo »
Postado em CPMF: e agora?, Desenvolvimento, Jefferson Milton Marinho, Política Brasileira, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | 3 Comentários »
Postado em 6 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Rodrigo Loureiro Medeiros*
O ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, concedeu uma entrevista à Agência Estado (31/12/07), na qual ressaltou a importância de uma política industrial baseada em inovações.
No final de 2003 o governo Lula liberou as Diretrizes de Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior. Pensou-se naquele momento que se entraria em um novo tempo de cooperação público-privada para o desenvolvimento nacional. Infelizmente a ortodoxia econômica gerenciada pelo senhor Antonio Palocci (PT-SP), então ministro da Fazenda, abortou qualquer tentativa estrutural de se construir um novo pacto capital-trabalho. Uma gestão macroeconômica denominada “ortodoxia de galinheiro” por Paulo Nogueira Batista Jr. seguiu o continuísmo fatalista da era fernandista. “Estamos em tempos de globalização, não há nada que se possa fazer (…)” Tais cantilenas estão esvaziadas pelas evidências empíricas recentes.
Com mais de 50% da força de trabalho brasileira precarizada (informalidade + desemprego), sabe-se bem o que mercados sob a concorrência imperfeita podem fazer. A taxa de investimento brasileira, medida pela formação bruta de capital fixo, não tem ultrapassado 20% do PIB. Certamente algo que incomoda os defensores do atual modelo econômico, pois os demais países em desenvolvimento que chamam a atenção apresentam taxas de investimento bem superiores. Leia o resto do artigo »
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Postado em 4 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
DESAFIOS (IPEA) – 27/11/2007
“O Brasil fez sua industrialização sem construir o estado do bem-estar. Agora, o envelhecimento da população brasileira nos obriga a desonerar a folha de salários e financiar a Previdência por meio de impostos gerais. A idéia de cada um só receber o que pagou se funda numa relação mercantil. A lógica distributiva é a que deverá prevalecer, obrigando que todos contribuam”, diz o professor Luiz Gonzaga Belluzzo na primeira de uma série de entrevistas com os membros do novo Conselho de Orientação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Rodrigo Loureiro Medeiros*
“(…) estabelecer prioridades em função de objetivos sociais coerentes e compatíveis com o esforço de acumulação seria a única forma de liberar a economia da tutela das grandes empresas”. – Celso Furtado, O mito do desenvolvimento econômico (Paz e Terra, 1974).
Considerado pela ONU como o Ano Internacional do Planeta Terra, 2008 promete interessantes debates desenvolvimentistas. Embora já se tenha adentrado formalmente no século XXI, observa-se a tradicional inércia brasileira. Certamente essa assertiva vale para muitos países ibero-americanos. Divididos pelo enfrentamento de problemas do passado e os desafios do futuro, essas sociedades escorregam no presente.
Uma coisa é clara: dificilmente os desafios do presente podem ser integralmente superados com soluções do passado. O mundo se tornou mais complexo, mais acelerado e menos generoso. Países retardatários não podem, portanto, contar com a boa vontade do sistema internacional. Leia o resto do artigo »
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Postado em 27 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Rodrigo Loureiro Medeiros*
Não se trata de nenhuma novidade o fato do brasileiro ter que conviver com uma das mais altas cargas tributárias do planeta. Segundo a Receita Federal, 34,23% do PIB brasileiro foram arrecadados em 2006.
Quando se analisa quantos dias o brasileiro precisou trabalhar para impostos, chaga-se a marca dos 146 dias do ano, considerando-se apenas a tributação direta (IR, INSS, IPVA e IPTU). Tributos arrecadados com extrema eficiência, porém a contrapartida do conjunto dos serviços públicos é de lastimar. Na França, por exemplo, o trabalhador precisa de 149 dias do ano para pagar seus impostos, já nos EUA, 102 dias. Em outros países latino-americanos, trabalha-se menos para sustentar as atividades de Estado: 97 dias na Argentina, 92 dias no Chile e 91 dias no México. Os dados são do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Leia o resto do artigo »
Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Rodrigo Medeiros | 4 Comentários »