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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

A VERDADE sobre as PLANTAÇÕES DE EUCALIPTO

Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Marcos Henrique Figueiredo Vital *        Revista do BNDES

As questões ambientais ganham importância cada vez maior para a sustentabilidade do desenvolvimento socioeconômico das nações.

O presente artigo apresenta questões relativas aos impactos ambientais de florestas de eucalipto: sobre a água, o solo, a biodiversidade e a atmosfera.

Apresenta-se sob a forma de análise de diversos artigos científico-acadêmicos acerca desses diferentes temas, expondo os possíveis impactos oriundos da silvicultura com espécies exóticas.

IMPACTO AMBIENTAL DE FLORESTAS DE EUCALIPTO (Clique para ler)

* Economista

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Marcos Vital | 1 Comentário »

PROGRAMA CIDADE CIDADÃ

Postado em 11 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

EM ELABORAÇÃO

Postado em Desenvolvimento, EDITORIAIS, José Carlos Assis, Política Social | 14 Comentários »

Desenvolvimento: uma perspectiva brasileira

Postado em 10 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Versão do artigo publicado na Revista Intellectus (http://www.intellectus.uerj.br/).

Rodrigo Loureiro Medeiros, D.Sc. (Reggen/Unesco)     

Discutir o tema desenvolvimento nunca foi uma tarefa simples no Brasil. Desde os calorosos debates entre desenvolvimentistas e monetaristas na década de 1950, este tema tem sido alvo de polêmicas entre progressistas e conservadores. No entanto, houve épocas em que a temática do desenvolvimento ganhou os corações e as mentes de brasileiros e brasileiras: o governo democrático de JK (1956-1961), que soube elevar a auto-estima nacional ao nível dos desafios da época, é um exemplo de sinergia gerada entre os diversos setores da vida nacional.

A eleição presidencial de 2002 marcou, de certa forma, no Brasil, a retomada da idéia de projeto democrático nacional de desenvolvimento. O Estado nacional tem um papel importante no desenvolvimento do País. Todos os quatro principais candidatos, inclusive o do governo FHC, recusaram o modelo adotado na década de 1990: “mercados são bondes condutores da prosperidade, deixem apenas que eles funcionem!” Não é necessário divagar muito para ver que o agravamento da questão social no Brasil traz riscos à ordem democrática.

A precarização das relações de trabalho - desemprego e subemprego -, o aumento da violência e a ausência de perspectivas dos jovens são fatores que geram instabilidade social. Um indivíduo que caminhe pelas principais cidades do País pode facilmente constatar que a vida em uma nação com brutais desníveis socioeconômicos não pode ser tranqüila. Contrariando a lógica hegemônica, os quatros principais presidenciáveis daquele tempo convergiram na campanha para a importância do papel do Estado na promoção do bem-estar da nação. O Estado, por exemplo, deve formular e implementar políticas ativas para desenvolver regiões, gerando renda e ajudando a integrar os diversos mercados internos, de forma a criar sinergia entre os diversos elos das cadeias produtivas.

Buscar-se-á refletir de forma contextual e global sobre o tema desenvolvimento democrático a partir de uma perspectiva brasileira. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Rodrigo Medeiros | Sem Comentários »

Artigo heterodoxo de Dani Rodrik, “Feasible Globalizations”.

Postado em 10 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Abstract:     

The nation-state system, democratic politics, and full economic integration are mutually incompatible. Of the three, at most two can be had together. The Bretton Woods/GATT regime was successful because its architects subjugated international economic integration to the needs and demands of national economic management and democratic politics. A renewed “Bretton-Woods compromise” would preserve some limits on integration, while crafting better global rules to handle the integration that can be achieved. Among “feasible globalizations,” the most promising is a multilaterally negotiated visa scheme that allows expanded (but temporary) entry into the advanced nations of a mix of skilled and unskilled workers from developing nations. Such a scheme would likely create income gains that are larger than all of the items on the WTO negotiating agenda taken together, even if it resulted in a relatively small increase in cross-border labor flows.

This paper can be downloaded without charge from the Social Science Research Network at: http://ssrn.com/abstract_id=349021

Postado em Desenvolvimento, Internacional | Sem Comentários »

PARA LESSA, NORDESTE SERÁ CALIFÓRNIA BRASILEIRA ( !! )

Postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

EX-PRESIDENTE DO BNDES diz que Transposição do São Francisco mudará de vez a vida na região

*Carlos Newton da Tribuna da Imprensa 07/01/2008

O economista Carlos Lessa, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), defende o projeto de transposição das águas do Rio São Francisco, afirmando que a intransigente posição do bispo Luiz Flávio Cappio, de Barra (BA), é injustificável e prejudicial à população mais carente do Nordeste. Leia o resto do artigo »

Postado em Carlos Lessa, Desenvolvimento, Política Econômica, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | 16 Comentários »

“O Brasil precisa de um Programa de Aceleração do Crescimento Humano” – Nicolelis.

Postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Miguel Angelo Laporta Nicolelis, 46 anos, é responsável por uma das mais importantes descobertas da ciência recente, que pode ser a esperança de pessoas com deficiência física ou que sofrem de doenças degenerativas: um sistema que possibilita a criação de próteses controladas por sinais cerebrais. Apontado pela “Scientific American”, como um dos 50 principais líderes da ciência do mundo, ele se considera apenas um cientista que acredita que a ciência tem um papel transformador.

“O maior investimento estratégico que o Brasil precisa fazer é na formação de gente. Nós precisamos de um grande PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Humano. A primeira coisa que os governantes, os políticos brasileiros precisam é começarem ter uma visão estratégica do país. O problema nosso é que dado nossa história e toda nossa tradição cultural e econômica, pensa-se muito só no dia a dia, nos pequenos embates políticos do dia-a-dia e não se define uma visão estratégica de país. Eu acho que a ciência, o investimento científico e principalmente em educação científica, ele se insere na visão estratégica do que a gente quer fazer do Brasil e, em especial, do Nordeste”.

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=53546

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SEGUNDO STIGLITZ, PIB É INADEQUADO COMO MEDIDA DE BEM-ESTAR

Postado em 8 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O economista e prêmio Nobel norte-americano, Joseph Stiglitz, afirmou nesta terça-feira, que comandará um projeto que visa criar uma medida complementar ao PIB, por este não ser capaz de medir adequadamente a melhoria de uma sociedade. O convite foi feito pelo presidente francês Nicolas Sarkozy.

Segundo o economista, esta nova medida deve levar em contas variáveis como a distribuição de renda e os impactos do aquecimento global. Stiglitz, que ocupou cargos importantes na administração Clinton e no FMI, também se notabilizou pelas duras críticas que faz à globalização. Além dele, o prêmio Nobel de economia Amartya Sen também deve integrar a equipe.

O surpreendente é saber que tal iniciativa surgiu do ultra-conservador Sarkozy, que tem imposto duras medidas à classe trabalhadora francesa. Caso eles tenham o respaldo necessário, pode ser um avanço importante para a ciência econômica.

Postado em Desenvolvimento, Internacional, Leonardo Nunes, Rive Gauche | 1 Comentário »

HAVERÁ OUTRO APAGÃO? A oferta de energia não poderá limitar o crescimento

Postado em 8 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos

José Francisco Sanches da Silva

A escassez de investimentos em geração de energia elétrica no passado recente é evidente. Entretanto, ela não será uma real restrição física ao crescimento, se adotarmos um planejamento efetivo da produção e do consumo. Esse planejamento mais rigoroso é necessário ao menos enquanto se espera a maturação dos grandes investimentos. O atraso das hidroelétricas pode levar, no máximo, a um pequeno aumento no custo médio das empresas, jamais uma barreira ao crescimento.

Leia o Artigo publicado na Revista Inteligência 09/2007

pode-haver-outro-apagao.doc

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Haverá outro APAGÃO?, O que deu na Imprensa | 6 Comentários »