Postado em 8 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: O Estado de São Paulo
Elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2009 registra alguns importantes avanços do Brasil, com relação ao ano anterior. Embora o País tenha perdido cinco posições no ranking do IDH de 182 nações, passando da 70ª posição, em 2008, para o 75º lugar, o levantamento mostra que o País vem conseguindo manter um ritmo de crescimento consistente e que é, hoje, o mais acelerado em toda a América Latina.
Liderado no levantamento deste ano pela Noruega, pela Austrália e pela Islândia, ficando a França, o Japão e os EUA na 9ª, 10ª e 13ª posições, o IDH é calculado pelo Pnud com base no cruzamento de informações relacionadas à riqueza, nível de escolaridade, saúde e esperança média de vida. Como o Pnud também leva em conta as taxas de expansão da economia de cada país, as posições no ranking do IDH flutuam ou mudam, conforme o aumento ou a redução do PIB per capita de cada uma das 182 nações. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Fonte: A Gazeta online
É impossível prever quais serão os maiores atletas do planeta daqui a sete anos. Possível, sim, é saber em que palco eles vão brilhar: o Rio de Janeiro. Em uma sexta-feira histórica para o esporte brasileiro, os cariocas conquistaram em Copenhague o direito de sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Até a cerimônia de abertura no Maracanã, serão mais de 2.400 dias. Tempo de sobra para viver intensamente cada modalidade, moldar novos ídolos e, acima de tudo, deixar a cidade ainda mais maravilhosa. Superadas as rivais Madri, Tóquio e Chicago, finalmente dá para dizer com todas as letras: a bola está com o Rio. Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London outubro dEurope/London 2009
Por João Sicsú
Fonte: Valor Econômico (30/09/2009)
A taxa de câmbio é um elemento-chave de um projeto de desenvolvimento. Essa constatação é fundamental: além de ser essencial para auxiliar o esforço de crescimento econômico, a administração cambial deve ser compreendida como um instrumento nevrálgico que deve fazer parte de um projeto de desenvolvimento. A macroeconomia e seus preços básicos, isto é, juros e câmbio, podem definir os rumos de uma sociedade, se esta está caminhando em direção ao progresso ou ao atraso.
Em relação à taxa de câmbio, já foi percebido que existe uma tendência forte à sua valorização nos países em desenvolvimento, devido às possibilidades econômicas que caracterizam esses países. Tais economias podem ser exportadoras de itens básicos, podem ser atrativas para o investimento direto estrangeiro ou podem ainda ter ativos financeiros atraentes. Portanto, essas economias podem sofrer de doença holandesa ou de outras enfermidades cambiais valorizativas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Carlos Lessa
Artigo publicado no jornal Valor Econômico de 24/09/2009
O desempenho da economia brasileira indica, neste último trimestre, a superação das piores dimensões da crise. Parte da mídia, saudosa dos tempos de dominação neoliberal, prepara o discurso contra a neoestatização. Execra a tonalidade dominante da uma nova política petroleira, que propõe a ampliação do controle nacional sobre o Eldorado azul do pré-sal, e lista variados argumentos a favor da prevalência do regime de concessões às petroleiras mundiais. Adverte que o País deve extrair o máximo de petróleo possível, alegando preocupação de que se desenvolvam tecnologias alternativas com novas fontes energéticas e sinalizando a progressiva redução dos “desperdícios” no uso de combustíveis fósseis.
Como o petróleo é, obviamente, não-renovável, sublinham como forte preocupação sua futura desvalorização, apesar de a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) ter declarado que “até 2050 temos um bom cenário, porque os custos do pré-sal ficam abaixo de US$ 40 o barril”. O petróleo é “ouro negro”, tanto que já recuperou o patamar entre US$ 65 e US$ 75 o barril, após ter atingido mais de US$ 130 o barril, com a especulação desenfreada em 2008. Não há risco de o petróleo do pré-sal brasileiro virar um “mico” mais além do próximo meio século. É previsível que a Petrobras desenvolva tecnologia de extração e operação de campos petroleiros, reduzindo seus custos de produção, enquanto a pressão internacional dos consumidores de petróleo empurre para cima o preço do barril, principalmente se houver uma retomada do crescimento mundial. Com o petróleo são obtidos mais de 3 mil produtos, entre os quais os usos energéticos são as utilizações mais amplas e menos nobres deste recurso natural. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Fonte: IPEA
Duncan Green, da Oxfam International, lança livro no Ipea e revela como cidadãos ativos podem mudar a realidade
Países onde os cidadãos são mais ativos politicamente resolvem problemas de desigualdades sociais mais facilmente e com maiores chances de se perpetuar. A afirmação foi feita pelo inglês Duncan Green, da Oxfam International, ao lançar nesta quinta-feira, 18, em Brasília, na sede do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o livro Da pobreza ao poder – Como Cidadãos Ativos e Estados Efetivos Podem Mudar o Mundo.
A Oxfam é uma associação de organizações internacionais que trabalham pelo fim da pobreza e da desigualdade no planeta. Atualmente, três instituições associadas desenvolvem projetos em parceria com instituições brasileiras: a Intermón Oxfam (Espanha), a Oxfam Grã-Bretanha e a Oxfam Novib (Holanda).
Green defende que as pessoas em situação de pobreza devem ter o direito de participar de decisões que definam seu destino. Ao Estado compete apoiar, articular, e garantir o direito dessas pessoas. O autor tem mais de 20 anos de experiência e de reflexão nos temas de desenvolvimento e de combate à pobreza e às desigualdades. Desde 2004, Green dirige a área de Estudos e Pesquisas de Oxfam Grã-Bretanha. É também professor visitante da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 23 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
O Brasil logrou expansão de 1,9% no segundo trimestre, frente ao trimestre imediatamente anterior, pela série livre de efeitos sazonais. Tal incremento decorreu do aumento no consumo das famílias (2,1%), fomentado por iniciativas do governo no sentido de dirimir o impacto da crise internacional, via aquecimento do mercado interno. O resultado mostra o êxito desse esforço.
Esse ponto traz de volta a questão do papel do investimento. Se o consumo privado e mesmo o consumo do governo desempenharam papel relevante para mitigar os efeitos da crise sobre o PIB, inclusive sobre o próprio investimento fixo, por outro, a sustentação da expansão econômica exige que o foco das iniciativas públicas se volte com mais contundência para a formação bruta de capital fixo. Leia mais…
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Postado em 23 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Por Luís Nassif
Durante dois dias, a Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo, juntou economistas, advogados, cientistas sociais para analisar o novo momento da economia brasileira.
Dentre os vários temas levantados, um dos mais relevantes – e pouco estudado pela literatura econômica – é a dinâmica que momentos de crescimento impõem à economia.
O caso brasileiro é exemplar. Durante anos, a discussão pública se restringia a bordões recorrentes sobre superávit fiscal, taxa Selic e inflação. Como lembrou Yoshiaki Nakano, na própria FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) havia um clima permanente de velório.
Era impossível virar o disco, buscar uma agenda de desenvolvimento. Cada movimento era afogado por toneladas de alertas quanto à volta da inflação, o déficit público, como se fosse impossível compatibilizar crescimento e inflação controlada. Leia o resto do artigo »
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Postado em 22 dEurope/London setembro dEurope/London 2009
Fonte: Evolverde
Por Mario Osava
Rio de Janeiro, 21 de setembro (IPS/IFEJ) – O veículo elétrico, híbrido ou puro, provocará uma revolução industrial e energética no mundo nas próximas décadas, golpeando em especial os combustíveis líquidos. Mas o etanol vegetal sobreviverá e crescerá, afirmam especialistas brasileiros ouvidos pelo Terramérica. A atual indústria automobilística “estará sepultada dentro de 15 anos” se a produção chinesa de carros elétricos atingir suas metas, estima o economista Gustavo dos Santos, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Dessa forma, a expansão do etanol (mais limpo do que a gasolina) será menor do que a esperada pelo governo brasileiro e será interrompida em 2020, prevê Santos. Leia o resto do artigo »
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