Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Wanderley Guilherme dos Santos VALOR – 18/01/2008
Os economistas prevêem um futuro de “grande moderação” no progresso material do país. É uma aposta, mas há outras. Ao que tudo indica, o importante salto à frente do país continuará atabalhoado como até agora. Iniciado com a desastrada e comprometedora gestão de Fernando Collor de Melo, seguida pelo tecnicismo insensível dos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, teve modificadas as prioridades de classe com a eleição e reeleição do presidente Luiz Inácio. A gigantesca incorporação dos segmentos C e D da população ao mercado de consumo, por via do controle da inflação e das políticas sociais agressivas do atual governo, vai em breve revelar seu papel econômico de amortecedor dos estímulos externos negativos, rompendo com a rotina de os países subdesenvolvidos crescerem quando crescem os desenvolvidos e entrarem em crise juntamente com estes. O aspecto ideológico do fenômeno da globalização tende a ficar mais exposto. Em tudo, a mão invisível da democracia. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Blog do Nassif
Por Ronaldo Bicalho
Prezado Luis,
No início de outubro do ano passado, eu lhe enviei a mensagem abaixo. Com o atual quadro escassez de energia no mercado livre, quantidade e preço, e a perspectivas de preços elevados durante todo o ano, os problemas do Tolmaskin nesse front serão maiores do que ele imagina. Enfim, o gato está solenemente subindo no telhado.
Um abraço,
“Prezado Nassif,
Um imbróglio de monta vai se formando no horizonte do mercado elétrico brasileiro, e sua origem encontra-se no Ambiente de Contratação Livre (ACL), no qual, em contraste com o Ambiente de Contratação Regulada (ACR), as relações comerciais são livremente pactuadas e regidas por contratos bilaterais de compra e venda de energia, em que estão estabelecidos prazos e volumes.
Desde o início, o novo modelo do setor elétrico brasileiro se concentrou na construção e implantação do ACR, com o mercado livre (ACL) desempenhando um papel secundário no rol de preocupações do Governo. Graças a situações extremamente favoráveis de oferta (quantidade e preço), esse mercado se desenvolveu de forma vigorosa nos primeiros anos do Governo Lula e hoje congrega 25 % da demanda de energia elétrica do país e 50 % da demanda do setor industrial. Alguns levantamentos realizados por empresas comercializadoras de energia elétrica indicam que, em média, os consumidores que estão nesse mercado desembolsam 25 % menos em suas contas de energia do que aqueles consumidores que não migraram para o ACL e permanecem no mercado regulado, adquirindo a sua energia das empresas distribuidoras, como consumidores cativos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Blog do Nassif
Coluna Econômica – 13/01/2008
Vamos entender um pouco melhor a lógica da matriz energética brasileira e a discussão sobre a possibilidade ou não de um racionamento.
Há várias formas de consumo de energia no pais, como a industrial, a residencial, a automotiva. O que se discute é o chamado Sistema Interligado Nacional, a rede elétrica na qual se encaixam vários tipos de energia: a hidrelétrica, a termoelétrica a gás, a termoelétrica a óleo etc.
Nesse sistema, 92.79% da energia consumida é hidráulica, 2,56% de térmicas a gás natural, 1,7% de térmicas convencionais (incluindo carvão), 2,81% de térmica nuclear e 0,13% de energia eólica.
Só que a capacidade instalada é diferente. São 78,6% de hidráulica, 11,3% de térmica a gás natural, 7,8% de térmica convencional, 2,1% de térmica nuclear e 0,2% de eólica.
O que significa essa diferença? Que a prioridade maior é para energia hidráulica. Só quando há riscos de ela faltar, se recorre a um aumento nas demais forças de energia. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Amazônia real atropela idéias de Mangabeira
Ele planejava um aqueduto a partir do Norte para abastecer o Nordeste e descobriu que só em Manaus há 700 mil pessoas sem água encanada
O secretário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, ouviu ontem (18/1), numa mesa-redonda com especialistas, em Manaus, que pouco adianta ter idéias criativas e ousadas – como a de um aqueduto para levar água ao Nordeste -, se problemas básicos da região ainda não foram resolvidos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Por Roberto Pereira d’ Araujo * - 18/01/2008
Para quem trabalhou sua vida toda na área de planejamento, assistir a essa enorme confusão de opiniões e critérios no setor elétrico e ainda outra ameaça de racionamento é bastante penoso. Os reservatórios atingem a curva de “aversão ao risco”, o governo contrata energia de reserva, raspa o tacho do gás, vai gerar eletricidade com diesel e diz que está tudo bem?
Toda a metodologia desenvolvida para operar e expandir o sistema brasileiro foi desenvolvida em sincronia com o mundo físico. O desafio não foi pequeno, pois os engenheiros brasileiros perceberam que o nosso sistema não era igual aos sistemas dos países desenvolvidos e, conseqüentemente, a experiência internacional era de pouca serventia. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
VALOR – 16/01/2008
Carlos Lessa é professor-titular de economia brasileira da UFRJ.
Escreve mensalmente às quartas-feiras. E-mail: carlos-lessa@uol.com.br
Com este título, o Afonso Celso publicou um livro de sucesso e passou a ser o grande ingênuo do Brasil. Vou parafraseá-lo e, sem temor à ingenuidade, afirmar que me ufano do povo carioca colocar dois milhões de participantes na praia de Copacabana e mais um milhão nas outras praias da cidade, inclusive no piscinão de Ramos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Folha de S. Paulo
17/1/2008
José Alencar
São muitas as preocupações, mas há uma de que não se tem falado nada, e é sobre ela que me permito falar. Trata-se da defesa nacional
O ORÇAMENTO sofreu um rombo. Coisa parecida com R$ 40 bilhões. O equilíbrio orçamentário é absolutamente essencial para a estabilidade da moeda. Mas o rombo está posto. Quarenta bilhões de reais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Eduardo Kaplan Barbosa*
O Ministro do Longo Prazo, Mangabeira Unger, manifestou interesse em incluir a região da Amazônia na agenda de desenvolvimento brasileiro, e por isso tem recebido diversos ataques (clique aqui para ler a reportagem em ” O Globo “).
Desenvolvimento Ecologicamente Sustentável
Depois de décadas em que o Brasil privilegiou o crescimento econômico a qualquer preço, sem considerar os impactos ambientais, o senso comum atual a respeito da Amazônia Leia o resto do artigo »
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