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Blog do Desemprego Zero

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Júlio Sérgio Gomes de Almeida : “A conta do real forte chegou”

Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Isto é Dinheiro n. 538

21/1/2008


por Lana Pinheiro

O economista Júlio Gomes de Almeida, diretor-executivo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), conhece a máquina pública como poucos. Durante sua trajetória profissional, passou três vezes por Brasília. Na mais recente, já no governo Lula, foi designado pelo ministro Guido Mantega para assumir a Secretaria de Política Econômica da Fazenda. Sua missão era viabilizar o desenvolvimento do País, equilibrando os mercados interno e externo. Julinho, como é conhecido, jogou a toalha depois de não conseguir emplacar medidas para conter a valorização do real. Leia o resto do artigo »

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Brasil, uma potência econômica

Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Folha de S. Paulo

25/1/2008

por Charles Tang

Para isso, precisamos de um plano estratégico para chegar a objetivos definidos. Que Brasil queremos ter?

MESMO SEM um plano ou um planejamento para a nação, a economia brasileira deu uma demonstração de pujança ao dar um salto econômico que forçou a revisão da taxa prevista de crescimento.

Com um balanço de pagamentos superavitário e uma reserva Leia o resto do artigo »

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Juros altos não são solução para o país

Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

24/01/2008 10:43
Por Zé Dirceu

Blog do Zé Dirceu

O Conselho de Política Monetária (COPOM) do Banco Central (BC) manteve inalterada a taxa básica de juros do país. É a terceira reunião consecutiva em que continuam com esta mesma posição conservadora. Aliás, além de manterem esta ortodoxia, por tudo o que acompanhamos, temos que rezar para que os juros não sejam aumentados ainda mais para garantir os ganhos rentistas.

Com a manutenção desta política, desviamos um precioso capital que poderia financiar nossas empresas e investimentos. A prova disso é uma informação perdida no Leia o resto do artigo »

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A vinda de D.João VI e a abertura do Resseguro

Postado em 25 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Marcelo Henriques de Brito (*)

Em 2008, comemoram-se duzentos anos do legado da chegada ao Brasil de D.João VI e sua corte, que incluiu a assinatura da Carta Régia de 28 de Janeiro de 1808, que abriu os portos brasileiros ao intercâmbio internacional. Ainda que inicialmente somente a Inglaterra fosse beneficiada – até por sua inegável contribuição na escolta marítima da corte portuguesa, a abertura comercial era irreversível e, por exemplo, em novembro de 1827, o Brasil e as cidades hanseáticas Hamburg, Bremen e Lübeck firmaram um Tratado Marítimo. Além de ampliar o comércio, os estrangeiros trouxeram para o Brasil novas idéias e inspiraram novas atitudes, sendo notável tanto a influência do britânico Richard Carruthers na formação empresarial do grande Barão de Mauá, quanto o empreendedorismo de inúmeros imigrantes no desenvolvimento de empresas brasileiras. Leia o resto do artigo »

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PAC: DESACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO E VULNERABILIDADE EXTERNA

Postado em 24 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Reinaldo Gonçalves*

Comissão de Política Econômica do Conselho Regional de Economia do Rio de Janeiro em 22 de janeiro de 2008.

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A desaceleração do crescimento econômico brasileiro é a evidência relevante no momento em que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) completa um ano. Frente ao crescimento do PIB previsto de 5,2% em 2007, as projeções divulgadas pelo Banco Central apontam para a mediana de 4,5% em 2008 e 4,0% em 2009 ( Ver Tabela 1, cuja fonte é Focus, Banco Central). Estas taxas são inferiores à taxa de 5,0% que consta no PAC. Desta forma, após um ano de PAC, no lugar da aceleração do crescimento, o que se observa é exatamente o oposto. Há, assim, a interrupção do miniciclo de otimismo que surgiu no segundo trimestre de 2007, quando houve aceleração do crescimento econômico. E, o Brasil continua “andando para trás” quando se considera o resto do mundo. A projeção do FMI de crescimento da economia mundial é de 4,8% em 2008, enquanto os países em desenvolvimento devem crescer 7,4% (Ver Tabela 2). Estas previsões supõem o macrocenário global de “aterrissagem suave” controlado pelas políticas fiscal e monetária dos Estados Unidos. Leia o resto do artigo »

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Par de múmias do senso econômico comum: “PIB é um cadáver inselputo”. SERÁ??

Postado em 23 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

  VALOR – 22/01/2008

José Eli da Veiga professor titular do departamento de economia da FEA/USP e autor de “A Emergência Socioambiental” (Ed. Senac, 2007), escreve mensalmente às terças. Página web: www.zeeli.pro.br

O senso econômico comum está repleto de múmias. Mas há uma dupla que causa mais espanto do que todas as demais enfileiradas. Porque sintetiza uma das mais recorrentes convicções dos quadros políticos brasileiros. Estejam com o governo ou na oposição; sejam de centro, de direita, ou de esquerda; nada há que mais comunguem do que o fetichismo do “crescimento do PIB com distribuição de renda”. Segundo os mais deslumbrados, seria esse o “binômio” do desenvolvimento sustentável. 

Mas o PIB é um cadáver insepulto, tão bem embalsamado pelo Sistema de Contas Nacionais, que há 35 anos resiste ao bombardeio dos melhores cérebros, fornecendo um dos mais fascinantes exemplos históricos de inércia institucional. Em algum momento do futuro parecerá mentira que, por mais de meio século Leia o resto do artigo »

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O nome do desenvolvimento

Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Cristovam Buarque, site oficial

Nada caracteriza melhor a vergonha social brasileira do que a naturalidade com que aceitamos haver “escola de rico” e “escola de pobre”. Em um país republicano decente, as pessoas podem ter roupa fina ou roupa simples, andar de carro ou de ônibus, morar em casa grande ou pequena, ter renda alta ou baixa, ser um rico proprietário ou pequeno proprietário. Mas não pode existir “saúde de rico” e “saúde de pobre”, nem “escola de rico” e “escola de pobre”.

Se a escola for igual, o atendimento médico tende a se igualar entre as pessoas de classes sociais diferentes. Por isso, o centro da transformação do Brasil em uma república decente está na escola igual para todos. Essa deve ser a meta daqueles que, ao longo de anos, lutam como militantes de esquerda por um Brasil livre, justo, eficiente. Antes, lutavam pela estatização do capital, a desapropriação de propriedade, a igualdade de renda. Isso não é possível hoje, nem é eticamente necessário. A utopia da esquerda, socialista ou não, é uma escola igual para todos.

O que faz uma sociedade ética é o acesso igual à educação, independentemente da renda dos pais, do tamanho da cidade e da região onde mora cada criança. Para o Nordeste, essa visão é fundamental para a luta pela derrubada do muro que nos separa das regiões desenvolvidas. Leia o resto do artigo »

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Mangabeira: Três artigos repercutem as controvérsias em torno às propostas do Ministro do Longo Prazo

Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

(1) O longo prazo a curto prazo, artigo de Roberto Mangabeira Unger 

(2) O ideoduto de Mangabeira, artigo de Marcelo Leite

(3) Entrevista de Sydney Possuelo: ‘Não precisamos de grandes projetos para Amazônia’

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O longo prazo a curto prazo

artigo de Roberto Mangabeira Unger

Há toda diferença entre um projeto que paira sobre o mundo e um que intervém. Não há futuro viável que não se possa prefigurar jáRoberto Mangabeira Unger é ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos. Artigo publicado na “Folha de SP”:Modelo de desenvolvimento baseado em ampliação de oportunidades econômicas e educativas, para dar braços e asas ao dinamismo frustrado dos brasileiros -é isso o que mais quer a nação. Para construir esse modelo, é preciso formular plano de longo prazo e traduzi-lo em iniciativas tangíveis e prontas: primeiras prestações de outro futuro. É preciso tratar do longo prazo a curto prazo.

Desse entendimento resultou a decisão de organizar o trabalho inicial de minha pasta em torno de quatro grandes temas: oportunidade econômica, oportunidade educativa, Amazônia e defesa. Leia o resto do artigo »

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