prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

Boletim NEIT n.º10

Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

NEIT – Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia
Instituto de Economia da Unicamp

DESTAQUES:

  • AMEAÇA DAS EXPORTAÇÕES CHINESAS NOS MERCADOS DE EXPORTAÇÕES DE MANUFATURADOS DO BRASIL – Fernando Sarti e Célio Hiratuka
  • INVESTIMENTO ESTRANGEIRO EM P&D NA AMÉRICA LATINA – Fernanda De Negri
  • NOTAS SOBRE O SETOR DE TURISMO MUNDIAL E BRASILEIRO – Célio Hiratuka,
    Fernando Sarti e Rodrigo Sabbatini

Artigo em .pdf, clique aqui para ler >>>

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »

Macro China

Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Resumo da conjuntura econômica Chinesa e seu comércio com o Brasil. 

 Enviado por Arthur Adolfo Guarido Garbayo – 29/01/2008

Artigo em .pdf, clique aqui para ler >>>

Postado em Desenvolvimento, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Carta da China

Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Questões e posições chinesas  no trimestre.

Enviado por Arthur Adolfo Guarido Garbayo – 29/01/2008

Artigo em .pdf, clique aqui para ler >>>

Postado em Desenvolvimento, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Farra cambial é isso aí

Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Enquanto o Banco Central (BC) divulgava, segunda-feira, que em 2007 as remessas de lucros e dividendos somaram US$ 21,236 bilhões, 29,85% superiores ao verificado em 2006, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento da Indústria (Iedi), observando a balança dos bens industriais, constatou que ano passado houve uma “reversão radical” no desempenho: o Brasil saiu de um valor positivo de US$ 5,9 bilhões para um déficit de US$ 7,8 bilhões, mudança que totaliza US$ 13,7 bilhões “e não tem paralelo nos últimos dez anos“.

O Iedi diz ainda que, considerados os dois últimos anos, o país passou de um saldo de US$ 9,9 bilhões, em 2005, para US$ 7,8 bilhões negativos, em 2007. Uma inversão de US$ 17,7 bilhões. Mais grave que o déficit é a reprimarização da pauta de exportações. “Estaremos caminhando para a especialização em commodities se não forem rapidamente revistas as políticas que influenciam o comércio exterior de bens industriais, como as políticas de câmbio, tributação de exportações, políticas industriais, tecnológicas e para a área de infra-estrutura, acordos internacionais”, alerta o Iedi. O economista Plínio de Arruda Sampaio Júnior, da Universidade de Campinas (Unicamp), destaca que a liberalização cambial e financeira aumenta a dependência do Brasil em relação aos países ricos. E, do ponto de vista estrutural, resulta em “desindustrialização e desnacionalização da economia“.

Já no front interno, a Agência Câmara destaca que desde a posse do presidente Lula, em 2003, até novembro de 2007, o Brasil destinou mais de R$ 851 bilhões somente para o pagamento de juros nominais da dívida pública consolidada (interna e externa). O montante equivale a 22 vezes o que o governo federal previa arrecadar só em 2008 com a CPMF, extinta em 31 de dezembro de 2007.

Somente com o que foi reservado para o pagamento de juros em novembro do ano passado – R$ 12 bilhões – seria possível cobrir o valor empenhado para quatro programas do governo federal: Atenção Básica em Saúde, Brasil Escolarizado, Agricultura Familiar e Luz para Todos.

O economista Dércio Garcia Munhoz, da Universidade de Brasília (UnB), calcula que na realidade a conta de juros foi maior. “Há R$ 250 bilhões em poder do Banco Central (BC), cuja remuneração paga ao Tesouro é contabilizada como crédito, além de mais de R$ 20 bilhões que a União recebe dos estados e o superávit fiscal superior a R$ 50 bilhões. No final, tudo isso é pago pelo contribuinte”, contabiliza Munhoz, para quem não há como o governo conter a elevação da carga tributária.

Postado em Conjuntura, CPMF: e agora?, Desenvolvimento, EDITORIAIS, Política Econômica, Política Social | 3 Comentários »

OS BASTIDORES DA OPERAÇÃO Oi-BrT: o Xadrez da Telefonia

Postado em 29 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Coluna Econômica BLOG DO NASSIF – 23/01/2008

O depoimento abaixo foi-me dado por um dos principais envolvidos na compra da Brasil Telecom pela Oi-Telemar. É a primeira vez que ele fala com imprensa, com a condição de “off”. Obviamente, o que diz expressa sua visão.

O presente não é mais a telefonia fixa, mas o celular, que se tornará cada vez mais o laptop ultra portátil, diz ele.

A Brasil Telecom era inviável a médio prazo porque as brigas societárias (com Daniel Dantas) fizeram com que ela entrasse muito tardiamente no mercado de celular e deixasse de fazer investimentos fundamentais. Tem um falso caixa, dinheiro líquido, mas porque não investiu na época em que deveria. A Oi-Telemar investiu US$ 4 bilhões em celular; a Brasil Telecom apenas US$ 500 milhões. Com esse atraso, ela acabará sendo comprado por um competidor mais forte.

***

A Telemar tem 16 milhões de celulares e US$ 7 bilhões em caixa. Sua dívida corresponde a apenas 0,3% do EBITDA. Seu problema maior eram os conflitos de prioridades dos sócios: alguns queriam sair, outros queriam ficar. Tentou-se uma saída via mercado, mas foram impedidos por injunções de fundos externos, acionistas em preferenciais.

***

A operação de compra da Brasil Telecom foi acelerada em função de dois fatos. O primeiro, o acirramento da disputa entre a Telefonia e a America Móvil. No ano passado, em sociedade com a Verizon Communications, Slim chegou a adquirir a parte da Pirelli na Telecom Italia. Uma rápida manobra do governo italiano frustrou a tomada de controle. Bancos italianos financiaram seguradoras italianas, que assumiram o controle com participação minoritária da Telefonia da Espanha. Leia o resto do artigo »

Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

EUA: dando adeus à Hegemonia?

Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Em um estimulante ensaio publicado ontem na edição dominical do New York Times, Parag Khanna, pesquisador senior do American Strategy Program da New American Foundation, faz um interessante recorrido dos aspectos mais relevantes do declínio da hegemonia americana no mundo contemporaneo. Escapando das análises mais convencionais, Parag Khanna paralelamente aponta o forte declínio de uma Rússia ( ” seu declínio populacional oscila em torno a meio milhão de cidadãos anualmente ou mais, significando que a Rússia não será muito maior que a Turquia por volta de 2025 – população esta que estará dispersa em um país tão vasto que nem fará sentido como um só país” ) condenada a se incorporar à Europa ou torna-se uma petro-vassala da China , assinala o papel crescente dos países que chama de “segundo mundo” – os BRICS que já não são mais integrantes do antigo “terceiro mundo” – e,last but not least, antevê a geopolítica do século XXI ancorada em três pan-regiões hemisféricas – zonas econômicas longitudinais  dominadas pelos Estados Unidos, pela Europa e pela China. Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Internacional | Sem Comentários »

Abertura dos portos foi primeiro passo do país rumo à globalização

Postado em 28 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Fernando Barros de Mello – da Redação  da Folha

 

A ABERTURA dos Portos às Nações Amigas foi assinada pelo então príncipe regente d. João 6º em 28 de janeiro de 1808. Nos 200 anos da data, o embaixador e ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero diz que o ato foi o primeiro passo do Brasil rumo à globalização. Ricupero, que acaba de organizar o livro “A Abertura dos Portos” (Senac), fala sobre a influência inglesa, que culminou nos privilégios dos “Tratados Desiguais”, de 1810, e compara o passado com a OMC e a Alca. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Arranjos Produtivos Locais – APL e Desenvolvimento

Postado em 26 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos

Eduardo José Diniz

Eduardo Kaplan Barbosa

Bruno Galvão dos Santos

Artigo escrito para o Seminário Nacional Arranjos Produtivos Locais como Instrumento de Desenvolvimento promovido pelo BNDES.

Versão para impressão

O Brasil tem sofrido uma longa crise econômica nos últimos 25 anos. Não é uma crise decorrente de nossa incapacidade técnica, pois já crescemos mais com menos conhecimento econômico e tecnológico. Não é uma crise decorrente de caos internacional, pois já crescemos mais em um mundo em depressão e em guerra. Não é uma crise de governabilidade, pois já crescemos mais em épocas realmente conflituosas e de antagonismo político.

Esta é uma crise de fé. De falta de fé na capacidade de compreendermos nossos próprios problemas e decidirmos nós mesmos como solucioná-los, ainda que essa decisão possa conflitar com as decisões usualmente tomadas e usualmente sugeridas. Leia o resto do artigo »

Postado em Bruno Galvão, Desenvolvimento, Eduardo Kaplan, Gustavo Santos, RESUMOS DO DIA | 14 Comentários »