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Blog do Desemprego Zero

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FMI PIROU?????? PISAR NO ACELERADOR? Entrevista de Márcio Pochman, do IPEA : “O problema é o BC”

Postado em 4 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

do blog do Nassif

‘Entrevista de Márcio Pochman, do IPEA, a Lu Aiko Otta, do “Estadão” de domingo:
Pisar no freio ou no acelerador. Essas são as opções que se colocam para o País diante da crise que deve levar a economia mundial a crescer menos, segundo avalia o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann. Ele acredita que há convergência, mas não consenso, no governo em torno da segunda opção. A voz destoante seria o Banco Central (BC). A crise do subprime também traz, segundo Pochmann, um desafio novo: como ampliar a regulação dos mercados para além das fronteiras nacionais. Não se trata somente de criar mecanismos de alerta para crises, como se discutiu na reunião do Fórum Econômico Mundial, em Davos, mas também de como regular os efeitos econômicos das grandes fusões entre empresas que ocorrem no mundo. A seguir, os principais trechos da entrevista ao Estado.

O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, recomendou aos países com boa situação fiscal que gastem mais. O que é isso? A crise está levando a uma revisão de posturas?

Declarações desse teor, no meu modo de ver, estão relacionadas a dois movimentos que estão convergindo neste momento. Leia o resto do artigo »

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DE MÃO BEIJADA

Postado em 2 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Publicado no Jornal do Commercio de 29/01/08)

Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia

Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia

Alan Greenspan, o ex-presidente do Banco Central Americano, afirmou em seu
recém lançado livro de memórias: “Entristece-me que seja politicamente
inconveniente reconhecer o que todos sabem, que a guerra no Iraque é,
sobretudo, por causa do petróleo”. Dessa forma, os EUA e seus aliados,
dentre eles a Inglaterra, objetivavam não só garantir o suprimento do
petróleo a partir daquele país, como tornar mais seguros os fornecimentos
da Arábia Saudita e de outros países árabes. Leia o resto do artigo »

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A FARRA DA TAPEAÇÃO

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Ao jornalista é exigida graduação em Comunicação Social, porém o cartel da mídia no Brasil parece não trabalhar para a sociedade, mas para o restrito grupo da Casa Grande. Num discretíssimo e minúsculo canto direito do roda-pé na capa de O Globo, lia-se ontem que o déficit nominal brasileiro atingiu o menor índice da história, fechando 2007 em 2,27% do PIB. Para 2008, a previsão é que caia para inacreditáveis (e desnecessários) 1,2%!

Porém, antes de se revoltar contra a má vontade d’O Globo, o leitor deve ponderar que os demais veículos fizeram pior: não deram destaque algum à notícia, que é de matar de inveja Alemanha, França, Estados Unidos e quase todos os países do mundo, emergentes ou não.

Outro fato que merecia destaque é a queda da relação dívida líquida total/PIB para 42,8%, percentual também reduzido se comparado ao resto do mundo. A prioridade, no entanto, continuou sendo o gasto corrente, que subiu (ligeiramente) acima do PIB (6,4%), mesmo tendo a arrecadação crescido duas vezes mais (13,78%).

O Globo pelo menos noticiou que o pregão eletrônico permitiu aos cofres públicos a economia de R$ 3,2 bilhões ano passado, notícia boa para eles, mas um valor evidentemente ridículo quando comparado aos R$ 159 bilhões (6,25% do PIB) torrados com juros no mesmo período.

Para a elite de nossos editores não bastou o Chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, admitir que “o crescimento ajudou a reduzir o déficit público”, determinando a produção de um superávit primário recorde, superior a R$ 100 bilhões, mesmo com a meta tendo sido rebaixada de 4,25% do PIB para 3,8%. A economia para pagar juros (3,98% do PIB) por sinal, já representa quase o dobro do déficit nominal!

Nenhum destaque também para o investimento público, ainda medíocre, mas 15,6% maior que em 2006.  Comentário algum sobre os vilões preferidos, benefícios previdenciários e folha de pagamento, cujas despesas subiram menos que o PIB, menos que a inflação e menos que a arrecadação: 2,3% e 0,8%, respectivamente.

Essa maneira de fazer “jornalismo” explica o bombardeio à nova diretoria do Ipea, cujo pecado é apenas mostrar que o rei rentista continua nu o ano inteiro, não apenas no carnaval.

Porém está cada vez mais difícil empurrar goela abaixo da Senzala a cantilena da gastança e dos marajás para impedir que qualquer governo governe. Restará, então, o culto ao medo da inflação como variável disponível para que os inimigos do Brasil e dos brasileiros continuem a defender o rentismo e a farra cambial. E não é uma ferramenta desprezível quando há itens, como os alimentos, cujos preços podem ser manipulados pelos oligopólios da distribuição.

Rogério Lessa Benemond: Jornalista do Monitor Mercantil, colaborador da revista Rumos do Desenvolvimento. Prêmio Corecon- RJ de jornalismo econômico 2006. Meus Artigos

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Ainda o Semi-árido, por Roberto Malvezzi

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Há uma nova concepção do semi-árido, antagônica ao velho discurso das oligarquias, que traduz o confronto mortal entre dois modelos. A nova concepção do semi-árido – que chamamos de convivência com o semi-árido -começa de seu rico potencial.

Uma das dificuldades maiores no debate sobre a transposição do rio São Francisco é deparar com pessoas que ainda tem uma velha e obsoleta visão do que seja o semi-árido brasileiro. Normalmente essas pessoas repetem argumentos da velha indústria da seca e consideram o semi-árido como uma “região feia, seca, inviável, cujo problema central é a falta de água”. As pessoas repetem a esmo essas afirmações, sem se darem conta que estão apenas repetindo o velho discurso das oligarquias nordestinas, que sempre construíram seu poder a partir da sede e da fome do povo. Por isso, muitos artigos publicados em defesa da transposição não tinham sequer o conhecimento básico sobre o semi-árido para um diálogo construtivo. Leia o resto do artigo »

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Reforçar as defesas externas

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Folha de S. Paulo  -  31/1/2008

Paulo Nogueira Batista Jr.

Seria prudente continuar o trabalho de reforço de nossas defesas externas e dos demais indicadores do país

A SEMANA aqui no Fundo Monetário está bastante pesada. Peço desculpas, leitor, por escrever o artigo de hoje às pressas.

Na quinta-feira da semana passada, discuti a gravidade da crise nos Estados Unidos. Leia o resto do artigo »

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O FMI está certo!

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

VALOR – 31/01/2008

Fernando J. Cardim de Carvalho é professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ). E-mail: fjccarvalho@uol.com.br

O gradual, mas inexorável, agravamento da crise financeira iniciada nos Estados Unidos no ano passado tem alimentado intenso debate a respeito das políticas de estabilização econômica que seriam apropriadas neste momento. Matérias diárias nos jornais opõem as virtudes da política fiscal às da política monetária, assumindo implicitamente que elas sejam instrumentos alternativos de combate à temida contração da economia. Leia o resto do artigo »

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O Monroe e o Garrincha

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

VALOR – 30/01/2008

José Luís Fiori é professor titular do Instituto de Economia da UFRJ e autor do livro “O Poder Global e a Nova Geopolítica das Nações” (Editora Boitempo, 2007). Escreve mensalmente às quartas-feiras.Em agosto de 1823, o ministro de relações exteriores da Inglaterra, George Canning, propôs ao embaixador americano em Londres, Richard Rush, uma declaração conjunta contra qualquer “intervenção externa” na América Latina. O presidente James Monroe, apoiado no seu secretário de Estado John Quincy Adams, declinou o convite inglês. Leia o resto do artigo »

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Tecnologia Investimentos em P&D dos países em desenvolvimento

Postado em 30 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Análise IEDI (29/01/2008)

Os países em desenvolvimento que não integram a OCDE têm ampliado sua participação nas atividades mundiais de P&D nos últimos anos. Embora o relatório recentemente publicado pela OCDE (Science, Technology and Industry Scoreboard) e objeto de uma resenha hoje divulgada na Carta IEDI, alerte sobre a heterogeneidade e possível superestimação nos dados desses países, a amostra de vinte países pesquisados equivalia, em 2005, a 21,4% do total conjunto dos gastos com P&D (em dólar corrente com paridade de poder de compra) da OCDE e das economias não-membros da OCDE, contra 17% em 2000.

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Fonte: www.iedi.org.br

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