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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

O Brasil pode ser o MAIOR EXPORTADOR MUNDIAL DE LEITE E DERIVADOS no futuro: Leite e derivados possuem um ELEVADO VALOR AGREGADO!

Postado em 10 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

O Brasil pode ser o maior exportador mundial de leite e derivados no futuro. Essa seria uma enorme oportunidade de gerar centenas de milhares de empregos no país e aumentar o valor agregado de nossa agricultura. Leite e derivados possuem um elevadíssimo valor agregado. Vejam o excelente artigo do economista Glauco Carvalho da Embrapa.

Glauco Carvalho

A produção mundial de leite de vaca foi de 549,7 milhões de toneladas em 2006. Entre 2000 e 2006 a produção cresceu 2% ao ano e houve alteração na oferta, com alguns produtores perdendo participação de mercado, sobretudo membros da União Européia. Por outro lado, tem ocorrido incremento da oferta nos Estados Unidos, Índia, Nova Zelândia, Brasil e especialmente a China. 

E como suportar a expansão da produção? Para os próximos anos espera-se crescimento na demanda por alimentos na esteira do crescimento populacional, melhorias de renda e urbanização. Estudo da OCDE-FAO indicou que em 2006 havia no mundo cerca de 6,53 bilhões de habitantes, sendo esperados 7,27 bilhões de habitantes para 2016. No caso da renda, o crescimento anual médio projetado entre 2007 e 2016 é de 3,05%, o que supera o crescimento verificado nos últimos dez anos, de 2,86% ao ano. As maiores taxas de crescimento da renda devem ocorrer nas regiões mais populosas, como África, Ásia, América Latina e Caribe. Além disso, sabe-se que os países de renda mais baixa apresentam consumo de proteína animal relativamente menor que os desenvolvidos, ou seja, o crescimento de renda deverá impulsionar o consumo de produtos de origem animal nos países em desenvolvimento, justamente os mais populosos.
          Um exemplo desse movimento refere-se ao caso da China. Em 2000 o consumo per capita de grãos naquele país era de 82 kg, recuando para 77 kg em 2005. Por outro lado, o consumo de carne suína passou de 16,7 kg para 20,2 kg. O de carne bovina de 3,3 kg para 3,7 kg. No caso do leite, o consumo per capita saltou de 9,9 kg para 17,9 kg no mesmo período. 
          E quem tem possibilidade de expandir a oferta? Ao nível atual de preços internacionais, vários países. No entanto, no patamar histórico de preços o Brasil certamente é um importante player.

O Brasil possui vantagens competitivas na disponibilidade de terras para expansão da agricultura e pastagens, baixo custo de suplementação do rebanho e possibilidade de incorporação de tecnologias para incremento da produtividade. Por isso, o mundo olha para o Brasil agro e muitos investidores estão migrando para as terras tupiniquins. Todavia, apesar da disponibilidade de terras para se arar futuramente exige-se grandes investimentos em infra-estrutura, melhorias na regulação, fortalecimento da pesquisa e extensão rural, cuidados com aspectos sócio-ambientais entre outros desafios.

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A “CENSURA-PRÉVIA” DO CARRO ALEGÓRICO SOBRE O HOLOCAUSTO FOI UM DESRESPEITO E UMA OFENSA

Postado em 10 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Coloco abaixo um post de Lígia Frias do blog A Lanterna de Psique. E comento abaixo.

É DE ARREPIAR! – COMENTÁRIOS AO TEXTO ” O LADO NEGRO DA FORÇA – SARAVÁ E MAZEL TOV ” DE SÉRGIO BESSERMAN

Caro Sérgio, concordo com você: não foi censura. Estamos em uma democracia e o que ocorreu foi o acolhimento, pela justiça, de um pedido em que se alegou “vilipêndio ao sentimento religioso”. Respeito. Ação é realmente um direito abstrato e incondicionado.
O que entristece é constatar que a democracia no Brasil é da minoria, não da maioria. Serve aos que tem força política e $. Neste contexto, a discussão sobre a proteção ao direito das minorias fica comprometida.
No Brasil, são os milhares de descendentes de negros caçados por portugueses na África, separados de suas famílias e trazidos para as senzalas do Brasil (tão bárbaras qto os campos de concentração) os excluídos. Talvez, até, eles tenham passe-livre em alegorias e alas carnavalescas por encontrar no evento a sua maior possibilidade de expressão – é onde podem protestar pelo tratamento indigo e por sua exploração. A minoria dominadora, no entanto – com embasamento histórico, claro – associa o evento à balbúrdia e o protesto perde a força. Conveniente… Leia o resto do artigo »

Postado em CULTURA, Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira | 3 Comentários »

PELA VOLTA DO “ANTIQUADO”

Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Bruno Galvão

Infelizmente, no Brasil hoje, é “antiquado” defender que políticas fiscais e monetárias expansionistas resultam em crescimento acelerado. A moda no Brasil é defender superávit público e políticas monetárias e fiscais “responsáveis”. Políticas que em outros tempos eram chamadas de recessivas ou restritivas. A dicotomia  expansionista X restritiva  é considerada hoje fora de moda. A dicotomia moderna é: “irresponsável” X “responsável”.

É triste ver que a crítica econômica hoje se concentra em regulação financeira. O debate econômico praticamente se restringe à preocupação de impedir crises financeiras. Mas, deve-se perguntar: a quem isso interessa? Eu, particularmente, não estou preocupado se os bancos americanos estão tendo prejuízo ou não. Como 99,9999% dos brasileiros, não tenho ações de banco americano ou europeu. Com quase US$ 200 bilhões de reservas, essa crise dos bancos americanos só vão afetar os brasileiros porque o Meirelles sempre está procurando justificativas para o aumento da taxa de juros. E até surgir essa crise estava difícil de achar motivos para o BC não abaixar os juros. Por favor, pelo menos nós progressistas, não vamos ter medo de sermos “antiquados”, ou seja, precisamos voltar a discutir política monetária e fiscal usando o úteis conceitos: expansionista e restritivo.

Pelo menos nisso, poderíamos imitar os EUA. Lá não há dúvidas, se a economia está em risco de entrar em crise, democratas e republicanos são unânimes: os juros têm que baixar e os gastos do governo subir. No Brasil é o contrário!! Logo que aparece uma crise já vem o BC e a imprensa pedir corte de gasto e aumento dos juros.

Não superestimemos a questão da regulação financeira. A taxa de câmbio mostra que no atual cenário apostar em fugas de capital é uma loucura. Eventualmente, se a diretriz da política econômica mudar, poderá haver alguma necessidade de regulação financeira.

Porém, a questão principal agora é ganhar o debate sobre a funcionalidade da políticas monetárias e fiscais. A despeito dessas considerações, o Nassif traz um bom texto sobre regulação financeira hoje (clique aqui). Apesar da crise americana trazer problemas, eu prefiro muito mais estar na situação dos EUA. Leia o resto do artigo »

Postado em Bruno Galvão, Desenvolvimento, Pleno Emprego, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social | 2 Comentários »

Cooperação regional pelo desenvolvimento (UNCTAD)

Postado em 6 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

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Encontra-se disponível no site da UNCTAD o Trade and Development Report 2007: http://www.unctad.org/. Sob o tema ‘cooperação regional pelo desenvolvimento’, o TDR 2007 traz interessantes reflexões sobre os distintos processos de integração econômica vividos no mundo.

Diversas experiências são analisadas. O enfoque economicista é ultrapassado em prol de uma abordagem interdisciplinar, pois as próprias complexidades dos fenômenos assim o exigem. Não existem caminhos únicos e receitas universais. O experimentalismo precisa ser exercitado regionalmente em termos de inovações. Certamente as experiências institucionais exitosas oferecem ricos subsídios. Organizações mediadoras de conflitos e coordenadoras de ações desenvolvimentistas são cruciais. A relação de cooperação pelo desenvolvimento entre Estado e agentes privados precisa ser repensada.

No momento atual de grandes indefinições na América do Sul a democratização desse debate se faz um passo importante para que o Brasil priorize ações e projetos de desenvolvimento nacional.

Em síntese, não se deve contar apenas com o livre fluxo de capitais para que padrões de renda sejam elevados eqüitativamente no mundo, pois a lógica intrínseca do capital é a da concentração. Livre de restrições, o capital tende a fluir dos mais pobres para os mais ricos, sendo consumido ao invés de investido em projetos produtivos.

Com taxas de ocupação da força de trabalho variando entre 50% e 60%, um indicador que mede o número de pessoas ocupadas sobre a população com idade para trabalhar, a América Latina enfrenta sérios desafios no século XXI. O mero retorno às vantagens comparativas estáticas não se mostra capaz de superar os grandes desafios presentes. Sua crônica tendência inflacionária e a estrutural subutilização dos fatores de produção são produtos históricos do padrão tradicionalista de inserção no sistema econômico internacional.

O ajuste estrutural, por sua vez, que buscou na combinação vantagem comparativa estática e demanda externa não se revela capaz de equacionar os graves problemas socioeconômicos regionais. Os debates democráticos e social-desenvolvimentistas estão abertos.

Postado em Desenvolvimento, Internacional | 1 Comentário »

”O problema não é só a elite”

Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

ISTO É – 01.02.08

Entrevista JOÃO FRAGOSO

Professor da UFRJ diz que escravos também foram responsáveis pela escravidão e que o marxismo prejudicou o estudo dos ricos

Por FRANCISCO ALVES FILHO

Apesar da personalidade tímida e do jeito afável, o historiador carioca João Fragoso, 49 anos, não tem medo de enfrentar grandes polêmicas. Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ele tem causado controvérsia por classificar como superadas muitas das idéias de ninguém menos do que Karl Marx. Mesmo formado no marxismo, corrente majoritária no ensino de história na década de 70, ele entende que vários postulados do intelectual alemão se esgotaram. “Não há mais cabimento considerar que somos apenas robôs inseridos em grandes estruturas, como o capitalismo ou o feudalismo”, critica Fragoso. “Por trás dessa alegoria há pessoas com alma e vontade própria.” Sua posição lhe rende vários ataques, vindos principalmente de seus colegas da Universidade de São Paulo (USP), onde o marxismo é tido como parâmetro fundamental para entender a sociedade.

Outro vespeiro é seu tema preferencial de estudos: a elite brasileira no período colonial. “Descobri que havia muitas pesquisas sobre escravos e operários, mas quase nada sobre as elites”, explica. O historiador carioca escreveu sete livros e seu artigo Fidalgos e parentes de pretos está incluído no livro Conquistadores & negociantes, recém-lançado pela editora Civilização Brasileira. Sua linha de pesquisa leva a conclusões que dão combustível para discussões acaloradas. Ele contesta, por exemplo, que as elites brasileiras sejam o grande vilão das mazelas sociais do Brasil. “Nós e a elite somos cúmplices de nossa história”, corrige. Nessa linha de raciocínio, é capaz de afirmações explosivas, como uma das que soltou na entrevista à ISTOÉ: “O escravo também foi responsável pela escravidão.” Ele não liga para uma possível reação de acadêmicos. “O debate é saudável e a academia é o melhor lugar para isso.”

ISTOÉ – O marxismo deixou de ser um instrumento para entender a história? Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Social | 3 Comentários »

MEIRELLES, PARE DE NOS ENGANAR! Até o FMI está dizendo que você está errado: ” Em defesa de um estímulo fiscal “

Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Folha de S. Paulo – 1/2/2008

Em defesa de um estímulo fiscal

DOMINIQUE STRAUSS-KAHN – diretor-gerente do FMI

Só cortar juros pode não ser suficiente; é preciso um estímulo fiscal para elevar a demanda

HÁ UMA desaceleração econômica mundial em curso: problemas no mercado de imóveis norte-americano, desgaste no sistema financeiro europeu e dos EUA, e já há um início de desaceleração do crescimento das demais regiões. É evidente que, da perspectiva do FMI, as considerações de médio prazo têm importância crucial. Mesmo assim, isso não impede o emprego de políticas efetivas que contrariem o ciclo econômico. Leia o resto do artigo »

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Por que as tarifas foram para os céus?

Postado em 4 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos

Eduardo Kaplan Barbosa

José Francisco Sanches da Silva

Ronaldo da Silva de Abreu   Versão para impressão

“É estranho o Brasil ter uma tarifa elétrica tão cara sabendo-se que a energia brasileira vem primordialmente a partir da água, que é renovável e gratuita. Como, então, conseguimos ter uma tarifa tão próxima a de países que são dependentes de um petróleo cada vez mais caro e que praticamente não têm rios para a produção de energia?” Técnico do setor

O PROBLEMA 

Acabou a era da hipocrisia. O “rei está nu”. A organização do sistema elétrico implantada em 2004 não foi e nunca será capaz de resolver problemas fundamentais decorrentes da privatização realizada no governo FHC. Simplesmente porque não enfrentou os grandes problemas do modelo que ficaram evidentes no Apagão de 2001. Faltou ao governo enfrentar os grandes interesses envolvidos. Nesta recente organização, o interesse público entrou pela janela, pediu para sentar no cantinho e, tímido, pouco levantou o dedinho para fazer sugestões. Houve diversas melhorias em relação ao modelo do governo anterior que havia levado o país ao apagão. Mas ainda deixa muito da desejar. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Eduardo Kaplan, Energia, Gustavo Santos, Haverá outro APAGÃO?, Propostas | Sem Comentários »

MUDANÇAS NAS POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ? União reduz juro cobrado por fundos constitucionais

Postado em 4 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

VALOR – 01/02/2008

Mônica Izaguirre

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva baixou ontem um decreto reduzindo os juros dos empréstimos concedidos pelos bancos públicos com recursos dos fundos constitucionais de financiamento. As novas taxas, que variam de 5% a 10% ao ano, são retroativas ao início de janeiro de 2008 e se aplicam inclusive à correção de dívidas referentes a contratos firmados antes dessa data. Pelo decreto anterior, editado em outubro de 2006 para vigorar em 2007, o custo ao tomador final, que varia conforme o porte e a atividade econômica exercida, ia de 5% a 11,5% ao ano. Leia o resto do artigo »

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