Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Paulo Metri *
Sergio Ferolla *
Jornal do Commercio, 19/02/08
A maior parte do lucro obtido pela exploração econômica dos recursos naturais de um país deve ser usufruída por sua sociedade. Tal conceito merece especial atenção em decorrência da descoberta de reserva na região do pré-sal, batizada de campo Tupi, com cinco a oito bilhões de barris de petróleo, representando riqueza imensa. Além disso, todo o pré-sal mostra-se extremamente promissor, podendo conter até 60 bilhões de barris. Leia o resto do artigo »
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Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O Presidente Fidel Castro anunciou nesta terça-feira que não concorrerá novamente ao cargo de Presidente do Conselho de Estado cubano. A decisão abre caminho para a eleição de Raúl Castro. A questão que se coloca é a do que esperar desta nova Cuba. Haverá uma transição para o capitalismo? Haverá flexibilização em relação às liberdades individuais?
Em primeiro lugar, devemos ressaltar os aspectos positivos e negativos do socialismo à cubana. A Revolução Cubana certamente foi responsável por um aumento significativo no nível de dignidade do povo cubano. O socialismo caribenho reduziu o analfabetismo a níveis próximos de zero, criou uma rede de proteção social com um nível muito superior ao dos países latino-americanos e promoveu uma considerável distribuição de renda.
Talvez o maior erro do socialismo cubano, do ponto de vista econômico, tenha sido não enfrentar a questão do subdesenvolvimento a fundo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Roberto Pereira d’Araujo *
A chuva desse verão meio “Al Gore” parece que afastou momentaneamente a ameaça de um novo racionamento de energia. Entretanto, o “momentaneamente” deve ser enfatizado, pois não se pode confundir alívio conjuntural com carência estrutural. Como já salientei em outros artigos, o desequilíbrio está evidente no PLANO ANUAL DA OPERAÇÃO ENERGÉTICA – PEN 2007 RELATÓRIO EXECUTIVO que pode ser obtido no site do ONS por qualquer interessado.
Lá, na página 21, os custos marginais médios anuais para o período 2008 – 2011 são respectivamente R$ 213,76/MWh – R$ 235,72/MWh – R$ 194,00/MWh – R$ 225,69/MWh. Para um cenário da economia um pouco mais aquecido, esses custos ainda sobem mais 20%. Esses valores são “médios” porque são calculados para uma grande quantidade de cenários hidrológicos, onde se encontram cenários bons e ruins. Assim se evita uma avaliação conjuntural dependente da meteorologia de momento.
Ora, basta dar uma olhada nos resultados dos últimos leilões realizados para construção de novas usinas para perceber que, a grosso modo, o preço de nova energia é aproximadamente R$ 130/MWh. Portanto, se, na ocorrência de diversos cenários hidrológicos, o custo marginal de operação supera em muito o custo de expansão, o sistema “pede” uma nova usina. Afinal esse custo marginal não é o que traduz a necessidade de se ligar usinas térmicas preservando a reserva de água? Não é esse número que, através de uma complicadíssima fórmula se determina a energia “assegurada” das usinas? Não é esse número que determina o PLD (Preço de Liquidação de Diferenças) no mercado atacadista? Em suma, se esse número é alto o custo de consumo em combustíveis não é maior? Parece que não há como contestar esse fato e, deste modo, o sistema está em desequilíbrio estrutural.
Mas, estamos no Brasil e, aqui, a lógica não é “Aristotélica”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Delfim Neto
VALOR – 19/02/2008
Em meados de 1961, o general Chung Hee Park assumiu o controle da junta militar coreana que havia deposto o governo eleito. Em seguida elegeu-se três vezes (1963, 1967 e 1971). Acabou assassinado num golpe de Estado em 1979. O regime político na Coréia do Sul continuou fechado até 1988, quando se instalou a “Sexta República” como uma democracia multipartidária. No Brasil, entre 1970/72, a economia crescia à taxa de 11,2%, a inflação havia caído de 19,3% para 15,7% e as exportações cresciam à taxa anual de 20,7%. O vetor portador do crescimento tinha três componentes: 1) um vigoroso mercado interno; 2) um obsessivo programa industrial-exportador; e 3) um forte suporte creditício e tecnológico ao setor agrícola. A base macroeconômica dessa política foi a ampla reforma feita na organização nacional entre 1964/67.
Em 1972, um amigo, em cujo depoimento confio absolutamente, teve uma longa conversa com o general Park, recém-reeleito. Este conhecia a experiência brasileira e a considerava pouco ambiciosa. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Monitor Mercantil de 18/02/08
Paulo Metri *
A flexibilização da linguagem caminhou junto com a flexibilização da moral e do caráter. Quando alguém quer fazer algo errado e amoral, nesse pouquíssimo admirável mundo novo, utiliza a flexibilização semântica para transfigurar o seu ato danoso. Por exemplo, neoliberais queriam acabar o monopólio estatal do petróleo, mas não podiam dizer isso abertamente, pois se tinha medo que a fala honesta trouxesse rejeições, em virtude do povo gostar do monopólio. Assim, a emenda constitucional no 9 e o projeto de lei do petróleo (hoje, lei 9478) foram aprovados, dizendo-se que flexibilizariam o monopólio, quando, na verdade, o acabavam.
Como não existe mulher meio grávida e não existe mais purgatório, só céu e inferno, não existe monopólio flexibilizado. Mas, o ministro Eros Grau, utilizando o “juridiquês” que o permite justificar qualquer coisa para os comuns, criou um raciocínio gongórico para dizer, salvo engano, até porque o “juridiquês” era muito violento, que existe um monopólio de atividades e outro dos produtos e, no caso do petróleo, a União detém o primeiro, podendo exercê-lo utilizando a contratação de empresas, mas o segundo não seria detido pela União. Mas, os professores de economia, que não têm a mesma flexibilidade, precisam explicar como, no Brasil, as atividades do setor do petróleo compõem um monopólio da União e, hoje, a Shell e a Petrobrás produzem e vedem petróleo brasileiro e, brevemente, teremos outras empresas fazendo o mesmo. Leia o resto do artigo »
Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Energia, Paulo Metri | 2 Comentários »
Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Blog do Zé Dirceu
A transposição das águas do São Francisco para o Nordeste Setentrional volta a ser manchete e a ocupar as primeiras páginas dos jornais, hoje, em função de debate promovido pelo Senado. O encontro contrapôs, de um lado, a favor, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) – ministro da Integração Nacional quando o atual projeto começou a ser viabilizado; do outro, contra, um grupo de artistas e o bispo de Barra (BA), dom Luiz Cappio.
Acho lamentável que a mídia explore, hoje, apenas a veemência verbal do deputado e o lado emocional dos artistas e do bispo. Teria sido importante abordar, em todos os seus detalhes, a história do projeto e os dados técnicos e sociais que justificam a realização da obra.
Na penúltima semana de dezembro, publiquei neste blog, entrevista (clique para ler) que fiz com Ciro Gomes, da qual utilizo hoje para a melhor compreensão do leitor sobre esta transposição. Leia o resto do artigo »
Postado em Desenvolvimento, Política Brasileira, Política Social, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | 3 Comentários »
Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Em um artigo de dezembro passado escrevemos um artigo dizendo que o Brasil é o país que pode fazer a diferença para tirar o planeta de inércia e colocar em prática políticas efetivas de combate ao efeito estufa (clique aqui para ler).
Agora é a vez do Banco Mundial colocar o Brasil nesta posição…
O BRASIL É PARTE DA SOLUÇÃO
Por Pamela Cox
vice-presidente do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
FOLHA DE SÃO PAULO – 18.02.08
Da Reportagem Local
Na virada do mês, a Marcopolo lançou, em parceria com a Tata Motors, o primeiro ônibus criado especialmente para o mercado indiano. É no país asiático que inaugurou sua mais recente fábrica e onde deverá abrir, em 2009, a maior unidade do setor no mundo. Serão 5.000 funcionários, produzindo 25 mil ônibus ao ano.
Em 2008, a empresa também pretende inaugurar outra fábrica na Rússia. Rubens de la Rosa, presidente da Marcopolo, diz que a empresa entrou numa segunda fase de internacionalização, a qual foi levada graças à valorização cambial. Leia o resto do artigo »
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