Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2008
Blog do Chicão
Ontem domingo, gastei uma parte do meu tempo para fazer algo diferente. Fui no site do ministério da educação atrás dos dados que embasaram a reportagem “Evasão escolar cresce entre beneficiados do Bolsa-Família”.
Foi fácil achar os dados. Estão em indicadores demográficos e educacionais.
Fiquei mais estarrecido ainda com a capacidade do jornal de manipular informações obviamente limitadas e as politizarem.
Veja o que diz o texto:
“revela que nos 200 municípios onde há mais famílias dependentes do Bolsa-Família a evasão escolar, contando os abandonos da 1ª a 8ª séries, cresceu entre 2002 e 2005. Em alguns casos, o número de crianças que deixam a escola mais do que dobrou”.
Observem como funciona a pilantragem Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2008
Por Márcia Pinheiro
Fonte: Carta Capital, n. 486
Paulo Nogueira Batista Jr. é representante do Brasil e de mais oito países latino-americanos e caribenhos no Fundo Monetário Internacional (FMI). Considerado um desenvolvimentista, ele defende maior regulação e supervisão do sistema financeiro, como reação à crise nos Estados Unidos. Critica a atuação das agências de classificação de riscos, que fecharam os olhos para os bônus podres, e o sistema no qual os executivos das instituições financeiras não são punidos, quando vão além dos limites prudenciais. Nos países em desenvolvimento, aconselha controles de capitais e taxação de fluxos especulativos. Admite que o Brasil hoje está mais forte para enfrentar reveses, mas alerta para os possíveis efeitos perversos sobre o balanço de pagamentos. A seguir, os principais trechos da entrevista que concedeu à CartaCapital.
CartaCapital: A crise do subprime acabou por precipitar uma discussão sobre a necessidade de regulação do sistema financeiro. Isso é apenas uma reação temporária ou o senhor acredita em avanços? Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2008
Bruno Galvão *
As importações do Brasil vem crescendo a um ritmo de mais de 50% ao ano. Esse é um caso raríssimo na história mundial: um país que cresce apenas 5% ao ano e as importações crescem a mais de 50% ao ano. Desde 2004, as importações brasileiras cresceram significativamente mais do que da China. Apesar, do crescimento medíocre da economia brasileira (em 2005, dos países da América Latina, o Brasil só cresceu mais do que o Haiti, e em 2006, o Brasil também cresceu muito pouco).
Como o Luis Nassif disse:
“A proposta dos Bancos Centrais, de articulação contra a crise, lembra a parceria proposta pela galinha à vaca, de montarem um bife a cavalo: a galinha entrando com o ovo e a vaca com a carne.O Brasil está sendo muito bem visto na reunião porque tem aumentado suas importações e reduzido suas exportações. Segundo autoridades internacionais, será fundamental para ajudar os Estados Unidos a equilibrar suas contas.Na hora em que o déficit se aprofundar mais, seremos taxados internacionalmente como irresponsáveis.”
Os EUA e a China poderiam dizer: “Obrigado, otário”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2008
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo (restrito a assinantes), 09/03/2008
Projeções do mercado indicam que recursos cresceram 13% no ano passado e deve manter ritmo em 2008
Por Nilson Brandão Junior
Os investimentos no Brasil deverão crescer três anos seguidos com marcas de dois dígitos pela primeira vez na série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 1997. Projeções de mercado indicam que os investimentos se expandiram perto dos 13% no ano passado e avançarão 10% este ano, mesma taxa de 2006.
O forte avanço dos investimentos será um dos principais destaques da divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, na quarta-feira, junto com o desempenho do consumo das famílias. No mercado, as estimativas apontam para um crescimento do PIB entre 5% e 5,5%. As projeções de avanço dos investimentos oscilam entre 12% e 13%. “As indicações são de que houve aceleração dos investimentos na segunda metade do ano passado. O padrão de crescimento mudou”, afirma o economista-chefe do ABN Amro para a América Latina, Alexandre Schwartsman. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2008
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo (restrito a assinantes), 09/03/2008
Economista do Bradesco também destaca o aumento no número de empresas que decidiu investir: 155
Por Marcelo Rehder
As empresas aceleraram o anúncio de novos investimentos, de olho na manutenção do crescimento da economia. No primeiro bimestre deste ano, os investimentos anunciados em todo o País totalizam R$ 89,8 bilhões. O valor é 46% superior aos R$ 61,4 bilhões de igual período de 2007.
Os números fazem parte da pesquisa Informe Semanal de Investimentos Anunciados, realizada pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, e contabilizam o total dos anúncios feitos por empresas de origem nacional e estrangeira, além de estatais. Ao longo de 2007, os investimentos noticiados somaram R$ 720,8 bilhões, o que representou aumento de 14% em relação aos R$ 631 bilhões de 2006. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2008
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo (restrito a assinantes), 09/03/2008
Estudos foram coordenados por Luciano Coutinho ainda no governo anterior
Por Fernando Dantas
O governo vai lançar em breve uma nova política industrial, com metas que serão monitoradas por um sistema informatizado, compartilhado pelo governo e pelo setor privado. As metas abrangerão não apenas indicadores mais gerais, como taxa de investimentos, participação do Brasil no comércio mundial e porcentual do Produto Interno Bruto (PIB) aplicado em pesquisa, mas também serão fixadas para cadeias produtivas, complexos industriais e setores da economia. O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, é um dos principais articuladores, dentro do governo, da nova política industrial.
Segundo uma fonte de Brasília, que não está no governo, mas tem ligações com a equipe econômica, a nova política industrial tem algumas de suas raízes numa série de estudos sobre cadeias produtivas coordenados por Coutinho, por encomenda do Ministério do Desenvolvimento, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2008
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo, 09/03/2008
Por Irany Tereza
A liberação de empréstimos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevista para este ano é tão grande – R$ 80 bilhões, um recorde – que o banco terá de “fazer dinheiro” para cumprir o orçamento. Nos cálculos do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, faltam ainda entre R$ 10 bilhões e R$ 12 bilhões. Nada que tire o sono, garante. O banco tem também um arsenal de participações acionárias em carteira que pode ser transformado em recursos adicionais, entre outras alternativas de captação.
Em 2008, o banco de fomento injetará na economia 2,5 vezes o valor desembolsado no primeiro ano de Lula no governo. E pode mesmo superar a previsão. Coutinho acha cedo para rever projeções, mas revela que os projetos já aprovados, ou seja, na fila para a efetivação do financiamento, somam perto de R$ 100 bilhões. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2008
CONFIANÇA: “Há uma percepção de que o governo do presidente Lula é responsável do ponto de vista fiscal”
EX-CRÍTICO: “Eu reputo o trabalho do BC de manter as expectativas de inflação sob controle como essencial”
PRIORIDADES: “Políticas (industriais) só setoriais ou só gerais, sistêmicas, são coisas que não funcionam bem”
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo (restrito a assinantes), 09/03/2008
Por Irany Tereza
Um ano antes de assumir a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em maio do ano passado, o economista Luciano Coutinho, dono da bem-sucedida consultoria LCA, da qual se licenciou para assumir o cargo, chegou a criticar a política monetária do governo. Declarou que o crescimento estava sendo travado pela manutenção dos juros altos pelo Banco Central. Hoje é mais comedido, mas não chega a declarar apoio. Diz apenas que esta não é a sua área. Evitando comentar as questões que envolvem os negócios conduzidos pelo banco – como a reestruturação da Infraero e a fusão da operadoras de telefonia Oi e BrT -, Coutinho falou ao Estado na noite de quinta-feira. Disse que o banco está assumindo o papel de agentes privados na concessão de crédito de longo prazo e defendeu uma linha mais “estruturante” para a instituição. Leia o resto do artigo »
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