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Blog do Desemprego Zero

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Carta IEDI n. 303 – Os Resultados do PIB e a Dimensão Tecnológica do Crescimento Industrial

Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2008

A Carta IEDI aborda dois assuntos referentes ao bom desempenho global da economia em 2007. As principais características da evolução do PIB, que alcançou 5,4%, é o primeiro deles. O segundo analisa o resultado da produção industrial brasileira, que alcançou 6% no ano passado, do ponto de vista da intensidade tecnológica.

Dois sérios problemas revelados pelos resultados do PIB devem merecer estudos e atenção:

(1) A contribuição negativa do comércio exterior de bens e serviços para o crescimento, que em 2007 chegou a 1,5 pontos percentuais. A valorização cambial, é claro, está na base de explicação desse resultado. Analistas não atribuem problema a esse resultado negativo de curto prazo, alegando que o mercado interno serve de compensação. Isso de fato ocorreu em 2007, podendo se repetir em 2008, mas leva a uma sobreutilização do mercado interno, requerendo um crescimento do consumo e do crédito tão acentuados que pode esbarrar em limites. Em uma hipótese ainda não vislumbrada, mas sempre possível, de menor dinamismo do mercado interno, o Brasil sentirá falta de políticas voltadas para assegurar um balanceamento maior entre fonte externa e interna de crescimento.

(2) Como outra conseqüência do câmbio valorizado, pode estar ocorrendo um empobrecimento das cadeias industriais de produção em um silencioso processo que a alta performance do crescimento da produção, mormente na indústria, parece não confirmar. Para pensar e aprofundar: segundo a pesquisa de produção industrial, a indústria de transformação acusou aumento real de 6% em 2007, mas, segundo os dados do PIB, foi menor o crescimento real do valor adicionado da indústria, 4,9%. Cresce a produção, porém com menor agregação de valor.

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Mais detalhes em: IEDI

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Balanço do desempenho portuário – Brasil 2007 – uma primeira abordagem

Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado no site Webtranspo

Por José Augusto Valente*

Há um discurso fácil, com grande respaldo na grande imprensa, que diz o seguinte: “os portos públicos são ineficientes e só há uma solução, privatização ampla, geral e irrestrita, com a ruptura do atual marco regulatório”. Esse discurso não tem recebido a contraposição adequada, e pode levar a uma eventual situação de cristalização dessa idéia-força, com conseqüências perniciosas para o desenvolvimento econômico brasileiro.

O diagnóstico contido nesse discurso, entretanto, não tem a menor fundamentação na vida real, conforme mostraremos a seguir. Na minha opinião, o discurso aceitável seria: “os portos públicos podem ser mais eficientes, em que pese o atendimento do crescimento acelerado e inimaginável (até três anos atrás) da movimentação de cargas nos dois sentidos, importação e exportação”.

Entretanto, a partir desse segundo diagnóstico não caberia a proposta de alteração do atual marco regulatório, permitindo a privatização ampla, geral e irrestrita. A continuação natural seria: “por isso temos que fortalecer os portos públicos, com mais recursos e com a estabilidade do atual marco regulatório, para que os agentes públicos e privados aumentem e acelerem os seus investimentos, levando a que esses portos sejam ainda mais eficientes”. Leia o resto do artigo »

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Entrevista com Antônio Delfim Netto

Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicada originalmente na Revista Desafios do Desenvolvimento, na Edição 39, janeiro/2008

Por Jorge Luiz de Souza

Governo faz discurso, quem faz o desenvolvimento é o empresário, o espírito animal do empresário. Foi isso que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acordou. Estava dormindo. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) teve esse mérito. O PAC na verdade pôs na mesa de volta o problema do crescimento.”

Desafios – O que o aproxima do atual governo?

Delfim – Eu admiro a política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Lula teve uma intuição correta quando deu ênfase para melhorar a igualdade de oportunidade no Brasil.Para o mercado funcionar, ele tem que ter um mínimo de moralidade. E a moralidade no mercado vem da igualdade de oportunidade. É como uma corrida, e para que as coisas funcionem é preciso que todo mundo parta mais ou menos do mesmo ponto.Talvez seja o papel fundamental do Estado: igualizar as oportunidades. O governo Lula é a intuição do Lula. Só isso. Na verdade, é o único sujeito no Brasil que quando fala em pobre está falando seriamente. Todos nós somos cínicos…

Desafios – O senhor faz críticas à política econômica?

Delfim – A economia é uma ciência moral e está longe de ser uma ciência exata. Ser constituída de escolas já mostra que existem múltiplas visões no mundo. Uns crêem que o mercado seja capaz de produzir por si mesmo o equilíbrio, e outras, como é o meu caso – nem sei o que eu sou, certamente eu diria que talvez seja um keynesiano de pé quebrado. O certo é que o funcionamento da economia depende de um Estado. O mercado exige algumas coisas importantes, a primeira delas é a propriedade privada. Ora, quem garante a propriedade privada? É o Estado. Quando eu vejo um sujeito dizer que “nunca houve uma interferência do Estado nos programas de industrialização bem-sucedidos do mundo”, acho isto uma tolice monumental, de uma ignorância histórica gigantesca. Nunca houve nenhum processo de desenvolvimento no mundo em que o Estado não estivesse atrás, até hoje. Só que de vez em quando está bem escondido. Leia o resto do artigo »

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Movimentação de contêineres nos portos públicos brasileiros

Postado em 14 dEurope/London março dEurope/London 2008

José Augusto Valente * do Logística e Transportes

O Blog Logística e Transportes está na luta pelo fortalecimento do porto público brasileiro.

Consideramos fazer parte dessa luta mostrar os números das movimentações de cargas, que desmentem um discurso corrente de que esses portos são ineficientes e obsoletos.

Se fossem ineficientes e obsoletos, não realizariam a proeza mostrada no quadro ao lado, extraído do site da ABRATEC – Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público.

Constatem o crescimento da movimentação de contêineres, no período 2003 – 2007, passando de 2.765.026 para 4.399.073 (+ 59%).

Vejam que o segundo porto em movimentação de contêineres é o de Itajaí (SC), administrado pela Prefeitura de Itajaí, por delegação da União.

Clique na imagem para ampliá-la e ver a evolução de cada porto, com mais precisão. Leia o resto do artigo »

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O pré-sal e o enigmático futuro brasileiro

Postado em 14 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: Valor Online (restrito a assinantes), em 12/03/2008

Por Carlos Lessa*

Toda profissão tem cacoetes lingüísticos. O geólogo brasileiro denomina os campos submarinos de petróleo existentes abaixo de um enorme e espesso lençol de sal de pré-sal. O geólogo ordena o mundo de baixo para cima. O sal dificulta e encarece a extração, porém preserva um óleo leve e de ótima qualidade.

Fortes evidências levam a crer que há 130 milhões de anos começou o desquite entre África e América do Sul. No meio, surgiu um lago que, crescendo, dá origem ao Atlântico Sul. O material orgânico foi sepultado debaixo do sal; posteriormente, outros elementos se depositaram. A combinação de temperatura e pressão converteu a matéria orgânica em petróleo. Movimentos tectônicos deslocaram o sal; parte do petróleo migrou para cima das “janelas” de sal. A Petrobras localizou campos submarinos nestas janelas: Namorado, Marlin, Roncador e toda uma peixaria permitiram a auto-suficiência deste combustível. O óleo dessas jazidas não é o melhor – é pesado – porém é nosso; está em nossa fronteira marítima, pertence à Petrobras, e o Brasil é líder em tecnologia e ambições em águas profundas.

A Petrobrás foi em frente. Perfurou ao longo do mar, desde Espírito Santo até a Bacia de Santos, em busca do pré-sal. Tudo leva a crer que existam campos no mar em uma área de até 800 quilômetros de extensão por 200 quilômetros de largura. As estimativas oscilam entre 30 e 50 bilhões de barris no pré-sal – não é um delírio nacional, esta é a avaliação do Credit Suisse. Hoje temos 14 bilhões de barris provados. Com Tupi, Carioca, Júpiter e seus “compadres”, chegaríamos às reservas atuais da Rússia e da Venezuela. Leia o resto do artigo »

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Seminário Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás Brasileiros

Postado em 14 dEurope/London março dEurope/London 2008

Enviado por Valéria Amorim

Segue abaixo convocatória de mais um importante seminário…

No próximo dia 15 de março, de 9h às 19h, na Associação Brasileira de Imprensa – ABI (Rua Araújo Porto Alegre, 71, Centro do Rio de Janeiro – RJ, próximo da Biblioteca Nacional), será realizado o Seminário Nacional contra a Privatização do Petróleo e Gás Brasileiros.

O objetivo do Seminário é socializar as informações sobre o crime que representa a entrega das riquezas naturais. E construir um Fórum Nacional Contra a Privatização do Petróleo e Gás, que conte com a participação das entidades que defendem a soberania.

Impedir a realização dos leilões das áreas promissoras de petróleo e gás é fundamental para a construção de uma sociedade justa e igualitária. Por isso, a participação de todos os brasileiros, grupos, movimentos sociais e entidades de classe que defendam a soberania.

Na parte da manhã, acontecerá um debate com a participação de representantes de entidades governamentais, que irão apresentar seus argumentos em relação aos leilões, e movimentos sociais, intelectuais e trabalhadores contrários a esse processo de privatização. Concluída a exposição inicial de cada debatedor, o público poderá fazer perguntas e considerações. João Pedro Stédile, membro da Coordenação Nacional do MST e da Via Campesina Brasil, e Fernando Siqueira, diretor da Associação de Engenheiros da Petrobrás – AEPET, já confirmaram presença.

A partir das 14h, será a Plenária de Trabalho que tratará especificamente da organização do Fórum Contra Privatização do Petróleo e Gás Brasileiros. Essa parte da tarde terá três sub-tópicos: 1) Definição do caráter do Fórum e sua organização; 2) Estabelecer as ações do movimento no campo das lutas, da comunicação (divulgação para sociedade e imprensa alternativa) e da formação de formadores, multiplicadores; 3) Construção do calendário de atuação do Fórum.

A organização da sociedade no sentido de deter esse ataque é imperativa, até porque é necessário construir coletivamente a forma de barrar a realização da 8ª Rodada de Leilão das áreas promissoras de Petróleo e Gás Brasileiros, que está sub judice, mas que a Agência Nacional de Petróleo insiste em realizar. Essa bandeira contra a privatização deve ser assumida por toda a sociedade brasileira. Temos que resgatar e gritar bem alto ainda hoje: “O petróleo é nosso!” Participe do seminário.

A Comissão organizadora da atividade é composta pelo Sindipetro-RJ, MST, Aepet, CUT,  Conlutas, FUP, FNP e Fist. As inscrições podem ser feitas, enviando uma mensagem para redacao@apn.org.br. Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email, constando nome completo, e-mail, telefone, cidade em que mora, estado e entidade ou movimento do qual participa. As inscrições também podem ser feitas por telefone: (21) 3852-0148 ramal: 207. Mais informações: ww.apn.org.br.

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RESUMO DO DIA – 13/03/2008

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

Política

JB Online: Gabeira lança candidatura com apoio do PSDB, que pensa em 2010
Reuters Brasil: Líder do governo propõe acordo com oposição para votações
Último Segundo: Oposição começa obstrução em resposta a número de MPs
Vi o Mundo, Blog do Azenha: De Ignácio Guevara à crise dos cartões: quando a troca de gentilezas chega ao horário nobre
Conversa Afiada: Mello não gosta de ser vidraça

Economia

BBC Brasil: Ouro atinge cotação recorde de US$ 1 mil
Folha Online: Bovespa cai em dia de calote nos EUA, ata do Copom e alta de commodities
JB Online: BC destaca prudência e se diz pronto para elevar juro
O Estado de São Paulo: Pacote cambial trava entrada de capital externo
Projeto Brasil: O PIB de 2007 cresceu, como esperava o mercado

Internacional

JB Online: Popularidade de Uribe sobe e chega a nível recorde
Le Monde: Le Pentagone avoue discrètement qu’il n’y avait pas de lien entre Saddam Hussein et Al-Qaida
Reuters Brasil: Câmara dos EUA aprova orçamento 2009 apesar da oposição de Bush
The New York Times: Rice Trip to Skip Argentina in Sign of a Growing Rift
Último Segundo: PIB da Argentina cresceu 8,7% no ano passado

Desenvolvimento

Agência Carta Maior: O renascimento da agenda agrária
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES): Transportes terrestres lideram desembolsos do BNDES e atingem R$ 12,1 bilhões
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): Prêmio estimula ação pró-meio ambiente
Reuters Brasil: Medidas de política industrial saem em até 15 dias, diz ministro
Último Segundo: Brasil vira alvo de siderúrgicas em busca de minério e carvão

Elizabeth Cardoso: editora

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Capitalismo bom, capitalismo ruim

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por William Baumol*

Carl Schramm**

Robert Litan***

Publicado originalmente em: Valor Online (restrito a assinantes), 13/03/2008

Muitas pessoas presumiram que quando o Muro de Berlim caiu, em 1989, o “capitalismo” havia vencido a Guerra Fria ideológica e que o “comunismo” havia perdido. Embora o “capitalismo”, definido como um sistema econômico construído sobre a titularidade privada da propriedade, claramente tenha prevalecido, existem muitas diferenças entre os quase 200 países que hoje o praticam de alguma maneira.

Consideramos prático dividir as economias capitalistas em quatro categorias amplas. Embora muitas economias assumam uma posição neutra em relação a elas, a maioria se enquadra essencialmente em uma delas. A tipologia adiante ajuda a explicar porque algumas economias crescem mais velozmente que outras. O capitalismo oligárquico ocorre nos lugares nos quais o poder e o dinheiro estão altamente concentrados na mão de poucos. Esta é a pior forma de capitalismo, não só devido à extrema disparidade de renda e riqueza tolerada por essas economias, mas também porque as elites não promovem o crescimento como meta central da política econômica. Em vez disso, a oligarquia estabelece as regras para maximizar sua própria renda e riqueza. Esses esquemas predominam em vastas regiões da América Latina, do Oriente Médio árabe e da África. Leia o resto do artigo »

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