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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento':

Política industrial prevê R$ 251 bi para 24 setores

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Trecho de matéria extraída do Valor Online:

A nova política industrial que o governo vai anunciar nos próximos dias, batizada de “Política de Desenvolvimento Produtivo”, prevê investimento de R$ 251,6 bilhões em 24 setores da economia entre 2008 e 2010.

Desse total, R$ 210,4 bilhões virão do BNDES e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). O governo também estuda medidas de desoneração tributária e de depreciação acelerada de investimentos.

A primeira meta, segundo documento obtido pelo Valor, é ampliar a taxa de investimento da economia, medida pela Formação Bruta de Capital Fixo, de 18,6% para 21% do PIB até 2010. Isto é, nesse ano a economia estará investindo cerca de R$ 604 bilhões – em 2006, foram R$ 390 bilhões.

A segunda meta é incentivar o aumento, de 0,51% para 0,65% do PIB, dos gastos do setor privado com pesquisa e desenvolvimento (P&D). Em 2005, as empresas investiram R$ 12,5 bilhões – em 2010 aplicariam cerca de R$ 18,2 bilhões. Leia o resto do artigo »

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OCDE afirma que União Européia já sofre com restrição ao crédito

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris – O diário francês Le Figaro publica matéria, nesta semana, em que discute as previsões da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico no que diz respeito a indicadores econômicos europeus (clique aqui para ler a reportagem).

Segundo a OCDE, a crise norte-americana já atingiu a Europa e a restrição ao crédito é nítida. Entretanto, as previsões de crescimento para a zona do euro são melhores do que para os EUA em 2008. Para a Organização, a crise engendra uma desconfiança generalizada no mercado. Como conseqüência, a aversão ao risco sobre e o preço dos financiamentos, isto é, as taxas de juros, se elevam.

As previsões não catastróficas da OCDE devem-se, sobretudo, ao formidável desempenho das exportações alemãs, que devem permitir um crescimento de 1,9% ao ano na zona do euro, em detrimento da previsão para os EUA (1,4%). Ainda segundo a OCDE, a sobrevalorização do euro tem um efeito positivo, ao diminuir o custo energético, o que impulsiona o crescimento e ajuda na manutenção de taxas de inflação de longo prazo a níveis baixos.

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Porque a imprensa não reza para São Keynes?

Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Agencia carta maior

A economia desregulamentada, a crença cega em mecanismos financeiros de auto-regulação e o padrão monetário amparado no dólar como moeda universal sempre foram tratados como axiomas. Não será agora que serão apresentados como castelos de areia de um discurso falido.

Escrito por Gilson Caroni Filho*

No momento em que dados e análises sobre a economia estadunidense reforçam a percepção que aquele país caminha para a recessão, a grande imprensa que, com unhas e dentes, defendeu o ideário monetarista como expressão única da razão econômica, não só finge que seus cânones passam ao largo da crise como torce para que ela contamine a estabilidade econômica brasileira. Não há sequer esboço de autocrítica, mas a determinação dos que sempre combateram à sombra qualquer caminho alternativo.

Quem analisou o conteúdo da mídia nos cinco últimos anos observou uma postura que se manteve constante. Os elogios de articulistas econômicos conservadores e os editoriais de apoio de setores expressivos da grande imprensa nunca deixavam dúvida quanto à natureza da estratégia. Junto com a defesa intransigente dos que apostavam em uma continuação da política econômica neoliberal tucana assistimos, simultaneamente, em páginas nobres e minutos preciosos de telejornais, a ataques sistemáticos aos setores que se empenhavam em preservar as bandeiras que levaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a duas vitórias eleitorais consecutivas. Leia o resto do artigo »

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“Crescer 5% é o mínimo necessário”

Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008

  Publicado originalmente no JB Online, em 23/03/2008Por Ludmilla Totinick

Entrevista

Marcio Pochmann

Uma das maiores vilãs do crescimento brasileiro atende pelo nome de financeirização, acredita Marcio Pochmann. O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) alerta para a necessidade de as aplicações em títulos e no mercado de capitais que somam 40% do PIB se tornarem investimentos produtivos. Por causa disso, queixa-se, o Brasil ainda precisa de tudo. Apesar de estar melhor preparado, o país deverá ser afetado pela crise americana, avisa.

O senhor acredita que o Brasil está se comportando bem diante da crise?

Por se encontrar menos vulnerável ao exterior, o Brasil tem tido uma postura bastante favorável ao evitar uma contaminação mais significativa pela crise tanto no âmbito financeiro quanto na economia real. No entanto, ainda não temos uma avaliação completa da capacidade âmbito do governo americano debelar a crise.

Se essa crise atingir proporções ainda maiores, há um plano B para o Brasil?

Certamente o governo brasileiro está acompanhando o desenlance da situação atual e vem considerando justamente para cada situação que ocorre, medidas apropriadas. Não tivemos a necessidade de uma atuação mais efetiva porque o Brasil até esse momento não foi impactado. Mas, certamente, está se considerando essa situação. Em momentos de grave crise como aquela que ocorreu em 1929, soubemos nos posicionar relativamente bem. À época, o Brasil abandonou uma situação de uma economia exportadora para se constituir numa nação mais voltada para o mercado interno. Na década de 70, desencadeamos um segundo plano nacional de desenvolvimento, importante para completar parte da industrialização e permitir que o Brasil reagisse relativamente bem num quadro internacional desfavorável. Hoje, temos condições de tomar as medidas adequadas que permitam ao Brasil se voltar para o mercado interno e evitar situação extremamente grave no país. Crise é uma chance de tomar decisões que levem à mudança. Leia o resto do artigo »

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Lula dribla veto e libera verbas a 1.800 obras antes da eleição (será?)

Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008

  *José Augusto Valente Logística e Transportes

 O governo Lula driblou o veto da legislação eleitoral a repasses de recursos federais para obras novas nos três meses que antecedem a escolha dos prefeitos e, sem alarde, listou por decreto quase 1.800 ações do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) que terão seus gastos liberados na reta final das eleições, informa reportagem de Marta Salomon publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). Leia o resto do artigo »

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SUSTENTABILIDADE – Gerenciar os recursos é a prioridade

Postado em 23 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Projeto Brasil, em 20/03/2008

Por Lílian Milena

Não é novidade que as ações do homem vêm colocando em risco os reservatórios de água potável do planeta. De tempos em tempos os meios de comunicação divulgam dados alarmantes a respeito da possível falta da fonte nas próximas décadas.

Mas há quem conteste o fato de alguns especialistas dizerem que pode faltar água no mundo. E um deles é o geógrafo Pedro Jacobi. De acordo com o cientista, o que deve ser levado em conta é o gerenciamento do recurso natural, e não o desaparecimento. “A quantidade de água na Terra é invariável há centenas de milhares de anos. O que muda é a sua distribuição e estado”, explicou.

A justificativa da afirmação de Jacobi é feita por meio da explicação do Ciclo Hidrológico – a água disposta nos mares e continentes evapora, na atmosfera transforma-se em nuvens e volta a se precipitar para a terra na forma de chuva, neve ou neblina.

“Depois escorre para rios, lagos ou para o subsolo, formando os importantes aqüíferos subterrâneos e, aos poucos correm de novo para o mar mantendo o equilíbrio no sistema hidrológico do planeta”, afirmou.

Portanto, a única coisa que poderia acontecer, segundo o especialista, é a água se tornar imprópria para o consumo por causa da poluição dos reservatórios. Por outro lado, algumas regiões podem sofrer com o assoreamento de rios e lagos, já que a partir do acúmulo de terra nas calhas acontece a diminuição da capacidade destes reservatórios naturais. Leia o resto do artigo »

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A China vai exportar inflação?

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

EXAME

20.03.2008Com seus produtos baratos, o país ajudou a controlar os preços ao redor do planeta. Agora, enfrentando taxas recordes de carestia, pode contaminar o restante do mundo com o problema

Por Luciene Antunes

Nas últimas duas décadas, a China foi uma espécie de Wal-Mart da economia global. Abasteceu o planeta com mercadorias baratas, que iam de brinquedos a roupas, de sapatos a iPods, de telas de plasma a produtos químicos. Foi, em grande parte, graças à agressividade de custos, à escala monstruosa e à mão-de-obra abundante e barata que a China pôde estabelecer um novo padrão mundial de preços. Para continuar no jogo, os concorrentes tiveram de igualar as ofertas, criando um movimento que teve papel fundamental no controle da inflação em diversos países — desde os emergentes até potências como os Estados Unidos. Viveu-se, a partir de então, uma longa era de camisas a menos de 5 dólares, brinquedos cotados a alguns centavos e aparelhos eletrônicos em média 60% mais baratos do que os similares americanos ou japoneses. “As trocas comerciais com a China contribuíram para um boom de produtividade global e, ao mesmo tempo, exerceram uma tremenda pressão para baixar os salários em várias partes do mundo”, disse a EXAME Kenneth Rogoff, professor de economia e política da Universidade Harvard.

Nos últimos tempos, porém, vêm surgindo indícios fortes de que o “efeito Wal-Mart” da China sobre os mercados mundiais pode estar com os dias contados. O país enfrenta hoje uma escalada inflacionária. Em fevereiro, o índice de carestia na China registrou aumento de 8,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Não se via nada igual desde a metade da década de 90. O acumulado da inflação em 2007 foi de 4,8%, quatro vezes maior do que a taxa registrada em 2003 (veja quadro na página ao lado). “É senso comum o fato de que a China exerceu um poder deflacionário sobre o mundo durante os últimos anos. O temor agora é que a taxa acelerada de inflação doméstica no país gere altas nos preços dos produtos vendidos no exterior. Em outras palavras, os chineses poderão exportar sua inflação para o resto do mundo”, diz Stephen Lewis, economista do banco holandês Insinger de Beaufort, que produziu recentemente um trabalho sobre esse tema.

O aumento dos gastos com a mão-de-obra no país e do poder de consumo da população está entre as principais causas da alta dos preços. Os salários nas fábricas, principalmente nas cidades costeiras, cresceram até 80% nos últimos anos. Leia o resto do artigo »

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Por que o Brasil ainda é um dos que menos cresce entre os emergentes? Porque o Meirelles ainda não é Presidente da República

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Crítica Econômica

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Ao contrário do que tentam difundir certos candidatos a “sábios modernos”, economia não tem grandes mistérios. Qualquer estudante de economia sabe que existem 3 tipos de políticas macroeconômicas indutoras do crescimento: juros baixos, expansão dos investimentos e gastos públicos e câmbio desvalorizado.

Qualquer estudante sabe também que existem três tipos de políticas para redução da taxa de crescimento: juros altos, redução dos investimentos públicos e câmbio valorizado.

Qualquer estudante sabe também que, se os empresários estiverem muito otimistas e investindo muito, pode não ser necessário realizar políticas macroeconômicas adicionais indutoras do crescimento; mas se estiverem muito pessimistas ou não tão otimistas, será, sim, necessário colocar em prática políticas indutoras do crescimento. Desde que o governo tenha realmente como meta evitar a estagnação.

Essas proposições são matéria básica em qualquer curso de economia há pelo menos 55 anos. O jornalismo econômico e o debate político já as consideram triviais há ainda mais tempo.

Nesse sentido, o motivo pelo qual a economia brasileira segue semi-estagnada é cristalino. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 17 Comentários »