Postado em 27 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Fonte: Valor
Por Mauro Zanatta e Ruy Baron
Sérgio Rezende, ministro da Ciência e Tecnologia: mantido “compromisso voluntário” que o país levará a Copenhague
A dez dias do encontro em Copenhague, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) divulgou a atualização do chamado inventário nacional de emissão de gases-estufa. Os dados, ainda preliminares, apontam uma elevação de 62% no volume das emissões dos seis principais gases-estufa em dióxido de carbono (CO2) equivalente nos últimos 15 anos. O primeiro inventário compilava dados de 1990.
O ministro Sérgio Rezende afirmou que os dados serão “checados e verificados”, mas que está mantido o “compromisso voluntário” que o Brasil levará à reunião de cúpula da ONU sobre mudanças climáticas em Copenhague, na Dinamarca. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aprovou a meta de 36,1% a 38,9% de redução do lançamento dos gases causadores do efeito estufa na atmosfera. “Essas tabelas, os dados oficiais do governo, são praticamente essas do inventário. De agora até março, os números serão checados e verificados”, afirmou Rezende.
A declaração havia sido entendida inicialmente como um sinal de que poderia haver um eventual ajuste nas metas do Brasil para Copenhague. Rezende esclareceu, em seguida, que o governo trabalhou com uma “margem de 10%” ao fixar os compromissos voluntários, o que descartaria alterações nas metas brasileiras. Leia o resto do artigo »
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Postado em 26 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Escrito por Octávio Rodriguez, um proeminente técnico da CEPAL, a empreitada de “O Estruturalismo Latino-americano” é ambiciosa. Mais do que uma reconstituição histórica do pensamento econômico e social, o livro procura codificar as “idéias-chave” do estruturalismo, mostrar sua articulação como corpo doutrinário relativamente coeso e reivindicar a sua atualidade como alternativa racional ao neoliberalismo e ao marxismo. O artigo é de Plínio de Arruda Sampaio Jr., para o sexto número do Jornal de Resenhas, que acaba de ser lançado.
Fonte: Carta Maior
Plínio de Arruda Sampaio Jr. – Jornal de Resenhas
O ESTRUTURALISMO LATINO-AMERICANO
Octavio Rodríguez
Tradução: Maria Alzira Brum Lemos
CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA/CEPAL
698 p., R$ 89,00
“O Estruturalismo Latino-Americano” é um substancioso compêndio sobre a formação, consolidação, desdobramento e metamorfose da corrente de pensamento vinculada à tradição política e ideológica do reformismo burguês – tradição que tem como denominador comum a crença de que é perfeitamente possível realizar a utopia de um capitalismo civilizado na periferia do sistema econômico mundial. Escrito por Octávio Rodriguez, um proeminente técnico da CEPAL, a empreitada é ambiciosa. Mais do que uma reconstituição histórica do pensamento econômico e social, o livro procura codificar as “idéias-chave” do estruturalismo, mostrar sua articulação como corpo doutrinário relativamente coeso e reivindicar a sua atualidade como alternativa racional ao neoliberalismo e ao marxismo.
Tendo como referência fundamental as idéias elaboradas no âmbito da CEPAL, o trabalho de Rodriguez não apenas sintetiza e completa seu livro anterior, Teoria do subdesenvolvimento da CEPAL, escrito no final da década de 1970, como amplia o espectro da análise, incluindo temáticas que extrapolam o âmbito estrito da reflexão econômica e incorporando movimentos teóricos que se afastam explicitamente a filiação ao estruturalismo, como é o caso da chamada “Escola de Campinas”, capitaneada por João Manuel Cardoso de Mello e Maria da Conceição Tavares, e da reflexão de Celso Furtado a partir de suas obras O mito do desenvolvimento e Prefácio à nova economia política. Leia o resto do artigo »
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Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
No site você encontra:
- emissões carbono ( de gás carbônico ou CO2 ) por país e do planeta mundo;
- emissões per capita de carbono ( de gás carbônico ou CO2 ) por país e do planeta mundo;
- emissões por segundo minuto na atmosfera.
Tem também:
- crescimento populacional vegetativo e população por país e do planeta mundo;
- nascimentos e mortes por segundo e minuto.
Consumo de energia per capita, matriz energética, manejo agrícola, desmatamento e crescimento populacional são os principais fatores que determinam as emissões de carbono e metano.
o site é:
http://www.breathingearth.net/
esse é um site legal para entendermos os dilemas do encontro de Copenhagen.
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Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Por Thomaz Wood Jr.
Na edição de outubro da revista McKinsey Quarterly, Suzanne Heywood, Dennis Layton e Risto Penttinen propõem uma dieta alternativa. Segundo os autores, uma pesquisa mostrou que 79% das companhias cortaram custos em resposta à recente crise econômica, mas apenas 53% dos executivos acreditam que as reduções ajudaram as empresas. O problema, argumentam os consultores, é que os cortes são feitos de forma linear, sem considerar as necessidades estratégicas.
Em lugar dessa dieta atrapalhada, Heywood, Layton e Penttinen apresentam três alternativas. A primeira é “reestruturar olhando para o futuro”, ou seja, considerar a visão de longo prazo da empresa e dar prioridade para os negócios que poderão sustentar essa visão, desfazendo-se ou reduzindo o peso dos demais. A segunda alternativa é “cortar a gordura”: criar uma base de custos e identificar ganhos potenciais a partir dessa base. Na mira, a redução de níveis hierárquicos, a eliminação de funções redundantes, o enxugamento das áreas corporativas e a busca de ganhos de produtividade. A terceira alternativa é “desenvolver capacidades específicas”: identificar os pontos fracos da organização, aqueles que impedem uma melhoria do desempenho, e concentrar esforços para melhorá-los. (Clique aqui para ler mais.)
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Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Por Luís Nassif (Blog)
Vamos entender de forma simplificada o efeito câmbio sobre a economia brasileira.
Os personagens do jogo:
* Empresa Interna
* Empresa Externa
* Fornecedor Interno (que vende para a Empresa Interna)
* Fornecedor Externo
* Consumidor Interno (que é o trabalhador da Empresa Interna)
* Consumidor Externo
O que ocorre nesse universo quando a moeda nacional (o real) se valoriza em relação à moeda internacional (o dólar): Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
By Robert Skidelsky
LONDON – The economist John Maynard Keynes wrote The General Theory of Employment, Interest, and Money (1936) to “bring to an issue the deep divergences of opinion between fellow economists which have for the time being almost destroyed the practical influence of economic theory…” Seventy years later, heavyweight economists are still at each other’s throats, in terms almost unchanged from the 1930′s. (Clique aqui para ler mais).
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Postado em 9 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Não é mais possível que um Estado pense uma política de desenvolvimento local desvinculada da vertente nacional. A guerra fiscal, muito praticada no país nas últimas décadas, é uma equação de soma zero. Isso não é projeto de país. A avaliação é do presidente do IPEA, Marcio Pochmann, que participou em Porto Alegre de um seminário para pensar o futuro do Rio Grande do Sul e a possibilidade de projetos de desenvolvimento regional. Para Pochmann, o modelo de desenvolvimento fordista de São Paulo, outrora chamado de “locomotiva do país”, está ultrapassado e precisa ser superado.
Fonte: Carta Maior
O Brasil terá uma grande oportunidade em 2010 de discutir um projeto de longo prazo para o país. Será uma oportunidade singular no ciclo de 24 anos de redemocratização, pós-ditadura militar. Neste período, os momentos eleitorais foram contaminados por debates conjunturais determinados pelos sérios constrangimentos econômicos internos e externos vividos pelo país. Agora, estão dadas as condições para discutir o Brasil que queremos e não apenas questões conjunturais. A avaliação é de Marcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), que abriu sábado pela manhã, em Porto Alegre, o ciclo de seminários Diálogos RS – Para Pensar o Rio Grande do Sul, uma promoção do PT gaúcho e da Fundação Perseu Abramo.
Pochmann esteve em Porto Alegre para falar sobre “Desenvolvimento regional e local, o desafio da sustentabilidade ambiental, dos sistemas locais de produção e do trabalho”. Ele iniciou sua intervenção contextualizando o tema no atual período histórico que vive o país. “É importante lembrar que o Brasil ainda não tem uma tradição democrática. Em 500 anos de história, não temos 50 anos de democracia”. No período da redemocratização, acrescentou, o debate sobre o modelo de desenvolvimento se deu com o Brasil numa situação muito enfraquecida e periférica em relação ao capitalismo central. “Hoje, queremos assumir uma condição de liderança no cenário global e não ser um mero replicador de políticas definidas no exterior. Não avançaremos na marcha da insensatez que caracteriza o atual modelo destruidor do meio ambiente”.
O presidente do IPEA apresentou três elementos para orientar esse debate: Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London novembro dEurope/London 2009
Fonte: CartaCapital
Pouco conhecido e muito falado, o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães deixou a Secretaria de Relações Exteriores do Itamaraty para ocupar, há duas semanas, a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Trata-se do homem acusado de tentar doutrinar diplomatas e de ser o representante do anti-imperialismo mais retrógrado nas relações internacionais do governo Lula.
O tempo lhe deu razão ao defender a política Sul-Sul, de favorecimento das relações com a África e os vizinhos sul-americanos. Em entrevista exclusiva à CartaCapital, o embaixador, que aos 70 anos estava às vésperas de se aposentar do serviço público, assume seu nacionalismo e as restrições à globalização, e acusa os governos anteriores de terem se alinhado “em excesso” aos EUA.
Chamado de “guru de Hugo Chávez” pelo próprio Lula, Guimarães recebeu do presidente a incumbência de planejar estratégias para 2022, quando se completam 200 anos de independência. Muito embora, para o autor de Quinhentos Anos de Periferia (Contraponto Editora), o futuro do “país do futuro” já tenha chegado. “Ainda há muito a ser feito, mas o Brasil está deixando a periferia, sem dúvida.”
CartaCapital: Depois de anos no Itamaraty, o senhor está estranhando a mudança para outro ministério? Leia o resto do artigo »
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