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Blog do Desemprego Zero

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Novo Nordeste, novas esperanças

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Nos dias 15, 16 e 17 deste mês de maio, aconteceu o seminário O novo Nordeste e o Brasil. Participaram do encontro governador Wellington Dias; os ministros da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, e da Cultura, Gilberto Gil, entre outros.

Foi ressaltado no encontro que a região ainda se encontra distante dos níveis da média nacional, do Sudeste e do Sul quanto, por exemplo, à escolaridade, afirmou a economista, Tânia Bacelar. Se observar para a relação entre a população e o valor do PIB, a discrepância também não é pequena.

O nordeste cresce um pouco acima da média nacional desde meados dos anos 90, o que vai implicar na queda da emigração: entre 1986 e 1991, pouco mais de 869 mil pessoas saíram do Nordeste para outras regiões.

*Por Katia Alves

Por Emiliano José

Publicado originalmente na Carta Capital 

A descoberta de um novo Nordeste. A ressurreição da questão regional no Brasil. O crescimento econômico da região em ritmo maior do que a média brasileira. O aumento do consumo numa proporção bem maior do que no resto do País. A impressionante transformação política, com a autonomia da cidadania e o reflexo disso na eleição de governadores afinados com as teses reformistas e progressistas. Esses foram alguns dos temas que afloraram com intensidade no seminário O novo Nordeste e o Brasil, realizado em Teresina, no Piauí, nos dias 15, 16 e 17 deste mês de maio, promovido pela Fundação Perseu Abramo. Temas que animaram os participantes, abrindo perspectivas para o enfrentamento dos enormes desafios que a região enfrenta desde tempos imemoriais.

Participaram do seminário, entre outros, o governador Wellington Dias; os ministros da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, e da Cultura, Gilberto Gil; o coordenador da bancada do Nordeste, deputado federal Zezéu Ribeiro, do PT, José Machado, diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (Ana), além do presidente e do vice-presidente da Fundação Perseu Abramo, Ricardo Azevedo e Nilmário Miranda, respectivamente.

A economista Tânia Bacelar, que fez a conferência central do seminário – Um projeto para o Nordeste brasileiro – não deixou de ressaltar, no entanto, o quanto a região ainda se encontra distante dos níveis da média nacional, do Sudeste e do Sul quanto, por exemplo, à escolaridade. Enquanto a média nordestina da população ocupada com 10 anos e mais é de 6 anos de estudos, a nacional é de 7,6 anos, a do Sudeste de 8,5 anos e a do Sul de 8 anos. Leia o resto do artigo »

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Um passo adiante

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

David Kupfer

Fonte: Valor Econômico (28/05/2008)

No último dia 12, o governo federal lançou uma nova política industrial, agora denominada Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP). Como é usual, o exame de propostas de política requer considerar duas dimensões distintas: a sua concepção, que pertence ao mundo abstrato dos conceitos, objetivos e estratégias; e a sua implementação, que está circunscrita à realidade dos instrumentos, iniciativas e atores encarregados da sua colocação em prática. Noves fora aqueles que não leram e mesmo assim não deixaram de opinar favorável ou contrariamente à proposta, a PDP não é exceção, de sorte que não é possível analisá-la sem percorrer, mesmo que rapidamente, essas duas dimensões. 

Em termos da concepção, a PDP é bastante ousada pois almeja atacar simultaneamente três eixos de promoção e sustentação do desenvolvimento econômico, obviamente interconectados, mas nem por isso de entrosamento trivial. Um primeiro eixo é dado pelo fomento ao investimento, essencialmente uma ação sobre a oferta. Inclui-se aí a meta de expandir o investimento fixo dos atuais 17,6% do PIB para 21% do PIB em 2010, o que significa uma taxa de crescimento médio anual de 11,3%. Um segundo eixo é dado pela dinamização do mercado, englobando ações mais focadas na demanda. É nesse contexto, mais amplo do que simplesmente o da geração de saldos comerciais, que devem ser encaixadas as metas de ampliação da participação do Brasil na corrente de comércio mundial dos atuais 1,18% para 1,25%, e de aumento em 10% do número de pequenas e médias empresas exportadoras. Um terceiro eixo é dado pela tecnologia, que se relaciona tanto à oferta quanto à demanda e, por isso mesmo, é a chave para o sucesso da PDP. A meta de expansão do gasto em P&D das empresas de 0,5% para 0,65% do PIB de hoje até 2010 é evidência sugestiva da ênfase conferida ao esforço de inovação na nova política. 

A Política de Desenvolvimento Produtivo não supera os problemas de gestão e coordenação intra-setor público, e entre esse e o privado. 

Para fazer girar simultaneamente os seus três eixos centrais, a PDP propõe uma estratégia abrangente e multifacetada, apoiada em três programas de ação distintos. Estão aí incluídas políticas horizontais para lidar com as externalidades que possam beneficiar o conjunto do tecido produtivo e programas especiais voltados para temas como a questão regional (intra-nacional e internacional), as pequenas e médias empresas, as exportações, etc. Cabe destacar, porém, o terceiro grupo de iniciativas, denominadas políticas estruturantes, criadas com base em cinco diferentes objetivos – liderança mundial; conquista de mercados externos; focalização em áreas estratégicas, geralmente associadas à alta tecnologia; diferenciação de produtos em nichos de mercado; e ampliação do acesso da população brasileira a bens e serviços de consumo – cada qual definido em função de uma visão global da dinâmica industrial brasileira, das diferentes oportunidades e ameaças enfrentadas pelos diferentes setores da indústria e da capacidade de resposta das empresas. É essa formulação estratégica, e a pertinência do diagnóstico subjacente ao seu desenho, o principal ponto positivo da PDP.  Leia o resto do artigo »

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Os vários desafios das pequenas e médias empresas latino-americanas

Postado em 29 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Os vários desafios das pequenas e médias empresas latino-americanas

Fonte: Wharton Universia

As pequenas e médias empresas (PMEs) respondem por cerca de 90% a 98% das unidades produtivas na América Latina, gerando cerca de 63% do emprego disponível, além de participarem com cerca de 35% a 40% do produto total da região, de acordo com os mais recentes estudos de organismos como o Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Comissão Econômica para a América Latina (Cepal).

As PMEs estão espalhadas por todos os setores, do comércio à indústria, no segmento de serviços, saúde e no sistema financeiro. De acordo com estatísticas do Banco Mundial, elas constituem a fibra-mestra do tecido social de todo o continente, já que se encontram em grandes centros urbanos, cidades de porte intermediário, pequenas populações e nas mais remotas e distantes regiões rurais – uma vez que, no campo,  essas empresas estão presentes nas mais diversas atividades da produção agropecuária.

Contudo, as PMEs padecem de diversos problemas que lhes roubam eficiência, produtividade e competitividade. “São tantas suas dificuldades quanto o número de empresas existentes, e embora não haja governo que não as incorpore às suas políticas sociais – através de leis, decretos e resoluções que possam beneficiá-las – seu atraso em relação à grande empresa é significativo”, afirma Jorge Yarce Maya, presidente do Instituto Latino-americano de Liderança, consultor internacional e professor universitário. Leia o resto do artigo »

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LIÇÕES DAS DUAS DÉCADAS DE UNIÃO EUROPÉIA

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – Martin Wolf publica hoje artigo no jornal Valor Econômico (clique aqui só para assinantes) em que exalta as conquistas da União Européia, especialmente a adoção do euro. O texto ressalta três conquistas do euro: (i) a diminuição do déficit fiscal em relação ao PIB, (ii) a diminuição das taxas de juros reais e (iii) o aumento de sua importância como reserva de valor.

 

Entretanto, o próprio autor reconhece o pífio crescimento econômico da zona do euro, menor do que em outros tempos e menor do que a dos congêneres europeus que não aderiram à moeda única, e a dificuldade em superar as assimetrias entre os diferentes países.

 

Como é sabido, a adoção de uma moeda única retira dos países a autonomia no que concerne à política monetária. Num ambiente de liberalização das finanças e supremacia do ideário liberal, pouco espaço resta para utilização da política fiscal, o que obstaculiza ainda mais as ações de política econômica.

 

Além disso, diferentes custos unitários relativos de mão-de-obra, diferentes níveis de produtividade e de fontes de dinamismo criam sérios empecilhos para o bom funcionamento do euro.

 

Portanto, o sucesso da moeda européia é relativo. Sua estabilidade e valorização foram benéficas principalmente aos mercados financeiros na medida em que estabilizaram e valorizaram os preços dos ativos. Resta saber quando virão os benefícios em termos de crescimento econômico e geração de emprego.

 

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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A América Latina: males de origem

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Rodrigo de Almeida

Livro: Livraria Cultura

O inevitável: sempre que o nome deste historiador é sublinhado por algo ou alguém, recorre-se à pergunta – por que não se fala neste Manoel Bonfim? Por que poucos sabem dele? Por que não exerceu influência no pensamento brasileiro? Por que, como questionou Darcy Ribeiro, sua obra extraordinária não serviu de cimento na construção de nossas consciências nacionais? Sobre tais questões debruçaram-se todos os seus intérpretes. De Dante Moreira Leite a Ronaldo Conde Aguiar. De Nelson Werneck Sodré a Aluízio Alves Filho. De Antonio Candido a Maria Thétis Nunes. De Vamireh Chacon a Roberto Ventura e Flora Süssekind. A certeza: tão brilhante quanto valente, tão visionário quanto pouquíssimo lido, é fato que, embora espaçadamente, o nome de Bonfim e sua obra têm recebido homenagens com evidente musculatura acadêmica, literária e jornalística. De alguns anos para cá, coube à editora Topbooks oferecer a mais importante contribuição para o reconhecimento deste historiador, com a reedição de alguns dos seus principais livros e a acolhida da preciosa biografia escrita por Ronaldo Conde Aguiar, O rebelde esquecido, originalmente uma premiada tese de doutorado.

A novidade: a Topbooks reedita agora, com capa e diagramação novas, o livro A América Latina: males de origem, doze anos depois de oferecê-la ao leitor. Justificável. A obra chega ao centenário neste 2005. E, acima, de tudo, reafirma, como quase sempre ocorre com este sergipano tinhoso, a atualíssima identificação dos vícios repetidos e dos males perpetuados que se tornaram algumas das melancólicas sinas do Brasil.

Como afirmou Elio Gaspari certa vez, poucos estudiosos do país defenderam seu povo com tanta valentia. América Latina é uma das provas mais evidentes. Escrito em 1904, em Paris, ainda sob os eflúvios da Proclamação da República, nele Bonfim investiga a “causa efetiva” dos males que atingem as antigas colônias ibéricas da América Latina, atribuindo-os ao “peso” do “parasitismo das metrópoles” – ou seja, à dominação colonial, para ele um passado funesto. O historiador enuncia como fundamentos de sua análise “o desejo vivo de conhecer os motivos dos males de que nos queixamos todos” e “o desejo de ver esta pátria feliz, próspera, adiantada e livre”.

E quem não quis, cara pálida? A diferença, em Bonfim, é sua originalidade – que acaba se transformando no seu próprio pecadilho. Afinal, critica as sociologias biologísticas, em moda na época, mas adere ao biologismo para explicar o chamado “parasitismo social”: abaixo do Equador, diz, a luta não é de classes, mas entre parasita e parasitado. Utilizando-se de referências na botânica, na biologia e na zoologia para estabelecer metáforas sobre a formação social brasileira, em particular, e latino-americana, em geral, Bonfim afirma que o parasitismo é a “causa das causas” que resume “a história de todas as decadências que vão desaparecendo as civilizações”. Leia o resto do artigo »

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Novo Nordeste, novas esperanças

Postado em 25 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Emiliano José

Fonte: CartaCapital

A descoberta de um novo Nordeste. A ressurreição da questão regional no Brasil. O crescimento econômico da região em ritmo maior do que a média brasileira. O aumento do consumo numa proporção bem maior do que no resto do País. A impressionante transformação política, com a autonomia da cidadania e o reflexo disso na eleição de governadores afinados com as teses reformistas e progressistas. Esses foram alguns dos temas que afloraram com intensidade no seminário O novo Nordeste e o Brasil, realizado em Teresina, no Piauí, nos dias 15, 16 e 17 deste mês de maio, promovido pela Fundação Perseu Abramo. Temas que animaram os participantes, abrindo perspectivas para o enfrentamento dos enormes desafios que a região enfrenta desde tempos imemoriais.

Participaram do seminário, entre outros, o governador Wellington Dias; os ministros da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, e da Cultura, Gilberto Gil; o coordenador da bancada do Nordeste, deputado federal Zezéu Ribeiro, do PT, José Machado, diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (Ana), além do presidente e do vice-presidente da Fundação Perseu Abramo, Ricardo Azevedo e Nilmário Miranda, respectivamente.

A economista Tânia Bacelar, que fez a conferência central do seminário – Um projeto para o Nordeste brasileiro – não deixou de ressaltar, no entanto, o quanto a região ainda se encontra distante dos níveis da média nacional, do Sudeste e do Sul quanto, por exemplo, à escolaridade. Enquanto a média nordestina da população ocupada com 10 anos e mais é de 6 anos de estudos, a nacional é de 7,6 anos, a do Sudeste de 8,5 anos e a do Sul de 8 anos.

Além disso, se o olhar se volta para a relação entre a população e o valor do PIB, a discrepância também não é pequena. O Nordeste tem 28% da população e participa com apenas 13,1% do PIB. O Sul tem 14,5% da população e participa com 16,6% do PIB. O Sudeste tem 42,5% da população e contribui com 56,5% do PIB. Esses dados evidenciam que há, inegavelmente, ainda, uma questão regional a ser enfrentada e não entendida apenas como a questão nordestina. O Norte, por exemplo, enfrenta problemas semelhantes. Essa questão, no entanto, só voltou a ter alguma importância nos anos recentes, sob o governo Lula. Havia sido praticamente esquecida durante a gestão Fernando Henrique Cardoso e durante todos os anos 90.

Antes de tratar do Nordeste, no entanto, Tânia Bacelar optou por fazer uma breve análise das macro-tendências mundiais. Na demografia, localiza uma diminuição do ritmo de envelhecimento e o crescimento da importância das cidades médias. Um novo padrão de uso dos recursos naturais e um novo olhar sobre o meio ambiente. O avanço da ciência e da tecnologia apontando para a convergência tecnológica. Leia o resto do artigo »

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Mangabeira defende pecuária intensiva em áreas devastadas

Postado em 22 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Coordenador do Plano Amazônia Sustentável, o ministro Mangabeira Unger, acredita na necessidade de um “plano estratégico” para a Amazônia, que englobe a intensificação da pecuária nas áreas que já sofreram desmatamento, a fim de incrementar a atividade produtiva na região, e o emprego de financiamentos externos para projetos de preservação e desenvolvimento locais.

Segundo Mangabeira, é preciso gerar oportunidades econômicas para a população local e não olhar a Amazônia apenas como uma “coleção de árvores”. Sem tais oportunidades, a população tende à prática de atividades econômicas ambientalmente degradantes. Promover o crescimento econômico da região é fundamental nesse sentido. Isso exige a promoção de atividades econômicas sustentáveis para cerca de 25 milhões de pessoas que habitam a região amazônica…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente na Folha de São Paulo (restrito a assinantes)

Folha de S. Paulo – 21/05/2008

Por Rodrigo Vargas, da Agência Folha, em Cuiabá

Mangabeira se diz favorável à ampliação de mecanismos de fundos internacionais para financiar preservação e ações de desenvolvimento

Ministro elogia governador mato-grossense e diz que “Amazônia não é apenas coleção de árvores”, mas grupo de 25 mi de pessoas

O ministro Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos), responsável pela coordenação do PAS (Plano Amazônia Sustentável), defendeu ontem a necessidade de um “plano estratégico” para a Amazônia que incluiria a “intensificação da pecuária” nas áreas já desmatadas da região e o uso de financiamentos internacionais para a preservação. A manifestação do ministro foi feita logo após seu encontro, em Cuiabá, com o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR).

“A Amazônia não é apenas uma coleção de árvores, mas um grupo de pessoas. Nela vivem mais de 25 milhões de brasileiros. Se essas pessoas não tiverem oportunidades econômicas, serão impelidas a uma atividade desordenada que levará ao desmatamento”, disse o ministro, cuja nomeação para o PAS foi apontada como um dos motivos da saída de Marina Silva da pasta do Meio Ambiente.

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Com usinas, Rondônia prevê novo fluxo migratório

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Devido à construção de duas usinas hidrelétricas no rio Madeira (RO), haverá grande necessidade de um fluxo migratório para Rondônia, porque o Estado não tem mão-de-obra disponível para atender essa grande demanda por trabalho.

Por Katia Alves

Por Agnaldo Brito

Publicado originalmente na Folha

Os dois megaprojetos hidrelétricos (usinas de Santo Antônio e Jirau) que serão construídos no rio Madeira (RO) devem atrair mais de 20 mil pessoas para o Estado. O novo ciclo migratório será necessário devido à impossibilidade de a mão-de-obra disponível no Estado atender à nova demanda. Segundo a Secretaria de Planejamento de Rondônia, no auge da construção das duas usinas, mais de 13 mil trabalhadores serão necessários.

“O Grupo Odebrecht e o governo do Estado tentam formar o maior número possível de trabalhadores para Santo Antônio, mas sabemos que não será possível atender a toda a demanda sem a vinda de gente de outras regiões do país”, explica João Carlos Ribeiro, secretário de planejamento. Neste momento, 6.000 pessoas estão em programas intensivos de formação para trabalhar na construção da usina de Santo Antônio, sob a responsabilidade do Grupo Odebrecht. Leia o resto do artigo »

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