Os efeitos da crise…
Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2009
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Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2009
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Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2009
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Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Cinco dias antes do início da Cúpula das Américas em Trinidad e Tobago, o historiador da New York University, Greg Grandin, um dos maiores especialistas norte-americanos em história latino-americana escreveu sobre as possibilidades, limites e o contexto do encontro de Barack Obama com a região. “Pela primeira vez em muitas décadas, um presidente dos Estados Unidos pode dar-se conta de que os dias em que os EUA podiam usar a América Latina como um espaço para o ensaio do imperialismo estão chegando ao fim”, diz Grandin em artigo publicado em The Nation.
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Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2009
O Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento organizou dias 6 e 7 de Novembro de 2008 na sua sede no edifício do BNDES, Rio de Janeiro, o Simpósio Internacional Perspectivas do Desenvolvimento para o Século XXI com a participação de alguns dos mais eminentes acadêmicos e economistas na área de desenvolvimento econômico.
Originários de diferentes regiões do globo – Índia, Rússia, China, Europa, América do Norte e do Sul – os participantes confrontaram diferentes pontos de vista sobre o desenvolvimento, num mundo onde as fronteiras entre centro e periferia perdem relevância.
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Postado em 27 dEurope/London novembro dEurope/London 2008
Fonte: Valor Econômico, 27/11/2008.
No comando de um Estado de vocação exportadora – o Espírito Santo -, o governador Paulo Hartung (PMDB) acha que o melhor período para o Congresso aprovar a reforma tributária passou e a votação do projeto deve ser adiada. O motivo: a crise financeira internacional. “Nós já estamos vivenciando a crise”, disse Hartung em conversa ontem com o Valor.
“Vamos cortar um dobrado enorme em 2009, uma incerteza enorme sobre as receitas públicas, e não podemos adicionar mais incerteza num ambiente desses”, disse o governador capixaba. “A agenda 2009 complicou muito. Nos já temos problemas demais para tratar ano que vem para adicionar mais um”.
O governador do Espírito Santo cita o caso de quatro grandes empresas instaladas no Espírito Santo para demonstrar que não há exagero no que afirma:
1- A Arcelor Mittal Tubarão (antiga Companhia Siderúrgica de Tubarão, a CST) desligou um de seus altos-fornos. É a primeira vez que isso ocorre, em seus 30 anos de existência;
2- A Vale já parou três usinas de “pelotização” no porto de Tubarão e começou um lento processo de demissão;
3- A Aracruz, uma empresa com bons fundamentos, estava na contramão da questão financeira e está revendo contratos com fornecedores;
4- A Samarco, localizada na região Sul do Estado, parou duas de suas três usinas de “pelotização” e deu férias coletivas aos funcionários.
O Espírito Santo se posiciona contra a oportunidade de votação da reforma na mesma semana em que o secretário da Fazenda de outro Estado do Sudeste, São Paulo, condenou a pressa da Câmara em votar o projeto e foi acusado de agir por motivos eleitorais do governador José Serra pelo relator da proposta de emenda constitucional, o deputado Sandro Mabel (PR-GO).
Hartung elogia tanto o relator Mabel quanto o presidente da comissão especial, deputado Antonio Palocci (PT-SP), a quem classificou de “parceiros”. Os dois, segundo Hartung, fazem um grande esforço para a “reforma andar, o problema é que a hora não pode ser essa, e o projeto tem de ser mais abrangente, na hora em que andar”.
Hartung tem dúvidas técnicas sobre o projeto. Acha, a exemplo de outros governador, que a proposta não passa de uma unificação do ICMS, quando deveria ser um instrumento de desenvolvimento regional e da redução da carga. Ele pergunta quem vai ganhar e perder, como ocorre em toda reforma tributária. “A União”, questiona, para responder em seguida com outra pergunta: “Tá sobrando dinheiro”? Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London novembro dEurope/London 2008
TIC Brasil Mercado, 19 de novembro de 2008:
A Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) divulgou, na última quinta-feira (13), durante a 4º edição da Nanotec, um dos maiores eventos de nanobusiness da América Latina, que aconteceu em São Paulo, o estudo “Parques Tecnológicos no Brasil”. De acordo com a pesquisa, o país precisaria de investimentos, públicos e privados, da ordem de R$ 10,2 bilhões, nos próximos cinco anos, para que seu sistema nacional de inovação e empreendedorismo dê um salto de qualidade. A condição é que o salto seja impulsionado com a aplicação desses recursos na estruturação de cerca de 20 Parques Tecnológicos em regiões estratégicas do país. O estudo sobre os Parques tecnológicos no Brasil e no mundo apresenta um conjunto de proposições de políticas públicas para alavancar o segmento no país. O trabalho foi realizado em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), no período de fevereiro de 2007 a março de 2008, sob encomenda dos ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Segundo a pesquisa, que servirá como ponto de partida para futuras ações do MCT, o Brasil está atrasado quando o assunto é inovação e empreendedorismo, mas encontra-se em um processo de recuperação do tempo perdido. Em entrevista exclusiva à TIC Mercado, o professor José Eduardo Fiates, diretor da Anprotec, falou sobre os principais resultados da pesquisa. Para Fiates, o Brasil deve adotar uma política pública abrangente de apoio aos Parques Tecnológicos e às empresas instaladas neles.
TIC – O estudo mostra que o Brasil precisaria de investimentos da ordem de R$ 10,2 bilhões, nos próximos cinco anos, para que o sistema nacional de inovação e empreendedorismo seja de qualidade. Estrategicamente, para onde deve ser direcionado esse recurso?
José Eduardo Fiates – O estudo realizado apresenta subsídios e sugestões de estratégias para planejamento e apoio ao processo de desenvolvimento dos Parques Tecnológicos no Brasil. Dentre as principais sugestões, destacam-se a proposta de uma taxonomia para classificação e ordenação dos Parques Tecnológicos brasileiros, as diretrizes para implantação de uma Política Pública sistêmica e abrangente de apoio aos Parques e um conjunto de programas de apoio para viabilização dos Parques Tecnológicos e apoio a empresas instaladas em Parques. Importante ressaltar que estas propostas foram geradas com base na opinião de lideranças brasileiras do governo, academia e setor privado com interesses na área, bem como nas experiências internacionais mais bem sucedidas, seja pelos resultados econômicos ou pelos avanços científicos e tecnológicos que geraram. Estima-se que serão necessários entre R$ 70 milhões e R$ 120 milhões ao ano em investimentos provenientes da esfera pública para que 20 Parques, já existentes, consigam alavancar suas atividades, tornando-se centros de excelência naquilo que desempenham. Outros R$ 500 milhões devem vir da iniciativa privada. Esses 20 Parques deverão estar aptos a gerar 7.500 empregos diretos cada, com cerca de R$ 150 milhões retornando aos cofres públicos no formato de impostos. Atualmente, temos 65 projetos de Parques no País, apenas 11 estão em operação. Os demais estão em fase de estudos ou implantação. Precisamos destravar aspectos burocráticos, ligados à legislação, para que facilitemos a captação de recursos e parcerias. Vale lembrar que no próximo 16 de dezembro, a Anprotec se reunirá com a Comissão Interministerial MCT & MDIC para que se trate especificamente o tema “Política Pública de Parques Tecnológicos no Brasil”. A reunião contará com a presença do Secretário Executivo do MCT, Luis Antônio Rodrigues Elias, além dos demais membros da Comissão. O objetivo é apresentar a situação dos Parques Tecnológicos no Brasil e discutir demandas e oportunidades para a implementação de programas de apoio ao tema. Para realizar a reunião, a Anprotec se comprometeu em apresentar um portfólio objetivo com informações executivas sobre os Parques Tecnológicos em operação, implantação ou planejamento.
TIC – Qual o papel dos Parques Tecnológicos para promover a inovação? Leia o resto do artigo »
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Postado em 1 dEurope/London novembro dEurope/London 2008
PERSPECTIVAS DO DESENVOLVIMENTO PARA O SÉCULO XXI
Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento
Rio de Janeiro, 6 e 7 de novembro de 2008
Local: BNDES/RJ
PROGAMA
6 de novembro, quinta-feira
Abertura 9:30
Dr. Marcio Pochmann, Presidente do IPEA
Dr. João Carlos Ferraz, BNDES
Rosa Freire d´Aguiar Furtado, Centro Internacional Celso Furtado
Carlos Pinkusfeld, UFF, Coordenador Acadêmico do Simpósio
Mesa 1 – 10:00: Aspectos teóricos macroeconômicos.
Juros e inflação: notas críticas sobre o Modelo do Novo Consenso de Política Monetária’. Prof. Massimo Pivetti, da Universidade de Roma La Sapienza.
Crescimento e distribuição na economia mundial. Dr. Francis Cripps, da Alphametrics Ltd e Pesquisador Associado ao Centre for Financial Analysis & Policy, Cambridge, GB.
Debatedores:
Prof. Franklin Serrano, UFRJ
Prof. Gilberto Tadeu Lima, USP
Coordenador:
Prof. Antonio Carlos Macedo Silva, UNICAMP
Mesa 2 – 15:00: Impacto da crise do sistema financeiro no potencial de crescimento dos países em desenvolvimento.
Perspectivas da economia mundial. Dr. Heiner Flassbeck, diretor da Divisão de Globalização e Estratégias de Desenvolvimento, Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD).
A crise no cerne do regime do dólar em Wall Street. Prof. Peter Gowan, da London Metropolitan University, membro do Comitê Editorial da New Left Review.
A crise financeira internacional. Prof. Paul Davidson, visiting scholar do Schwartz Center for Economic Policy Analysis da New School for Social Research, Nova Iorque, e professor emérito da Universidade do Tenessee.
Debatedores:
Prof. Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo, UNICAMP, presidente institucional do Centro Celso Furtado
Prof. Luiz Carlos Bresser-Pereira, FGV-SP
Coordenador da Mesa:
Prof. Ernani Teixeira Torres Filho, UFRJ / BNDES
7 de novembro, sexta-feira
Mesa 3 – 9:30: O desenvolvimento na perspectiva regional: efeitos e conseqüências das políticas de integração regional.
Os spillovers do crescimento internacional e a integração regional. Dr. Mark Roberts, professor do Departamento de Land Economy, Cambridge, GB.
Padrões de desenvolvimento e a experiência latino-americana recente. Dr. Alfredo Calcagno, economista da Divisão de Globalização e Estratégias de Desenvolvimento, UNCTAD.
Debatedores:
Prof. Clélio Campolina, CEDEPLAR/UFMG
Prof. Ricardo Carneiro, UNICAMP
Dr. Renato Baumann, CEPAL
Coordenador:
Prof. Marcos Antonio Macedo Cintra, UNICAMP
Mesa 4 – 14:30: Tendências e perspectivas do desenvolvimento socioeconômico: Rússia, Índia e China.
Ascensão da China, declínio da Rússia: perspectivas de médio e longo prazo. Prof. Vladimir Popov, da New Economic School de Moscou, professor visitante do Institute of European and Russian Studies, Carleton University, Ottawa.
Crescimento econômico e distribuição na Índia, 1950-2005. Prof. Rayaprolu Nagaraj, Indira Gandhi Institute of Development Research.
Mudanças no rumo do desenvolvimento da China: crescimento, política e impacto da globalização. Prof. Dic Lo, da School of Oriental and African Studies, University of London.
Debatedores:
Prof. Carlos Medeiros, UFRJ
Prof. Marcos da Costa Lima, UFPE
Coordenador:
Profª. Carmem Feijó, UFF, Secretária Executiva da ANPEC.
Se desejar se inscrever, envie e-mail para simposio@centrocelsofurtado.org.br, preenchendo obrigatoriamente os campos abaixo: Leia o resto do artigo »
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Postado em 30 dEurope/London outubro dEurope/London 2008
Consumo de recursos naturais excede em 30% capacidade de recuperação
O mundo não é o bastante. O título de um dos filmes de James Bond cai como uma luva nos prognósticos ambientais para o futuro da Humanidade.
Segundo o relatório “Planeta vivo 2008″, divulgado ontem pelo WWF, nosso consumo dos recursos naturais já excede em 30 por cento a capacidade de o planeta se regenerar. Se mantivermos o ritmo atual, somado ao crescimento populacional, em torno de 2030 precisaríamos de mais dois planetas para nos mantermos.
- Essa é a chamada pegada ecológica, o registro da pressão humana sobre o planeta e seus recursos naturais- explica Irineu Tamaio, coordenador do Programa de Educação para Sociedades Sustentáveis do WWF-Brasil. – O relatório mostra que o consumo desses recursos está num ritmo tão acelerado que, se for mantido, em breve precisaremos de dois planetas para atender a essa demanda. O cálculo foi feito em torno da capacidade de o planeta recuperar esses recursos e também o potencial de absorção dos resíduos que deixamos, que vão do lixo à emissão de CO2 na atmosfera. Leia o resto do artigo »
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