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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Desenvolvimento Regional':

Celso Furtado não merecia isso

Postado em 26 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Promessa de campanha do presidente Lula, a Sudene foi recriada, mas, na prática, sobrevive sem força política e recursos

Fonte: JORNAL DO COMÉRCIO, Recife (25/07/2009).

Bem diferente da obra do seu principal idealizador, o economista paraibano Celso Furtado (1920-2004), a Sudene parece a cada dia mais dissociada dos ventos que empurram a economia do Nordeste para um crescimento acima da média nacional. Promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a recriação da autarquia de fato aconteceu. Mas não há motivo para festa. Na prática, a Sudene sobrevive sem força política, sem recursos e quase sem pessoal. Pode-se até dizer que a recriação não adiantou de nada. No ano do cinquentenário do clássico Formação Econômica do Brasil (leia matéria vinculada), de Celso Furtado, a Sudene nada mais é do que um monumento a uma fracassada e quase inexistente política de desenvolvimento regional. Definitivamente, um dos mais destacados intelectuais do Brasil não merecia isso.

A Sudene ocupa hoje apenas parte da Ala Norte do edifício de 13 andares que já abrigou seus mais de 3 mil funcionários, nos tempos áureos, e que foi tomado por varas da Justiça do Trabalho. Tem um quadro de 140 funcionários e já recusa cartas-consultas para concessão de incentivos fiscais do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) porque o seu orçamento de 2009, da ordem de R$ 1,4 bilhão, está praticamente todo comprometido com o projeto da Ferrovia Transnordestina, da Transnordestina Logística (antiga Companhia Ferroviária do Nordeste, CFN), que absorve R$ 1,3 bilhão, a ser liberado com a execução da obra. Mesmo que isso não ocorra, os recursos estão empenhados e não podem ser destinados a outros projetos privados. Leia o resto do artigo »

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Carta IEDI n. 368 – A Relevância de São Paulo na Indústria Regional e a Melhora do Emprego

Postado em 26 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Produção Industrial Regional. Segundo dados divulgados pelo IBGE, na passagem de março para abril de 2009, sete das catorze regiões do País pesquisadas apresentaram aumento do nível de produção, na série livres de efeitos sazonais. Para o crescimento de 1,1% da indústria nacional podemos destacar o desempenho Espírito Santo (7,1%), seguido por Goiás e Rio Grande do Sul (ambos com 2,3%) e Ceará (1,7%). São Paulo (1,0%), Minas Gerais (0,6%) e Santa Catarina (0,5%) apresentaram também taxas positivas, entretanto, abaixo da média nacional. Por outro lado, Bahia (-11,0%), região Nordeste (-5,1%) e Amazonas (-5,0%) apresentaram os maiores recuos.

Na comparação mensal (mês/mesmo mês do ano anterior), todas as localidades pesquisadas apresentaram recuos. As quedas mais acentuadas foram registradas no Espírito Santo (-26,7%), Minas Gerais (-21,6%), Amazonas (-21,1%) e Bahia (-20,4%). Com recuo menos intenso que a média nacional (-14,8%), aparecem os seguintes estados: Paraná (-2,8%), Ceará (-2,9%), Rio de Janeiro (-3,9%) e Goiás (-4,2%). No acumulado no primeiro quadrimestre, frente o mesmo período de 2008, todas as regiões novamente apresentam taxas negativas de variação. Com perdas acima da média brasileira (-14,7%), estão: Espírito Santo (-30,3%), Minas Gerais (-23,5%), Amazonas (-19,8%), Rio Grande do Sul (-16,4%), São Paulo (-15,4%) e Santa Catarina (-15,0%). Na variação acumulada nos últimos 12 meses (com média nacional de -3,9%), o destaque foi novamente o Espírito Santo (-9,7%), seguido por Minas Gerais (-8,3%). Por outro lado, Paraná (4,8%) e Goiás (2,9%) registraram as duas únicas ampliações da produção industrial nesse período. Leia mais…

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O País não completou a industrialização

Postado em 17 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Monitor Mercantil

Brasil teve déficit de US$60 bilhões em metal-mecânica, química e alimentos.

“O Brasil não é um país industrilizado, apenas detém alumas regiões desenvolvidas”. Afirmação do economista Gustavo Santos em entrevista exclusiva ao Monitor Mercantil .  A defesa parte de um estudo no qual se propõe o desenvolvimento de indústrias dos setores metal-mecânico, químico e eletrônico na região Nordeste, a exemplo dos países desenvolvidos.

Clique aqui para ler na íntegra a entrevista

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Desafios da ciência e da tecnologia no Brasil, artigo de Marco Antonio Raupp

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2009

A ciência brasileira está cerca de 70% localizada na Região Sudeste. Por razões estratégicas e de justiça federativa, é uma situação que não pode perdurar, constituindo um desafio para o planejamento estratégico e para as políticas de C&T. Temos de redirecionar investimentos federais e estimular as FAPs locais, como já vem ocorrendo em alguns Estados.

Fonte: Jornal da Ciência

Marco Antonio Raupp, matemático, é presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Nos últimos 50-60 anos, a atividade organizada de produção de conhecimento científico estabeleceu-se no País. No centro desse processo estiveram a reforma universitária, institucionalizando a pós-graduação, e a estruturação de um sistema de apoio e financiamento à pesquisa e aos pesquisadores nas universidades e nos centros de pesquisa governamentais.

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e as fundações de amparo à pesquisa (FAPs) foram e são agentes executores dinâmicos do processo.

Como indicador sinalizando efetivos resultados desse sistema, temos hoje que o Brasil participa com 2% da produção científica mundial – resultado bastante significativo, pois mostra que o nosso sistema básico de produção de ciência está do “tamanho econômico do País”, já que esse índice é basicamente o mesmo da participação do produto interno bruto (PIB) brasileiro no (PIB) mundial.

Estabelecida uma plataforma básica importante para ciência e tecnologia (C&T), a responsabilidade de ampliação com qualidade e atenção às demandas e necessidades da sociedade e do desenvolvimento do País, pelo seu bom e pleno funcionamento, é grande. Implica o enfrentamento de desafios que merecerão dedicação e esforços iguais ou maiores do que os já empregados na construção do sistema básico.

Apresento aqui cinco desses desafios, cuja superação é crucial para a saúde e o bom funcionamento do próprio sistema de C&T, para o reconhecimento de sua utilidade pela sociedade e para que as atividades dos cientistas contribuam também para o equilíbrio social e regional no País. Leia o resto do artigo »

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Novo Desenvolvimentismo: Nordeste e Brasil na eletrônica de montagem

Postado em 12 dEurope/London maio dEurope/London 2009

ARTIGO em PDF

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Um projeto para o Nordeste

Postado em 11 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Luís Nassif (blog)

Na Secretaria Especial de Acompanhamento Econômico, Roberto Mangabeira Unger tem se comportado como uma espécie de provocador de ideias de todo o governo. Vai de um lado para o outro, identifica ideias inovadoras, agita na imprensa e espera que, daí, as ideias frutifiquem.

É uma ação meio guerrilheira, em função da falta de instrumentos que permitam compatibilizar planejamento de longo prazo com o dia a dia da gestão pública. Mesmo assim, tem cumprido seu papel.

Um dos últimos documentos gerados foi o paper “O desenvolvimento do Nordeste como projeto regional”. Leia o resto do artigo »

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Desenvolvimento e industrialização do Nordeste pela eletroeletrônica

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2009

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América Latina, um continente sem teoria

Postado em 27 dEurope/London abril dEurope/London 2009

Os liberais nunca tiveram uma teoria original a respeito da América Latina, nem precisam dela. A repetição recorrente de algumas platitudes cosmopolitas foi mais do que suficiente para sustentar sua visão da economia mundial, e legitimar sua ação política e econômica idêntica em todos os países. Mas no caso dos intelectuais progressistas do continente, é uma má notícia saber que não existe mais uma teoria capaz de ler e interpretar a história do continente, e fundamentar uma estratégia coerente de construção do futuro. A análise é de José Luís Fiori.

Fonte: Carta Maior

No século XIX, o pensamento social europeu dedicou pouquíssima atenção ao continente americano. Mesmo os socialistas e marxistas que discutiram a “questão colonial”, no final do século, só estavam preocupados com a Ásia e a África. Nunca tiveram interesse teórico e político nos novos estados americanos, que alcançaram sua independência, mas se mantiveram sob a tutela diplomática e financeira da Grã Bretanha. Foi só no início do século XX, que a teoria marxista do imperialismo se dedicou ao estudo específico da internacionalização do capital e seu papel no desenvolvimento capitalista a escala global. Assim mesmo, seu objeto seguiu sendo a competição e a guerra entre os europeus e a maior parte dos autores marxistas ainda compartilhava a visão evolucionista de Marx, com relação ao futuro econômico dos países atrasados, seguros de que “os países mais desenvolvidos industrialmente mostram aos menos desenvolvidos, a imagem do que será o seu próprio futuro”.

Foi só depois da década de 20, que a III Internacional Comunista transformou o imperialismo num adversário estratégico e num obstáculo ao desenvolvimento das forças produtivas nos países “coloniais e semi-coloniais”. De qualquer forma, o objeto central de todas as análises e propostas revolucionárias foi sempre, a Índia, a China, o Egito e Indonésia, muito mais do que a América Latina. Na primeira metade do século XX, os Estados Unidos já haviam se transformado numa grande potência imperialista, e o resto da América Latina foi incluída pela III Internacional, depois de 1940, na mesma estratégia geral das “revoluções nacionais”, ou das “revolução democrático burguesa”, contra a aliança das forças imperialistas com as oligarquias agrárias feudais, e a favor da industrialização nacional dos países periféricos.

Um pouco mais à frente, na década de 1950, a tese da “revolução democrático-burguesa”, e sua defesa do desenvolvimento industrial, foi reforçada pela “economia política da CEPAL” (Comissão Econômica para a América Latina) que analisava a economia latino-americana no contexto de uma divisão internacional do trabalho entre países “centrais” e países “periféricos”. A CEPAL criticava a tese das “vantagens comparativas” da teoria do comercio internacional de David Ricardo, e considerava que as relações comerciais entre as duas “fatias” do sistema econômico mundial prejudicavam o desenvolvimento industrial dos países periféricos. Tratava-se de uma crítica econômica heterodoxa, de filiação keynesiama, mas do ponto de vista prático acabou convergindo com as propostas “nacional-esenvolvimentista”, que foram hegemônicas no continente, depois da II Guerra Mundial. Leia o resto do artigo »

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