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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Conjuntura':

Por que agora?

Postado em 2 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por CÉSAR BENJAMIN

Da Folha (02/12/09):

DEIXO de lado os insultos e as versões fantasiosas sobre os “verdadeiros motivos” do meu artigo “Os Filhos do Brasil”. Creio, porém, que devo esclarecer uma indagação legítima: “por quê?”, ou, em forma um pouco expandida, “por que agora?”. A rigor, a resposta já está no artigo, mas de forma concisa. Eu a reitero: o motivo é o filme, o contexto que o cerca e o que ele sinaliza.

Há meses a Presidência da República acompanha e participa da produção desse filme, financiado por grandes empresas que mantêm contratos com o governo federal.

Antes de finalizado, ele foi analisado por especialistas em marketing, que propuseram ajustes para torná-lo mais emotivo.

O timing do lançamento foi calculado para que ele gire pelo Brasil durante o ano eleitoral. Recursos oriundos do imposto sindical -ou seja, recolhidos por imposição do Estado- estão sendo mobilizados para comprar e distribuir gratuitamente milhares de ingressos. Reativam-se salas pelo interior do país e fala-se na montagem de cines volantes para percorrerem localidades que não têm esses espaços. O objetivo é que o filme seja visto por cerca de 5 milhões de pessoas, principalmente pobres. Leia o resto do artigo »

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A oposição dependendo de Serra

Postado em 26 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Por Maria Inês Nassif

Do Valor Econômico de 26/11/2009:

Decisão deve afunilar nas mãos de um só

O resultado da última pesquisa CNT-Sensus, divulgada na segunda-feira, reflete em números uma realidade que já estava presente há pelo menos dois meses nas análises e nos debates internos dos partidos de oposição. Essas análises justificaram as pressões de parcelas do PSDB, do DEM e do PPS sobre o candidato tucano com mais votos nas pesquisas, José Serra, para que ele decida até o final do ano se será o candidato a presidente da República pela coligação. As informações de dentro do bloco oposicionista já apontavam a tendência registrada na pesquisa CNT-Sensus trazida a público essa semana, cujos dados foram coletados entre 16 e 20 de novembro.

Moveram as pressões sobre Serra: o fato de os índices de intenção de voto em Dilma Rousseff, a candidata do presidente Lula e do PT, estarem subindo devagar, mas sustentadamente; a lenta e constante queda de Serra nas pesquisas de intenção de voto; a constatação de que a candidatura de Ciro Gomes (PSB) produziu, sim, estrago nas intenções de voto à oposição, em especial se o candidato for o governador de São Paulo; a percepção de que Dilma saiu de uma posição de fragilidade, logo após um traumático tratamento de saúde – durante o qual manteve pouca exposição pública e índices quase declinantes de intenções de voto – para outro, em que assumiu a sua posição de candidata e se manteve ao lado de Lula, caracterizando-se como aquela a quem os simpatizantes do presidente devem transferir o voto. Leia o resto do artigo »

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Dupla Lula-Dilma dá de 10 a zero em FHC-Serra

Postado em 25 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Por que será? Clique aqui e tire suas próprias conclusões…

Apesar da política monetária.

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2012: O “fim” do mundo, artigo de Marcelo Gleiser

Postado em 25 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

“Neutrinos sofrendo mutações? Darwin virou astrofísico?”

Marcelo Gleiser é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA).

Fonte: Jornal da Ciência

No fim de semana passado, o filme “2012″, dirigido pelo mestre do cinema-catástrofe Roland Emmerich (de “Independence Day” e “O Dia Depois de Amanhã”), explodiu nas telas mundo afora. Segundo o jornal L.A. Times, o faturamento estimado, só no primeiro fim-de-semana, foi de US$ 225 milhões.

Um dos maiores da história. Por que tanta gente quer ver o mundo acabar? Leia o resto do artigo »

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The Ghost in the Recovery Machine

Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

By Robert Shiller

NEW HAVEN – The International Monetary Fund’s October World Economic Outlook  proclaimed that, “Strong public policies have fostered a rebound of industrial production, world trade, and retail sales.” The IMF, along with many national leaders, seem ready to give full credit to these policies for engineering what might be the end of the global economic recession.

National leaders and international organizations do deserve substantial credit for what has been done to bring about signs of recovery since the spring. The international coordination of world economic policies, as formalized in the recent G-20 statement, is unprecedented in history. Read more…

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Ipea divulga balanço mundial da crise e desdobramentos

Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Análise contida no Comunicado da Presidência nº 35 compreende 18 meses, período que antecedeu e sucedeu a instabilidade econômica em 12 países

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulga nesta quinta-feira, dia 19 de novembro, às 15h, o Comunicado da Presidência nº 35, intitulado Crise internacional: balanço e possíveis desdobramentos. A apresentação, seguida de entrevista coletiva, será feita pelo assessor da Presidência do Ipea Milko Matijascic, no auditório do Instituto em Brasília (SBS, Quadra 1, Ed. BNDES, subsolo). O estudo questiona se o pior da crise já passou e se ela está mesmo perto do fim.

O Comunicado sintetiza dados de PIB, inflação, desemprego, balança comercial e déficit público em países selecionados desde o período aproximado de quando a crise começou a dar sinais de impacto mundial até os dias atuais. Também são mostradas as reações e proposições do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial, da Organização Mundial do Comércio e da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento. Com base nesse cenário, o Ipea avalia se os movimentos econômicos no planeta são de recuperação. (Clique aqui para ler mais.)

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Cai o mito do real desvalorizado

Postado em 18 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif (blog)

Quando o mercado fechou ontem, primeiro dia após o anúncio da demissão de Mário Torós do cargo de Diretor de Política Monetária do Banco Central, os juros futuros tinham caído. De ontem para hoje, o DI (Depósito Interbancário) de janeiro de 2011 caiu de 10,27% ao ano para 10,20% ao ano. O DI de julho de 2010, de 9,14% para 9,10% ao ano.

Qual a lógica? De acordo com a retórica terrorista do mercado, se sai um diretor ortodoxo e há sinais de afrouxamento da política monetária, os juros podem cair no curto prazo, mas deveriam subir no longo – porque, pela leitura do mercado, o afrouxamento da política monetária produziria mais inflação obrigando, mais à frente, a outro movimento de alta nas taxas.

Nada disso ocorreu. Pelo contrário, o mercado sequer reagiu à declaração do Ministro da Fazenda Guido Mantega, de que a taxa ideal para o dólar é em R$ 2,60. Nesse nível, declarou Mantega, não tem China, Coréia ou Japão que segure o Brasil.

O significado desse jogo é que começa a cair o último grande mito da economia brasileira, que é a taxa de câmbio baixa. Leia o resto do artigo »

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A velha mídia e sua batalha inglória

Postado em 17 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

A Folha de São Paulo publicou editorial neste domingo criticando “práticas desleais na internet” que estariam “colocando em risco as bases que permitem o exercício do jornalismo no país”. A Folha, no caso, se apresenta como porta-voz deste jornalismo independente. Para o jornalista Luis Nassif, o editorial aponta o objetivo final do processo que explica o comportamento da mídia a partir de 2005: “a politização descabida, as tentativas sucessivas de golpes políticos, os assassinatos de reputação de políticos, juízes, jornalistas”.

O jornalista Luis Nassif comenta neste domingo em seu blog o editorial publicado na Folha de São Paulo, que critica “práticas desleais na internet” que, supostamente, estariam “colocando em risco as bases que permitem o exercício do jornalismo independente no país”. A Folha, no caso, se apresenta como porta-voz do “jornalismo independente”. Uma piada, diz Nassif, que questiona:

“Qual o direito de conhecer a verdade que a Folha propõe? A ficha falsa de Dilma? Os arreglos com Daniel Dantas? A série sistemática e diária de matérias falsas, manipuladas, a deslealdade reiterada contra seus próprios jornalistas que não seguiram a cartilha?”

Clique aqui para ler a matéria

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