Postado em 22 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
La nueva ocupación yanqui a Haití está generando acciones de resistencia por parte de amplios sectores de la población. El “Yanquis home” vuelve a retornar por todo el devastado país.
(Resumen Latinoamericano /Gara)–EEUU sigue imponiendo su ley en Haití. Además de patrullar las calles de Puerto Príncipe, el Ejército ha ordenado a los periodistas extranjeros que desalojen el aeropuerto capitalino, según denunciaron los propios afectados. Por su parte, Médicos sin Fronteras calificó de «crimen» la gestión de esta instalación por parte de soldados estadounidenses, que están desviando a República Dominicana los vuelos con ayuda humanitaria, lo que «está causando muertes».
El Ejército de Estados Unidos sigue imponiendo su ley en Haití, pese a las críticas de organizaciones no gubernamentales y de países como el Estado francés, Venezuela y Bolivia. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 21 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Luiz Carlos Azenha
Moro em São Paulo. E sei, por experiência pessoal, que os paulistanos não estão satisfeitos com a vida que levam na cidade. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 1 dEurope/London janeiro dEurope/London 2010
Por Paulo Nogueira Batista Jr.
Fonte: FSP (24.12.2009)
Em entrevista recente à Folha, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, confirmou que está em estudo “a modernização da legislação cambial”. Bem, leitor, o economista que ora vos escreve -e lamento reconhecê-lo- é macaco velho. Sabe, por exemplo, que “modernização” -palavra tão simpática, repleta de conotações tão positivas- já serviu para encobrir muita barbeiragem no nosso país. Desde os tempos de Fernando Collor e FHC, toda vez que escuto essa palavra um reflexo pavloviano me faz tremer da cabeça aos sapatos.
Espero que desta vez seja diferente. O presidente do Banco Central estava um pouco reticente nas respostas -o que pode ser bom sinal, isto é, sinal de dúvidas e hesitações-, mas admitiu que os estudos “envolvem aplicação de recursos de brasileiros no exterior” e possivelmente a abertura de contas em moeda estrangeira no Brasil. Leia o resto do artigo »
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Postado em 30 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por JANICE ASCARI
Publicado na Folha de S. Paulo, 24.12.2009
APÓS SUCESSIVAS intervenções jurídicas incomuns encontra-se agonizando, em estado grave, um dos mais escabrosos casos de corrupção e crimes de colarinho branco de que se teve notícia no Brasil.
A Operação Satiagraha surpreendeu o país. Nem tanto pelos crimes (corrupção, lavagem de dinheiro e outros), velhos conhecidos de todos, mas sim pelas manifestações de autoridades e de instituições públicas e privadas em defesa dos investigados.
Nunca se viu tamanho massacre contra os responsáveis pela investigação e julgamento do caso. Em vez do apoio à rigorosa apuração e punição, buscou-se desacreditar e desqualificar a investigação criminal colocando em xeque, com ataques vis e informações orquestradas e falaciosas, o sério trabalho conjunto do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, bem como a atuação da Justiça Federal.
O poder tornou vilões os que sempre se pautaram por critérios puramente jurídicos e recolocaram a questão no campo técnico, no cumprimento do dever funcional. Pouco se fala dos crimes e dos verdadeiros réus.
Em julho de 2008, decretou-se a prisão dos investigados pela possibilidade real de orquestração e destruição de provas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 21 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Fonte: Carta Maior
Tanto o aquecimento global quanto as perturbações da natureza e a injustiça social mundial são tidas como externalidades, vale dizer, realidades não intencionadas e que por isso não entram na contabilidade geral dos estados e das empresas. Finalmente o que conta mesmo é o lucro e um PIB positivo. Mas estas externalidades se tornaram tão ameaçadoras que estão desestabilizando o sistema-Terra, mostrando a falência do modelo econômico neoliberal e expondo em grave risco o futuro da espécie humana. O artigo é de Leonardo Boff.
Por Leonardo Boff
Em Copenhague nas discussões sobre as taxas de redução dos gases produtores de mudanças climáticas, duas visões de mundo se confrontam: a da maioria dos que estão fora da Assembléia, vindo de todas as partes do mundo e a dos poucos que estão dentro dela, representando os 192 estados. Estas visões diferentes são prenhes de conseqüências, significando, no seu termo, a garantia ou a destruição de um futuro comum. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por Mauro Santayana
Quando, instado por importantes personalidades da sociedade brasileira, entre elas líderes políticos regionais, a candidatar-se à sucessão presidencial, Aécio Neves sugeriu consultas prévias às bases partidárias. Seria a forma mais democrática de escolha. Não deveria o partido, que surgiu da dissidência do PMDB, em oposição ao mando do governador de São Paulo, Orestes Quércia, ficar submetido à vontade de duas ou três personalidades paulistas, como vinha ocorrendo desde a Presidência de Fernando Henrique.
Em uma Federação, os diretórios regionais devem ter o direito de expor suas ideias e suas preferências, de acordo com as condições políticas locais. Não podem transformar-se em caudatários resignados de um diretório em particular. O problema não houve em 1995, porque o PSDB não elegeu o sociólogo; quem o elegeu foi Itamar Franco. O PSDB não o elegeria, sem o claro apoio do presidente da República, que dispunha de prestígio equivalente ao do atual chefe de Estado. Clique aqui para ler mais.
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Postado em 18 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por Luís Nassif (blog)
Ao anunciar sua desistência das prévias do PSDB para escolher o candidato do partido à presidência, Aécio Neves fez o seu maior lance. Pode ser que a desistência da candidatura seja definitiva. Mas o lance maior foi colocar em xeque o governador de São Paulo José Serra, obrigando-o a uma definição.
Aécio queria as prévias do partido agora; Serra, apenas em março. O que está por trás da indecisão de Serra, no fundo, nem é a presidência mas a liderança futura do partido.
Serra não gosta de correr riscos. Sobre as eleições presidenciais, seu raciocínio é o seguinte: Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009
Por Leandro Fortes
Eu era repórter da Zero Hora, em Brasília, e presidente do Comitê de Imprensa do Palácio do Planalto, em setembro de 1992, quando Fernando Collor de Mello foi afastado do cargo por decisão da Câmara dos Deputados e, em seguida, exilou-se na biblioteca da Casa da Dinda, no Setor de Mansões do Lago Norte da capital federal. Setorista no Palácio do Planalto, acompanhei a agonia de Collor desde as primeiras denúncias, centradas na vida e na obra de Paulo César Farias, o PC, até a derrocada do primeiro presidente eleito depois de 21 anos de ditadura militar. De tudo que se passou naqueles tempos, o que mais me interessou foi a fase de Collor na biblioteca da Casa da Dinda. A fase do autismo. Clique aqui para ler mais na CartaCapital.
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