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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Conjuntura':

Lula: “Dilma tem um potencial político extraordinário”

Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Estadão: Na entrevista ao Estado, em agosto de 2007, perguntamos se o sr. já pensava em lançar uma mulher como candidata à sua sucessão. Sua resposta foi: ‘No momento em que eu disser isso, uma flecha estará apontada para esse nome, seja ele qual for.’ Naquela época, o sr. já tinha decidido que seria a ministra Dilma? Quando o sr. decidiu?

Lula: Quando aconteceram todos os problemas que levaram o companheiro José Dirceu a sair do governo, eu não tinha dúvida de que a Dilma tinha o perfil para assumir a Casa Civil e ajudar a governar o País. Na Casa Civil ela se transformou na grande coordenadora das políticas do governo. Foi quase uma coisa natural a indicação da Dilma. A dedicação, a capacidade de trabalho e de aprender com facilidade as coisas foram me convencendo que estava nascendo ali mais do que uma simples tecnocrata. Estava nascendo ali uma pessoa com potencial político extraordinário, até porque a vida dela foi uma vida política importante.

Clique aqui para ler a entrevista.

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Silêncio rompido no Congresso

Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Pela primeira vez ouve-se uma voz no Parlamento brasileiro em defesa do juiz Fauto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal de São Paulo, alvo do momento dos tribunais superiores e de setores da mídia. Na quarta-feira 17, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) subiu à tribuna para denunciar o que considera ser pressões inadmissíveis contra o magistrado responsável por condenar o banqueiro Daniel Dantas, do grupo Opportunity, e investigar executivos da construtora Camargo Corrêa.

“O problema, em poucas palavras, é o seguinte: estarão as decisões dos tribunais superiores brasileiros travando investigações contra poderosos ao mesmo tempo em que desprestigiam policiais competentes e humilham magistrados inflexíveis?”, perguntou Simon. “Existem vários estudos que avaliam a sensação que os cidadãos têm, por exemplo, em relação à impunidade reinante em suas sociedades. O que está em na mente do cidadão brasileiro é o sorriso de gente graúda ao sair da cadeia cercada por seus advogados altamente remunerados”, completou o parlamentar. Clique aqui para ler mais.

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Subir os juros?

Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Por José Dirceu – dvogado e ex-ministro da Casa Civil

A divulgação da ata da reunião da semana passada do Copom e do relatório Focus do Banco Central fizeram crescer no mercado a avaliação de que haverá em breve aumento da Selic de 8,75% em março ou abril.

Tal raciocínio rentista é velho. A partir das projeções de inflação de 4,78% para 2010, distante somente 0,28 ponto do centro da meta de 4,5%, alardeiam a necessidade de conter as pressões inflacionárias usando o remédio dos juros altos. Clique aqui para ler mais.

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Eleição 2010

Postado em 8 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Pré-candidato à Presidência da República pelo PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, 79 anos, é intelectual católico próximo de uma corrente que na França produziu figuras como François Mauriac. Iniciou-se na política ao lado do governador paulista Carvalho Pinto, foi deputado federal pelo PDC e despertou as iras dos latifundiários ao criar durante o governo de João Goulart a Comissão Especial da Reforma Agrária. Com o golpe de 1964 foi um dos primeiros cem brasileiros que sofreram a cassação dos direitos políticos. Por seis anos viveu exilado no Chile. De volta, lecionou na FGV e militou no MDB. Em 1980, passou-se para o PT e foi autor do estatuto do partido. Voltou à Câmara Federal em 1986. Desde 2005 liderança do PSOL, aqui expõe suas decepções, esperanças e aspirações.

CartaCapital: É o senhor o candidato do PSOL à Presidência?

Plínio de Arruda Sampaio: Há uma certa disputa de correntes internas que se resolve em março. Eu acho que nós precisamos ter uma candidatura alternativa com capacidade de propor o outro lado, caso contrário será um lado só. A verdade é que entre o Serra e a Dilma há diferenças de nuances aqui, nuances ali, mas não tem uma diferença substancial. Ninguém propõe a solução necessária. Aliás, eu noto o seguinte, o domínio da burguesia é uma hegemonia completa, então o que eles não querem é que se levantem as soluções reais. Discutem-se os problemas através de um artifício: o País amadureceu, as ideologias estão superadas e vamos para as soluções técnicas. Por exemplo: como explorar o pré-sal? Com a Petrobras ou por meio de uma empresa nova? Este não é o problema e esta solução é acidental. Clique aqui para ler mais.

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Inquietação nas oposições

Postado em 8 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Por Marcos Coimbra

Existe exemplo maior que Aécio ser apresentado como vice de Serra a toda hora? Apenas para que ele o desminta? Apenas para que Serra se fragilize, seja percebido como alguém que só tem chance se Aécio for seu vice?

Estamos vivendo, neste começo de ano, um período de inquietação dentro das oposições. Seja em seus representantes políticos e nas lideranças da sociedade civil que se alinham com elas, seja na parcela da opinião pública que não gosta do governo, é nítida a perplexidade. As coisas não estão acontecendo como esperavam. Clique aqui para ler mais.

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Tragédias do marketing: o legado de Serra e Kassab em SP

Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Resultados de campanhas publicitárias que fizeram o eleitor acreditar no que não viu, as gestões de Kassab, principal obra de Serra em São Paulo, apostam na propaganda e desprezam o combate às desigualdades, único meio de melhorar a metrópole. Colado nos passos do governador José Serra (PSDB), de quem herdou a prefeitura, o governo de Gilberto Kassab (DEM) passa ao largo das questões em que a cidade é mais carente e frágil. De 2006 a 2009 a prefeitura cortou R$ 353 milhões em ações de combate a enchentes. A reportagem é de Antonio Biondi e Marcel Gomes, na Revista do Brasil. Clique aqui para ler mais.

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Lixo no Tietê

Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Lixo no Tietê

Por Conceição Lemes

Fazemos o mesmo convite ao governador José Serra (PSDB) e ao prefeito Gilberto Kassab (DEM), que culpam a população, principalmente a mais pobre, pelas enchentes. O que pode acontecer com, pelo menos, uma parte dos restos de tijolo, argamassa, madeira, telha, quando chove e/ou o rio transborda? Clique aqui para ler mais.

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A corrupção é o que faz chover em São Paulo

Postado em 4 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2010

Chove há 43 dias em São Paulo. Há 72 pessoas mortas. Nenhuma metrópole do mundo se corrompeu a ponto de permitir, como São Paulo, construir tantas peças de concreto num espaço sem verde. São Paulo é um exemplo de como a corrupção destruiu o meio ambiente, impediu que a cidade respirasse, aumentou a temperatura e provocou chuva. Clique aqui para ler mais.

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