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Blog do Desemprego Zero

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Principles for a New Financial Architecture (Joseph Stiglitz)

Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2009

Recomendamos a leitura de um documento escrito pelo Joseph Stiglitz, Nobel de Economia 2001. Seguem alguns trechos do artigo:

While markets are at the center of every successful economy, markets only work well when private rewards are aligned with social returns. Incentives matter, but when incentives are distorted, we get distorted behavior.

When a firm is bailed out because it is too big too fail, it is evidence that competition laws have not been effectively enforced. Now financial institutions have become so big that they are almost too big to save. And in the process of addressing the current crisis, we are creating ever larger financial institutions, sowing the seeds for problems down the line. The high fees and other abusive practices of credit card companies is a result of anti-competitive behavior.

Problems of lack of transparency are pervasive in financial markets, and they have resisted improvements, such as more transparent disclosure of the costs of stock options. Stock options in return have provided incentives for accounting that increases reported profits-incentives for distorted and less transparent accounting. Financial institutions created products that were so complex and non-transparent that not even the firms that created them fully understood all of their implications. They put liabilities off-balance sheet, making it difficult to assess accurately their net worth.

Problems of information asymmetries are pervasive in financial markets. Securitization and many of the other “innovations” have increased these asymmetries of information. The recognition of the importance of the limitations of information has played an important role in the current crisis. Leia o resto do artigo »

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Crise abre espaço para repensar Estado e Desenvolvimento

Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2009

Márcio Pochmann fala em refundação do Estado. Maria da Conceição Tavares nas relações concretas de poder que sustentam o processo decisório. Ignacy Sachs se refere à mudança do paradigma energético-produtivo e do sistema de regulação, planejamento e visão de longo prazo que temos de articular. A crise tem o poder, como foi revelado nas numerosas intervenções no Seminário Internacional sobre o Desenvolvimento, de ampliar o debate, de colocar na mesa problemas que estavam buscando o seu espaço. A análise é de Ladislau Dowbor.

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Por que Gilmar gostaria de destruir a Satiagraha ? Um pouco de memória…

Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2009

Paulo Henrique AmorimPaulo Henrique Amorim

Supremo Presidente Gilmar Dantas, segundo Ricardo Noblat, tem demonstrado uma fúria desmedida contra a Operação Satiagraha e o ínclito delegado Protógenes Queiroz.

Aparentemente, porque está claro que as diversas tentativas de Golpe expressas na revista Veja – a última flor do Fascio – se desqualificam umas atrás das outras.

E a CPI dos Amigos de Dantas, presidida pelo deputado serrista Marcelo Lunus Itagiba. Se encaminha para o precipício, pela segunda vez …

Até porque o melhor momento da CPI será quando o ínclito delegado Protógenes Queiroz descrever a participação dos grandes empresários Daniel Dantas e Naji Nahas numa operação para vender a Cesp de Zé Pedágio.

Mas, possa haver um motivo mais profundo, mais dramático a justificar a fúria crescente do Presidente Supremo do Supremo.

Talvez – isso é uma hipótese, caro navegante – seja o que o Conversa Afiada expôs em 21 de julho de 2008 e que vai aqui transcrito:

Os Dantas esperam Mendes assumir STF para voltar

“O sol é o maior desinfetante.”

A leitura do relatório de 7 mil páginas da Polícia Federal à Justiça revela que Daniel Dantas e a irmã, Verônica (aquela que financiou a empresa da filha de José Serra), fugiram de jatinho para a República Dominicana, assim que a Folha (*) publicou uma reportagem de Andréa Michael .

Os dois só voltaram ao Brasil – de jatinho, que ninguém é de ferro ! – depois que tiveram certeza de que um pedido de Habeas Corpus ao Supremo Tribunal Federal, caso fossem presos, poderiam cair nas mãos do Supremo Presidente, Gilmar Mendes.

O Presidente Supremo, como se sabe, deu DOIS habeas corpus a Dantas, em QUARENTA E OITO HORAS!

Leia mais…

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Relação de blogs de apoiadores das candidaturas:

Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2009

Aécio Neves (PSDB):

www.proaecio.blogspot.com

www.aeciopresidente.blogspot.com

 Dilma Roussef (PT): 

www.dilma13.blogspot.com

www.osamigosdapresidentedilma.com 

www.dilmadopt.blogspot.com

 José Serra (PSDB):

www.euqueroserra.blogspot.com 

www.jovemserra.wordpress.com

www.serrapresidente.blogspot.com

 Ciro Gomes (PPS):

 www.ciropresidente.blogspot.com 

Blog do Patrus Governador:

 http://patrusgovernador.blogspot.com/

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Diálogos CartaCapital: Belluzzo e Roubini

Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Diálogos CartaCapital

Tudo que é sólido…

Por Luiz Gonzaga Belluzzo

No último trimestre de 2008, a produção industrial brasileira caiu forte e abruptamente. Em consonância com a derrocada da indústria, o PIB declinou 3,6%. Na mesma proporção, entraram em parafuso os diagnósticos dos especialistas em crises pretéritas, aquelas que surgiam do estrangulamento do balanço de pagamentos. As malditas da periferia passavam pelas agruras da desvalorização da moeda nativa e terminavam na elevação da taxa de juro e no ajuste fiscal, com o propósito de abafar as tensões inflacionárias e reduzir a chamada absorção doméstica.

Também em matéria de crises, o Brasil foi promovido a investment grade. O baque na produção industrial e no PIB foi deflagrado por uma fortíssima contração global do crédito que atingiu o País no auge de um ciclo de expansão. O credit crunch universal afetou de forma aguda as expectativas dos bancos, empresas e famílias consumidoras. Em setembro, a quebra do Lehman Brothers explicitou o risco sistêmico abrigado na inflação de ativos, o que incluía as frenéticas valorizações cambiais promovidas pelos capitais que buscavam os papéis públicos e privados dos emergentes.

Os empresários, antes empolgados com as expectativas de crescimento de suas vendas e dos lucros, cuidaram de preservar os balanços de suas empresas. No afã de resguardar o equilíbrio patrimonial de longo prazo, as empresas cortaram os projetos de investimento. Caíram fora do endividamento adicional ou cuidaram de manter sob a forma líquida a “poupança” decorrente dos lucros acumulados no passado. O susto foi suficientemente grande para aconselhar os empresários a resguardar o capital de giro: ao imaginar a contração da demanda, reduziram a produção corrente e demitiram preventivamente os trabalhadores. Leia o resto do artigo »

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Sobre o PIB: números para todos os gostos

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2009

Fonte: Logística e Transportes

Por José Augusto Valente

A divulgação da expansão do PIB brasileiro, relativa a 2008, especialmente ao seu quarto trimestre, apresenta números para todos os gostos. Inclusive números bastante favoráveis ao governo federal. Apesar disso, o governo brasileiro se colocou no “corner” do ringue, para receber pancada de todo lado, acusando os golpes recebidos, quando poderia fazer uma outra leitura, com base nos números do IBGE.

O que dizem os números relativos ao PIB, levantados pelo IBGE?

1.     Apesar da crise financeira dos EUA, com fortes repercussões na Europa e na Ásia, a economia brasileira cresceu 5,1% em 2008

2.     No ranking das economias que tiveram as maiores taxas de crescimento do PIB (2007/2006), o Brasil subiu do 16° para o 11° lugar (ver gráfico na página 22, do jornal O Globo de hoje – 11 de março de 2009)

3.     Ainda nesse ranking, o Brasil foi o país que teve a menor redução da taxa de crescimento do PIB(2008/2007). É esse percentual e não o de redução do quarto em relação ao terceiro trimestre, que mostra o nível de desaceleração da economia. Para a China cair de 11,9% para 9,0%, a queda entre o quarto e o terceiro trimestre de 2008 deve ter sido, no mínimo, o dobro do que os números do Brasil:

a.     O Brasil reduziu 10,5% (caindo de 5,7% para 5,1%)

b.     A China reduziu 24% (caindo de 11,9% para 9,0%)

c.      A Rússia reduziu 23,5% (caindo de 8,1 para 6,2%)

d.     A Índia reduziu 21,5% (caindo de 9,3% para 7,3%)

e.     Nessa lista, somente a Malásia e a Indonésia tiveram uma redução do PIB menor que o Brasil, com 7,9% e 3,2%, respectivamente

4.     Ou seja, a redução da taxa de crescimento do PIB de 3,6%, do quarto em relação ao terceiro trimestre mostra o óbvio: todas as economias foram afetadas pela crise financeira dos EUA. A redução da taxa de expansão do PIB em apenas 10,5%, quando a maioria dos países desenvolvidos tiveram essas taxas superiores a 20%, mostra que a economia brasileira foi bem menos afetada pela crise, seja pela sua solidez, seja pelas medidas do governo federal e de alguns governos estaduais para mitigar os seus efeitos.

5.     Essa redução pode ser explicada, em parte, pelo clima de pânico criado pela imprensa, que contribuiu para levar a 2% a redução do consumo e à  redução da produção industrial – principal exemplo, a automobilística – com demissões prematuras, como ficou claro quando a partir de janeiro a indústria automobilistica convocou seus trabalhadores para a retomada que vem mantendo níveis crescentes, como temos publicado no blog Logística e Transporte.

Se tivéssemos uma imprensa minimamente isenta, as matérias de hoje seriam do tipo ”Economias mundiais desabam. Entre os países desenvolvidos e emergentes, o Brasil cai muito menos que todos os demais!”.

No corpo da matérias, a imprensa buscaria explicar porque o Brasil caiu tão pouco e os países ricos e os demais do BRIC tiveram uma queda tão violenta.

Sorte? Economia sólida e menos dependente do comércio exterior? Governo eficaz?

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Divulgação de curso no Banco Central : ” Estimation, Solution and Policy Analysis using Equilibrium Monetary Models ” ( vale a pena para quem se interessa ou acredita em modelos monetários)

Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2009

A Universidade do Banco Central realizará, em conjunto com o CEMLA, o curso Estimation, Solution and Policy Analysis using Equilibrium Monetary Models, em Brasília/DF, no período de 23 a 27 de março de 2009, nas dependências da UniBacen.

O objetivo do curso é prover os participantes dos conhecimentos necessários para a construção e uso de modelos DSGE (Dynamic Stochastic General Equilibrium) nas análises de política monetária.

O facilitador será o prof. Lawrence J. Christiano.

Os requisitos necessários são:
Domínio no idioma inglês (nível avançado).

Compatibilidade do conteúdo programático com as atividades do servidor, sendo que no momento da inscrição dever-se-á mencionar o tempo de experiência na área e a sua titulação (mestrado, doutorado, etc…). Leia o resto do artigo »

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Fernando Collor vive e luta

Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por Celso Marcondes

Fonte: CartaCapital

O processo de “renovação” iniciado no Congresso Nacional com as eleições de Michel Temer e José Sarney continua. Agora, quem voltou por cima foi Fernando Collor. Graças ao apoio do PMDB, em aliança com o DEM, o senador alagoano, hoje no PTB, assumiu a presidência da Comissão de Infraestrutura do Senado. Foram precisos 13 votos, contra os 10 da senadora Ideli Salvatti, do PT.

Foi mais uma vitória do PMDB, esta coordenada diretamente por Renan Calheiros e pelo ministro José Múcio (PTB), das Relações Institucionais. E mais uma derrota do PT, que a cada dia que passa vê mais gordo o seu principal aliado na base governamental. Para quem não sabe a importância da tal comissão, basta dizer que sua principal atribuição será acompanhar no Senado as obras do PAC, eixo estratégico de ação do governo federal.

Ver imagem em tamanho grandeAssim como Temer e Sarney, a dupla Collor/Renan ressuscitou. Na política brasileira, quem é vivo sempre reaparece. Quem é esperto e sabe manter sólidos seus laços na corporação, estes, então, nunca morrem. Leia o resto do artigo »

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