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Blog do Desemprego Zero

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JAMES GALBRAITH: Financial Crisis Caused by a ‘Culture of Complicity’

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2009

While the world talks about new ways to save struggling banks, there are a handful of economists who think some banks shouldn’t be saved at all. American economist James Galbraith told Manager Magazin that it might make more sense to break them up and start over.

Manager Magazin: Professor Galbraith, you suggest that banks that suffer from bad assets should simply be declared insolvent, instead of rescuing them with taxpayers’ money. Why?

James Galbraith: We need a correct assessment of the degree of losses suffered by a bank which is functionally insolvent. But as long as the old management is in place, there are no incentives to cooperate in the evaluation you need to make. That’s the first problem.

The second problem is: When a bank is insolvent, the incentives for normal banking practice disappear. They become perverse. The incumbent management has good reason to gamble excessively and to make capital losses. This is because it appears that the regulators could soon close down the bank.

Beyond that, if the situation for the bank is truly hopeless or if the management is truly corrupt, then the incentive is to loot the institution, to take as much money out of it — e.g. in the shape of bonuses and dividends — before the true state of the books is discovered.

Manager Magazin: Is this something we are witnessing right now?

Galbraith: Certainly those incentives are in place. In a situation when a bank has suffered losses sufficient to impair its capital, you need to have regulatory supervision in place.

This does not mean that you necessarily close the bank. The way it usually works in the USA is that a bank is closed on Friday and re-opened on Monday under a new name, with a new leadership and with a team of examiners who are going through the books, trying to sort the good business loans and personal loans from those which are hopeless. Then you isolate the hopeless stuff, you force a write down of the equity and the subordinated debts of the people who put in risk capital — so they have to take their losses as they should. And then you break up the bank into pieces which have a better prospect to gain viability soon. That’s a process of re-organization and re-capitalization. Leia o resto do artigo »

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A Miséria da Crítica Ortodoxa

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2009

Algumas reflexões preliminares sobre os comentários de Tony Volpon ao artigo “A Crise Econômica Mundial e a Retomada do Desenvolvimento no Brasil”.

Por José Luis Oreiro¹ e Flavio Basílio²

Os comentários de Volpon ao artigo “A Crise Econômica Mundial e a Retomada do Desenvolvimento no Brasil” nos proporcionaram uma oportunidade ímpar de fazer uma crítica sistemática da “ortodoxia” brasileira no que se refere a sua avaliação dos efeitos da crise econômica mundial sobre a economia brasileira, bem como as suas propostas de enfrentamento da mesma. Sob esse aspecto, os comentários de Volpon são extremamente úteis. Em particular, como ficará claro ao longo das próximas páginas, podemos constatar a “miséria da crítica ortodoxa”, ou seja, a sua total incapacidade de apresentar críticas consistentes e honestas ao Keynesianismo no Brasil. Talvez seja um problema específico dos ortodoxos brasileiros ou talvez seja a demonstração cabal da superioridade do paradigma keynesiano. Cabe ao leitor o veredicto final. 

Uma das características mais notáveis do pensamento ortodoxo brasileiro é a sua pretensão de ser o “dono da verdade” dos assuntos econômicos. Todas as posições que diferem/divergem do “saber convencional” são taxadas de “bobagem”, “besteira” e outros adjetivos do mesmo gênero ou até de baixo-calão. O comentário de Tony Volpon, embora mais educado e respeitoso do que a média da “ortodoxia” brasileira, também incorre nesse mesmo vício. Logo na primeira página somos surpreendidos com a frase “Não obstante também nossos colegas keynesianos ainda demonstram algumas posições infelizes, especialmente em relação a política monetária e ao papel do Banco Central”. Em outras palavras, nós, os keynesianos ignorantes, talvez apenas marginalmente mais inteligentes do que os demais, ainda não nos convertemos a verdade auto-evidente sobre o funcionamento da política monetária, a qual será anunciada pelo autor do comentário.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

¹ Professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília, Pesquisador Nível I do CNPq e Membro da Associação Keynesiana Brasileira. E-mail: jlcoreiro@terra.com.br.

2 Economista, Doutorando em Economia pela Universidade de Brasília e Membro da Associação Keynesiana Brasileira. E-mai: flaviobasilio@gmail.com.

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O corregedor fanfarão

Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2009

Luís Nassif

Cada vitória sobre Protógenes é uma derrota da CPI e de todo o esquema de apoio a Dantas. Cada avanço sobre De Sanctis, a comprovação de que há, de fato, uma conspiração em curso. No começo, o álibi para defender Dantas era o antilulismo. Esse álibi não existe mais. Ficaram sem álibi e tiveram que expor de maneira escarrada o objetivo final: desqualificar o inquérito para livrar Dantas.

Quem entrou nesse jogo se lambuzou, publicações, revistas e políticos. Prosseguindo, a sujeira vai se espalhar. Vai-se subir na escala hierárquica e liquidar com algumas lideranças nacionais expressivas.

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A ficha do advogado de Gilmar. Quem são os advogados de Dantas (alguns)?

Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2009

PH Amorim

Com a notícia de que Sergio Bermudes será o advogado do Supremo Presidente Gilmar Dantas, segundo Ricardo Noblat, na ação que move contra a Carta Capital,  o Conversa Afiada recebeu de um amigo navegante esse link e essa notícia da Teletime sobre uma relação (parcial) dos advogados de Daniel Dantas e as respectivas (modestas …) remunerações.

Veja que Bermudes cobrou de Dantas a módica importância de R$8,8 milhões.

Quanto cobraria de Gilmar Dantas, segundo Noblat?

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Ipea sugere redução gradual da taxa Selic em 2009

Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2009

País economizaria R$30 bilhões com corte de 5,75 p.p. até outubro

“É possível enfrentar a crise de uma forma contundente, fazendo algo que o mundo inteiro está fazendo: reduzindo a taxa de juros.” A afirmação foi feita pelo diretor da Diretoria de Estudos Macroeconômicos (Dimac) do Ipea, João Sicsú, ao apresentar ontem, em Brasília, a nota técnica  “A gravidade da crise e a despesa de juro do governo”

Produzida pela Dimac, a nota aponta uma esperada queda de arrecadação em 2009 e sugere que  “a melhor política é cortar as despesas com juros, que remunera o carregamento da dívida pública”. A redução da taxa básica de juros em 2009 traria economia de recursos públicos.

O documento analisa as expectativas empresariais de investimento diante da crise, além de apresentar projeções de economia fiscal em simulações para diferentes cenários de redução da taxa de juros.

“Cortar gastos sociais, correntes, ou de investimento significa reduzir a demanda da economia e as possibilidades de crescimento. Com menor crescimento, haverá menos arrecadação. Portanto, cortar gastos públicos cujos multiplicadores de renda e emprego são relevantes significa ampliar as dificuldades de arrecadação, criar um problema fiscal e aprofundar a crise de demanda que se instalou no setor privado da economia”, alerta João Sicsú.

Segundo a nota, a explicação mais plausível para a crise da economia brasileira parece ser que os agentes econômicos estão apreensivos e, em conseqüência, tomam a decisão mais racional do ponto de vista individual: reduzem, de forma drástica, seus gastos. Por um lado, os empresários “engavetam” projetos de investimento, reduzem custos e volume de produção; por outro, os trabalhadores, temendo o desemprego, reduzem seu consumo para formar poupança motivada pela precaução. “Nesse modelo, as “profecias” se auto-realizam”, lamenta Sicsú. Em outras palavras, na expectativa de futuro adverso, diminuem-se os gastos no presente e o futuro, de fato, se torna ruim.

O documento defende que “a reação a partir da demanda governamental é o único instrumento de combate à crise que pode ser utilizado”. Mas adverte que o aumento do gasto público não é suficiente: “o gasto público deve ser ampliado com o objetivo de mudar o quadro expectacional e, por conseguinte, estimular o gasto privado”. Leia o resto do artigo »

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Folha de S.Paulo – PF investiga se Dantas doou R$ 30,4 milhões “ao partido”

Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2009

PF investiga se Dantas doou R$ 30,4 milhões “ao partido”

PF fez apreensão durante a Satiagraha; em 2008 foi divulgado um documento que citava “contribuições ao clube” no valor de R$ 36 mi. A Operação Satiagraha apreendeu, no apartamento do banqueiro Daniel Dantas, no Rio, dois papéis descritos como “extratos” e intitulados “contribuições ao partido”, num total de R$ 30,44 milhões, segundo o auto de apreensão assinado pelo delegado federal responsável pelas buscas.

Leia mais…

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Por que o desespero de Gilmar, Itagiba e Dantas?

Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2009

PH Amorim

Saiu na Folha, reportagem (excelente) de Rubens Valente, pág. A4:

O auto de apreensão do material que a equipe do ínclito delegado Protógenes Queiroz recolheu na casa do bandido condenado Daniel Dantas registra a existência de:

- 14 HDs externos;

- 2 HDs internos;

- 7 CDs;

- 5 notebooks;

- 2 pen drives;

- 1 palm top;

- 1 agenda eletrônica.

É por isso que o Supremo Presidente do Supremo censura o voto de um colega. É por isso que o deputado serrista Marcelo Lunus Itagiba vem a São Paulo constranger, humilhar e desqualificar o corajoso Juiz Fausto De Sanctis.

É por isso que o “repórter” Fausto Macedo diz pela enésima vez no Estadão, na pág. A8 que o ínclito delegado Protógenes Queiroz vai ficar seis anos na cadeia !

(Tomara que prendam o delegado Protógenes !)

É por isso que o Presidente Supremo do Supremo processa a revista Carta Capital e o repórter Leandro Fortes, e usa um notório advogado de Daniel Dantas.

É por isso que o Supremo Presidente do Supremo ameaça jornalista no Acre.

Sabe por que, caro amigo navegante ?

Porque vão abrir esses computadores todos – e a República está lá dentro !

Como disse aquela alta autoridade ao Mino Carta: se abrirem o HD do Dantas a República para por dois anos !

Tomara !

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Culpe os economistas, não a economia

Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2009

Por Dani Rodrik

Fonte: Valor Econômico, 13/03/2009.

A falta não reside no campo da economia, mas no campo dos economistas. O problema é que os economistas (e os que lhes dão ouvidos) ficaram excessivamente confiantes nos seus modelos preferidos do momento: os mercados são eficientes, a inovação financeira transfere risco aos melhor capacitados para arcá-lo, a auto-regulamentação funciona melhor e a intervenção do governo é ineficaz e prejudicial.

À medida que o mundo ruma atabalhoadamente para a beira de um precipício, críticos do ofício da economia vêm levantando questionamentos sobre a sua cumplicidade na crise atual. E com razão: os economistas têm muito pelo que responder. Leia o resto do artigo »

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