Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2009
By Paul Krugman
NYTimes
”Nothing will be gained by spending our time and energy laying blame for the past.” So declared President Obama, after his commendable decision to release the legal memos that his predecessor used to justify torture. Some people in the political and media establishments have echoed his position. We need to look forward, not backward, they say. No prosecutions, please; no investigations; we’re just too busy.
And there are indeed immense challenges out there: an economic crisis, a health care crisis, an environmental crisis. Isn’t revisiting the abuses of the last eight years, no matter how bad they were, a luxury we can’t afford?
No, it isn’t, because America is more than a collection of policies. We are, or at least we used to be, a nation of moral ideals. In the past, our government has sometimes done an imperfect job of upholding those ideals. But never before have our leaders so utterly betrayed everything our nation stands for. “This government does not torture people,” declared former President Bush, but it did, and all the world knows it.
And the only way we can regain our moral compass, not just for the sake of our position in the world, but for the sake of our own national conscience, is to investigate how that happened, and, if necessary, to prosecute those responsible.
What about the argument that investigating the Bush administration’s abuses will impede efforts to deal with the crises of today? Even if that were true – even if truth and justice came at a high price – that would arguably be a price we must pay: laws aren’t supposed to be enforced only when convenient. But is there any real reason to believe that the nation would pay a high price for accountability? Leia o resto do artigo »
Postado em Conjuntura, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »
Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Por Mino Carta
Seria o destino do banqueiro do Opportunity tão decisivo para a saúde da República? Haja surpresa. De todo modo, enxergo no pacto republicano o enésimo arreglo para oferecer aos privilegiados do Brasil ulteriores e mais amplos privilégios. Acerto a bem da patota, da turma, do grupo. Do estamento, diria Raymundo Faoro, de vivíssima memória nesta redação. Algo bem mais medíocre do que a célebre conciliação das elites, mas de efeitos igualmente deletérios para a maioria dos cidadãos, sufragado pelo apoio, diria mesmo a proteção, da mídia.
Leia mais em CartaCapital…
Postado em Conjuntura, Política Brasileira | Sem Comentários »
Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Fonte: Globo-online
BRASÍLIA – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o ministro
Joaquim Barbosa bateram boca em sessão plenária durante um julgamento nesta quarta-feira. O ministro Joaquim Barbosa acusou o presidente do STF de estar “destruindo a credibilidade da Justiça brasileira”.
- Vossa Excelência está destruindo a Justiça deste país. Saía à rua ministro Gilmar – disse Joaquim Barbosa
- Estou na rua – respondeu Gilmar Mendes.
O ministro Joaquim Barbosa retrucou:
- Vossa Excelência não está na rua, Vossa Excelência está na mídia, destruindo a credibilidade da Justiça brasileira. Vossa Excelência não está falando com seus capangas do Mato Grosso.
- Vossa excelência me respeite – disse Gilmar Mendes
Os ministros Marco Aurélio de Mello e Ayres Britto pediram para que a sessão fosse encerrada. O presidente do STF convocou coletiva para falar sobre o assunto.
Postado em Conjuntura, Política Brasileira | 1 Comentário »
Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2009
by Paul Krugman
The New York Times
Published: April 19, 2009
What’s so bad about that? Well, the Irish government now predicts that this year G.D.P. will fall more than 10 percent from its peak, crossing the line that is sometimes used to distinguish between a recession and a depression.
But there’s more to it than that: to satisfy nervous lenders, Ireland is being forced to raise taxes and slash government spending in the face of an economic slump – policies that will further deepen the slump.
And it’s that closing off of policy options that I’m afraid might happen to the rest of us. The slogan “Erin go bragh,” usually translated as “Ireland forever,” is traditionally used as a declaration of Irish identity. But it could also, I fear, be read as a prediction for the world economy.
How did Ireland get into its current bind? By being just like us, only more so. Like its near-namesake Iceland, Ireland jumped with both feet into the brave new world of unsupervised global markets. Last year the Heritage Foundation declared Ireland the third freest economy in the world, behind only Hong Kong and Singapore. Leia o resto do artigo »
Postado em Conjuntura, Destaques da Semana, Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »
Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Bernardo Kliksberg*
Fonte: Other News, 20.4.2009.
Los costos económicos de la corrupción son altísimos, y socava el sistema de valores morales.
Hay varios mitos respecto a ella que correspondería revisar en América Latina:
Primer mito. La corrupción es esencialmente pública. El caso de Siemens, y múltiples otros similares como, entre otros, el soborno comprobado realizado por ejecutivos de una transnacional líder en Argentina para vender informatización al principal banco público, han mostrado que la corrupción no es sólo pública. La corrupción corporativa es parte importante del problema global. En los hechos, los esquemas de corrupción suelen entrelazar a ejecutivos públicos y privados.
Hasta 1999 en que la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económico (OCDE) penó la corrupción, el código fiscal alemán, entre otros, permitía la deducción de los sobornos como “gastos de negocios”. Leia o resto do artigo »
Postado em Conjuntura, Destaques da Semana, Internacional | Sem Comentários »
Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2009
Cinco dias antes do início da Cúpula das Américas em Trinidad e Tobago, o historiador da New York University, Greg Grandin, um dos maiores especialistas norte-americanos em história latino-americana escreveu sobre as possibilidades, limites e o contexto do encontro de Barack Obama com a região. “Pela primeira vez em muitas décadas, um presidente dos Estados Unidos pode dar-se conta de que os dias em que os EUA podiam usar a América Latina como um espaço para o ensaio do imperialismo estão chegando ao fim”, diz Grandin em artigo publicado em The Nation.
Leia mais em Carta Maior
Postado em Conjuntura, Desenvolvimento Regional, Internacional, O que deu na Imprensa | 1 Comentário »