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Blog do Desemprego Zero

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A esquerda e a crise

Postado em 11 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Neste período haverá resistência e haverá conflitos sociais agudos, e se a crise se prolongar, deverão se multiplicar as rebeliões sociais e as guerras civis nas zonas de fratura do sistema mundial. Mas do nosso ponto de vista, não haverá uma mudança de modo de produção em escala mundial, nem tampouco ocorrerá uma superação hegeliana do sistema inter-estatal capitalista. A análise é de José Luís Fiori.

A esquerda keynesiana interpreta de forma mais ou menos consensual, a nova crise econômica mundial que começou no mercado imobiliário americano, e se alastrou pelas veias abertas da globalização financeira. Seguindo o argumento clássico de Hyman Minsky [1], sobre a tendência endógena das economias monetárias à instabilidade financeira, às bolhas especulativas e à períodos de desorganização e caos provocados pela expansão desregulada do crédito e do endividamento, quando se faz inevitável a intervenção publica e o redesenho das instituições financeiras [2], sem que isto ameace a sobrevivência do próprio capitalismo.

Por isto, apesar de suas divergências a respeito de valores, procedimentos e velocidades, todos os keynesianos acreditam na eficácia, e propõem, neste momento, uma intervenção massiva do estado, para salvar o sistema financeiro e reativar o crédito, a produção e a demanda efetiva das principais economias capitalistas do mundo [3]. No caso da esquerda marxista, entretanto, não existe uma interpretação consensual da crise, nem existe acordo sobre os caminhos do futuro. Alguns seguem uma linha próxima da escola keynesiana, e privilegiam a financeirização capitalista como causa da crise atual, enquanto outros seguem a linha clássica da teoria da sobre-produção, do sub-consumo [4], e da tendência ao declínio da taxa de lucros [5]. E ainda existe uma esquerda pós-moderna que interpreta a crise atual, como resultado combinado de tudo isto e mais uma série de determinações ecológicas, demográficas, alimentares e energéticas.

Leia mais em Carta Maior…

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Um projeto para o Nordeste

Postado em 11 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Luís Nassif (blog)

Na Secretaria Especial de Acompanhamento Econômico, Roberto Mangabeira Unger tem se comportado como uma espécie de provocador de ideias de todo o governo. Vai de um lado para o outro, identifica ideias inovadoras, agita na imprensa e espera que, daí, as ideias frutifiquem.

É uma ação meio guerrilheira, em função da falta de instrumentos que permitam compatibilizar planejamento de longo prazo com o dia a dia da gestão pública. Mesmo assim, tem cumprido seu papel.

Um dos últimos documentos gerados foi o paper “O desenvolvimento do Nordeste como projeto regional”. Leia o resto do artigo »

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Desenvolvimento e industrialização do Nordeste pela eletroeletrônica

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2009

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Lançada a campanha “Morte ao Coponês”

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Blog de José Paulo Kupfer

Entre os pilares do neoliberalismo econômico destaca-se o protagonismo dos bancos centrais. As conseqüências relevantes desse fato estão sendo bem conhecidas agora, no cotidiano econômico, e, portanto, não é preciso perder muito tempo com a descrição do fenômeno e dos desastres que produziu.

Uma das mais esdrúxulas expressões desse protagonismo é o estilo desenvolvido pelos Bancos Centrais para comunicar suas decisões à praça. Forjou-se o mito de que a “coordenação de expectativas” a que os BCs deveriam se dedicar, incluía o recurso a uma linguagem cifrada, típica dos oráculos, presumivelmente só acessível aos iniciados.

A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), como se diria em coponês, superou as expectativas do contexto comunicativo anteriormente registrado, abrindo perspectivas relativamente ainda mais complexas do que a localizadas na mediana das atas publicadas para o entendimento de seus propósitos. Leia o resto do artigo »

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Lula vai soltar o Cacciola, roubar o erário agora pode…

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Desculpe, Dr Cacciola, tudo não passou de um lamentável equívocoFonte: Conversa Afiada

Saiu no Estadão, pág. B3:

“Socorro financeiro ganha carta-branca. Acordo entre PT (quá, quá, quá! – PHA) e PSDB (muito natural … PHA) dá poderes ao governo para defender bancos… (Acordo) permitiu a aprovação de uma emenda à Medida Provisória 449 que concede verdadeira anistia aos ministros de Estado, presidentes de Banco Central e demais funcionários públicos que estão sendo processados por tomar decisões em defesa da solvência dos bancos que o Ministério Publico considerou crimes contra  sistema financeiro … se o agente que praticou ato ilegal não pode ser condenado, quem se beneficiou dele também não. Cacciola, portanto, poderia pedir à Justiça o mesmo beneficio …”

Isso era o que Fernando Henrique Cardoso mais queria.

Ele fez o Proer e morria de medo de ir em cana.

Ele fez a privatização e, como no México, no Peru e na Argentina, podia dar um bolo danado. Leia o resto do artigo »

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ENTREVISTA: AÉCIO NEVES

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Gobernador de Minas Gerais y aspirante a la presidencia brasileña

“Debemos decidir qué Brasil queremos después de Lula”

Fonte: EL PAIS (Espanha)

FERNANDO GUALDONI – Madrid – 08/05/2009  

El panorama político brasileño está revuelto. El 25 de abril, la superministra Dilma Rousseff, mano derecha del presidente Lula y aspirante a sucederle, reveló que padecía cáncer. Se le extirpó un tumor del sistema linfático y ahora debe someterse a quimioterapia. Rousseff, que tiene 61 años, no trabaja menos de 15 horas al día. Tiene a su cargo el ambicioso programa de crecimiento económico para evitar que la crisis se cebe con Brasil y desde hace unos meses una campaña electoral en marcha. La preferida de Lula para abanderar el Partido de los Trabajadores (PT) tiene mucho terreno que remontar frente al socialdemócrata José Serra -alcalde de São Paulo- y el socialista Ciro Gomes.

Neves disputa a José Serra la candidatura de la socialdemocracia

“No creo que lo que le ha pasado a Dilma cambie, de momento, el panorama electoral. (…) El partido de Lula ha cerrado filas de inmediato en torno a Dilma”, explica Aécio Neves, gobernador del poderoso Estado de Minas Gerais -es la tercera región más rica y representa el 10% del PIB nacional-, durante su reciente visita a Madrid. Como Serra, también aspira a ser el candidato del Partido Socialdemócrata de Brasil (PSDB) para la presidencia. El gobernador es cauteloso al hablar de Dilma, y es que tal vez él, mejor que nadie, entiende los efectos de un problema de salud sobre la carrera política. Es nieto de Tancredo Neves, el primer presidente electo de Brasil tras 20 años de dictadura. En 1985, un día antes de asumir el cargo, Neves cayó enfermo hasta su muerte. En su lugar gobernó el vicepresidente José Sarney, que lo hizo hasta 1990.

La enfermedad de Rousseff disparó inmediatamente el rumor de que una parte del PT iba a reavivar la campaña para reformar la Constitución y permitir a Lula un tercer mandato, una tentación que ronda en la región en países como Bolivia, Colombia, Ecuador y en la que Venezuela ha caído con creces. “Esto es improbable”, dice Neves. “Lula ha dicho que no se presentará para un tercer mandato y estoy seguro de que lo que dice es verdad”. “Ahora, sí creo que Lula volverá a competir por la presidencia”, afirma. Neves coincide con muchos analistas: Lula volverá para 2015.

Sin el presidente Lula y con la principal candidata en pleno tratamiento contra el cáncer, el PT sabe que tiene un problema. En Brasil nadie habla públicamente de reemplazar a Rousseff. Todo lo contrario, Lula le ha reafirmado su apoyo y sus rivales evitan politizar la enfermedad de la ministra. Pero lo cierto es que nadie en el PT desconoce que el tratamiento frenará la campaña de Rousseff, que aspiraba a llegar a fin de año con el 20% de intención de voto, casi el doble de la popularidad que tiene ahora.

De tener que hallar un reemplazo en el PT, quien más suena es Patrus Ananias, ministro de Desarrollo Social. Este paisano de Neves -ambos son de Belo Horizonte- tiene a su cargo Bolsa Familia, el principal programa social de Brasil y uno de los más grandes del mundo en su clase. Puesto en marcha en 2003, ya cubre casi a 10 millones de familias. Los beneficiarios obtienen una mensualidad y acceso a los derechos sociales básicos: salud, alimentación y educación. A cambio, las familias deben mantener a los niños y adolescentes en edad escolar en el sistema de enseñanza, mantener al día el calendario de vacunación, etcétera. El programa ha sido elogiado internacionalmente y muchos países estudian su implantación.

“Bolsa Familia es un programa de choque para reducir la pobreza. No se puede eternizar porque puede acabar creando un clientelismo político insano. Ahora tenemos que dar un paso más, lograr que esas personas se incorporen al mercado laboral, progresen por sí mismas…”, explica Neves. “Por eso, más que definir a un candidato para las elecciones del año próximo, lo que debemos decidir es qué Brasil queremos después de Lula. Esto es lo realmente importante”, añade. Leia o resto do artigo »

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25 perguntas a Gilmar Mendes

Postado em 4 dEurope/London maio dEurope/London 2009

25 Perguntas a Gilmar Mendes…

(Presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil)

1. Vossa Excelência sabe algo sobre o “assassinato” de Andréa Paula Pedroso Wonsoski, jornalista que denunciou o seu irmão, Chico Mendes, por compra de votos em Diamantino, no Mato Grosso?

2. Qual a natureza da participação de Vossa Excelência na campanha eleitoral de seu irmão Chico Mendes em 2000, quando Vossa Excelência era Advogado-geral da União? 

3. Qual a natureza da participação de Vossa Excelência na campanha eleitoral de seu irmão Chico Mendes em 2004, quando Vossa Excelência já era ministro do Supremo Tribunal Federal? 

4. Quantas vezes Vossa Excelência acompanhou ministros de Fernando Henrique Cardoso a Diamantino, para inauguração de obras? 

5. Vossa Excelência tem relações com o Grupo Bertin, condenado em novembro de 2007 por formação de cartel? Qual a natureza dessa relação?  Leia o resto do artigo »

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Casa-grande e senzala, sempre

Postado em 1 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Mino Carta

Fonte: CartaCapital

Respeitados economistas europeus e americanos avisam que a crise econômica global ainda vai atingir maior gravidade nos países em desenvolvimento. Responsáveis pela saúde do mundo temem a pandemia suína. Mas não é destas crises que aqui se fala, e sim de outra, específica, de nítida marca brasileira. Nasce do descrédito das instituições democráticas, nas barbas do Pacto Republicano recentemente selado.

O País tem o presidente mais popular de sua história e goza de um prestígio internacional nunca dantes navegado, graças à simpatia e à vocação diplomática de Lula, e a uma política externa inteligente, independente e assertiva. Em contrapartida, a nação não alimenta a mais pálida confiança em relação ao Legislativo e ao Judiciário.

A opinião pública brasileira, por mais difícil que seja traçar-lhe os contornos, está indignada com os comportamentos dos parlamentares federais, entregues a uma mamata, como se dizia antigamente, sem precedentes. Muitos brasileiros fingem não perceber a evidência: a falta de decoro e pudor é apenas um dos aspectos de uma inesgotável trajetória de predações variadas e crescentes, a gerar uma crise moral que transcende largamente as fronteiras do Congresso Nacional.

Sem grande esforço tropeçaremos em desmandos iguais nas assembleias estaduais e nas câmaras municipais de todo o País, sem excluir a possibilidade de algumas, raras, surpresas. E sem falar da leniência mais ou menos generalizada em relação a valores éticos, em nome do célebre jeitinho, praticado em quaisquer níveis com a celebração do lema: aos amigos tudo, aos inimigos a lei.

Quanto ao Judiciário, é o império do presidente Gilmar Mendes, despótico não somente em Diamantino. O ministro Joaquim Barbosa não está enganado quando afirma que a Justiça está a ser “destruída”, embora nem todas as responsabilidades caibam a Mendes. Resta um fato indiscutível: o entrevero no STF, encenado ao vivo na semana passada do Oiapoque ao Chuí, teria cenário mais adequado se desenrolado em um botequim do arrabalde. Leia o resto do artigo »

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