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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Conjuntura':

Desafios da ciência e da tecnologia no Brasil, artigo de Marco Antonio Raupp

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2009

A ciência brasileira está cerca de 70% localizada na Região Sudeste. Por razões estratégicas e de justiça federativa, é uma situação que não pode perdurar, constituindo um desafio para o planejamento estratégico e para as políticas de C&T. Temos de redirecionar investimentos federais e estimular as FAPs locais, como já vem ocorrendo em alguns Estados.

Fonte: Jornal da Ciência

Marco Antonio Raupp, matemático, é presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Nos últimos 50-60 anos, a atividade organizada de produção de conhecimento científico estabeleceu-se no País. No centro desse processo estiveram a reforma universitária, institucionalizando a pós-graduação, e a estruturação de um sistema de apoio e financiamento à pesquisa e aos pesquisadores nas universidades e nos centros de pesquisa governamentais.

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e as fundações de amparo à pesquisa (FAPs) foram e são agentes executores dinâmicos do processo.

Como indicador sinalizando efetivos resultados desse sistema, temos hoje que o Brasil participa com 2% da produção científica mundial – resultado bastante significativo, pois mostra que o nosso sistema básico de produção de ciência está do “tamanho econômico do País”, já que esse índice é basicamente o mesmo da participação do produto interno bruto (PIB) brasileiro no (PIB) mundial.

Estabelecida uma plataforma básica importante para ciência e tecnologia (C&T), a responsabilidade de ampliação com qualidade e atenção às demandas e necessidades da sociedade e do desenvolvimento do País, pelo seu bom e pleno funcionamento, é grande. Implica o enfrentamento de desafios que merecerão dedicação e esforços iguais ou maiores do que os já empregados na construção do sistema básico.

Apresento aqui cinco desses desafios, cuja superação é crucial para a saúde e o bom funcionamento do próprio sistema de C&T, para o reconhecimento de sua utilidade pela sociedade e para que as atividades dos cientistas contribuam também para o equilíbrio social e regional no País. Leia o resto do artigo »

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Rumo a Bretton Woods 3?

Postado em 22 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Nouriel Roubini

Fonte: CartaCapital

Há alguns anos, antes da eclosão da crise, vários economistas preocupavam-se com a sustentabilidade dos grandes desequilíbrios globais, alimentados pelo chamado Sistema Bretton Woods 2. Esses analistas atribuíam as raízes de tais instabilidades à tendência de os países emergentes controlarem as taxas de câmbio e provocarem fortes superávits comerciais e em conta corrente, por meio da acumulação polpuda de reservas internacionais.

Apesar de ainda não testemunharmos uma crise do dólar americano, o Sistema Bretton Woods 2 está no centro dos debates sobre as origens da crise atual. Compreender a sua natureza é fundamental, para avaliarmos as reformas necessárias para que as turbulências não se repitam. Os desequilíbrios mundiais parecem não ter entrado na agenda de longo prazo dos formuladores de políticas econômicas.

O déficit em conta corrente dos Estados Unidos recuou de 6,6% no fim de 2005 para 3,7% em dezembro de 2008. O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que caia para 2,08% neste ano. Muitas das economias emergentes, que financiaram com facilidade os enormes déficits, agora são obrigadas a consumir menos, dadas a escassez de crédito e, em muitos casos, a desvalorização das suas moedas, o que impulsiona os custos das importações. Além disso, a queda nas cotações do petróleo e de outras commodities está gerando déficits nos tradicionais exportadores.

É a morte de Bretton Woods 2? Os países cujo crescimento depende das exportações aumentarão o consumo? Ou assistiremos ao retorno dos graves desequilíbrios na economia global quando a atividade se recuperar plenamente? Superávits fiscais e em conta corrente e aumento das reservas internacionais podem ser usados para elevar os gastos governamentais em infraestrutura e serviços públicos, incentivando o consumo e o investimento. Isso amenizaria os desequilíbrios mundiais. Leia o resto do artigo »

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Convenções do desenvolvimento

Postado em 22 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Fabio Erber

Leia o artigo publicado na Insight Inteligência

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Desafios e oportunidades da crise

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes & Rodrigo L. Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil (20/05/2009)

A crise econômica global oriunda do mercado de capitais norte-americano representa um grande desafio de superação para os países menos desenvolvidos. O transbordamento da crise financeira para a chamada economia real já foi captado pelos diversos institutos de estatísticas.

No Brasil, a tese do descolamento provou-se ilusória e o país se vê forçado a tomar medidas contra a crise. O debate sobre quais devem ser as medidas de combate à crise certamente polarizam acadêmicos e parlamentares de diversos matizes ideológicos. Entretanto, acreditamos que as próximas linhas traduzem, em uma boa medida, alguns pontos de convergência.

Desde os escritos de Joseph Schumpeter, ainda na primeira metade do século XX, reconhece-se que o sistema capitalista estaria sujeito a crises cíclicas. Em síntese: (a) ondas de destruições criadoras se manifestariam recorrentemente ao longo do processo de acumulação; (b) a superação dos paradigmas obsoletos seria tarefa dos empreendedores e as mudanças dependeriam de ações voluntárias dos atores sociais e da capacidade dos mesmos em aceitar riscos e incertezas; (c) os empreendedores não são limitados pela demanda corrente e a competição que realmente importa é pelo futuro.

Schumpeter percebeu que o capitalismo, assim como qualquer outro sistema social, requer fé nos valores e nas virtudes da civilização que produz. O capitalismo plausível, portanto, seria um sistema capaz de se renovar recorrentemente, democratizando as oportunidades e valorizando a liberdade individual num contexto de interdependência social. Nesse sistema, não haveria nada a temer da ascensão dos trabalhadores, pois a sofisticação das transformações econômicas demandaria gestores capacitados para lidar com situações mais complexas. Mesmo no “socialismo plausível”, as habilidades para dirigir o sistema seriam similares ao do gerenciamento de um capitalismo avançado no qual uma elite progressista encontraria seguramente seu lugar. Leia o resto do artigo »

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UM VIVO NA RODA

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Eduardo Guimarães

Fonte: Luís Nassif (blog)

Na última segunda-feira, participei do programa Roda Viva, da TV Cultura, que entrevistou o senador tucano pelo Paraná, Álvaro Dias. Fui convidado pela produção do programa para enviar perguntas e comentários via Twiiter e chat da página da emissora na internet. Essas perguntas, feitas pelos três twitters convidados pelo programa, caíam diretamente no computador da jornalista Lia Rangel, que as repassava ao mediador, Heródoto Barbeiro.

Tive dificuldade de avaliar se valeu a pena perder uma tarde de trabalho profissional remunerado para participar graciosamente do programa. Concluí que valeu apenas por eu ter podido ver as entranhas do polêmico Roda Viva e da própria TV Cultura, que há anos vem sendo acusada de ser usada politicamente pelos governos do PSDB paulista. Leia o resto do artigo »

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CPI da Petrobras: O objetivo é produzir manchetes para o Ali Kamel

Postado em 18 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Luiz Carlos Azenha (blog)

Quando eu era repórter da Globo, entre 2005 e 2006, durante meses o Jornal Nacional dedicava de três a dez minutos diários à cobertura de três CPIs: a do Mensalão, a dos Correios e a do Fim do Mundo.

As reportagens registravam acusações, ilações e suposições geradas diariamente nos corredores do Congresso, a grande maioria delas desprovada mais tarde. Não importa. O objetivo óbvio era produzir fumaça e as manchetes que faziam Ali Kamel delirar. O capo da Globo ficou tão excitado que despachou para Brasília uma assistente pessoal, cuja tarefa diária era percorrer os bastidores do Congresso para passar e receber informações, além de monitorar os colegas de emissora.

Uma CPI como a da Petrobras fornece o argumento essencial para Kamel e seus asseclas: estamos apenas “cobrindo os fatos”, argumentam. Já escrevi aqui ene vezes sobre 2006: capas da Veja alimentavam o Jornal Nacional, que promovia a devida “repercussão”, gerando decisões políticas que alimentavam outras capas da Veja, que apareciam no JN de sábado e geravam indignação em gente da estirpe de ACM, Heráclito Fortes e Arthur Virgílio.

Só essa “indignação seletiva” é capaz de explicar porque teremos uma CPI da Petrobras mas nunca tivemos uma CPI da Vale ou das privatizações.

Porém, os farsantes de hoje correm alguns riscos: Leia o resto do artigo »

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Inadimplência já chega a 11% em 4 meses de 2009

Postado em 18 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Para economista, juros cobrados pelos cartões de crédito são “agiotagem pura”

Fonte: Monitor Mercantil

“Nos cartões de crédito o que ocorre é agiotagem pura.” A afirmação é da economista Beatriz Dias David, da Uerj, ao comentar o aumento da inadimplência da pessoa física em abril: 8,9%, na comparação com o mesmo mês de 2008, chegando a 10,8% nos primeiros quatro meses de 2009, em relação a igual período do ano passado.

A economista criticou também a insistência do governo em apostar no endividamento das famílias como principal meio de aquecer a economia. Leia o resto do artigo »

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Um mundo desglobalizado?

Postado em 12 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Dani Rodrik

Fonte: Valor Econômico (12/05/2009)

Os países emergentes terão de substituir políticas que operam através do câmbio por políticas industriais reais

Poderá demorar alguns meses ou um par de anos, mas de uma forma ou de outra os EUA e outras economias avançadas irão acabar se recuperando da atual crise. É improvável, porém, que a economia mundial, então, se assemelhe à atual.

Mesmo passado o pior da crise, provavelmente nos encontraremos em um mundo algo desglobalizado, um mundo no qual o comércio internacional crescerá mais lentamente, haverá menos financiamento externo e a disposição dos países ricos para incorrer em grandes déficits em conta corrente será substancialmente menor. Será isso trágico para os países em desenvolvimento?

Não necessariamente. O crescimento no mundo em desenvolvimento tende a se dar segundo três variantes distintas. Primeiro, há o crescimento impulsionado por empréstimos estrangeiros. Em segundo, há o crescimento como subproduto de alta nos preços de commodities. Em terceiro lugar, há o crescimento resultante de reestruturação econômica e diversificação em novos produtos.

Os primeiros dois modelos estão em maior risco do que o terceiro. Mas não devemos perder o sono por eles, porque são inadequados e, em última análise, insustentáveis. O que deveria ser a maior preocupação é o possível sofrimento dos países no último grupo. Esses países terão necessidade de realizar grandes mudanças em suas políticas para se adaptar às novas realidades atuais.

Os dois primeiros modelos de crescimento invariavelmente conduzirão a um desfecho desfavorável. Um endividamento no exterior pode permitir a consumidores e governos viver além de seus meios por algum tempo, mas a dependência em relação ao capital estrangeiro é uma estratégia insensata. O problema é não apenas que os fluxos de capital externo podem facilmente inverter seu sentido, como também produzir o tipo errado de crescimento, baseado em moedas sobrevalorizadas e investimentos em mercadorias e serviços não comercializáveis, como habitação e construção. Leia o resto do artigo »

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